INVESTINDO EM IMÓVEIS

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Lar doce lar. Os imóveis são a base de nossas vidas. Seja uma casa ou apartamento, na cidade grande ou pequena. É o nosso refúgio, que nos oferece proteção e conforto. Além de funcionar como moradia, os imóveis residenciais são um excelente investimento financeiro. Cresce cada vez mais o número de pessoas que adquirem imóveis com razão única de colocá-los para aluguel e posteriormente, uma venda por valor acima. Geralmente, dependendo da localidade, imóveis têm sempre boa tendência de valorização, e uma ótima fonte de renda a curto prazo.

 

Quais os tipos de imóveis?

Você pode optar pela tradicional casa - que também pode estar

dentro de um condomínio

fechado ou ser de veraneio, na praia ou no campo, para finais

de semana -, apartamento ou flat.

 

O que é melhor: casa ou apartamento?

Ambos têm suas vantagens e desvantagens. Compensa parar para pensar e decidir qual se adapta mais

às suas expectativas. Também depende se você é solteiro e pretende morar sozinho, ou se tem filhos e

uma família grande. A tendência entre solteiros são os apartamentos, menores. Para quem tem filhos,

casas ou apartamentos maiores são mais indicados. Mas de um modo geral, as vantagens da casa em r

elação ao apartamento são: ter um espaço maior, poder criar animais, ter piscina e área de lazer maior,

contar mais privacidade e não pagar taxas de condomínio e rateios extras. Já as vantagens de morar

em apartamento são: ter uma vista panorâmica da cidade, ter segurança através da portaria, maior i

luminação, ter tranqüilidade através das regras de condomínio (por exemplo, proibir barulho após certo

horário) e, a partir de certo altura, não ter mosquitos ou insetos.

 

O que preciso saber na hora de comprar um imóvel?

É necessário que primeiramente você saiba de que empresa está comprando o imóvel e seu histórico,

ou a pessoa que está vendendo. O Corretor ou A imobiliária deve sempre estar credenciada ao

CRECI. Você também precisa conhecer a situação jurídica do terreno, para evitar possíveis dores

de cabeça no futuro.

Conheça também a fundo a localização e o terreno, como é a vizinhança e a infra-estrutura do bairro.

Se for um condomínio, saiba todas as estimativas de taxas e os serviços que estarão disponíveis, bem

como número de vagas na garagem.

 

O que é o CRECI?

É o Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Sempre, ao efetuar a compra ou venda de um

imóvel, é recomendável que as partes consultem um advogado ou corretor devidamente credenciado

ao CRECI. Conforme Lei Federal nº6.530/78, artigo 3º, compete ao Corretor de Imóveis devidamente
inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis exercer a intermediação na compra,
venda permuta e locação de imóveis.
Obs.Qualquer dúvida ligue CRECI (27)33140066

 

Compensa contratar uma administradora de imóveis?

Sim. Apesar de você ter autonomia na administração de seu próprio imóvel, é recomendável

procurar apoio de profissionais credenciados e com vasto conhecimento de legislação. Eles facilitam o

seu trabalho e fazem com que você não perca tempo em tarefas burocráticas e específicas.

Geralmente as administradoras cuidam da elaboração do contrato, vistoria, cobranças, fiscalização

da quitação de encargos e taxas, manutenção do imóvel, etc.

 

Quais as vantagens de morar em um flat?

Flats em lugares valorizados (como centros financeiros de grandes cidades) geralmente têm

um valor de venda menor que o de apartamentos padrão. São extremamente práticos. No flat

você pode contar com serviços como arrumadeira diária, piscinas, Internet, café da manhã, quarto

já mobiliado e equipados. No entanto, têm um valor de condomínio mais alto.

 

Quais as vantagens de morar em um condomínio fechado?

A principal vantagem é a segurança, onde muros cercam o condomínio, geralmente com guardas

rondando as ruas 24 por dia. As casas, geralmente, não possuem muros na frente, os terrenos

são mais espaçosos e há uma maior área verde. E as taxas de condomínio e impostos municipais

são menores, pois há maior número de moradores do que num apartamento, por exemplo.

 

Alugar um imóvel é um bom negócio?

Sim. É uma tendência de investimento que está cada vez mais em alta. Grande parte das

famílias vivem exclusivamente do aluguel. O imóvel é um investimento seguro, muito mais que

aplicar seu dinheiro numa bolsa de valores, por exemplo. Além da rentabilidade da locação, ele

se valoriza ao longo dos anos. E, embora sua rentabilidade seja relativamente baixa, algumas

locações hoje são mais rentáveis que a poupança.

 

O que preciso saber na hora de comprar um terreno?

Fique atento às características do terreno, como sua extensão, seu formato, sua topografia

(que pode demandar movimentos bruscos de terra, como aterros ou escavações; existem

terrenos planos ou com aclive e declive), seu solo e sua iluminação natural, que pode influenciar no dia-a-dia.

 

 

 


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Porque Contratar um Corretor de Imóveis(com CRECI)

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-Para dar segurança a sua família e ao seu patrimônio, um corretor se encarrega de fazer uma

prévia seleção de quem deve ou não conhecer seu patrimônio e sua intimidade, levar qualquer

um para sua casa pode sair muito mais caro do que a comissão do corretor, um seqüestrador ou

ladrão pode muito bem desistir de rouba-lo quando percebe que o negócio é feito por um corretor

de Imóveis.

-Para evitar especulações e perda de tempo, muita gente usa seu imóvel para servir de referência,

o proprietário sem corretor de imóveis não sabe quando isto acontece e acaba fazendo papel de bobo,

pois em muitos casos, oferece um imóvel que esta acima do preço, e acaba recebendo apenas pessoas

que querem mostrar que outros negócios estão mais baratos e vantajosos do que o seu, o proprietário

não saberá administrar os pontos fortes de seu patrimônio nem contornar os pontos fracos, ao passo que

um profissional saberá lidar com estas dificuldades.

-Para saber lidar com a parte burocrática, a legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de

compra e venda são documentos legais, um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize,

ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções. Um corretor de

imóveis sabe quais atos precisam ser feitos e pagos por você, sabe qual documentação você deve ter em

ordem para poder vender e como as restrições contratuais e de zoneamento locais podem afetar a transação,

Se houver erros em sua documentação ou sua propriedade, o corretor saberá corrigi-las.

-Segurança legal, caso o profissional se comporte de má fé, existe uma entidade profissional que se

encarrega de fiscalizar regulamentar e penalizar os corretores de imóveis, denominada CRECI

(Conselho Regional de Corretores de Imóveis ). Corretor que não tem CRECI não é corretor é

contraventor, é crime, chame o CRECI de sua região ou a policia. Denuncie!

-Conforme Lei Federal nº6.530/78, artigo 3º, compete ao Corretor de Imóveis devidamente
inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis exercer a intermediação na compra,
venda permuta e locação de imóveis.
Obs.Qualquer dúvida ligue CRECI (27)33140066

 


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COMO INVESTIR BEM EM IMÓVEIS

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DICAS PARA NÃO PERDER DINHEIRO

1. Avalie antes de comprar um imóvel financiado para investimento. Geralmente, os altos juros do financiamento
podem prejudicar a rentabilidade do negócio.

2. O investidor só deve comprar um imóvel para investimento se o lucro calculado for a longo prazo.

3. Evite comprar imóveis com o dinheiro reservado para
emergências. Lembre-se sempre que, quem precisa vender um imóvel em um pequeno prazo, acaba tendo de reduzir muito o preço.

4. Na hora de planejar a compra do imóvel, inclua nos custos do investimento os gastos com a documentação. Além disso, não esqueça de levar em consideração o Imposto de Renda
sobre os ganhos do aluguel e a valorização do mesmo em caso de venda. O rendimento do aluguel entra no Imposto de Renda como qualquer outro rendimento tributável.

5. Alguns gastos não podem ser esquecidos. A manutenção
do imóvel é paga pelo proprietário, assim como o condomínio e o IPTU, quando o imóvel não está alugado.

6. Na dúvida, uma boa opção para quem pensa em comprar um imóvel para investimento, é procurar uma orientação jurídica. Caso o investidor não queira contratar os serviços de uma imobiliária, é possível contar com a ajuda de um advogado para esclarecer sobre os contratos.

7. Para quem quer ter uma maior rentabilidade, um bom caminho é comprar imóveis ainda na planta. Após a conclusão da obra, eles valorizam, em média, 20%.

8. Pesquise em imobiliárias e empresas do setor a taxa de ocupação de imóveis parecidos na região em que você está analisando, antes de investir o dinheiro.

9. Evite comprar residências luxuosas com o objetivo de alugar. Há grandes alterações nas exigências do mercado
consumidor sobre esse tipo de imóvel. Os preços são influenciados por tendências e modas, o que se torna ruim
para quem compra e pior para quem quer vender depois.

10. Como investimento, é preferível ter três pequenos imóveis ao invés de um grande. Os imóveis menores têm maior liquidez e obtêm rendimento percentualmente superior na locação.

11. Lembre-se que o imóvel para morar com a família não
é necessariamente aquele para ganhar dinheiro. É possível
pagar um preço justo, praticado pelo mercado, por um bem que atenda perfeitamente às necessidades da família.
Fonte: CRECI, COFECI


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APROVADO USO DO FGTS PARA COMPRA DE TERRENO

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Uma boa notícia para quem pretende comprar terrenos urbanizados

usando recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço

(FGTS). A Câmara dos Deputados incluiu no programa do

governo federal o financiamento de lotes para famílias com renda

de até seis mínimos (R$ 2.790). Pela versão original, apenas os

imóveis construídos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida,

teriam esse benefício. O saque do FGTS só será liberado

para a aquisição de lotes de interesse social. O beneficiário

terá que assumir o compromisso de iniciar a construção do imóvel

no prazo de até seis meses. A definição do valor do terreno

que se enquadrará nessa categoria dependerá de regras do

Conselho Curador do FGTS. A votação foi polêmica. O governo

tentou evitar a inclusão do financiamento de lotes no pacote

habitacional, mas não teve apoio nem mesmo do relator da medida,

o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).

Houve divergências também dentro do PT. As alas do partido

ligadas aos movimentos de reforma urbana pressionaram para

que a compra de lotes fosse autorizada, sem sucesso.

“Não vou aceitar interferência p o l í t i ca ”, disparou o deputado

Henrique Eduardo Alves da tribuna, enquanto representantes

dos ministérios da Fazenda e das Cidades pediam a outros líderes

aliados que barrassem a emenda. Agora, a medida provisória precisa

ser analisada pelo Senado. O anúncio foi comemorado

por pessoas interessadas em comprar lotes, já que o FGTS

também pode ser usado para construção da casa própria.

A comemoração também foi estendida para quem está na outra

ponta, comercializando os lotes, cujos preços variam de acordo

com cada região. O diretor de Desenvolvimento

da Moneda, Marcus Vinicius dos Santos Castro, do loteamento Arquipélago

de Manguinhos, na Serra, elogiou à medida. “É uma vitória para quem deseja

ter acesso a um lote urbanizado e sonha em fazer a casa dos

sonhos”, disse. um diretor de empreendimento

, frisou que usar o Fundo na compra de lotes

e na construção de um imóvel é sinônimo de segurança e investimento,

uma vez que a valorização do imóvel é maior do que o

rendimento do FGTS. Outra novidade foi a ampliação

da isenção do pagamento de taxas em cartórios, como escritura,

a todos os imóveis adquiridos por quem tem renda de até três

salários (R$ 1.395).

Jornal A Tribuna 21/05/09


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Imóveis, material de construção e geladeira mais baratos em março

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A redução nos preços vai ser possível graças a dois programas que o governo federal
pretende lançar nos próximos dias. Um é o “PAC das geladeiras”, destinado a
substituir 10 milhões de geladeiras em 10 anos. O segundo pode baratear os
imóveis em até 15%.

Imóveis, materiais de construção e até geladeiras devem
ficar mais baratos a partir de março. O governo federal
pretende lançar, depois do Carnaval, dois programas que
prometem trazer uma série de benefícios ao bolso do consumidor.
Um deles é o “PAC das geladeiras ”, que vai estimular a troca
dos eletrodomésticos velhos por novos. A ideia do governo é substituir
10 milhões de geladeiras em 10 anos. Para isso, vai diminuir
o valor dos impostos sobre o produto.
A outra medida que vem sendo aguardada com expectativa é o
pacote habitacional. Para alguns profissionais do ramo de imóveis,
o pacote virá em boa hora e, inclusive, vai fazer com que os preços
do mercado imobiliário se tornem mais atrativos.
“Com as propostas que o governo vem estudando, o imóvel pode
baratear até 15%”, avaliou um consultor imobiliario.
Para ele, a medida que vai fazer a grande diferença no valor final
do imóvel é a redução do Imposto Sobre o Produto Industrializado
(IPI) dos materiais de construção, que deve cair de 5% para zero.
O diretor da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário
do Espírito Santo (Ademi- ES), Sandro Carlesso, acredita
que a queda na taxa de juros para os financiamentos e o aumento
de R$ 350 mil para R$ 500 mil na hora de financiar o imóvel, com
recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS),
vão garantir mais oportunidades para a população.
O presidente de uma  construtora , reforçou que a medida vai
criar inúmeros incentivos na construção civil.
Ele frisou que, se os governos federal, estaduais e municipais
estiverem juntos e dispostos a reduzir os impostos, o mutuário
poderá pagar apenas R$ 70 mil em um imóvel com valor de R$
100 mil.

 A Tribuna fev.09


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LARANJEIRAS - Ao longo dos anos, bairro tornou-se uma potência comercial. Expansão imobiliária não pára na região

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De um lugar calmo para se tornar uma potência comercial que é referên-
cia em toda a Grande  Vitória. Foi o que aconteceu com Laranjeiras, na Serra,
ao longo do tempo. Amanhã, o bairro completa 30 anos. Junto à data, comemora
o crescimento imobiliário da região. O diretor de econimoa e estatistica
do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sindicon),

Renato Menezes, avalia que a expansão imobiliária é uma conseqüência do
crescimento que o próprio município da Serra teve. “O mercado imobiliário da
Serra é o que mais cresce no Estado, envolvendo não só o bairro Laraneiras
como as regiões próximas”, diz ele, que acredita, ainda, que há uma movimentação
das pessoas em migrar para o bairro. O que pode ser explicada pela construção
de empreendimentos que contam com áreas de lazer,boa localização e outros atrati-
vos. “O mercado se sofisticou e o consumidor passou a ter boas opções na região.
A tendência é de que o bairro cresça ainda mais no que diz respeito aos empreen-
dimentos comerciais.”O membro da Comissão de Cultura e Esporte da Associação de
Moradores de Laranjeiras, Assis Borges, mora no bairro há 21 anos.
“Antes, Laranjeiras era um bairro residencial formado em sua maioria por funcionários
da Vale e CST. Hoje, é totalmente comercial, com lojas, bancos, supermercados de
grande porte e um comércio forte, de uma forma geral.”
Na sua opinião, a parte positiva do crescimento foi a valorização dos imóveis.
O secretário de Desenvolvimento Urbano da Serra, Helon Martins de Carvalho, afirma que
a região tem atraído investimentos das grandes construtoras do País. “O que há de melhor
no Brasil em termos de ocupação residencial se vê em Laranjeiras.”

Tribuna -29/09/08


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2008: O ano para investir em imóveis

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10/01/08 - Investir em imóveis tem suas vantagens em relação a outros tipos de investimento, como a ausência de riscos e solidez contra confiscos. A facilidade na obtenção de crédito, prazos mais longos e juros menores têm impulsionado o crescimento do setor imobiliário no país. “O setor imobiliário pode ser uma boa opção de investimento, seja de forma combinada com outros investimentos mais ousados, seja como um projeto de vida, de construção passo a passo. De qualquer forma, também exige algum tipo de conhecimento e atualização permanente, já que sempre existirão bons e maus negócios, como em qualquer setor”, alerta o consultor empresarial e autor do livro O Espírito do Dinheiro, Julio Sampaio.

O investidor precisa analisar se tem como objetivo viver de renda ou ganhar com a valorização da propriedade. Dependendo da opção, a escolha do imóvel vai ser diferente. “Um imóvel pode gerar ganhos de algumas maneiras, dentre elas quando ocorre, por exemplo, uma valorização acima de mercado de uma determinada região ou cidade; pelo aumento de valor agregado, quando, por exemplo, você faz melhorias num imóvel e o mercado está disposto a pagar por elas; pela simples locação, abatendo-se aí possíveis despesas de manutenção, custos de administração ou período não locado”, explica Sampaio.

Segundo o diretor de vendas da Apolar Imóveis, Daniel Galiano, para quem quer viver de renda, a melhor opção é optar pela diversificação de imóveis, ou seja, vários imóveis possibilitando garantir um retorno mesmo que algum deles estiver desocupado. Além disso, imóveis menores, de até dois cômodos, são os mais procurados para locação. “Como o valor do aluguel desses imóveis é menor, o prazo médio de espera para locação é de 30 dias, sendo maior entre os apartamentos que entre as casas, fazendo com que o proprietário não tenha que arcar com os custos da propriedade, como taxas e impostos, por muito tempo”, esclarece.

“Imóveis mais baratos, em geral, possibilitam maiores retornos, como é o caso de imóveis populares e usados. Fazendo ressalva quanto à lei de oferta e procura e todas as suas variáveis, pode-se dizer que é uma regra geral”, explica Julio Sampaio. Esse mercado está em ascensão, alimentado pelo déficit habitacional brasileiro, que, segundo pesquisa realizada em 2006 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), está em 7,9 milhões de moradias no país.

Antes de decidir o tipo de imóvel no qual se pretende investir, é importante que o comprador analise todos os riscos e possibilidades de retorno, principalmente em termos de aluguel, que esse imóvel pode ter. Quem prefere investir em imóveis de alto padrão precisa estar ciente que o retorno do investimento virá com a valorização do imóvel. É possível também alugar o imóvel para empresas que estejam interessadas em oferecer residência a funcionários de outras regiões, conseguindo assim um valor mais elevado do aluguel. Quanto ao potencial de valorização do imóvel, esse tipo de análise é mais difícil, mas o que se constata é que os imóveis mais novos têm se valorizado mais rapidamente que os usados.

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”Investimento em imóveis no Brasil vai mais que dobrar”

Geral, Mercado Imobiliário 1 Comentário



24/06/08 - O mercado imobiliário brasileiro deve receber um novo impulso com o grau de investimento, nota de país seguro para investimento, dado pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, o Empresário sócio do grupo de investimentos imobiliários Brazilian Finance e Real Estate, afirmou que os investimentos estrangeiros em imóveis no País podem saltar de R$ 8 bilhões para R$ 20 bilhões ao ano, movimento semelhante ao que ocorreu no México há alguns anos.

Para ele, o grau de investimento, somado à percepção de que o Brasil está descolado da crise americana, fará o dinheiro voltar a aparecer. “Tivemos três anos de investimentos, seguidos pela apreensão com a crise americana. As empresas deram uma pausa para reavaliar a situação, mas o dinheiro voltará. Já percebemos interesse de investidores, por exemplo, nos fundos que nossa empresa administra, e recebemos consultas de investidores asiáticos sobre a atividade imobiliária no País”.

O especialista considera que os excelentes fundamentos atingidos pelo mercado imobiliário - inflação sob controle, juros mais baixos e investment grade - trarão investimentos em torno de R$ 100 bilhões nos próximos cinco anos.

Segundo ele, o interesse estrangeiro pelo mercado imobiliário brasileiro é diversificado, vai desde imóveis comerciais locados e residenciais em construção a shoppings. O grande estímulo é o potencial de valorização das unidades. “Comparando-se os imóveis daqui com parâmetros de fora, imóvel aqui é barato. Lá fora os aluguéis são muito caros. Considerando que o Brasil, como membro do clube do grau de investimento, não deveria ter muita discrepância em relação a outros países, é natural alguns investidores apostarem na valorização do imóvel brasileiro e é isso que eles perseguem”, explica.

No México, a conquista do investment grade fez com que o país passasse a receber investimentos superiores a R$ 10 bilhões por ano, sendo que grande parte das operações tinha a participação de estrangeiros.

Aqui, os bancos nacionais e internacionais já estão bastante agressivos e há empresas crescendo de maneira consistente tanto em novos empréstimos como em securitização. “Estamos quebrando paradigmas e vivendo uma fase que historicamente não tem comparação. Não existe no horizonte nada que coloque em risco o sucesso desse segmento. A demanda hoje chega a 7 milhões de moradias - a maior parte em baixa renda, mas também há classe média e alta. É muita coisa”, analisa.

 


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Barra do Jucu - Imóveis na região valorizaram entre 15% e 20% em 12 meses

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17/07/2008 - A Gazeta


A Barra do Jucu ainda está para ser descoberta pelo mercado imobiliário: imóveis na região valorizaram, em uma média, de 15% a 20% nos últimos 12 meses, enquanto em Interlagos, bairro vizinho, esse índice foi de 25% a 45% em um ano.

Para os compradores, essa é uma boa notícia, porque terrenos na região ainda têm preços mais baixos do que os praticados em bairros da orla de Vila Velha. É possível comprar um terreno com 360m2 por cerca de R$ 40 mil, nas áreas mais afastadas, e por R$ 120 mil na orla.

Como o Plano Diretor Urbano (PDU) do bairro ainda não permite a construção de prédios com mais de três pavimentos, a predominância é de casas, em sua maioria de três e quatro quartos.

“Com a orla de Vila Velha toda verticalizada, a Barra do Jucu é uma das poucas regiões que ainda permitem a construção de futuros empreendimentos horizontais. Quem quer ter o prazer de morar em uma casa em Vila Velha, o bairro é uma das opções, juntamente com Ponta da Fruta e Interlagos”.

Residencial

Já existem projetos em andamento para a construção de condomínios horizontais e verticais. A previsão é que ainda este ano sejam anunciados os novos empreendimentos que devem mudar a cara do bairro.

“A Barra do Jucu está se mostrando uma grande opção para investir a curto e médio prazo. Dentro de pouco tempo, o bairro sofrerá uma grande valorização com os novos empreendimentos que estão chegando”.

Empreendimento residencial de alto padrão deve ser lançado em setembro

A previsão é que em setembro seja lançado um condomínio de loteamentos da construtora  de Belo Horizonte. “Será um condomínio de alto padrão, totalmente urbanizado, com ruas calçadas e uma área de lazer privilegiada. O projeto já está em fase final de aprovação”, revela o diretor de Planejamento e Empreendimento da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Enrico Rocha Barbosa.

Além de condomínios horizontais de alto padrão, o bairro também terá espaço para empreendimentos voltados para o padrão econômico e supereconômico. Os primeiros lançamentos dessa categoria devem ser anunciados no início do próximo ano, em virtude da aprovação dos projetos em andamentos.

“A Barra do Jucu possui várias áreas a serem empreendidas, pois possui uma grande quantidade de terrenos. Os empreendimentos da classe econômica serão prédios de até 10 andares, com elevador e preço girando em torno de R$ 80 mil a R$ 90 mil. Já os supereconômicos terão prédios de quatro pavimentos, sem elevador e valor entre R$ 65 mil a R$ 80 mil”, adianta Barbosa.

Praias e reserva ambiental são os principais destinos turísticos do bairro

A Barra do Jucu surgiu de uma vila de pescadores e mantém até hoje como principais características o bucolismo de uma cidade calma, mas a apenas 10 quilômetros do Centro de Vila Velha.

O principal atrativo da região são as praias famosas, freqüentadas principalmente por praticantes de surfe, bodyboard e de pesca. A região também é endereço da Reserva Ecológica de Jacarenema, área de preservação de restinga e manguezal.

Outro atrativo são os bares e restaurantes da Barra do Jucu, cuja fama é reconhecida por todo os Estado, o que garante uma vida noturna agitada. O comércio atende às necessidades básicas de um bairro residencial, como padarias, farmácias e papelarias.

Por causa da proximidade com bairros como Itaparica, que já possuem comércio intenso, os moradores da Barra do Jucu optam por usufruir da estrutura de outros bairros. Mas já há planos para a expansão do comércio do bairro, com base nos empreendimentos futuros.

Comércio

“Uma rede de supermercados já adquiriu uma área no bairro, visando atender à região Sul de Vila Velha, já de olho no crescimento dos próximos anos. Há também o Shopping Barra Sol, cujas obras estão previstas para terminar em dois anos e que devem mudar o perfil da região”, adianta diretor de Planejamento e Empreendimento da Ademi-ES, Enrico Rocha Barbosa.

Além disso, o bairro deve passar por melhorias estruturais, como a previsão de construção de mais três novas escolas pela prefeitura e a urbanização da orla, ligando com a orla de Itaparica.

Procura por imóveis para aluguel é grande na Barra do Jucu

A procura por imóveis para aluguel é grande na Barra do Jucu. A valorização tem acompanhado as taxas de reajuste do mercado, o que garante que os valores permaneçam em um patamar mais acessível.

“A procura maior é de casas de três e quatro quartos. O valor varia de R$ 300,00 para casas de dois quartos a R$ 700,00 para quatro quartos. O bairro não tem muita opção de imóveis comerciais, mas uma loja de 35m2 tem um aluguel que gira em torno de R$ 500,00 a R$ 550,00.

Já os galpões tem o aluguel em torno de R$ 2,5 mil”.

Industrial

Mesmo sendo um bairro basicamente residencial, a Barra do Jucu oferece construções voltadas para o mercado industrial.

A duplicação da Rodovia do Sol favoreceu a construção de empresas e galpões para abrigar centros de distribuição, principalmente pela facilidade de escoamento para outras regiões da Grande Vitória e do interior do Estado.

Dependendo da localização, o metro quadrado de um terreno pode custar até R$ 111,00, muito mais em conta quando comparado ao valor do metro quadrado de um terreno no Centro de Vila Velha ou na Praia da Costa, onde há poucos espaços para se construir.

Áreas mais valorizadas estão no Centro

Para aquisição de casas, as áreas mais valorizadas da Barra do Jucu estão no Centro e na Barra II. O valor dos imóveis nessas áreas, mais próximas às praias e também à rede de comércio e serviços do bairro, pode chegar a R$ 300 mil, uma casa de quatro quartos. Já a procura por terrenos é maior nas regiões de Riviera da Barra, São Conrado, Maria Ortiz e Morada da Barra. Em algumas áreas, é possível encontrar terrenos a partir de R$ 25 mil.

Raio-X

617 terrenos
646 residências
3 imóveis industriais
57 imóveis de comércio e serviço
2 espaços para prática de esportes e lazer
1 instituição de ensino

Fonte: Prefeitura de Vila Velha


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Lugar para morar…

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10/07/2008 - A Gazeta

Preço médio do metro quadrado para venda de loja na Enseada é de R$ 10 mil

A região de Laranjeiras, na Serra, é a campeã no ranking da construção de imóveis residenciais na Grande Vitória. É o que provam os números do mais recente Censo Imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sindicon-ES), apresentado na semana passada.

Parque Residencial Laranjeiras, Laranjeiras II, Morada de Laranjeiras e Colina de Laranjeiras são responsáveis por 40% das mais de 5,6 mil unidades lançadas na Grande Vitória, nos últimos seis meses.

Para se ter uma idéia da proporção desse percentual, a região que fica em segundo lugar no ranking dos lançamentos – Praia da Costa e Itapoã – registrou apenas 14% das unidades lançadas.

Outro dado importante: 24% das unidades residenciais em construção na Grande Vitória estão em Laranjeiras.

Um dos motivos para o boom residencial em Laranjeiras tem como explicação a grande oferta de terrenos que comportam a construção de condomínios de casas, as vedetes da região.

Preço

O outro fator é o preço do metro quadrado dos terrenos, que ainda é bem menor do que em outros bairros muito procurados para moradia na Grande Vitória. Exemplo: em Laranjeiras, o metro quadrado dos terrenos custa em torno de R$ 1 mil, enquanto em Jardim Camburi, pode chegar a R$ 2 mil.

O preço do metro quadrado dos imóveis prontos também é mais em conta: para dois quartos, gira em torno de R$ 2.146,00; três quartos, em média R$ 2.317,00; e casas, por volta de R$ 2.684,00.

Isso também contribui para tornar o valor de venda das unidades mais acessível, com apartamentos custando na faixa de R$ 100 mil a R$ 130 mil – valor que é acessível para a parcela da população que recebe de cinco a sete salários mínimos e está em busca de imóveis compactos – o perfil do bairro.

“Essa é a base da pirâmide e o grande mercado, que está aquecido, principalmente pelas linhas de crédito facilitadas”, diz o presidente do Sindicon, Aristóteles Passos Costa Neto.

Perfil

2.214 lançamentos imobiliários

5.556 unidades em construção

40% dos lançamentos

74% de unidades comercializadas

24% das unidades em construção

Condomínios com grandes áreas de lazer

Primeiro vieram os condomínios de casas, agora Laranjeiras começa a sua verticalização. Por ainda ter muitas áreas disponíveis, o valor do metro quadrado do terreno ainda é mais acessível às construtoras, permitindo consolidar grandes empreendimentos com áreas de lazer com estrutura de clube. “Isso reduz os custos de construção e oferece um preço final mais atrativo. Além disso, a proximidade com Vitória e às grandes empresas proporciona uma qualidade de vida ainda maior, já que torna possível morar próximo ao local de trabalho”, diz a diretora da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Rachel Menezes.

Lugar para investir

Se Laranjeiras é o bairro residencial que mais cresce na Grande Vitória, a Enseada do Suá é o que teve a maior valorização comercial nos últimos 12 meses. O 13º Censo Imobiliário do Sindicon-ES registrou um aumento de 120% no valor do metro quadrado de lojas e de 42,7% em salas.

“A evolução dos preços na Enseada do Suá foi acima da expectativa. O que é justificado pela escassez de unidades comerciais, a partir da mudança do PDU do bairro. O maior investimento passou a ser em empreendimentos residenciais, o que ajudou a elevar os preços”, analisa o diretor de Economia e Estatística do Sindicon-ES, Renato Menezes.

O preço médio do metro quadrado para venda de uma loja na região fica em torno de R$ 10,1 mil, enquanto que uma sala é vendida a R$ 5,4 mil o metro quadrado.

Esses valores colocam o bairro no topo do ranking dos metros quadrados comerciais mais caros da Grande Vitória, ao lado da Mata da Praia, também em Vitória: de R$ 7 mil a R$ 10 mil o metro quadrado, superando Campo Grande, Cariacica, com valores de metro quadrado que variam de R$ 4 mil a R$ 7,5 mil.

Alta nos preços

O lançamento de quantidade reduzida de lojas, concentradas em um único empreendimento, contribuiu para a alta nos preços, já que boa parte dos compradores são investidores. O aluguel futuro deve girar em torno de 1,2%. Significa que uma loja, comprada por R$ 200 mil pode render ao seu dono um aluguel de até R$ 2,4 mil.

Essa tendência tem como principal responsável a mudança do PDU do bairro, que era estritamente comercial. Com a transformação da Enseada em um bairro misto, cria-se a necessidade do comércio de lojas de rua.

“Até começarem a chegar os grandes empreendimentos residenciais, o comércio do bairro era voltado para quem trabalha na região. Com a transformação da Enseada em um bairro misto, outro tipo de oportunidade foi identificada pelo mercado, o que fez com que as lojas disponíveis tivessem essa alta de preços”, avalia o consultor imobiliário José Luiz Kfuri.

Perfil

120% de valorização para lojas

42,7% de valorização em salas

R$ 10.185 é o preço médio do m2 de lojas

R$ 5.483 é o valor médio do m2 de salas

86% das unidades comercializadas

Investir em salas é retorno garantido

Quem pensa em investir em salas ainda pode ter um bom retorno, já que a Enseada do Suá possui empreendimentos com salas comerciais modernas, que já possuem uma alta demanda, devido à escassez desse tipo de empreendimento na Grande Vitória. A possibilidade de morar próximo ao local de trabalho também vai funcionar como um atrativo futuro de valorização. “A Enseada do Suá é uma alternativa à Praia do Canto, só que mais moderno e nasce como um bairro completo, com fortes atrativos de lazer como a Praça do Papa, o Hortomercado. A verticalização possibilitou uma ocupação de terrenos menor, com grandes espaçamentos entre um prédio e outro, contribuindo para a qualidade de vida do bairro”, avalia Kfuri.

Análise

Os campeões em lançamentos

Renato Menezes
Diretor de Economia e Estatística do Sindicon-ES

Há dois anos, Laranjeiras era a quarta região em lançamentos, mas pela velocidade dos novos empreendimentos, era esperado que o bairro atingisse o primeiro lugar em pouco tempo. Houve momentos em que oferta não acompanhou a demanda, principalmente por causa da facilidade de financiamento dos imóveis. Dificilmente outra região vai superar Laranjeiras em quantidade de unidades e como esses empreendimentos devem ficar prontos em até quatro anos, a região vai ficar por um bom tempo na liderança. Já a Enseada do Suá foi uma surpresa a valorização, principalmente de lojas, mesmo que estivéssemos aguardando uma alta. Os últimos lançamentos comerciais, principalmente de lojas, venderam com uma velocidade maior do que a de unidades residenciais. Por outro lado, nos próximos meses, o resultado pode não se repetir nessas proporções, mas as salas e as unidades residenciais, principalmente, ainda têm grande potencial para se valorizarem. Com a escassez dos terrenos de frente para o mar, os imóveis concentrados nessas áreas terão os preços ainda mais valorizados do que em outras regiões da Enseada do Suá.


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