13 de Fevereiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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Jovens com até 30 anos que investem em imóvel no Espírito Santo somam 36%, segundo estudo realizado pela Caixa Econômica Federal divulgado nesta quarta-feira (13). Os dados surpreenderam o superintendente Regional da Caixa, Antonio Carlos Ferreira. “Foi uma surpresa agradável. É uma população com até 30 anos, que já ocupa o mercado de trabalho, já saindo na frente, mesmo os solteiros, procurando nossas agências. Hoje eles abocanham a grande parte dos nossos financiamentos”, comemorou.
Os investimentos em habitação e desenvolvimento urbano no Estado podem ultrapassar os R$ 700 milhões em 2008, podendo beneficiar mais de 20 mil famílias. Após reduzirem as taxas de juros e os prazos para o financiamento da casa própria, a Caixa também vai investir em saneamento e infra-estrutura neste ano no Espírito Santo.
No ano passado, os investimentos em habitação e desenvolvimento urbano – R$ 667 milhões -, somados aos empréstimos comerciais para pessoas físicas e jurídicas da Caixa, representaram 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.
O superintendente regional da Caixa, Antonio Carlos Ferreira, acredita que 2008 será o ano dos investimentos em saneamento e do descobrimento do interior capixaba pelas empresas de construção civil.
“Eu vejo 2008 como o momento do saneamento e o momento da população, independentemente da renda, procurar as nossas agências para todos serem beneficiados. E um grande momento é o das empresas de construção civil descobrindo o interior do Estado, onde temos demanda, temos famílias precisando de solução de casa própria”, supôs o superintendente.
As famílias de baixa renda, que ganham até cinco salários mínimos, representaram 77% dos financiamentos realizados pela Caixa em 2007. Dentre essas, as que ganham até três salários mínimos somaram juntos 64%. O superintendente atribuiu a essa predominância o déficit habitacional nos bairros de baixa renda.
A inadimplência registrada nos financiamentos da Caixa foram baixos, segundo Ferreira. Em especial também nas famílias de baixa renda. Nas que ganham até cinco salários mínimos, o índice de inadimplência é de apenas 1,37%, três por cento menor que nas famílias que ganham mais de cinco salários.
Fonte: A Gazeta
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12 de Fevereiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (12) a redução das taxas de juros para compra de imóveis com recursos da poupança. A redução pode chegar a 1,5 ponto porcentual ao ano em relação aos menores valores cobrados em 2007, considerando-se a taxa de juros efetiva. No caso da taxa nominal, a queda máxima é de 1,35 ponto porcentual ao ano ante 2007.
Para compra de imóveis novos ou usados de até R$ 130 mil a menor taxa efetiva no ano passado cobrada pela Caixa era de 9% ao ano e passa agora a ser de até 8,4% ao ano.
Nos imóveis de R$ 130,01 mil a R$ 200 mil a taxa efetiva cai de 10,5% para até 9,5%. Em caso de financiamento de R$ 200 mil a R$ 350 mil e valores financiados até R$ 245 mil a taxa efetiva cai de 11,5% para 10,5%. Acima de R$ 350 mil ou com valores financiados superiores a R$ 245 mil - ou ainda para compra de lote urbanizado de qualquer valor - houve redução de 12,5% para 11%.
Segundo a Caixa, as taxas de juros são mais atrativas para clientes que optarem pelo débito da prestação e possuírem o pacote básico de conta corrente com cheque especial e cartão de crédito da Caixa. Nos valores acima de R$ 350 mil e valor financiado superior a R$ 245 mil haverá aumento do prazo máximo de financiamento de 180 para até 360 meses. E da cota de financiamento de 70% para até 80%, conforme o prazo contratado.
“A caixa acredita que a economia brasileira continuará bem. O crédito de longo prazo não é influenciado por qualquer soluço no primeiro ano de financiamento. Acreditamos que é possível reduzir os juros”, afirmou o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda.
Para o financiamento à produção, a Caixa reduziu a taxa de juros de 11,39% ao ano mais taxa referencial (TR) para 9,5% ao ano mais TR.
Fonte: O Globo
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7 de Fevereiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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Os cartórios do Estado começarão a utilizar a assinatura digital em documentos oficiais. A medida, que está prevista para ser implantada nos cartórios parceiros do Sindicato dos Notários e Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado (Sinoreg-ES), deve entrar em vigor até o final do primeiro semestre deste ano.
5 dias de prazo é o tempo que será necessário para obter financiamento para compra de imóvel com a assinatura digital, contra cerca de 70 dias que é o prazo atual.
Segundo o presidente do Sinoreg-ES, Orlando Morandi Júnior, a economia, a segurança e a rapidez são os pontos altos desse novo sistema. “Por exemplo, o prazo para obter um financiamento para compra de imóvel pode cair de cerca de 70 dias para cinco dias com a assinatura eletrônica e também gerar economia com taxas, tempo e também de deslocamento”, destaca.
As compras realizadas por meio da assinatura digital podem ser feitas de qualquer lugar. Uma pessoa que está no Espírito Santo pode comprar um imóvel no Estado do Amazonas com rapidez, já que o processo é feito todo pela internet e com segurança, sem precisar da presença do comprador no outro Estado.
“Dessa forma, o custo com viagens e deslocamentos cai praticamente a zero, o que reduz drasticamente as despesas nesse tipo de compra. A certificação digital é um processo irreversível, assim como foi a internet e deve estar se estendendo a várias formas de utilização dentro dos cartórios”, avalia Morandi.
Prazo
O uso da certificação digital vai possibilitar essa comodidade nas transações comerciais e na assinatura de documentos importantes. A previsão é de que a implantação no Estado seja feita até o final do primeiro semestre, já que o Estado encontra-se em entendimento com o Iribe, uma das entidades certificadoras, que emitem o certificado.
Outra aplicação prevista para o certificado digital será com relação à declaração de imposto de renda, que em 2009 já deve ser feita totalmente através da internet. Para identificar o usuário, será fornecido o código criptografado com a assinatura digital, evitando fraudes dessa forma.
O que é certificação digital?
O certificado digital é um documento eletrônico que associa uma pessoa a um par de chaves criptográficas, que servem como forma de identificação de um usuário físico ou jurídico. Isso significa que qualquer transação pela Internet ganha legitimidade (inclusive jurídica). Pessoas físicas ou jurídicas podem ter uma certificação digital. A mensagem com certificação digital tem o status e a validade de um documento, propriamente dito.
Fonte: adaptação de A Gazeta
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8 de Janeiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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A Imóvel OK divulga uma ótima notícia para todos clientes que desejam financiar um imóvel utilizando o FGTS, veja abaixo:
A partir de agora, o trabalhador que possui conta vinculada ao FGTS há mais de três anos passa a ter vantagens maiores na hora de financiar imóveis novos e usados com recursos do FGTS, sem limite de renda e aquisição de até R$ 350 mil. Essas mudanças devem provocar impacto significativo no mercado imobiliário, pois facilitam o acesso à casa própria à classe média.
Este ano deve ser marcado por mudanças importantes nas regras do financiamento habitacional. A partir deste mês, a Caixa Econômica Federal (Caixa) derruba as limitações de renda para concessão de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e reduz em 0,5% a taxa de juros do financiamento à baixa renda. Ainda, ao longo do ano, bancos privados devem começar a operar recursos do fundo para empréstimos habitacionais, a juros mais baixos que os da poupança.
Famílias com rendimento mensal acima de R$ 4,9 mil, que antes não tinham acesso ao recurso do fundo e por isso pagavam juros anuais de 10,16% mais Taxa Referencial (TR), terão uma linha de crédito com juros de 8,66%. Para faixas de renda até R$ 4,9 mil, a taxa cai de 8,16% para 7,66%. Porém, para ter direito às taxas reduzidas, é necessário que o mutuário seja trabalhador com conta vinculada ao FGTS há mais de três anos. Famílias com rendimentos até R$ 1,8 mil continuam pagando juros de 6% e obtêm subsídio do governo. As mudanças ainda flexibilizam os limites para o valor do imóvel financiado. Antes, os recursos do fundo financiavam unidades até R$ 130 mil. Agora, o valor foi atualizado para até R$ 350 mil.
A redução dos juros oferecida pela Caixa vai representar uma economia de 9,17% do valor total a ser pago numa casa ou apartamento de R$ 350 mil, sendo R$ 245 mil financiados em 30 anos, de acordo o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira. O total pago pelo financiamento passa de R$ 666.469,75 para R$ 605.378,71: uma redução de R$ 61.091,04.
Empréstimo com recurso do FGTS agora vale a quem ganha mais de R$ 4,9 mil
Até então, esses financiamentos, concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF) com recursos do FGTS, era limitado a trabalhadores com renda familiar de até R$ 4,9 mil.
A linha de crédito é de R$ 1 bilhão e a taxa de juros é de 8,66% ao ano. O prazo limite de financiamento é de 30 anos.
Pró-Cotista
Entre as medidas, o destaque é a criação do Pró-Cotista, uma linha especial destinada a financiar habitação com valor de até R$ 350 mil. Até então, apenas trabalhadores com renda mensal de até R$ 4,9 mil podiam buscar os recursos. A mudança beneficia 26,5 milhões de pessoas, que podem a partir de agora financiar 70% do valor dos imóveis (até R$ 245 mil) e com prazo de pagamento de 30 anos. A taxa é de 8,66% ao ano mais TR.
Habitação Popular
Para a programas de habitação popular estão reservados R$ 8,4 bilhões, segundo o Conselho Curador do FGTS. Além disso, o Conselho aprovou também a redução em 0,5 ponto percentual para essa linha de Habitação Popular destinada aos cotistas. Assim, os juros passam a ser de 7,66% mais TR para os trabalhadores com conta vinculada - os menores do mercado. Os imóveis devem ter valor de avaliação entre R$ 80 mil e R$ 130 mil (neste caso para regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e para o Distrito Federal) e a renda mensal do trabalhador deve ser de no máximo R$ 4,9 mil. Lembrando que para os não-cotistas a taxa de juros segue em 8,16% ao ano.
Competição
Em dezembro do ano passado, o Itaú tornou-se o primeiro banco privado a operar recursos do fundo para habitação. Até então, apenas a Caixa efetuava o repasse. As linhas de crédito imobiliário oferecidas pelo Itaú são para imóveis de até R$ 120 mil. Os juros anuais, a partir de 7,93% mais TR, anteciparam a redução anunciada pela Caixa e são inferiores aos do crédito com recursos da poupança. Essa taxa é válida exclusivamente para os cotistas do fundo. Os demais, pagam juro de 8,47%. A novidade acirra ainda mais a competição bancária. O Banco Real, por exemplo, já anunciou que vai operar os recursos do FGTSD a partir do primeiro trimestre de 2008. Bradesco e Santander também estudam entrar no segmento.
Essas linhas de crédito concorrem diretamente com as oferecidas por bancos que operam recursos da poupança, cuja média dos financiamentos é de R$ 92 mil, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No entanto, conforme o presidente da entidade, Luiz Antonio França, as mudanças não devem prejudicar as operações das entidades financeiras. “Há bancos que já operam a TR mais 9%”, afirma. “Há quase um ano, o mercado já é criativo dentro deste tema”, conclui.
Fonte: adaptação do jornal A Tarde, MidiaMax, Bom Dia e Estadao
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6 de Janeiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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Com o aquecimento do mercado imobiliário, o cenário econômico favorável, a queda dos juros e as exigências do governo - que forçaram os bancos a destinar 65% dos recursos da poupança para a habitação -, as instituições privadas tiveram oportunidade para atrair mais clientes, aumentando a concorrência no segmento. Apesar disso, a possibilidade de a Caixa Econômica Federal perder o posto de maior agente financiador no segmento, posição que lidera absoluta e com folga, é muito remota no curto e médio prazos. A avaliação é do diretor do Comitê de Economia, Banking e Fianças da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Andrew Frank Storfer.
Segundo ele, o segmento de crédito imobiliário ainda tem muito espaço para crescer e ser disputado pelo bancos privados. “O crédito imobiliário no Brasil ainda é baixo se comparamos com outros países”, afirma. Em 2006, esse tipo de empréstimo respondeu por apenas 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2007, a expectativa era de que a taxa chegasse à modesta marca de 2%. Países como México e Espanha apresentaram índices em torno de 11% e 53% do PIB, respectivamente.
Além dos exemplos externos, o mercado aposta na necessidade que o País tem de diminuir - se não acabar - com déficit habitacional de quase 8 milhões de moradias. O volume de unidades demanda um investimento de R$ 115 bilhões por ano nos próximos quatro anos, totalizando investimento total de R$ 461 bilhões, conforme estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas encomendado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O montante poderia fazer o crédito imobiliário responder por 21% do PIB.
Para Storfer, o problema seria resolvido com a ampliação dos prazos de finaciamento. “O déficit está concentrado entre a população de baixa renda ou aquela que ganha até três salários mínimos: R$ 1.140. Esse grupo precisaria de um prazo maior para conseguir pagar uma parcela que comprometesse apenas 20% ou 30% da renda”, avalia.
Esta já é uma realidade na Espanha. O gerente de crédito imobiliário do Santander, Fernando Baumeier, conta que por lá os financiamentos já são feitos em até 50 anos e as operações são realizadas predominantemente por instituições privadas. Ele reforça o coro daqueles que acreditam que o Brasil pode chegar ao mesmo patamar, “mas em longo prazo”. De olho nessa possibilidade, Baumeier aposta em um crescimento acelerado do banco espanhol aqui no País. “Cinqüenta por cento dos ativos do Santander no mundo estão em crédito imobiliário, sendo que o Brasil responde por 10%”, revela.
Fonte: adaptacao de Gazeta Mercantil
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2 de Janeiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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A imobiliária Imóvel OK no seu objetivo de ser transparente para seus clientes publica mais uma valiosa informação sobre financiamento pelo FGTS, veja abaixo:
Ano novo, novas regras para o financiamento da casa própria com recursos do fundo de garantia por tempo de serviço. Para quem recebe menos, os juros baixaram. E quem ganha mais, agora vai poder usar essa linha de crédito para fugir do aluguel.
Olhar, sonhar e comprar e agora com juros mais baixos. A classe média que antes não tinha acesso aos empréstimos mais baratos já pode financiar a casa própria com recursos do fundo de garantia.
A mudança foi grande. Antes a linha de financiamento do FGTS só podia ser usada por quem ganhava até R$ 4,9 mil. E para imóveis que custassem no máximo R$ 130 mil. Agora quem ganha mais poderá comprar imóveis de até R$ 350 mil desde que o valor do empréstimo não ultrapasse R$ 245 mil. A exigência é que o comprador tenha contribuído, pelo menos, três anos com o FGTS.
A grande vantagem para a classe média é a taxa de juros de 8,66% ao ano mais TR, bem menor que os 10% e11% cobrados pelo mercado. Especialistas calculam que num financiamento de 245 mil em 20 anos, por exemplo, a economia é de cerca de R$ 44 mil.
Mas como tudo o que é bom o financiamento barato pode durar pouco. A linha de crédito para a classe média é de apenas R$ 1 bilhão. “Acabou esse recurso você pode não ser mais atendido na sua necessidade e ai só através de uma nova decisão do conselho curador do FGTS”, explica o diretor do Instituto de Registro Imobiliário, Carlos Eduardo Fleury.
Já para quem ganha até R$ 4,9 mil a quantidade de dinheiro para a casa própria é muito maior. E a novidade nos empréstimos populares é a redução de meio ponto percentual na taxa de juros, um benefício a mais para quem tem conta no fundo de garantia. “Para a habitação popular os recursos alocados para 2008 são da ordem de R$ 7,4 bilhões”, diz o superintendente nacional do FGTS, Joaquim Lima.
Com a redução da taxa em meio ponto percentual, os juros nos empréstimos populares serão de 5,5% ou 7,66% ao ano, dependendo da faixa de renda do comprador.
Fonte: adaptação do Jornal Hoje.
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2 de Janeiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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Difícil entender como funciona um financiamento imobiliário? A Imóvel OK oferece assessoria completa para ajudar você a comprar seu imóvel financiado por meio de simulações gratuitas e orientações sobre o assunto. E lembre-se: fique sempre atento às explicações sobre o financiamento, e para você conhecer um pouco mais sobre como são feitos os cálculos das prestações, veja abaixo:
Aprenda como é feito o calculo do empréstimo de financiamento para comprar um imóvel conferindo as simulações de financiamentos imobiliários pelas tabelas SAC, Sacre e Price.
Simulação de financiamento:
Valor do financiamento: 50 mil reais
Prazo: 120 meses
Juros: 12% ao ano
Taxa Referencial (T.R.): 0,2149%
Prestação: amortização mensal mais juros
Amortização: valor pago para redução do capital financiado, que passa a se chamar “saldo devedor”
Agora veja como fica a simulação das prestações do financiamento:
Pela Tabela SAC
Fórmula: Valor da 1ª prestação = valor da amortização + valor do juro = R$ 891,11
Sendo que:
- Valor da amortização: valor financiado dividido pelo número de prestações a pagar.
- Valor do juros: valor financiado multiplicado pela taxa de juros mês (compostos).
- Atualização: a cada 12 meses o cálculo do valor da amortização e do juro é refeito considerando como valor financiado o saldo devedor corrigido.
Pela Tabela SACRE
Fórmula: Prestação = saldo devedor X [(1/n) + (taxa de juros mês/100)] = R$ 916,67
Sendo que:
- Prestações: são sempre fixas num período de 12 meses, quando são corrigidas pela fórmula acima. Para calcular a primeira parcela, considera-se o valor total do financiamento no lugar do saldo devedor.
- Variável “n”: é o período total do financiamento menos o período já pago. No caso desta simulação, para a primeira parcela, “n” é igual a 120. Para a 13ª parcela, “n” é igual a 108 (120 menos 12).
- Valor dos juros: taxa de juros mês multiplicada pelo saldo devedor mês multiplicado pela TR.
Pela Tabela PRICE
Fórmula: Valor das prestações = saldo devedor X [taxa de juros mês X (1 + taxa juros mês)n]/(1 + taxa juros mês)n - 1 = R$ 699,74
Sendo que:
- Prestações: são sempre fixas num período de 12 meses, quando são corrigidas pela fórmula acima. Para calcular a primeira parcela, considera-se o valor total do financiamento no lugar do saldo devedor.
- Variável “n”: é o período total do financiamento menos o período já pago. No caso desta simulação, para a primeira parcela “n” é igual a 120. Para a 13ª parcela, “n” é igual a 108 (120 menos 12).
Fonte: Imobiliária Imóvel OK e adaptação de Financenter e A Gazeta
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20 de Dezembro de 2007
Financiamento Imobiliário
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De janeiro a novembro deste ano, os recursos das caderneta de poupança financiaram 177 mil imóveis, o maior número dos últimos 15 anos. Neste período, os bancos emprestaram mais de R$ 16 bilhões - quase 100% a mais que no ano passado, mostram os números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip).
Um exemplo mostra como o crédito imobiliário ficou mais acessível: para pegar R$ 80 mil de financiamento em 2002, o prazo de quitação era de dez anos, com juros de 12% ao ano; a prestação ficava em R$ 1.120. Hoje, dá para financiar o mesmo valor em 25 anos com taxa de 10%, pagando R$ 703.
As condições de financiamento estão melhorando principalmente porque está mais seguro para os bancos emprestarem dinheiro. A estabilidade da economia e a legislação que inibe o calote reduziram o risco. Prazos maiores e juros menores são resultado disso, segundo a Abecip.
Só em novembro, os bancos liberaram quase R$ 2,5 bilhões para financiamentos habitacionais. Isso significa que, em um mês, foi emprestado mais dinheiro do que em todo o ano de 2002 ou 2003, por exemplo. Só no mês de novembro, foram financiados quase 22 mil imóveis.
Fonte: Adaptação do Jornal Hoje
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20 de Dezembro de 2007
Financiamento Imobiliário
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A Imóvel OK sabe da necessidade da transparência e assessoria no momento de comprar um imóvel pois deseja a todos os clientes a satisfação em todos os aspectos. Na Imóvel OK não existe dúvidas e todos os procedimentos são plenamente esclarecidos aos clientes, além disso fazemos simulações de financiamento gratuitamente. Veja abaixo como é importante saber como funciona o financiamento:
A maioria dos brasileiros não sabe como são calculadas as prestações do financiamento imobiliário.
Em levantamento, 78,3% dos entrevistados declararam não compreender o mecanismo utilizado no cálculo. Mesmo com o desconhecimento, 66,6% afirmaram ter encontrado informações completas quando procuraram este tipo de crédito em instituições financeiras ou construtoras.
O estudo feito apontou que 52,3% dos consumidores acreditam que financiar a compra de um imóvel está mais acessível atualmente. Dentro desse grupo, 40,5% apontaram a facilidade de obter crédito como o motivo principal e 26,45% a possibilidade de pagar parcelas menores. No entanto, quando questionados se o alongamento nos prazos de pagamento traz alguma desvantagem ao consumidor, 51,52% afirmaram que sim.
Entre os 47,7% que não acham que está mais fácil financiar um imóvel, o principal motivo apontado foram as altas taxas de juros cobradas no negócio (33,33% dos entrevistados no grupo). Em segundo lugar ficou o excesso de burocracia (25,6%) e, em terceiro, as limitações no valor do financiamento (24,3%).
A pesquisa mostra que, de uma maneira geral, quem procura o financiamento imobiliário está mais disposto a obter informações sobre o negócio que está fechando. Na questão dos juros, o órgão realizador da pesquisa ressalta que, apesar da queda recente das taxas, elas ainda são elevadas.
O levantamento foi feito pelo Procon-SP e foi realizado via internet com a aplicação de 231 questionários entre os dias 22 de outubro e 11 de novembro de 2007.
Fonte: Procon-SP e adaptação da Redação Terra
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20 de Dezembro de 2007
Financiamento Imobiliário
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A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) projeta crescimento de 25% ao ano para o financiamento habitacional com recursos da poupança de 2008 a 2010.
Segundo as estimativas da entidade, o volume de novas contratações deve atingir R$ 23,3 bilhões no próximo ano, R$ 29,1 bilhões em 2009 e R$ 36,4 bilhões em 2010.
A liberação de novos financiamentos imobiliários deve atingir a marca de R$ 36,4 bilhões anuais em 2010, o que corresponderia a 387 mil unidades financiadas, 120 mil a mais do que o pico atingido em 1981. A previsão foi feita ontem por Luiz Antonio França, novo presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a entidade que reúne as empresas ligadas ao setor de empréstimos com recursos da poupança.
O cálculo se baseia numa taxa de crescimento de 25% ao ano nos próximos três anos. Neste ano, até novembro, a evolução é de nada menos do que 96,6%. “Ainda assim será pouco, perto do tamanho que é nossa economia hoje”, disse. Para este ano, que já acumula R$ 16,4 bilhões até 30 de novembro (equivalente a 177 mil unidades financiadas), a expectativa é fechar com R$ 18,6 bilhões em novos contratos.
França explica que, como a captação líquida da poupança no mesmo período também cresceu muito, atingindo no final do mês passado um saldo de R$ 178,8 bilhões, ainda há espaço para emprestar mais. Segundo o executivo, os bancos hoje estão com cerca de 80% dos recursos da poupança comprometidos com crédito imobiliário, que somam cerca de R$ 100 bilhões - o mínimo exigido é de 65%.
Para ele, porém, a caderneta de poupança como principal fonte de recursos dos empréstimos imobiliários está com os dias contados. “Ao longo de 2007, os bancos já começaram a recorrer a outras formas de captação”, lembrou. Os bancos reclamam do descasamento de prazos (a poupança têm liquidez mensal e os empréstimos já chegam a até 30 anos) e também da limitação imposta pela TR, que impede uma queda maior dos juros. Por enquanto, a Abecip não acompanha a evolução dessas outras fontes, mas prometeu começar no ano que vem. “Precisamos desenvolver instrumentos no mercado de capitais para financiar imóveis residenciais”, disse.
A Abecip também vai passar a calcular a inadimplência dos contratos fechados após o novo marco regulatório, que permitiu a alienação fiduciária e facilitou a retomada dos bens. Hoje, a série desde 1998 mostra que cerca de 4% dos mutuários têm mais de três prestações em atraso.
Fonte: adaptação Jornal A Tarde e Terra
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