Confira as unidades com maior rentabilidade em Vitória. Em Jardim Camburi e em Jardim da Penha, ganho mensal pode chegar a 1,2% do valor do imóvel.
Comprar um imóvel para investimento pode parecer fácil à primeira vista, mas grande parte dos negócios não traz tanta lucratividade como se pensa. Um dos motivos é a falta de uma análise detalhada antes da aplicação.
Para facilitar a vida desses investidores, o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Confeci) acaba de apresentar uma pesquisa que mostra quais são os investimentos imobiliários mais promissores em Vitória.
De acordo com os dados, levantados em conjunto com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), em alguns bairros de Vitória foram registrados altos índices de valorização nos últimos anos. Entre eles, estão Praia do Canto, Jardim da Penha, Jardim Camburi, Enseada do Suá, Ilha do Boi e Ilha do Frade.
Por meio da pesquisa, é possível ter uma noção do ganho médio com a venda do imóvel. Em Vitória, nos bairros mais valorizados, o valor médio do metro quadrado para apartamentos vai de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil. As casas, de R$ 3,5 mil a R$ 5 mil. E, os terrenos, de R$ 3 mil a R$ 4,5 mil.
“Ainda há ótimos lugares para quem pensa em comprar um imóvel como forma de investimento”, disse um dos conselheiros do Confeci, Daniel Alves.
RETORNO.
Na pesquisa também ficou claro que a cidade oferece boa média de retorno para quem pensa em alugar um imóvel. A média calculada sobre o valor do imóvel varia entre 0,5% a 0,9% para imóveis residenciais e de 0,6% a 1,2 % para imóveis comerciais, como as lojas, por mês.
Ou seja, se o apartamento for comprado no valor de R$ 100 mil, o investidor poderá ganhar mensalmente de R$ 500,00 a R$ 900,00.
“Para quem tem dinheiro para investir, uma das melhores opções é comprar e, posteriormente, alugar um imóvel”, opinou o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-ES), Rodrigo Gomes de Almeida.
OPÇÃO EM FAMÍLIA.
A família Pancieri, há quatro anos, decidiu comprar um apartamento em Jardim da Penha, em Vitória, para alugar. “Sabíamos que o bairro iria valorizar e, por isso, resolvemos investir as nossas economias no setor imobiliário”, disse a servidora pública Ana Cláudia Gobetti Pancieri. Na época, ela e o marido, Valdeci José Pacieri, pagaram cerca de R$ 60 mil pelo imóvel. “Hoje, com certeza, o apartamento custa mais de R$ 130 mil”, explicou. Embora a valorização tenha aumentado e, aparentemente, seja uma boa hora para vender o imóvel, Ana não pensa nisso. “Prefiro alugar o apartamento. Com o dinheiro, pago a escola da minha filha e outras contas do dia a dia. É um dinheiro garantido.” Em média, Ana ganha R$ 600,00 por mês com o aluguel.
R$ 5 mil
Esse é o preço médio do metro quadrado de terrenos localiados na Praia do Canto, um dos bairros mais valorizados de Vitória, segundo levantamento do Conselho Federal de
Corretores de Imóveis (Confeci).
DADOS DA PESQUISA Bairros mais valorizados de Vitória: Praia do Canto, Jardim da Penha, Jardim Camburi, Enseada do Suá, Ilha do Boi e Ilha do
Frade. Valor do metro quadrado dos imóveis nas regiões valorizadas: Apartamentos. de R$ 2,5mil a R$ 4 mil Casas. de R$ 3,5 mil a R$4 mil Terrenos. de R$ 3 mil a R$4,5 mil Média de retorno para quem pensa em alugar: Imóveis residenciais. de 0,5% a 0,9% Imóveis comerciais. de 0,6% a 1,2%
Fonte: Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci)
em parceria com os Conselhos Regionais (Creci)
DICAS PARA NÃO PERDER DINHEIRO
1. Avalie antes de comprar um imóvel financiado para investimento. Geralmente, os altos juros do financiamento
podem prejudicar a rentabilidade do negócio.
2. O investidor só deve comprar um imóvel para investimento se o lucro calculado for a longo prazo.
3. Evite comprar imóveis com o dinheiro reservado para
emergências. Lembre-se sempre que, quem precisa vender um imóvel em um pequeno prazo, acaba tendo de reduzir muito o preço.
4. Na hora de planejar a compra do imóvel, inclua nos custos do investimento os gastos com a documentação. Além disso, não esqueça de levar em consideração o Imposto de Renda
sobre os ganhos do aluguel e a valorização do mesmo em caso de venda. O rendimento do aluguel entra no Imposto de Renda como qualquer outro rendimento tributável.
5. Alguns gastos não podem ser esquecidos. A manutenção
do imóvel é paga pelo proprietário, assim como o condomínio e o IPTU, quando o imóvel não está alugado.
6. Na dúvida, uma boa opção para quem pensa em comprar um imóvel para investimento, é procurar uma orientação jurídica. Caso o investidor não queira contratar os serviços de uma imobiliária, é possível contar com a ajuda de um advogado para esclarecer sobre os contratos.
7. Para quem quer ter uma maior rentabilidade, um bom caminho é comprar imóveis ainda na planta. Após a conclusão da obra, eles valorizam, em média, 20%.
8. Pesquise em imobiliárias e empresas do setor a taxa de ocupação de imóveis parecidos na região em que você está analisando, antes de investir o dinheiro.
9. Evite comprar residências luxuosas com o objetivo de alugar. Há grandes alterações nas exigências do mercado
consumidor sobre esse tipo de imóvel. Os preços são influenciados por tendências e modas, o que se torna ruim
para quem compra e pior para quem quer vender depois.
10. Como investimento, é preferível ter três pequenos imóveis ao invés de um grande. Os imóveis menores têm maior liquidez e obtêm rendimento percentualmente superior na locação.
11. Lembre-se que o imóvel para morar com a família não
é necessariamente aquele para ganhar dinheiro. É possível
pagar um preço justo, praticado pelo mercado, por um bem que atenda perfeitamente às necessidades da família.
CONDOMÍNIO
Especialistas dizem que a área de lazer
do prédio, com piscina e salão de festas,
influencia na hora de fechar o negócio.
FINANCIAMENTO
Os bancos chamam a atenção para a necessidade
de comprovação do salário como
renda familiar e deixam clara a preferência
por “agregar” valores do casal.
As instituições, no entanto, ainda não
dispõem de uma linha de crédito específica
para o comprador jovem e sozinho.
ESPAÇOS
A maior parte dos solteiros gosta da
cozinha integrada à sala.
PISOS
Normalmente, a casa ou o apartamento
é pequeno e o revestimento adequado
deve ter cor clara, para que o ambiente pareça
maior do que realmente é.
Fontes: construtoras e corretores
A descoberta de reservas de pré-sal em território nacional tem feito com que a Petrobras reveja o seu planejamento para o futuro. Diante de tamanho desafio, a estatal está revendo conceitos e ampliando seu quadro de funcionários. Para esta nova fase, cerca de 40 mil novos profissionais devem ser contratados.
Desde janeiro, mais de 40 funcionários da empresa, todos com cerca de 20 anos de casa, trabalham numa ampla revisão do planejamento da companhia para 2020. Até setembro, eles devem apresentar à cúpula da estatal um plano para torná-la mais ágil e equipada para explorar reservas descobertas nas áreas do pré-sal.
Especialista em retirar petróleo de grandes profundidades, a Petrobras está diante de um desafio inédito, capaz de elevá-la a um novo patamar na economia mundial.
O ritmo de tomada de decisões terá de ser simplificado e acelerado. Mais de 40 mil novos funcionários serão contratados e treinados. As políticas de manutenção dos melhores profissionais deverão se tornar mais eficazes e toda a logística da exploração de petróleo deverá ser revista.
Os investimentos previstos, que já eram de US$ 112 bilhões (R$ 180,32 bilhões) até 2012, serão redimensionados. A maneira de captar recursos também.
“Estamos prestes a passar por uma transformação intensa e rápida”, disse à revista Exame, em julho, o presidente da empresa, José Sergio Gabrielli.
O pré-sal trouxe para a estatal uma boa visão de futuro, colocando-a num lugar de destaque entre as maiores companhias mundiais de reservas e produção de petróleo e gás.
Nem mesmo a notícia do governo de criar uma nova estatal para cuidar das reservas de pré-sal devem minar as expectativas da Petrobras.
Isso porque todo o planejamento da empresa leva em conta apenas os 11 blocos do pré-sal já arrematados pela empresa, em parceria com outras petrolíferas estrangeiras.
Apesar da preocupação demonstrada pelos acionistas das empresa, a Petrobras, de acordo com especialistas, continua tendo ótimas perspectivas de lucros com o pré-sal.
Serviços
Contratar 42 navios, 146 barcos de apoio e 40 sondas, respeitando a determinação de utilizar mais de 50% de conteúdo nacional. Esses equipamentos estão escassos no mundo todo e os estaleiros brasileiros não têm condições de produzi-los.
Fonte A Tribuna
Pessoal
Contratar 14 mil funcionários só para trabalhar no pré-sal. Hoje, são 22 mil funcionários na exploração e produção de petróleo e gás.
Redesenhar a política de retenção de talentos. Hoje, as ofertas de salário dos concorrentes para técnicos experientes chegam a R$ 45 mil por mês, o triplo do que paga a estatal.
Logística
Rever o esquema de transporte dos funcionários. Os helicópteros em uso não têm autonomia para voar, lotados, todo o percurso de ida e volta até os novos campos, a 300 quilômetros da costa.
Encontrar uma forma eficiente de trazer o óleo e o gás até a costa. Os gasodutos disponíveis hoje têm capacidade para transportar 10 milhões de metros cúbicos de gás. Só no campo de Júpiter a produção diária deve ser de 50 milhões de metros cúbicos.
Processo decisório
Reformular a tomada de decisões. Hoje qualquer contrato com valor acima de R$ 20 milhões tem de ser aprovado em diretoria, o que faz com que ocorram atrasos operacionais.
Novos produtos
Ampliar de dois para seis o número de refinarias novas a ser construídas até 2017.
Vender mais produtos de maior valor, como diesel e gasolina.
Com uma área de 46.184 Km2 e 78 municípios, o Espírito Santo possui localização estratégica, próximo às principais metrópoles do país. Essa proximidade atrai turistas de lazer, negócios e eventos. Do mar às montanhas, o estado se desenvolve, cresce sua economia acima da média nacional e oferece qualidade de vida aos seus cidadãos tendo se transformado numa excelente alternativa para negócios e turismo .
Com investimentos previstos de R$ 35,8 bilhões para os próximos cinco anos, o Espírito Santo vive o limiar de um novo ciclo econômico, apoiado em três pilares principais: energia, comércio exterior e agronegócio.
Energia
Graças às descobertas de megajazidas de petróleo e gás no mar territorial capixaba o Espírito Santo se torna, em 2006, o segundo maior produtor de petróleo do Brasil passando de 40 para 200 mil barris diários. Entre os investimentos previstos está também o que amplia a produção e oferta de gás passando de 1,3 milhão para 2,7 milhões de m3 ainda neste ano.
Comércio Exterior
Para os próximos cinco anos estão previstos investimentos de R$ 12,2 bilhões para a indústria voltada para a exportação especialmente a rede de atividades de logistica e serviços. Dentre esses investimentos está a construção da 8ª usina de pelotização da Companhia Vale do Rio Doce - CVRD, as expansões da Companhia Siderúrgica de Tubarão – CST, Aracruz Celulose e Samarco Mineração, além da ampliação da atividade de rochas ornamentais, investimentos em rodovias, portos e a construção do novo aeroporto internacional de Vitória, já iniciada.
Agronegócio Os investimentos previstos de R$ 6,6 bilhões em meio ambiente, saúde, educação, comércio e serviços impactam diretamente na interiorização do desenvolvimento e na redução das desigualdades sociais. Esses números podem ser ainda maiores com a recuperação da capacidade de investimento dos poderes públicos, notadamente o governo estadual.
Assim é o Espírito Santo: praias badaladas e paradisíacas com culinária a base de peixes e frutos do mar. Clima ameno das montanhas onde se degusta vinhos, licores e massas caseiras em propriedades de agroturismo.
Por todos esses motivos há razões de sobra para o capixaba estar otimista em relação ao seu futuro.
POTENCIALIDADES DO MERCADO CAPIXABA
- O Espírito Santo é o terceiro Estado do País em produtividade industrial;
- O Espírito Santo tem o maior complexo de pelotização de minério de ferro do mundo;
- É o maior produtor nacional de placas de aço;
- É o maior exportador de mármore e granito da América Latina;
- É o primeiro produtor e exportador mundial de celulose branqueada de fibra curta;
- É o segundo produtor nacional de mamão;
- O segundo maior produtor nacional de café;
- O segundo maior produtor nacional de chocolates…
- Sétima economia mais competitiva do País, com crescimento maior que a média brasileira.
- Novos investimentos estão voltados para a indústria, energia, infra-estrutura portuária e serviços de comércio exterior
- Perspectivas para a instalação de um pólo siderúrgico e outro pólo metal-mecânico e implantação de um pólo petroquímico
- A região de influência do Espírito Santo detém cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
- ampliação do Aeroporto de Vitória, com investimento previsto na ordem de R$ 29 milhões.
- O segundo maior produtor de petróleo do Brasil passando de 40 para 200 mil barris diários
Na mesa, arroz de primeira, bacalhau, azeite e um bom vinho. Na garagem do novo apartamento, um carro zero, com ar-condicionado e direção hidráulica. Nos planos, viagem para o Chile. Esses hábitos são revelados após um olhar mais atento à classe média capixaba: mais consumidores pagam por produtos de grife e buscam qualidade de vida ? ainda que ela custe um pouco mais.
Esse já é um reflexo do aumento no número de brasileiros que saíram das classes D/E e hoje são apontados como integrantes da nova classe média, hoje chamada de classe C. Essa fatia da sociedade tem renda entre R$ 1.064,00 a R$ 4.591,00. A análise foi elaborada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Segundo o estudo, a população dessa faixa cresceu de 42,26% para 51,89%, entre 2004 e 2008. O aumento no poder aquisitivo é confirmado por uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que mostra que o percentual de famílias pobres caiu de 35% para 24,1% da população nas seis maiores regiões metropolitanas do país entre 2003 e 2008. Isso representa uma redução de cerca de 4 milhões de pessoas.
Menos pobres, mais sonhos. No caso dos namorados Rafaela Salvador Athayde, 23, e Anderson Gomes, 31, primeiro virá o apartamento e depois viagens. Os jovens decidiram financiar a primeira casa após perceberem que as parcelas não pesariam no orçamento.
“Desde o final do ano passado, procurávamos um imóvel, mas não queríamos planos de pagamento que exigissem parcelas intermediárias. Conseguimos um financiamento e, há um mês, negociamos um apartamento na planta”, disse Rafaela.
Levantamento feito pelo Ministério do Trabalho reforça a tese de que o capixaba está com mais dinheiro. Em relação ao rendimento médio do trabalhador, o Estado obteve o 3º melhor desempenho do país, com alta de 31,76%, passando de R$ 488,52 em 2003 para R$ 643,69 em 2008.
No 1º semestre deste ano, comparado ao 1º semestre de 2007, o Estado registrou a 2ª maior taxa do país, com aumento real de 5,8% nos salários médios, acima do índice nacional (3,9%) e da média da Região Sudeste (4,2%).
De acordo com o professor de Economia Mário Vasconcelos, do Centro Universitário de Vila Velha (UVV), há diversos indicadores de que o poder aquisitivo do capixaba aumentou. Há ainda o aumento no volume de negócios na construção civil. Em toda a Região Metropolitana, é possível notar novos prédios e condomínios, a maior parte voltada para a classe média”.
Está mais fácil subir na vida
De acordo com o chefe do Centro de Políticas Sociais do IBRE/FGV e fomentador do estudo “A nova classe média”, Marcelo Côrtes Neri, o aumento nos ganhos financeiros provenientes do trabalho gerou sustentabilidade nas relações de consumo, principalmente a partir de 2007. Ele afirma ainda que, desde 2002, a possibilidade de a classe C ascender para as classes A ou B está aumentando, ao passo que a de descer para as classes D e E está decaindo.
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Nos estudos, foi considerada classe média a parcela da população economicamente ativa cuja renda mensal domiciliar varia de R$ 1.064,00 a R$ 4.591,00. Já a classe A/B é aquela cuja faixa de renda mensal domiciliar começa em R$ 4.591,00. Os mais pobres, ou seja, a classe E, têm renda que varia de zero a R$ 758,00. Já a classe D, mostrada na pesquisa como os remediados, está na faixa de renda domiciliar mensal de R$768 a R$ 1.064,00. As informações se referem à situação das pessoas na faixa dos 15 aos 60 anos.
24/06/08 - O mercado imobiliário brasileiro deve receber um novo impulso com o grau de investimento, nota de país seguro para investimento, dado pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, o Empresário sócio do grupo de investimentos imobiliários Brazilian Finance e Real Estate, afirmou que os investimentos estrangeiros em imóveis no País podem saltar de R$ 8 bilhões para R$ 20 bilhões ao ano, movimento semelhante ao que ocorreu no México há alguns anos.
Para ele, o grau de investimento, somado à percepção de que o Brasil está descolado da crise americana, fará o dinheiro voltar a aparecer. “Tivemos três anos de investimentos, seguidos pela apreensão com a crise americana. As empresas deram uma pausa para reavaliar a situação, mas o dinheiro voltará. Já percebemos interesse de investidores, por exemplo, nos fundos que nossa empresa administra, e recebemos consultas de investidores asiáticos sobre a atividade imobiliária no País”.
O especialista considera que os excelentes fundamentos atingidos pelo mercado imobiliário - inflação sob controle, juros mais baixos e investment grade - trarão investimentos em torno de R$ 100 bilhões nos próximos cinco anos.
Segundo ele, o interesse estrangeiro pelo mercado imobiliário brasileiro é diversificado, vai desde imóveis comerciais locados e residenciais em construção a shoppings. O grande estímulo é o potencial de valorização das unidades. “Comparando-se os imóveis daqui com parâmetros de fora, imóvel aqui é barato. Lá fora os aluguéis são muito caros. Considerando que o Brasil, como membro do clube do grau de investimento, não deveria ter muita discrepância em relação a outros países, é natural alguns investidores apostarem na valorização do imóvel brasileiro e é isso que eles perseguem”, explica.
No México, a conquista do investment grade fez com que o país passasse a receber investimentos superiores a R$ 10 bilhões por ano, sendo que grande parte das operações tinha a participação de estrangeiros.
Aqui, os bancos nacionais e internacionais já estão bastante agressivos e há empresas crescendo de maneira consistente tanto em novos empréstimos como em securitização. “Estamos quebrando paradigmas e vivendo uma fase que historicamente não tem comparação. Não existe no horizonte nada que coloque em risco o sucesso desse segmento. A demanda hoje chega a 7 milhões de moradias - a maior parte em baixa renda, mas também há classe média e alta. É muita coisa”, analisa.