Financiar imóvel é melhor: rende até 54% a mais do que à vista

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Estudo indica que quem opta por financiamento pode obter retorno de até 54% a mais do que aqueles que pagam à vista

Com o aquecimento do mercadoimobiliário,as aplicações em imóveis voltaram a ser apontadas pelos especialistas como uma boa opção para a carteira de investimentos. Segundo um estudo, os investidores que optarem por financiamento podem obter um retorno até 54% maior do que aqueles que compram o imóvel à vista.

O levantamento feito pela empresa de consultoria Mercer, publicado em revista de circulação nacional, aponta que o financiamento é amelhor opção não só pelas perspectivas de valorizaçãodos imóveis, mas também devido à retomada do mercado de locação, que em 2007 rendeu aos locadores retornos superiores a 10% ao ano.

Um fator que torna o investimento ainda mais atraente é a possibilidade de potencializar os ganhos utilizando o crédito mobiliário como parte da estratégia de investimento.

A empresa de consultoria simulou possibilidades para um investidor que dispunha de R$120.000 para aplicar em imóveis.

No primeiro caso, ele compraria o imóvel à vista e o alugaria, obtendo ao final de 12 anos R$501.401,80, incluindo o valor o imóvel já valorizado e a renda obtida coma locação durante o período.

Se, ao invés de comprar o imóvel à vista, o investidor desse uma entrada de R$30.000, financiasse R$90.000 – pagando juros de 9% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR) – e investisse o dinheiro que manteve em mãos em renda fixa e ações, ao término de 12 anos teria um patrimônio de R$771.168,59.

Segundo o levantamento, a princípio, as prestações do financiamento seriam pagas com o rendimento das aplicações e o retorno do aluguel.

Porém, a partir do 95º mês de financiamento, apenas a renda obtida com a locação já seria suficiente para pagar a prestação.

Já o investidor mais conservador teria a opção de investir o dinheiro somente em renda fixa – o que já lhe garantiria um rendimento superior ao que seria obtido caso comprasse o imóvel à vista.

No entanto, na avaliação do matemático e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Dutra Vieira Sobrinho, só vale a pena elevar o risco da carteira tomando um empréstimo se o investidor decidir aplicar em ações.

“A longo prazo, a tendência é que a Bolsa renda muito mais que a renda fixa”, disse.

Fonte: jornal A Tribuna


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Crédito da casa própria dispara em 1 ano

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O volume de operações contratadas em janeiro pelos agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que operam com recursos das cadernetas de poupança, atingiu R$ 1,63 bilhão, com crescimento de 131,31% em relação ao mesmo período de 2007, informou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Este foi o maior percentual de crescimento dos últimos anos, segundo a entidade. O volume de empréstimos habitacionais feitos nos 12 meses terminados em janeiro de 2008 superou R$ 19,2 bilhões, com crescimento de 100,7% em relação aos 12 meses de 2007.

Fonte: A Gazeta


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Perguntas respondidas: tire todas suas dúvidas sobre financiamentos

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A Imóvel OK, consultoria imobiliária especializada em imóveis no litoral capixaba, esclarece a todos os interessados em financiamento divulgando as perguntas sobre financiamentos respondidas pela Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH-ES) e a Associação Nacional dos Mutuários (ANM), veja abaixo:

Quais são as vantagens de comprar à vista?

A vantagem é que você não fica devendo nada a ninguém, ou seja, o valor que pagaria num financiamento ou consórcio você poupa. Por outro lado, se a pessoa tiver qualquer problema durante o prazo da poupança programada, ela pode simplesmente parar de poupar e nada perderá, o dinheiro continuará lá. A desvantagem é que você só terá acesso à compra de um imóvel com 4 ou 5 anos de poupança.

E as vantagens da compra direto com a construtora?

Nessa modalidade, a vantagem que se tem é poder comprar o imóvel com deságio, ou seja, como o pagamento do preço é feito durante a construção, o preço final do imóvel sai mais barato e, em geral, quando o imóvel fica pronto, ele vale mais do que o preço pago pelo comprador. A desvantagem é a demora de 2 a 3 anos para entrar no imóvel.

Quais as dicas para quem vai financiar um imóvel pelo SFH?

Procure um imóvel que atenda suas necessidades atuais. Use todo o saldo que você tiver no FGTS como entrada, diminuindo o valor financiado. Se possível, poupe por um ano o valor equivalente ao que pagaria no financiamento. Usando este valor poupado como entrada, você reduz dois anos de financiamento ou diminui em muito o valor das prestações mensais.

E com relação à correção?

Opte por um plano de correção com índices que acompanhem a evolução de seu salário, normalmente com reajuste anual. O IPC é o índice oficial utilizado na correção da data-base dos empregados da iniciativa privada. Buscar financiamentos atrelados ao IPC ou INPC é a melhor alternativa existente hoje. Não comprometa mais do que 15% de sua renda com a primeira prestação.

É vantagem fazer amortizações durante o financiamento? Como se preparar para isso?

O mutuário pode se organizar para conseguir amortizar o financiamento. Por exemplo, a cada dois anos, pode sacar o FGTS e amortizar parte do saldo devedor para se livrar mais rápido da dívida. Resumindo, a dica é: sempre que tiver dinheiro sobrando, decorrente de férias vencidas, 13º salário ou outros, use para amortizar o saldo devedor.

Como escolher o melhor banco?

Há um limite na taxa de juros para o máximo, mas não para o mínimo. Assim, de um banco para outro há bastante diferença na taxa de juros, bem como no prazo e no comprometimento máximo da renda familiar. Vale a pena pesquisar, pois se o mutuário conseguir uma economia de 1% na taxa de juros ao ano, isto fará com que a pessoa reduza mais de 20% do preço total de seu financiamento ao longo de 15 anos.

Quais os cuidados que o comprador de um imóvel na planta deve tomar antes de assinar o contrato?

É importante pesquisar o registro de imóveis para certificar-se de que aquele imóvel pertence à construtora ou incorporadora ou se existe algum tipo de alienação, hipoteca ou penhora sobre ele. Deve-se verificar também o registro da incorporação do empreendimento na matrícula.

O que o comprador deve observar nesse documento?

Nele devem estar claros a quantidade de unidades de moradias a ser construída, suas medidas, tipos, as benfeitorias de uso comum que farão parte do empreendimento. O comprador também deve procurar conhecer outras obras já realizadas pela construtora, verificando a qualidade, satisfação de quem já comprou e se foram entregues no prazo combinado.

Como escolher o imóvel?

O comprador nunca deve comprar um imóvel se baseando apenas em uma fotografia. O ideal é ir até o local e observar as reais condições da casa ou do apartamento, mesmo que sejam novos. Outra dica é sempre conversar com os vizinhos, eles vão passar informações preciosas. Nunca se deve comprar um imóvel maior do que a família. Isso só deve acontecer quando a situação financeira já estiver estabelecida.

Fonte: adaptação de ABMH e ANM


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Acesso à casa própria está mais fácil com as muitas modalidades de financiamento

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Comprar a casa própria está mais fácil. As modalidades de financiamento são muitas; algumas permitem o pagamento em até 30 anos. Os juros também estão mais baixos: Caixa Econômica Federal reduziu juros para financiamento com recursos da poupança. A menor taxa efetiva caiu de 9% ao ano para 8,4% ao ano.

Em meio a entulhos e paredes quebradas, o administrador Leandro Ferreira concretiza um sonho: quando casar, em abril, já deverá se mudar com a mulher para o apartamento novo. E o melhor de tudo: o casal será proprietário do imóvel.

Leandro fez um financiamento usando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como parte do pagamento. Serão 240 meses de prestações a juros de 9% ao ano mais a TR, a taxa mensal que corrige as prestações. “Você está construindo uma coisa sua, a sensação é muito boa. É diferente do aluguel, que você está sempre pagando e nunca vai ter nada seu”.


Além de poder usar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o financiamento de imóveis também pode ser feito com o dinheiro das cadernetas de poupança. A economia pode chegar a 1,5% no valor da taxa. Em 2007, esse tipo de financiamento dobrou e chegou a R$ 18,3 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Na terça-feira (12), a Caixa Econômica Federal anunciou uma redução nos juros para a compra da casa própria com esses recursos. A economia pode chegar a 1,5 ponto percentual ao ano em relação aos menores valores cobrados em 2007, considerando-se a taxa de juros efetiva. No caso da taxa nominal, a queda máxima é de 1,35 ponto porcentual ao ano ante 2007.

Para imóveis avaliados em até R$ 130 mil, a taxa cai para 8,4%; entre R$ 130 mil e R$ 200 mil, 9,5%; para valores de R$ 200 a R$ 350 mil, 10,5%; acima de R$ 350 mil, os juros são de 11%. Em bancos particulares, a taxa anual pode chegar a 12,75%.

Fonte: adaptação de Jornal Hoje


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Caixa: 36% dos financiamentos concedidos são para jovens

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Jovens com até 30 anos que investem em imóvel no Espírito Santo somam 36%, segundo estudo realizado pela Caixa Econômica Federal divulgado nesta quarta-feira (13). Os dados surpreenderam o superintendente Regional da Caixa, Antonio Carlos Ferreira. “Foi uma surpresa agradável. É uma população com até 30 anos, que já ocupa o mercado de trabalho, já saindo na frente, mesmo os solteiros, procurando nossas agências. Hoje eles abocanham a grande parte dos nossos financiamentos”, comemorou.

Os investimentos em habitação e desenvolvimento urbano no Estado podem ultrapassar os R$ 700 milhões em 2008, podendo beneficiar mais de 20 mil famílias. Após reduzirem as taxas de juros e os prazos para o financiamento da casa própria, a Caixa também vai investir em saneamento e infra-estrutura neste ano no Espírito Santo.

No ano passado, os investimentos em habitação e desenvolvimento urbano – R$ 667 milhões -, somados aos empréstimos comerciais para pessoas físicas e jurídicas da Caixa, representaram 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

O superintendente regional da Caixa, Antonio Carlos Ferreira, acredita que 2008 será o ano dos investimentos em saneamento e do descobrimento do interior capixaba pelas empresas de construção civil.

“Eu vejo 2008 como o momento do saneamento e o momento da população, independentemente da renda, procurar as nossas agências para todos serem beneficiados. E um grande momento é o das empresas de construção civil descobrindo o interior do Estado, onde temos demanda, temos famílias precisando de solução de casa própria”, supôs o superintendente.

As famílias de baixa renda, que ganham até cinco salários mínimos, representaram 77% dos financiamentos realizados pela Caixa em 2007. Dentre essas, as que ganham até três salários mínimos somaram juntos 64%. O superintendente atribuiu a essa predominância o déficit habitacional nos bairros de baixa renda.

A inadimplência registrada nos financiamentos da Caixa foram baixos, segundo Ferreira. Em especial também nas famílias de baixa renda. Nas que ganham até cinco salários mínimos, o índice de inadimplência é de apenas 1,37%, três por cento menor que nas famílias que ganham mais de cinco salários.

Fonte: A Gazeta


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Caixa Ecônimca Federal reduz taxa de juros para financiamento com poupança

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (12) a redução das taxas de juros para compra de imóveis com recursos da poupança. A redução pode chegar a 1,5 ponto porcentual ao ano em relação aos menores valores cobrados em 2007, considerando-se a taxa de juros efetiva. No caso da taxa nominal, a queda máxima é de 1,35 ponto porcentual ao ano ante 2007.

Para compra de imóveis novos ou usados de até R$ 130 mil a menor taxa efetiva no ano passado cobrada pela Caixa era de 9% ao ano e passa agora a ser de até 8,4% ao ano.

Nos imóveis de R$ 130,01 mil a R$ 200 mil a taxa efetiva cai de 10,5% para até 9,5%. Em caso de financiamento de R$ 200 mil a R$ 350 mil e valores financiados até R$ 245 mil a taxa efetiva cai de 11,5% para 10,5%. Acima de R$ 350 mil ou com valores financiados superiores a R$ 245 mil - ou ainda para compra de lote urbanizado de qualquer valor - houve redução de 12,5% para 11%.

Segundo a Caixa, as taxas de juros são mais atrativas para clientes que optarem pelo débito da prestação e possuírem o pacote básico de conta corrente com cheque especial e cartão de crédito da Caixa. Nos valores acima de R$ 350 mil e valor financiado superior a R$ 245 mil haverá aumento do prazo máximo de financiamento de 180 para até 360 meses. E da cota de financiamento de 70% para até 80%, conforme o prazo contratado.

“A caixa acredita que a economia brasileira continuará bem. O crédito de longo prazo não é influenciado por qualquer soluço no primeiro ano de financiamento. Acreditamos que é possível reduzir os juros”, afirmou o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda.

Para o financiamento à produção, a Caixa reduziu a taxa de juros de 11,39% ao ano mais taxa referencial (TR) para 9,5% ao ano mais TR.

Fonte: O Globo


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Financiamento pode sair em 5 dias com certificação digital

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Os cartórios do Estado começarão a utilizar a assinatura digital em documentos oficiais. A medida, que está prevista para ser implantada nos cartórios parceiros do Sindicato dos Notários e Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado (Sinoreg-ES), deve entrar em vigor até o final do primeiro semestre deste ano.

5 dias de prazo é o tempo que será necessário para obter financiamento para compra de imóvel com a assinatura digital, contra cerca de 70 dias que é o prazo atual.

Segundo o presidente do Sinoreg-ES, Orlando Morandi Júnior, a economia, a segurança e a rapidez são os pontos altos desse novo sistema. “Por exemplo, o prazo para obter um financiamento para compra de imóvel pode cair de cerca de 70 dias para cinco dias com a assinatura eletrônica e também gerar economia com taxas, tempo e também de deslocamento”, destaca.

As compras realizadas por meio da assinatura digital podem ser feitas de qualquer lugar. Uma pessoa que está no Espírito Santo pode comprar um imóvel no Estado do Amazonas com rapidez, já que o processo é feito todo pela internet e com segurança, sem precisar da presença do comprador no outro Estado.

“Dessa forma, o custo com viagens e deslocamentos cai praticamente a zero, o que reduz drasticamente as despesas nesse tipo de compra. A certificação digital é um processo irreversível, assim como foi a internet e deve estar se estendendo a várias formas de utilização dentro dos cartórios”, avalia Morandi.

Prazo

O uso da certificação digital vai possibilitar essa comodidade nas transações comerciais e na assinatura de documentos importantes. A previsão é de que a implantação no Estado seja feita até o final do primeiro semestre, já que o Estado encontra-se em entendimento com o Iribe, uma das entidades certificadoras, que emitem o certificado.

Outra aplicação prevista para o certificado digital será com relação à declaração de imposto de renda, que em 2009 já deve ser feita totalmente através da internet. Para identificar o usuário, será fornecido o código criptografado com a assinatura digital, evitando fraudes dessa forma.

O que é certificação digital?

O certificado digital é um documento eletrônico que associa uma pessoa a um par de chaves criptográficas, que servem como forma de identificação de um usuário físico ou jurídico. Isso significa que qualquer transação pela Internet ganha legitimidade (inclusive jurídica). Pessoas físicas ou jurídicas podem ter uma certificação digital. A mensagem com certificação digital tem o status e a validade de um documento, propriamente dito.

Fonte: adaptação de A Gazeta


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Caixa Econômica: financiamento para compra de imóveis de até 350 mil com FGTS

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A Imóvel OK divulga uma ótima notícia para todos clientes que desejam financiar um imóvel utilizando o FGTS, veja abaixo:

A partir de agora, o trabalhador que possui conta vinculada ao FGTS há mais de três anos passa a ter vantagens maiores na hora de financiar imóveis novos e usados com recursos do FGTS, sem limite de renda e aquisição de até R$ 350 mil.  Essas mudanças devem provocar impacto significativo no mercado imobiliário, pois facilitam o acesso à casa própria à classe média.

Este ano deve ser marcado por mudanças importantes nas regras do financiamento habitacional. A partir deste mês, a Caixa Econômica Federal (Caixa) derruba as limitações de renda para concessão de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e reduz em 0,5% a taxa de juros do financiamento à baixa renda. Ainda, ao longo do ano, bancos privados devem começar a operar recursos do fundo para empréstimos habitacionais, a juros mais baixos que os da poupança.

Famílias com rendimento mensal acima de R$ 4,9 mil, que antes não tinham acesso ao recurso do fundo e por isso pagavam juros anuais de 10,16% mais Taxa Referencial (TR), terão uma linha de crédito com juros de 8,66%. Para faixas de renda até R$ 4,9 mil, a taxa cai de 8,16% para 7,66%. Porém, para ter direito às taxas reduzidas, é necessário que o mutuário seja trabalhador com conta vinculada ao FGTS há mais de três anos. Famílias com rendimentos até R$ 1,8 mil continuam pagando juros de 6% e obtêm subsídio do governo. As mudanças ainda flexibilizam os limites para o valor do imóvel financiado. Antes, os recursos do fundo financiavam unidades até R$ 130 mil. Agora, o valor foi atualizado para até R$ 350 mil.

A redução dos juros oferecida pela Caixa vai representar uma economia de 9,17% do valor total a ser pago numa casa ou apartamento de R$ 350 mil, sendo R$ 245 mil financiados em 30 anos, de acordo o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira. O total pago pelo financiamento passa de R$ 666.469,75 para R$ 605.378,71: uma redução de R$ 61.091,04.

Empréstimo com recurso do FGTS agora vale a quem ganha mais de R$ 4,9 mil

Até então, esses financiamentos, concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF) com recursos do FGTS, era limitado a trabalhadores com renda familiar de até R$ 4,9 mil.

A linha de crédito é de R$ 1 bilhão e a taxa de juros é de 8,66% ao ano. O prazo limite de financiamento é de 30 anos.

Pró-Cotista

Entre as medidas, o destaque é a criação do Pró-Cotista, uma linha especial destinada a financiar habitação com valor de até R$ 350 mil. Até então, apenas trabalhadores com renda mensal de até R$ 4,9 mil podiam buscar os recursos. A mudança beneficia 26,5 milhões de pessoas, que podem a partir de agora financiar 70% do valor dos imóveis (até R$ 245 mil) e com prazo de pagamento de 30 anos. A taxa é de 8,66% ao ano mais TR.

Habitação Popular

Para a programas de habitação popular estão reservados R$ 8,4 bilhões, segundo o Conselho Curador do FGTS. Além disso, o Conselho aprovou também a redução em 0,5 ponto percentual para essa linha de Habitação Popular destinada aos cotistas. Assim, os juros passam a ser de 7,66% mais TR para os trabalhadores com conta vinculada - os menores do mercado. Os imóveis devem ter valor de avaliação entre R$ 80 mil e R$ 130 mil (neste caso para regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e para o Distrito Federal) e a renda mensal do trabalhador deve ser de no máximo R$ 4,9 mil. Lembrando que para os não-cotistas a taxa de juros segue em 8,16% ao ano.

Competição

Em dezembro do ano passado, o Itaú tornou-se o primeiro banco privado a operar recursos do fundo para habitação. Até então, apenas a Caixa efetuava o repasse. As linhas de crédito imobiliário oferecidas pelo Itaú são para imóveis de até R$ 120 mil. Os juros anuais, a partir de 7,93% mais TR, anteciparam a redução anunciada pela Caixa e são inferiores aos do crédito com recursos da poupança. Essa taxa é válida exclusivamente para os cotistas do fundo. Os demais, pagam juro de 8,47%. A novidade acirra ainda mais a competição bancária. O Banco Real, por exemplo, já anunciou que vai operar os recursos do FGTSD a partir do primeiro trimestre de 2008. Bradesco e Santander também estudam entrar no segmento.

Essas linhas de crédito concorrem diretamente com as oferecidas por bancos que operam recursos da poupança, cuja média dos financiamentos é de R$ 92 mil, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No entanto, conforme o presidente da entidade, Luiz Antonio França, as mudanças não devem prejudicar as operações das entidades financeiras. “Há bancos que já operam a TR mais 9%”, afirma. “Há quase um ano, o mercado já é criativo dentro deste tema”, conclui.

Fonte: adaptação do jornal A Tarde, MidiaMax, Bom Dia e Estadao


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Caixa Econômica deve manter-se à frente dos financiamentos imobiliários

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Com o aquecimento do mercado imobiliário, o cenário econômico favorável, a queda dos juros e as exigências do governo - que forçaram os bancos a destinar 65% dos recursos da poupança para a habitação -, as instituições privadas tiveram oportunidade para atrair mais clientes, aumentando a concorrência no segmento. Apesar disso, a possibilidade de a Caixa Econômica Federal perder o posto de maior agente financiador no segmento, posição que lidera absoluta e com folga, é muito remota no curto e médio prazos. A avaliação é do diretor do Comitê de Economia, Banking e Fianças da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Andrew Frank Storfer.

Segundo ele, o segmento de crédito imobiliário ainda tem muito espaço para crescer e ser disputado pelo bancos privados. “O crédito imobiliário no Brasil ainda é baixo se comparamos com outros países”, afirma. Em 2006, esse tipo de empréstimo respondeu por apenas 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2007, a expectativa era de que a taxa chegasse à modesta marca de 2%. Países como México e Espanha apresentaram índices em torno de 11% e 53% do PIB, respectivamente.

Além dos exemplos externos, o mercado aposta na necessidade que o País tem de diminuir - se não acabar - com déficit habitacional de quase 8 milhões de moradias. O volume de unidades demanda um investimento de R$ 115 bilhões por ano nos próximos quatro anos, totalizando investimento total de R$ 461 bilhões, conforme estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas encomendado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O montante poderia fazer o crédito imobiliário responder por 21% do PIB.

Para Storfer, o problema seria resolvido com a ampliação dos prazos de finaciamento. “O déficit está concentrado entre a população de baixa renda ou aquela que ganha até três salários mínimos: R$ 1.140. Esse grupo precisaria de um prazo maior para conseguir pagar uma parcela que comprometesse apenas 20% ou 30% da renda”, avalia.

Esta já é uma realidade na Espanha. O gerente de crédito imobiliário do Santander, Fernando Baumeier, conta que por lá os financiamentos já são feitos em até 50 anos e as operações são realizadas predominantemente por instituições privadas. Ele reforça o coro daqueles que acreditam que o Brasil pode chegar ao mesmo patamar, “mas em longo prazo”. De olho nessa possibilidade, Baumeier aposta em um crescimento acelerado do banco espanhol aqui no País. “Cinqüenta por cento dos ativos do Santander no mundo estão em crédito imobiliário, sendo que o Brasil responde por 10%”, revela.

Fonte: adaptacao de Gazeta Mercantil


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Casa própria com novas regras para financiamento pelo FGTS em 2008

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A imobiliária Imóvel OK no seu objetivo de ser transparente para seus clientes publica mais uma valiosa informação sobre financiamento pelo FGTS, veja abaixo:

Ano novo, novas regras para o financiamento da casa própria com recursos do fundo de garantia por tempo de serviço. Para quem recebe menos, os juros baixaram. E quem ganha mais, agora vai poder usar essa linha de crédito para fugir do aluguel.

Olhar, sonhar e comprar e agora com juros mais baixos. A classe média que antes não tinha acesso aos empréstimos mais baratos já pode financiar a casa própria com recursos do fundo de garantia.

A mudança foi grande. Antes a linha de financiamento do FGTS só podia ser usada por quem ganhava até R$ 4,9 mil. E para imóveis que custassem no máximo R$ 130 mil. Agora quem ganha mais poderá comprar imóveis de até R$ 350 mil desde que o valor do empréstimo não ultrapasse R$ 245 mil. A exigência é que o comprador tenha contribuído, pelo menos, três anos com o FGTS.

A grande vantagem para a classe média é a taxa de juros de 8,66% ao ano mais TR, bem menor que os 10% e11% cobrados pelo mercado. Especialistas calculam que num financiamento de 245 mil em 20 anos, por exemplo, a economia é de cerca de R$ 44 mil.

Mas como tudo o que é bom o financiamento barato pode durar pouco. A linha de crédito para a classe média é de apenas R$ 1 bilhão. “Acabou esse recurso você pode não ser mais atendido na sua necessidade e ai só através de uma nova decisão do conselho curador do FGTS”, explica o diretor do Instituto de Registro Imobiliário, Carlos Eduardo Fleury.

Já para quem ganha até R$ 4,9 mil a quantidade de dinheiro para a casa própria é muito maior. E a novidade nos empréstimos populares é a redução de meio ponto percentual na taxa de juros, um benefício a mais para quem tem conta no fundo de garantia. “Para a habitação popular os recursos alocados para 2008 são da ordem de R$ 7,4 bilhões”, diz o superintendente nacional do FGTS, Joaquim Lima.

Com a redução da taxa em meio ponto percentual, os juros nos empréstimos populares serão de 5,5% ou 7,66% ao ano, dependendo da faixa de renda do comprador.

Fonte: adaptação do Jornal Hoje. 


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