24/06/08 - O mercado imobiliário brasileiro deve receber um novo impulso com o grau de investimento, nota de país seguro para investimento, dado pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, o Empresário sócio do grupo de investimentos imobiliários Brazilian Finance e Real Estate, afirmou que os investimentos estrangeiros em imóveis no País podem saltar de R$ 8 bilhões para R$ 20 bilhões ao ano, movimento semelhante ao que ocorreu no México há alguns anos.
Para ele, o grau de investimento, somado à percepção de que o Brasil está descolado da crise americana, fará o dinheiro voltar a aparecer. “Tivemos três anos de investimentos, seguidos pela apreensão com a crise americana. As empresas deram uma pausa para reavaliar a situação, mas o dinheiro voltará. Já percebemos interesse de investidores, por exemplo, nos fundos que nossa empresa administra, e recebemos consultas de investidores asiáticos sobre a atividade imobiliária no País”.
O especialista considera que os excelentes fundamentos atingidos pelo mercado imobiliário - inflação sob controle, juros mais baixos e investment grade - trarão investimentos em torno de R$ 100 bilhões nos próximos cinco anos.
Segundo ele, o interesse estrangeiro pelo mercado imobiliário brasileiro é diversificado, vai desde imóveis comerciais locados e residenciais em construção a shoppings. O grande estímulo é o potencial de valorização das unidades. “Comparando-se os imóveis daqui com parâmetros de fora, imóvel aqui é barato. Lá fora os aluguéis são muito caros. Considerando que o Brasil, como membro do clube do grau de investimento, não deveria ter muita discrepância em relação a outros países, é natural alguns investidores apostarem na valorização do imóvel brasileiro e é isso que eles perseguem”, explica.
No México, a conquista do investment grade fez com que o país passasse a receber investimentos superiores a R$ 10 bilhões por ano, sendo que grande parte das operações tinha a participação de estrangeiros.
Aqui, os bancos nacionais e internacionais já estão bastante agressivos e há empresas crescendo de maneira consistente tanto em novos empréstimos como em securitização. “Estamos quebrando paradigmas e vivendo uma fase que historicamente não tem comparação. Não existe no horizonte nada que coloque em risco o sucesso desse segmento. A demanda hoje chega a 7 milhões de moradias - a maior parte em baixa renda, mas também há classe média e alta. É muita coisa”, analisa.
Capital: Brasília
População: 189.081.748 milhões
Área: 8.51 milhão km² (Quinto maior País do Mundo, sendo maior que a Europa e um pouco menor que os EUA)
Língua oficial: Português (Inglês, Espanhol e Francês podem ser falados também)
Principais Indústrias: Vestuário, alimentos, bebidas, grãos, açúcar, máquinas, equipamentos e serviços associados à extração de petróleo e gás, e manutenção de aeronaves.
Principais investidores no Brasil: Europa, EUA, América Central e do Sul
Se você é empresário, ou deseja ser, e está procurando um bom lugar onde investir, o Brasil é a melhor opção! Se você tem alguma dúvida disso, podemos lhe dar diversos motivos para escolhê-lo:
• É a oitava maior economia mundial de acordo com o PIB
• É o quinto maior País do Mundo.
• Está entre os 20 maiores exportadores do mundo, com US$ 142 bilhões vendidos entre produtos e serviços a outros países. (dados de abril/2007).
• É um País democrático.
• É um País pacífico e multirracial.
• Respeita os imigrantes e suas crenças.
• Possui uma política consolidada (sem grandes conflitos partidários).
• Tem moeda estável.
• Possui um clima agradável.
• Os fenômenos naturais são previsíveis (sem catástrofes).
• Tem a maior biodiversidade do planeta, sendo exemplo desta riqueza a Floresta Tropical Amazônica, com 3,6 milhões km² .
• Abriga a maior rede hidrográfica do mundo.
• Responde por três quintos da produção industrial da economia Sul-Americana e participa de diversos blocos econômicos.
• O desenvolvimento científico e tecnológico, aliado a um parque industrial diversificado e dinâmico, atrai empreendimentos de todo o mundo.
• Comercializa regularmente com mais de uma centena de países
• É visto pelo mundo como um país com muito potencial assim como a Rússia, Índia e China
• Desenvolve desde submarinos a aeronaves.
• Está presente na pesquisa aeroespacial.
• Pioneiro na pesquisa de petróleo em águas profundas.
• Alcançou a auto-suficiência em petróleo. As exportações são, agora, maiores que as importações.
• Primeira economia capitalista a reunir as 10 maiores empresas montadoras de automóvel em seu território.
• O sistema de câmbio não gera pressão sobre a indústria ou a inflação.
• É destino de mais de 6 milhões de estrangeiros, anualmente.
• Tem uma excelente malha rodoviária, ferroviária e portuária.
• É um dos maiores produtores mundiais de gênero alimentício.
• É um dos maiores produtores mundiais de energia elétrica.
• É o quarto maior produtor mundial de aeronaves comerciais.
• É grande produtor de bens de consumo.
• Oferece excelente infra-estrutura para o turismo. A economia brasileira é uma das que mais cresce na América do Sul e a que mais recebe investimentos diretos. A cada dia, é maior o número de negócios com o Brasil. Segundo o IFC - International Finance Corporation , o País será uma das três maiores plataformas exportadoras do mundo nos primeiros 15 anos do século 21.
9 dAmerica/Sao_Paulo Agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008Geral1 Comentário
02/08/2008 - A Gazeta
Alugar um imóvel pode ficar mais fácil para os capixabas que moram em imóveis locados. A Caixa Econômica Federal concluiu a primeira fase de estudos de um cartão que substituirá o fiador, o cheque-caução ou seguro-fiança.
O locatário que optar pelo sistema, receberá um cartão de crédito para pagar o aluguel todos os meses. Se houver atraso no pagamento, o banco paga à imobiliária e cobra do inquilino, com juros. O produto ainda precisa de ajustes, segundo a Caixa.
Em nota, a instituição esclareceu que já concluiu a primeira fase dos estudos sobre o cartão-aluguel e, no momento, realiza a etapa de especificação tecnológica.
Terminada essa fase, acontece a adaptação de sistemas e manuais e, posteriormente, o treinamento dos empregados que vão operar o produto. Até o momento, não há data estipulada para o lançamento. O nome oficial do produto também não foi apresentado.
Vantagem
Para o Estado, esse produto tem uma vantagem extra. De acordo com o diretor da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi), Charles Bitencourt, as empresas estão otimistas com esse novo projeto e isso poderá beneficiar até mesmo os pequenos investidores, que sentirão segurança em comprar um imóvel para aluguel.
Ele afirma ainda que a facilidade de locação vai beneficiar principalmente os trabalhadores que vêm de outros Estados.
“Estamos recebendo muitas pessoas de outras partes do país, e poucas imobiliárias aceitam fiadores de outros Estados. Algumas empresas concordam em fornecer carta-fiança aos funcionários, mas isso não é regra”, completa.
O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, afirmou, em entrevista na semana passada, que a criação do cartão-aluguel pode diminuir o preço da locação, já que reduz os riscos de inadimplência, que atualmente fica entre 9% e 10%.
“Com mais segurança, acredito que muitos podem voltar a olhar para os imóveis como uma alternativa de investimento”, afirmou.
Hoje, alugar é um processo recheado de burocracia. Cada imobiliária pede uma lista específica de documentos, e algumas exigem até três fiadores diferentes, na tentativa de garantir o pagamento do aluguel.
Basicamente, os documentos exigidos são: cópia do CPF e RG do locatário e do cônjuge, caso seja casado, comprovante que locatário e fiador não possuem débitos em cartório, escritura de propriedade de imóvel do fiador, entre outros requisitos.
Pechinchar é saída para pagar menos
O Índice Geral de Preços-Mercado (IGPM) acumula alta de 15,12% em 12 meses, o que significa que os contratos podem sofre um acréscimo significativo. A Associação de Consumidores Pro Teste orienta os inquilinos cujos aluguéis obedecem a essa regra a procurar os proprietários para negociar, de forma que não haja repasse integral do índice.
O interessado deve tentar pela via amigável, informando (por carta registrada com Aviso de Recebimento) sua intenção de rever o valor do aluguel e explicando os motivos. Se não houver acordo, será necessário procurar orientação jurídica para mover uma ação de revisão de aluguel.
A negociação com base no valor da média cobrada pela locação de imóvel semelhante no mercado ajuda na negociação, por isso é importante fazer uma pesquisa antes de falar com o proprietário.
Como o aluguel representa uma receita para o dono do imóvel, é assegurado a ele o direito de ter este valor reajustado, de acordo com o índice fixado em contrato, geralmente o IGP-M ou o IGP-DI.
A lei permite que, após três anos de contrato, o interessado (locatário ou locador) tenha a oportunidade de pleitear o reajuste (para mais ou para menos) desse valor.
Como vai funcionar
A Caixa vai analisar a ficha cadastral dos interessados para conceder a nova garantia de locação. Inquilinos vão pagar o aluguel mensalmente por meio do extrato enviado à residência.
O inquilino será o responsável pelo pagamento da taxa de anuidade do cartão. A cobrança já é conhecida para quem usa o modelo.
De posse do cartão- aluguel, os inquilinos devem procurar a administradora de imóveis e escolher o apartamento. Em seguida, basta passar o cartão exclusivo da Caixa Econômica para fazer a operação a fim de garantir o fechamento do negócio, sem fiador ou outra garantia.
6 dAmerica/Sao_Paulo Julho dAmerica/Sao_Paulo 2008GeralNenhum comentário
06/07/2008 - A Gazeta
O mapa econômico do Espírito Santo de 2020 já começou a ser desenhado. Ele se dividirá em dois: um litoral com a força do petróleo e do aço e um interior apoiado em novos projetos agrícolas. Isso porque estaremos no auge da produção de óleo – perto de 4 milhões de barris dia e entre os três primeiros produtores – e teremos um novo ciclo do aço – com a chegada de mais uma outra siderúrgica, além da já anunciada Baosteel.
Segundo o secretário estadual de Desenvolvimento, Guilherme Dias, antes de terminar a segunda década do Século XXI, o Estado já terá outra siderúrgica em Ubu, Anchieta, planejada inicialmente para produzir 5 milhões de toneladas por ano, mas com possibilidade de dobrar a produção. Uma terceira planta para produzir aço já vem sendo estudada, com viabilidade para instalação no Norte do Estado.
A siderurgia, no entanto, não é o setor predominante. Guilherme Dias explica que, pelo planejamento, a área de petróleo terá grande crescimento nos próximos 12 anos. Hoje produzimos 170 mil barris por dia e poderemos atingir 4 milhões dia em 2020. “Além disso, até lá, já estaremos interligados por gasodutos do Sul ao Nordeste do país, melhorando a distribuição de gás”.
Uma das formas usuais daquelas que reúnem uma quantia em dinheiro para a aquisição de um imóvel é a compra de um terreno, muitas vezes objetivando a construção da casa dos sonhos, mas é importante tomar algumas precauções para que esta sonhada empreitada não se transforme em um pesadelo, especialmente se ocorrer por pura falta de informações.
Os maiores equívocos ocorrem devida à ansiedade em realizar logo o negócio, fazendo com que a prudência seja deixada de lado, quando se adquire um terreno sem querer verificar junto à prefeitura as informações básicas sobre os usos permitidos no local, ou até mesmo sem checar junto às fontes competentes a área correta do imóvel.
Não estamos falando do que é melhor para se comprar, pois esta é uma decisão individual, relacionada diretamente às necessidades e expectativas do comprador, mas de cuidados essenciais que devem ser tomados, especialmente quando, na imensa maioria dos casos, adquire-se o terreno visando utilizá-lo em futura construção, portanto, analisaremos algumas recomendações básicas quanto a essas questões.
No que se refere à localização relativa na quadra, é bom lembrar que os terrenos de esquina são mais apropriados ao uso comercial, uma vez que, quando a utilização for residencial, obrigam à perda com recuos, além de exigir maior extensão de muros e fachadas.
Quanto ao solo superficial, recomenda-se uma análise, ainda que expedita, pois tanto terrenos alagadiços, ou que contenham nascentes, ou aqueles com grande quantidade de pedras, podem trazer futuras implicações quanto ao desenvolvimento de projetos, recomendam-se nessas situações externas a consulta a especialistas.
A verificação das condições do entorno é fator determinante, começando pelas condições de acesso e infra-estrutura, bem como em relação à vizinhança, observando o padrão construtivo das edificações próximas e mesmo a vista do terreno pretendido, tomando-se como exemplo a proximidade com cemitérios e favelas como fatores desvalorizantes, e com praças ou parques como pontos fortes nestes itens.
Outro fator que não pode ser desprezado refere-se às questões ambientais, especialmente quando o terreno possui espécies vegetais, que podem representar um empecilho quando da retirada de árvores, devendo haver consulta prévia aos órgãos competentes.
Além da análise e verificação desses pontos visíveis, é sempre bom lembrar que cada cidade tem na lei de uso e ocupação do solo, que dita as regras do futuro aproveitamento do terreno a ser adquirido, bem como um código de obras ou posturas municipais, que irá ditar as regras da futura edificação.
Dessa forma, após a escolha do terreno, deve-se procurar a prefeitura local, no sentido de requerer um documento onde constem as informações oficiais sobre o imóvel, tais como aprovação do loteamento, possibilidade de desapropriação, restrições ambientais, necessidade de recuos, potencial construtivo, etc.
Não obstante esses cuidados essenciais e as recomendações propostas, é sempre importante a consulta a um profissional especializado, que poderá orientar sobre essas e outras questões, permitindo assim uma compra tranqüila e sem surpresas desagradáveis.
A Barra do Jucu está entre os bairros que mais têm chamado a atenção de construtoras e incorporadoras em Vila Velha, por ter grandes áreas disponíveis, com preços competitivos.
LOCAIS. Ponta da Fruta, Barra do Jucu, Jóquei Clube e Santa Inês são novos bairros nos planos de investimento das construtoras. Até o final de 2008, serão construídas mais de 7 mil unidades.
VilaVelha começa a ganhar novo contorno no setor imobiliário Estão previstos para o município novos empreen dimentos, que vão desde empreendimentos para a classe econômica, com apartamentos compactos e grandes áreas de lazer, até condomínios clubes de casas de alto luxo.
Com as principais áreas nobres do município, como Praia da Costa, Itapoã e o começo de Itaparica bastante ocupadas, a solução encontrada pelas construtoras é investir no interior do município.
“A tendência de crescimento é para o Sul e Oeste, em direção a Guarapari. A topografia plana de Vila Velha e as grandes áreas depois de Itaparica devem contribuir para o investimento no segmento de condomínio de casas”, avalia o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Espírito Santo, Aristóteles Passos Costa Neto.
“O novo Plano Diretor Municipal (PDM) de Vila Velha vai definir a vocação das novas áreas do município. Há muita área para ser expandida no interior do município. Outra tendência é a maior ocupação do entorno da Rodovia Darly Santos, que possui perfil ideal para ser explorada na área de serviços e logística, voltada para a instalação de indústrias, a exemplo do que acontece com a Serra”, diz.
TENDÊNCIA. Ponta da Fruta e Barra do Jucu são as duas regiões que mais têm chamado a atenção de construtoras e incorporadoras. Por possuírem grandes áreas e com preços competitivos, tornaramse alvo de prospecção para condomínios de casas.
Voltadas para a classe média, as casas devem ficar na faixa de R$ 180 mil a R$ 250 mil. Já para a classe média alta, o preço deve ficar em torno de R$ 350 mil a R$ 500 mil e para a classe alta, com valores a partir de R$ 600 mil, em áreas completamente urbanizadas com estrutura de clube.
A construtora Teixeira Holzmann, fechou uma intermediação para a construção de um condomínio de alto luxo na região da Ponta da Fruta, já em processo de aprovação pela Prefeitura de Vila Velha.
“Serão mais de 350 mil m² área, próximo à reserva de Jacarenema. Todos os terrenos serão urbanizados e o empreendimento terá a estrutura de um clube”, adianta Barbosa.
Imóveis para a classe média
A margem direita da Rodovia do Sol, em direção à Guarapari é outra região apontada como grande potencial para novos empreendimentos. Ao contrário dos prédios localizados nas primeiras quadras do mar, essa região vai concentrar empreendimentos voltados para as classes econômica e média, na faixa de R$ 2,5 mil o metro kern - 0.4quadrado, com apartamentos compactos, medindo cerca de 60 m² para os de dois quartos e 85 m2 para os de três quartos. Todos com grandes áreas de lazer.
O NÚMERO
R$ 180 mil Esse deve ser o preço mais baixo de casas voltadas para a classe média nos novos pontos de lançamentos imobiliários em Vila Velha. Os preços mais altos devem chegar à faixa dos R$ 250 mil.
Valorização de 100% em cinco anos, na orla
Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário de Vila Velha se valorizou cerca de 100%, acompanhando a tendência de crescimento acelerada do município. Praia da Costa, Itapoã e Itaparica são as regiões mais procuradas e valorizadas.
A maior parte dos lançamentos ainda se concentra nos três bairros e, até a metade do próximo ano, estão reservadas uma série de novidades que devem mudar a cara do mercado na cidade. Uma delas é a chegada da
Rossi, em parceria com a Città. Está previsto para o início de janeiro o lançamento de um empreendimento de luxo no terreno onde ficava o antigo hotel do Sesi, na Praia da Costa “Será um empreendimento com todas as características de um clube de praia” adianta o diretor regional da Rossi, Marco Adnet.
COMÉRCIO. Outra empresa que prepara uma série de lançamentos para o primeiro semestre de 2008 é a Sá Cavalcante. Além de empreendimentos residenciais, também planeja o lançamento de salas comerciais, de olho na demanda desse mercado, ainda carente no município.
“A maior parte dos nossos lançamentos deve ficar no entorno do Shopping Praia da Costa. Mas também estamos em fase de pesquisa para o lançamento de um empreendimento voltado para a classe econômica na Rodovia do Sol”, revela o diretor-superintendente da Construtora Sá Cavalcante, Victor Sá Cavalcante.
Itaparica Praia da Costa e Itapoã predominam na procura de imóveis, seja de apartamentos compactos de três e quatro quartos para a classe média ou os de quatro quartos para a classe alta.
Ocupação ao longo da Rodovia Darly Santos
O novo Plano Diretor Municipal (PDM) de Vila Velha vai interiorizar os lançamentos de empreendimentos nos vazios urbanos fora da orla. Onde já existe infra-estrutura deverá ser ocupado com novos empreendimentos. A expansão urbana após a ocupação desses vazios será ao longo da Rodovia Darly Santos, prioritária para atividades portuárias. Já o final de Itaparica, em direção a Guarapari, tem áreas destinadas a condomínios residenciais de alta classe, obedecido o limite da Reserva de Jacarenema e a faixa de amortecimento.
” Magno Pires Secretário de Desenvolvimento Urbano de Vila Velha.”