COMBATE AOS CONTRAVENTORES

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Os 25 Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis do Brasil irão intensificar

 ,em 2010,  a fiscalizãção aos profissionais e empresas registradas e em especial no

combate ao exercício ilegal da profissão. Em 2009 os 172 agentes de fiscalização que

compõem o quadro no país autuaram 9042 contraventores que exerciam ilegalmente

a profissão de Corretor de Imóveis. De acordo com determinação do COFECI os

contraventores são denunciados ao Ministério Público

para abertura de processo criminal por exercício ilegal da profissão.

QUEM NÃO POSSUI CRECI NÃO É CORRETOR DE IMÓVEIS, É

CONTRAVENTOR, DENUNCIE.


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CORRETOR DE IMÓVEIS TEM ISENÇÃO DE IPI SOBRE AUTOMÓVEIS

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CONFIRA:


» Lei 4.116 de 1962

» Lei 6.530 de 1978

» Lei 10.795 de 2003

A ONG-ABCI, que tem por finalidade e objetivo principal, defender direitos, interesses e prerrogativas de seus associados, e como um meio de comunicação para toda a categoria,

informa um benefício de grande valor à todos os corretores de imóveis. Através do Projeto

de Lei do Senado, sob nº 167, de 2003, do Senador Romeu Tuma, foi alterado o artigo 1º da 

Lei nº 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, para conceder isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), incidente sobre automóveis adquiridos por corretores de imóveis.

A materia foi publicada no Diário Oficial do Senado em 08 de maio de 2003.

ABCI - Associação Brasileira de Defesa dos Corretores de Imóveis.

Tel.: (11) 3062.1166. 

E-mail: ong-abci@abci.org.br.

 


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Como comprar terreno, loteamento – Dicas – antes de comprar o imóvel

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17 March, 2010 at 12:33 pm in -

Contrato de Imóvel Como comprar terreno, loteamento   Dicas   antes de comprar o imóvel
Jamais compre um lote sem vê-lo. Visite o local antes de fechar o negócio ou de antecipar

qualquer valor ao vendedor, mesmo que seja somente uma entrada, reserva ou sinal.

Localize o terreno na planta aprovada pela prefeitura, verificando a infra estrutura e os

serviços existentes, como ruas abertas, demarcação de lotes, transporte, rede de água e

energia elétrica, etc. Avalie se o que existe atende às suas necessidades e expectativas.

Redobre sua atenção antes de adquirir terrenos localizados em áreas de proteção de

mananciais – áreas legalmente protegidas como represas, rios, nascentes, etc., que

garantem a preservação dos recursos hídricos destinados, inclusive, ao fornecimento

de água potável, que, além de apresentarem restrições de uso, também necessitam de

aprovação de órgãos específicos.

Consulte os órgãos governamentais – Na prefeitura da região, verifique se o loteamento

está devidamente aprovado e se o cronograma de obras foi ou está sendo cumprido.

  Na Secretaria Municipal da Habitação, indague se a área não é de utilidade pública ou de

interesse social, casos em que poderão ocorrer desapropriação.   Solicite, ainda, certidão

negativa de débito de IPTU (Imposto Territorial Urbano), para evitar surpresas relativas a

débitos pendentes do terreno.

Cartório de Registro de Imóveis – Confira se o imóvel está registrado e solicite uma

certidão negativa de ônus e alienação, para comprovar que o imóvel está desembaraçado

e quem é o verdadeiro proprietário.   Não acredite em propostas verbais dos vendedores,

especialmente em relação a irregularidades em documentações. Só adquira o imóvel se a

situação do lote ou terreno estiver regularizada e, portanto, dentro do previsto em lei.

Proposta de Compra/Venda – Esse documento não é um contrato, apenas uma intenção

de compra. É obrigatório constar: qualificação e manifestação de vontade das partes, indicação

do lote – conferindo sua localização com a planta aprovada pela prefeitura, valor total do lote

e do sinal dado, modo e forma de pagamento e de reajuste (anual, segundo a legislação vigente)

com a especificação do índice a ser utilizado, taxa de juros para a venda em prestações, promess

de firmar contrato, prazo para aceitação da proposta – o ideal é não ultrapassar 30 dias. Assine

e date as vias da proposta ficando com uma delas.   DICA: as partes podem estabelecer, quando do

pagamento do sinal, o direito de arrependimento. Se a desistência for do comprador, ele perde o

sinal dado; se o vendedor é quem desiste, ele deve devolver o sinal em dobro.   Verifique se há outras

despesas ou obrigações a serem cumpridas, tais como taxa de conservação e manutenção, filiação à

associação de moradores, padrão construtivo, etc. Examine atentamente a proposta e, na dúvida, não

assine. Solicite maiores esclarecimentos e, caso necessite, procure ajuda de um órgão de defesa do

consumidor de sua região ou de um advogado especializado. DICA: consulte o Cadastro de

Reclamações do Procon antes de assinar o contrato para verificar se a empresa possui

reclamações e se foram solucionadas.

Contrato – Na compra de qualquer tipo de imóvel, leia atentamente o contrato de compra

e venda e certifique-se de que as cláusulas traduzem exatamente o que foi ajustado verbalmente,

comparando com o que consta da proposta ou minuta do contrato. Risque todos os espaços em branco

 Outros dados igualmente importantes e obrigatórios são: valor total do imóvel e das prestações,

prazo e forma de pagamento, periodicidade (anual, segundo a legislação em vigor) e índice de

reajuste, eventual incidência de juros, local de pagamento, penalidades no atraso do pagamento de

parcelas, valor do sinal antecipado e todas as condições prometidas pelo vendedor.   O contrato deve

ser assinado e datado. Uma cópia é do comprador, que deverá registrá-la de imediato no Cartório de

Imóveis da região.   IMPORTANTE: verifique junto à prefeitura sobre a possibilidade de desdobramento

do lote, caso esteja sendo vendido ½ lote, pois, caso contrário, não será possível sua regularização –

aprovação de planta para construção, escritura definitiva, imposto, numeração da casa, etc. Pague

sempre a prestação na data estabelecida e guarde todos os recibos. Eles comprovam que você está

em dia com suas obrigações ou que quitou o lote, quando da lavratura da escritura definitiva. Caso

o vendedor não queira receber as prestações, não deixe de pagá-las. Vá ao cartório onde o contrato

está registrado e solicite que o vendedor seja notificado para receber a prestação naquele local. Você

poderá, ainda, procurar um advogado para efetuar a consignação do pagamento junto ao Poder Judiciário.

A Escritura – Após o pagamento integral do lote leve todos os seus documentos pessoais, além do

contrato e recibos, ao Tabelionato de Notas que lavrará a escritura. Não pague a chamada “Taxa de

Minuta” ou “Termo de Quitação” que os vendedores costumam cobrar nessa ocasião. Se for imposta

essa cobrança, não aceite, procure um órgão de defesa do consumidor. Em seguida, registre a escritura

no Cartório de Registro de Imóveis da região.

Fonte: www.procon.sp.gov.br


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INVESTINDO EM IMÓVEIS

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Lar doce lar. Os imóveis são a base de nossas vidas. Seja uma casa ou apartamento, na cidade grande ou pequena. É o nosso refúgio, que nos oferece proteção e conforto. Além de funcionar como moradia, os imóveis residenciais são um excelente investimento financeiro. Cresce cada vez mais o número de pessoas que adquirem imóveis com razão única de colocá-los para aluguel e posteriormente, uma venda por valor acima. Geralmente, dependendo da localidade, imóveis têm sempre boa tendência de valorização, e uma ótima fonte de renda a curto prazo.

 

Quais os tipos de imóveis?

Você pode optar pela tradicional casa - que também pode estar

dentro de um condomínio

fechado ou ser de veraneio, na praia ou no campo, para finais

de semana -, apartamento ou flat.

 

O que é melhor: casa ou apartamento?

Ambos têm suas vantagens e desvantagens. Compensa parar para pensar e decidir qual se adapta mais

às suas expectativas. Também depende se você é solteiro e pretende morar sozinho, ou se tem filhos e

uma família grande. A tendência entre solteiros são os apartamentos, menores. Para quem tem filhos,

casas ou apartamentos maiores são mais indicados. Mas de um modo geral, as vantagens da casa em r

elação ao apartamento são: ter um espaço maior, poder criar animais, ter piscina e área de lazer maior,

contar mais privacidade e não pagar taxas de condomínio e rateios extras. Já as vantagens de morar

em apartamento são: ter uma vista panorâmica da cidade, ter segurança através da portaria, maior i

luminação, ter tranqüilidade através das regras de condomínio (por exemplo, proibir barulho após certo

horário) e, a partir de certo altura, não ter mosquitos ou insetos.

 

O que preciso saber na hora de comprar um imóvel?

É necessário que primeiramente você saiba de que empresa está comprando o imóvel e seu histórico,

ou a pessoa que está vendendo. O Corretor ou A imobiliária deve sempre estar credenciada ao

CRECI. Você também precisa conhecer a situação jurídica do terreno, para evitar possíveis dores

de cabeça no futuro.

Conheça também a fundo a localização e o terreno, como é a vizinhança e a infra-estrutura do bairro.

Se for um condomínio, saiba todas as estimativas de taxas e os serviços que estarão disponíveis, bem

como número de vagas na garagem.

 

O que é o CRECI?

É o Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Sempre, ao efetuar a compra ou venda de um

imóvel, é recomendável que as partes consultem um advogado ou corretor devidamente credenciado

ao CRECI. Conforme Lei Federal nº6.530/78, artigo 3º, compete ao Corretor de Imóveis devidamente
inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis exercer a intermediação na compra,
venda permuta e locação de imóveis.
Obs.Qualquer dúvida ligue CRECI (27)33140066

 

Compensa contratar uma administradora de imóveis?

Sim. Apesar de você ter autonomia na administração de seu próprio imóvel, é recomendável

procurar apoio de profissionais credenciados e com vasto conhecimento de legislação. Eles facilitam o

seu trabalho e fazem com que você não perca tempo em tarefas burocráticas e específicas.

Geralmente as administradoras cuidam da elaboração do contrato, vistoria, cobranças, fiscalização

da quitação de encargos e taxas, manutenção do imóvel, etc.

 

Quais as vantagens de morar em um flat?

Flats em lugares valorizados (como centros financeiros de grandes cidades) geralmente têm

um valor de venda menor que o de apartamentos padrão. São extremamente práticos. No flat

você pode contar com serviços como arrumadeira diária, piscinas, Internet, café da manhã, quarto

já mobiliado e equipados. No entanto, têm um valor de condomínio mais alto.

 

Quais as vantagens de morar em um condomínio fechado?

A principal vantagem é a segurança, onde muros cercam o condomínio, geralmente com guardas

rondando as ruas 24 por dia. As casas, geralmente, não possuem muros na frente, os terrenos

são mais espaçosos e há uma maior área verde. E as taxas de condomínio e impostos municipais

são menores, pois há maior número de moradores do que num apartamento, por exemplo.

 

Alugar um imóvel é um bom negócio?

Sim. É uma tendência de investimento que está cada vez mais em alta. Grande parte das

famílias vivem exclusivamente do aluguel. O imóvel é um investimento seguro, muito mais que

aplicar seu dinheiro numa bolsa de valores, por exemplo. Além da rentabilidade da locação, ele

se valoriza ao longo dos anos. E, embora sua rentabilidade seja relativamente baixa, algumas

locações hoje são mais rentáveis que a poupança.

 

O que preciso saber na hora de comprar um terreno?

Fique atento às características do terreno, como sua extensão, seu formato, sua topografia

(que pode demandar movimentos bruscos de terra, como aterros ou escavações; existem

terrenos planos ou com aclive e declive), seu solo e sua iluminação natural, que pode influenciar no dia-a-dia.

 

 

 


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Porque Contratar um Corretor de Imóveis(com CRECI)

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-Para dar segurança a sua família e ao seu patrimônio, um corretor se encarrega de fazer uma

prévia seleção de quem deve ou não conhecer seu patrimônio e sua intimidade, levar qualquer

um para sua casa pode sair muito mais caro do que a comissão do corretor, um seqüestrador ou

ladrão pode muito bem desistir de rouba-lo quando percebe que o negócio é feito por um corretor

de Imóveis.

-Para evitar especulações e perda de tempo, muita gente usa seu imóvel para servir de referência,

o proprietário sem corretor de imóveis não sabe quando isto acontece e acaba fazendo papel de bobo,

pois em muitos casos, oferece um imóvel que esta acima do preço, e acaba recebendo apenas pessoas

que querem mostrar que outros negócios estão mais baratos e vantajosos do que o seu, o proprietário

não saberá administrar os pontos fortes de seu patrimônio nem contornar os pontos fracos, ao passo que

um profissional saberá lidar com estas dificuldades.

-Para saber lidar com a parte burocrática, a legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de

compra e venda são documentos legais, um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize,

ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções. Um corretor de

imóveis sabe quais atos precisam ser feitos e pagos por você, sabe qual documentação você deve ter em

ordem para poder vender e como as restrições contratuais e de zoneamento locais podem afetar a transação,

Se houver erros em sua documentação ou sua propriedade, o corretor saberá corrigi-las.

-Segurança legal, caso o profissional se comporte de má fé, existe uma entidade profissional que se

encarrega de fiscalizar regulamentar e penalizar os corretores de imóveis, denominada CRECI

(Conselho Regional de Corretores de Imóveis ). Corretor que não tem CRECI não é corretor é

contraventor, é crime, chame o CRECI de sua região ou a policia. Denuncie!

-Conforme Lei Federal nº6.530/78, artigo 3º, compete ao Corretor de Imóveis devidamente
inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis exercer a intermediação na compra,
venda permuta e locação de imóveis.
Obs.Qualquer dúvida ligue CRECI (27)33140066

 


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COMO INVESTIR BEM EM IMÓVEIS

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DICAS PARA NÃO PERDER DINHEIRO

1. Avalie antes de comprar um imóvel financiado para investimento. Geralmente, os altos juros do financiamento
podem prejudicar a rentabilidade do negócio.

2. O investidor só deve comprar um imóvel para investimento se o lucro calculado for a longo prazo.

3. Evite comprar imóveis com o dinheiro reservado para
emergências. Lembre-se sempre que, quem precisa vender um imóvel em um pequeno prazo, acaba tendo de reduzir muito o preço.

4. Na hora de planejar a compra do imóvel, inclua nos custos do investimento os gastos com a documentação. Além disso, não esqueça de levar em consideração o Imposto de Renda
sobre os ganhos do aluguel e a valorização do mesmo em caso de venda. O rendimento do aluguel entra no Imposto de Renda como qualquer outro rendimento tributável.

5. Alguns gastos não podem ser esquecidos. A manutenção
do imóvel é paga pelo proprietário, assim como o condomínio e o IPTU, quando o imóvel não está alugado.

6. Na dúvida, uma boa opção para quem pensa em comprar um imóvel para investimento, é procurar uma orientação jurídica. Caso o investidor não queira contratar os serviços de uma imobiliária, é possível contar com a ajuda de um advogado para esclarecer sobre os contratos.

7. Para quem quer ter uma maior rentabilidade, um bom caminho é comprar imóveis ainda na planta. Após a conclusão da obra, eles valorizam, em média, 20%.

8. Pesquise em imobiliárias e empresas do setor a taxa de ocupação de imóveis parecidos na região em que você está analisando, antes de investir o dinheiro.

9. Evite comprar residências luxuosas com o objetivo de alugar. Há grandes alterações nas exigências do mercado
consumidor sobre esse tipo de imóvel. Os preços são influenciados por tendências e modas, o que se torna ruim
para quem compra e pior para quem quer vender depois.

10. Como investimento, é preferível ter três pequenos imóveis ao invés de um grande. Os imóveis menores têm maior liquidez e obtêm rendimento percentualmente superior na locação.

11. Lembre-se que o imóvel para morar com a família não
é necessariamente aquele para ganhar dinheiro. É possível
pagar um preço justo, praticado pelo mercado, por um bem que atenda perfeitamente às necessidades da família.
Fonte: CRECI, COFECI


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APROVADO USO DO FGTS PARA COMPRA DE TERRENO

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Uma boa notícia para quem pretende comprar terrenos urbanizados

usando recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço

(FGTS). A Câmara dos Deputados incluiu no programa do

governo federal o financiamento de lotes para famílias com renda

de até seis mínimos (R$ 2.790). Pela versão original, apenas os

imóveis construídos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida,

teriam esse benefício. O saque do FGTS só será liberado

para a aquisição de lotes de interesse social. O beneficiário

terá que assumir o compromisso de iniciar a construção do imóvel

no prazo de até seis meses. A definição do valor do terreno

que se enquadrará nessa categoria dependerá de regras do

Conselho Curador do FGTS. A votação foi polêmica. O governo

tentou evitar a inclusão do financiamento de lotes no pacote

habitacional, mas não teve apoio nem mesmo do relator da medida,

o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).

Houve divergências também dentro do PT. As alas do partido

ligadas aos movimentos de reforma urbana pressionaram para

que a compra de lotes fosse autorizada, sem sucesso.

“Não vou aceitar interferência p o l í t i ca ”, disparou o deputado

Henrique Eduardo Alves da tribuna, enquanto representantes

dos ministérios da Fazenda e das Cidades pediam a outros líderes

aliados que barrassem a emenda. Agora, a medida provisória precisa

ser analisada pelo Senado. O anúncio foi comemorado

por pessoas interessadas em comprar lotes, já que o FGTS

também pode ser usado para construção da casa própria.

A comemoração também foi estendida para quem está na outra

ponta, comercializando os lotes, cujos preços variam de acordo

com cada região. O diretor de Desenvolvimento

da Moneda, Marcus Vinicius dos Santos Castro, do loteamento Arquipélago

de Manguinhos, na Serra, elogiou à medida. “É uma vitória para quem deseja

ter acesso a um lote urbanizado e sonha em fazer a casa dos

sonhos”, disse. um diretor de empreendimento

, frisou que usar o Fundo na compra de lotes

e na construção de um imóvel é sinônimo de segurança e investimento,

uma vez que a valorização do imóvel é maior do que o

rendimento do FGTS. Outra novidade foi a ampliação

da isenção do pagamento de taxas em cartórios, como escritura,

a todos os imóveis adquiridos por quem tem renda de até três

salários (R$ 1.395).

Jornal A Tribuna 21/05/09


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Imóveis, material de construção e geladeira mais baratos em março

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A redução nos preços vai ser possível graças a dois programas que o governo federal
pretende lançar nos próximos dias. Um é o “PAC das geladeiras”, destinado a
substituir 10 milhões de geladeiras em 10 anos. O segundo pode baratear os
imóveis em até 15%.

Imóveis, materiais de construção e até geladeiras devem
ficar mais baratos a partir de março. O governo federal
pretende lançar, depois do Carnaval, dois programas que
prometem trazer uma série de benefícios ao bolso do consumidor.
Um deles é o “PAC das geladeiras ”, que vai estimular a troca
dos eletrodomésticos velhos por novos. A ideia do governo é substituir
10 milhões de geladeiras em 10 anos. Para isso, vai diminuir
o valor dos impostos sobre o produto.
A outra medida que vem sendo aguardada com expectativa é o
pacote habitacional. Para alguns profissionais do ramo de imóveis,
o pacote virá em boa hora e, inclusive, vai fazer com que os preços
do mercado imobiliário se tornem mais atrativos.
“Com as propostas que o governo vem estudando, o imóvel pode
baratear até 15%”, avaliou um consultor imobiliario.
Para ele, a medida que vai fazer a grande diferença no valor final
do imóvel é a redução do Imposto Sobre o Produto Industrializado
(IPI) dos materiais de construção, que deve cair de 5% para zero.
O diretor da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário
do Espírito Santo (Ademi- ES), Sandro Carlesso, acredita
que a queda na taxa de juros para os financiamentos e o aumento
de R$ 350 mil para R$ 500 mil na hora de financiar o imóvel, com
recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS),
vão garantir mais oportunidades para a população.
O presidente de uma  construtora , reforçou que a medida vai
criar inúmeros incentivos na construção civil.
Ele frisou que, se os governos federal, estaduais e municipais
estiverem juntos e dispostos a reduzir os impostos, o mutuário
poderá pagar apenas R$ 70 mil em um imóvel com valor de R$
100 mil.

 A Tribuna fev.09


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LARANJEIRAS - Ao longo dos anos, bairro tornou-se uma potência comercial. Expansão imobiliária não pára na região

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De um lugar calmo para se tornar uma potência comercial que é referên-
cia em toda a Grande  Vitória. Foi o que aconteceu com Laranjeiras, na Serra,
ao longo do tempo. Amanhã, o bairro completa 30 anos. Junto à data, comemora
o crescimento imobiliário da região. O diretor de econimoa e estatistica
do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sindicon),

Renato Menezes, avalia que a expansão imobiliária é uma conseqüência do
crescimento que o próprio município da Serra teve. “O mercado imobiliário da
Serra é o que mais cresce no Estado, envolvendo não só o bairro Laraneiras
como as regiões próximas”, diz ele, que acredita, ainda, que há uma movimentação
das pessoas em migrar para o bairro. O que pode ser explicada pela construção
de empreendimentos que contam com áreas de lazer,boa localização e outros atrati-
vos. “O mercado se sofisticou e o consumidor passou a ter boas opções na região.
A tendência é de que o bairro cresça ainda mais no que diz respeito aos empreen-
dimentos comerciais.”O membro da Comissão de Cultura e Esporte da Associação de
Moradores de Laranjeiras, Assis Borges, mora no bairro há 21 anos.
“Antes, Laranjeiras era um bairro residencial formado em sua maioria por funcionários
da Vale e CST. Hoje, é totalmente comercial, com lojas, bancos, supermercados de
grande porte e um comércio forte, de uma forma geral.”
Na sua opinião, a parte positiva do crescimento foi a valorização dos imóveis.
O secretário de Desenvolvimento Urbano da Serra, Helon Martins de Carvalho, afirma que
a região tem atraído investimentos das grandes construtoras do País. “O que há de melhor
no Brasil em termos de ocupação residencial se vê em Laranjeiras.”

Tribuna -29/09/08


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2008: O ano para investir em imóveis

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10/01/08 - Investir em imóveis tem suas vantagens em relação a outros tipos de investimento, como a ausência de riscos e solidez contra confiscos. A facilidade na obtenção de crédito, prazos mais longos e juros menores têm impulsionado o crescimento do setor imobiliário no país. “O setor imobiliário pode ser uma boa opção de investimento, seja de forma combinada com outros investimentos mais ousados, seja como um projeto de vida, de construção passo a passo. De qualquer forma, também exige algum tipo de conhecimento e atualização permanente, já que sempre existirão bons e maus negócios, como em qualquer setor”, alerta o consultor empresarial e autor do livro O Espírito do Dinheiro, Julio Sampaio.

O investidor precisa analisar se tem como objetivo viver de renda ou ganhar com a valorização da propriedade. Dependendo da opção, a escolha do imóvel vai ser diferente. “Um imóvel pode gerar ganhos de algumas maneiras, dentre elas quando ocorre, por exemplo, uma valorização acima de mercado de uma determinada região ou cidade; pelo aumento de valor agregado, quando, por exemplo, você faz melhorias num imóvel e o mercado está disposto a pagar por elas; pela simples locação, abatendo-se aí possíveis despesas de manutenção, custos de administração ou período não locado”, explica Sampaio.

Segundo o diretor de vendas da Apolar Imóveis, Daniel Galiano, para quem quer viver de renda, a melhor opção é optar pela diversificação de imóveis, ou seja, vários imóveis possibilitando garantir um retorno mesmo que algum deles estiver desocupado. Além disso, imóveis menores, de até dois cômodos, são os mais procurados para locação. “Como o valor do aluguel desses imóveis é menor, o prazo médio de espera para locação é de 30 dias, sendo maior entre os apartamentos que entre as casas, fazendo com que o proprietário não tenha que arcar com os custos da propriedade, como taxas e impostos, por muito tempo”, esclarece.

“Imóveis mais baratos, em geral, possibilitam maiores retornos, como é o caso de imóveis populares e usados. Fazendo ressalva quanto à lei de oferta e procura e todas as suas variáveis, pode-se dizer que é uma regra geral”, explica Julio Sampaio. Esse mercado está em ascensão, alimentado pelo déficit habitacional brasileiro, que, segundo pesquisa realizada em 2006 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), está em 7,9 milhões de moradias no país.

Antes de decidir o tipo de imóvel no qual se pretende investir, é importante que o comprador analise todos os riscos e possibilidades de retorno, principalmente em termos de aluguel, que esse imóvel pode ter. Quem prefere investir em imóveis de alto padrão precisa estar ciente que o retorno do investimento virá com a valorização do imóvel. É possível também alugar o imóvel para empresas que estejam interessadas em oferecer residência a funcionários de outras regiões, conseguindo assim um valor mais elevado do aluguel. Quanto ao potencial de valorização do imóvel, esse tipo de análise é mais difícil, mas o que se constata é que os imóveis mais novos têm se valorizado mais rapidamente que os usados.

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