Quer adquirir um Imovel da Caixa Economica Federal?

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário

 IMÓVEIS ADJUDICADOS

Os imóveis da Caixa tem preço menor que o valor de mercado e portanto são uma ótima aquisição, 

além de serem  100% regularizados.

A CEF possui uma lista de venda direta ao cliente, através do assessoramento de  corretores credenciados, para as devidas orientações.

Os clientes interessados podem adquirir esta listagem em qualquer agencia da CEF ou através do site da CEF.

Podem ser usados recursos do FGTS ou serem financiados pela CEF, para isso é necessário preencher os requisitos das regras do Sistema Financeiro da habitação e do Fundo de garantia.


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Conselho libera mais FGTS para casa própria

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário


28/08/2008 - A Gazeta


O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a ampliação em mais R$ 2,05 bilhões no orçamento deste ano para créditos habitacionais. Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões.

Desses mais de R$ 2 bilhões, R$ 500 milhões vão para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e municípios que tenham projetos na área habitacional destinados à população de baixa renda.

De acordo com a Caixa, não há mais riscos de faltar recursos para o financiamento imobiliário em 2008. Até a liberação desse dinheiro, o risco da verba acabar era iminente. No Espírito Santo, por exemplo, o orçamento do FGTS previsto para todo o ano era de R$ 108 milhões, só que, até o dia 15 de agosto, R$ 90 milhões já haviam sido aplicados.

Esses novos recursos do FGTS não serão destinados ao Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O recursos do Pró-Cotista, que possui juros nominais menores - 8,66% ao ano -, acabaram em maio no Estado.

Mais emprego

O aumento do volume de recursos para os financiamentos habitacionais decorre da elevação da arrecadação do FGTS. A previsão atualizada para todo o ano de 2008 é de que a arrecadação líquida chegue a, pelo menos, R$ 6,7 bilhões, e não mais R$ 2,7 bilhões, como foi previsto em dezembro do ano passado. “Mas acho que vai ser até mais, algo como R$ 8 bilhões”, afirmou Lupi.

O otimismo do ministro se baseia no fato de que o crescimento da arrecadação do FGTS decorre do ritmo aquecido de contratações de novos empregados com carteira assinada pelas empresas. De janeiro a julho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registra a abertura de 1,54 milhão de novos postos de trabalho, o que elevou em 5,4% o número de empregados formais no País para 30,5 milhões.

Além da elevação da arrecadação, também os saques ao FGTS diminuíram este ano em relação ao ano passado.



Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Servidor público tem crédito até 30% mais barato nos bancos

Dicas e Orientações, Financiamento Imobiliário Nenhum comentário

27/08/2008 -A Gazeta

Em tempo de crédito fácil, os bancos buscam clientes com perfil de bom devedor. Com os salários em dia e a garantia de emprego fixo por muitos anos, os servidores públicos são um dos alvos prediletos das instituições financeiras.

A maioria dos grandes bancos que atuam no Brasil, público ou privados, possui linhas de crédito exclusivas para esse nicho de mercado, com juros bem mais em conta ? até 30% menores que as taxas aplicadas para outros clientes.

Na Caixa Econômica Federal, o servidor público pode tomar um empréstimo consignado com juro de 0,9% ao mês. O Banco do Brasil, por exemplo, além de oferecer linhas de crédito para funcionários públicos federais e estaduais, possui convênios com quase todas as prefeituras capixabas.

O presidente da Associação dos Representantes de Bancos do Espírito Santo (Arbes), Jorge Eloy, afirma que o principal atrativo do funcionalismo público são as pequenas chances de demissão. ?O servidor tem potencial para ser cliente por muito tempo, afinal, o risco de demissão é mínimo. É dessa maneira que o banco pensa. O crédito pode ser apenas o primeiro contato, mas as perspectivas de outros negócios é grande?, salientou Eloy.

Baixe o ouça o podcastJorge Eloy, presidente da Associação dos Bancos do Espírito Santo, fala sobre as vantagens e desvantagens das linhas de crédito para servidores.

Ele destacou ainda o fato de os juros estarem abaixo da média do mercado. ?Há alguns anos, ninguém queria dar crédito aos servidores públicos do Espírito Santo. Hoje a situação se inverteu. Os bancos consideram os funcionários do Estado como classe A. Salários em dia e mais estabilidade de emprego fazem com que os juros cobrados dos servidores públicos sejam até 30% menores do que os que são cobrados normalmente pelo mercado?, disse.

Olhar atento

?Nesses últimos anos, o funcionalismo público foi alvo de um olhar mais atento por parte do Banco do Brasil no Espírito Santo. Trata-se de um público estratégico para nossos negócios?, revelou o superintendente do Banco do Brasil no Estado, Tercio Pascoal.

Antes de fechar negócio, os especialistas recomendam consultar todas as instituições financeiras e negociar, afinal, atualmente o poder de barganha do funcionário público é grande.

Veja as opções do mercado

Banestes

Os servidores públicos estaduais e municipais, efetivos ou em designação temporária, com conta no banco estadual, possuem uma linha de crédito exclusiva. O crédito é liberado em até 24 horas. O limite é de até R$ 20 mil para pagar em até 36 meses, com os débitos agendados na conta. A taxa mínima cobrada é de 3,41% ao mês, e a máxima é de 4%.

O servidor também pode optar pela consignação em folha de pagamento. Nessa linha, não é preciso ter conta no Banestes. Veja as condições abaixo:

Valor máximo: R$ 100 mil de empréstimo
Prazo: até 72 meses
Juros: entre 1,35% e 3,6% ao mês

Banco do Brasil

Tem convênios com o governo federal, estadual e com 90% das prefeituras do Estado. O convênio permite o pagamento da operação de crédito com desconto em folha, o que reduz o risco da operação e os juros.

Juros: entre 1,45% e 2,85% ao mês

Banco Real

Os funcionários públicos federais, estaduais e municipais tem taxas reduzidas no financiamento imobiliário do Banco Real. As condições são válidas para aquisição do primeiro ou segundo imóvel e abrangem unidades com valores a partir de R$ 46 mil.

Juros: de 8% a 11% ao ano mais a Taxa Referenciada (TR)
Prazo: até 30 anos

Unibanco

Oferece crédito descontado em folha para órgãos públicos de todas as esferas que possuam convênio com a instituição. A taxa de juro é negociada caso a caso, mas o banco garante que para os servidores públicos a cobrança é diferenciada.

Caixa

Oferece crédito consignado e imobiliário, com desconto, para servidores públicos federais, estaduais e municipais. O empréstimo consignado tem um juro que varia de 0,9% até 2,3% ao mês. No crédito imobiliário o desconto é de 0,5 ponto percentual.


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Caixa Econômica vai financiar 100% do valor de imóveis usados

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário

A Imóvel OK disponibiliza informação sobre a nova forma de financiamento da Caixa, leia a seguir:

A Caixa Econômica Federal passará a financiar 100% do valor de imóveis usados, benefício que até ontem era dispensado apenas às operações de unidades novas. O crédito será concedido a partir da linha que usa recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo a Caixa, além da ampliação da cota de financiamento, haverá extensão do prazo de amortização, que, em alguns casos pode chegar a 30 anos. O valor máximo do imóvel a ser financiado é de R$ 100 mil no caso da Região Metropolitana da Grande Vitória e de R$ 80 mil no interior do Estado.

Para o pagamento em até 240 meses, o cliente pode financiar até 100% do valor do imóvel. Até 300 meses é possível financiar até 90%. De 301 a 360 meses, o mutuário financia até 80% da quantia total.

No páreo

O Banco do Brasil começará a operar com crédito imobiliário através do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) entre junho e julho, informou ontem o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes.

“A previsão é chegar a uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano”, disse Mendes durante a teleconferência de resultados do banco estatal. O BB obteve lucro líquido de R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre, alta de quase 67% sobre o mesmo período do ano passado.

Os recursos, segundo o banco, virão das captações da poupança. O banco foi autorizado a fazer isso na semana passada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Com isso, também poderá liberar o uso do dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor e também acessar os recursos do Fundo para este fim, mais baratos do que captar no mercado.

Até agora, o Banco do Brasil tem uma participação irrisória no setor. Se limita a um acordo com a Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo), através do qual faz empréstimos imobiliários a clientes no Distrito Federal e para os seus próprios funcionários.

Disputa

A “briga” entre a Caixa e o Banco do Brasil pelo setor imobiliário, que tem esquentado os bastidores da equipe econômica do governo federal, é mais precisamente pelos financiamentos feitos sob as regras do SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

O BB, que já oferece financiamentos habitacionais em parceria com a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex), quer ampliar sua atuação. Para isso, a instituição precisa de autorização do Banco Central para integrar o SFH e oferecer aos clientes a vantagem de utilizar o dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor.

Líder absoluta nesse segmento do SFH, a Caixa Econômica Federal se ressentiu, e o clima esquentou entre os executivos das duas instituições financeiras. Para a cúpula da Caixa, “não é razoável uma competição entre os bancos públicos” e propõe a “especialização”: a Caixa segue com financiamentos habitacionais, e o BB, com crédito rural.

Para o BB, essa competição não ocorrerá. A disputa dele será com grandes instituições privadas, como é o caso de Itaú e Bradesco.

Financiamento para veículos deve dobrar

Outro setor que atrai bastante a atenção do Banco do Brasil é o de financiamento de veículos. A carteira cresceu 175,3% entre o primeiro trimestre de 2007 e o de 2008, passando para R$ 3,5 bilhões. “Queremos dobrar a carteira até o final do ano”, disse o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes. “Temos uma base baixa, o que facilita (a cumprir a meta)”. Até março, o BB tinha participação de mercado de 4%, e pretende chegar a 10% em 2012. As metas de crédito do banco foram mantidas para 2008 na casa dos 25%. São esperadas altas de 30% a 35% no crédito para Pessoa Física; entre 25% e 30% para Pessoa Jurídica; e de 20% para crédito rural.

Serviço

CARTA DE CRÉDITO DO FGTS PARA IMÓVEL USADO
JUROS: de 6% a 8,6%, dependendo das características do imóvel e do proponente.

LIMITE DE VALOR

DO IMÓVEL: R$ 100 mil na Região Metropolitana e R$ 80 mil nas demais cidades
COTA FINANCIADA: até 100% do valor do imóvel

PRAZO: até 30 anos

Informar-se sobre o produto

Ir a uma agência da CAIXA e conversar com o gerente. Além de tirar as dúvidas, ele informará toda a documentação necessária para solicitar o financiamento.

Entregar a documentação pessoal


Com base na documentação, a CAIXA efetuará a Pesquisa Cadastral e a Análise da Capacidade de Pagamento. Se tudo correr bem, receberá a Carta de Crédito FGTS, válida por 15 dias.

Entregar a documentação do imóvel

Com a Carta de Crédito, providenciar a documentação referente ao imóvel para que sejam providenciadas as avaliações do imóvel e de risco da operação.

Assinatura do contrato

Se as avaliações forem bem sucedidas, basta comparecer à agência para assinar o contrato e recolher as taxas. Os recursos serão liberados quando for apresentado, na agência, o contrato registrado em cartório.

Fonte: Jornal A Gazeta


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





100 mil saques do FGTS no início de 2008

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário


Os trabalhadores estão cada vez mais recorrendo ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar imóveis. Prova disso é que, somente no primeiro trimestre deste ano, foram feitos 100 mil pedidos de saque em todo o País.

Segundo dados da Caixa Econômica Federal, somente em março, foram registradas 36.212 solicitações de utilização do dinheiro, totalizando mais de R$ 323 milhões – em fevereiro, foram feitos 33.428 pedidos e em janeiro, 26.212.

Além disso, recursos do FGTS também são usados em linhas de financiamento da casa própria. Em geral, o saldo da conta vinculada do FGTS pode ser usado na entrada, na amortização do débito, na quitação e no pagamento de até 80% das prestações da casa própria.

Neste caso, o contrato tem que ser assinado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o trabalhador precisa se enquadrar nas regras do conselho curador do Fundo de Garantia — entre elas, não ter imóvel próprio; mas, se tiver apenas 40% da propriedade, o uso é permitido.

No Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a utilização do recursosomente é liberadana entrada.
O orçamento do Fundo de Garantia para habitação este ano chega a R$8,3 bilhões. Os juros são mais baixos: de 6% a 8,66% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Se o mutuário for cotista, ainda tem desconto de 0,5% na taxa. O imóvel deve custar até R$ 350 mil e o financiamento máximo chega a R$ 245 mil.

Para o trabalhador que possui renda bruta de até R$4.900, as taxas de juros são divididas em duas modalidades: rendimentos de R$415 a R$1.875 tem percentual de 5,64% ao ano mais TR;
acima desse valor até R$4.900, os juros são de 7,94% ao ano mais TR.

Para trabalhadores que recebem acima de R$4.900, a taxa é de 8,66% ao ano mais TR — linha pró-cotista, modalidade criada exclusivamente para atender à classe média. Não há o desconto de 0,5% porque o percentual já é menor que o de mercado.

Fonte: jornal A Tribuna


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





STJ: Financiamento de imóvel pronto diferente de imóvel em construção

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário


O financiamento de um imóvel pronto deve ser diferente do financiamento de imóvel ainda em construção. Essa foi a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o entendimento do STJ, a obras concluídas não se aplica o índice setorial previsto no contrato, mas, sim, o índice oficial. O Tribunal não acolheu o recurso de uma imobiliária – que moveu processo contra um comprador, requerendo o pagamento do Custo Unitário Básico (CUB) de um imóvel pronto – e manteve decisão de que o índice setorial é aplicável somente aos contratos de comercialização de imóveis ainda em construção. Isso porque a taxa do CUB deve refletir a variação do preço dos materiais utilizados na construção, situação que não ocorre quando o comprador adquire o imóvel pronto e acabado.

De acordo com informações do processo, o comprador alegou a aplicação de encargos abusivos na escritura pública de compra e venda de imóvel e confissão de dívida com contrato acessório de hipoteca firmado entre eles.

Em primeira instância, o pedido foi julgado procedente para determinar que a correção monetária incida anualmente com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e os juros sejam calculados sob a forma simples, excluída sua capitalização.

A imobiliária recorreu ao STJ alegando a possibilidade do CUB como fator de correção monetária no contrato estabelecido entre as partes e a capitalização mensal dos juros. Ao analisar a questão, o relator ministro Sidnei Beneti destacou que, quando a construtora comercializa o imóvel com a obra finalizada, não é razoável a utilização do CUB, já que não há influência do preço dos insumos da construção civil e todo o custo da obra já está contabilizado no valor de venda do imóvel.

Fonte: jornal A Tribuna


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Financiar imóvel é melhor: rende até 54% a mais do que à vista

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário

Estudo indica que quem opta por financiamento pode obter retorno de até 54% a mais do que aqueles que pagam à vista

Com o aquecimento do mercadoimobiliário,as aplicações em imóveis voltaram a ser apontadas pelos especialistas como uma boa opção para a carteira de investimentos. Segundo um estudo, os investidores que optarem por financiamento podem obter um retorno até 54% maior do que aqueles que compram o imóvel à vista.

O levantamento feito pela empresa de consultoria Mercer, publicado em revista de circulação nacional, aponta que o financiamento é amelhor opção não só pelas perspectivas de valorizaçãodos imóveis, mas também devido à retomada do mercado de locação, que em 2007 rendeu aos locadores retornos superiores a 10% ao ano.

Um fator que torna o investimento ainda mais atraente é a possibilidade de potencializar os ganhos utilizando o crédito mobiliário como parte da estratégia de investimento.

A empresa de consultoria simulou possibilidades para um investidor que dispunha de R$120.000 para aplicar em imóveis.

No primeiro caso, ele compraria o imóvel à vista e o alugaria, obtendo ao final de 12 anos R$501.401,80, incluindo o valor o imóvel já valorizado e a renda obtida coma locação durante o período.

Se, ao invés de comprar o imóvel à vista, o investidor desse uma entrada de R$30.000, financiasse R$90.000 – pagando juros de 9% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR) – e investisse o dinheiro que manteve em mãos em renda fixa e ações, ao término de 12 anos teria um patrimônio de R$771.168,59.

Segundo o levantamento, a princípio, as prestações do financiamento seriam pagas com o rendimento das aplicações e o retorno do aluguel.

Porém, a partir do 95º mês de financiamento, apenas a renda obtida com a locação já seria suficiente para pagar a prestação.

Já o investidor mais conservador teria a opção de investir o dinheiro somente em renda fixa – o que já lhe garantiria um rendimento superior ao que seria obtido caso comprasse o imóvel à vista.

No entanto, na avaliação do matemático e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Dutra Vieira Sobrinho, só vale a pena elevar o risco da carteira tomando um empréstimo se o investidor decidir aplicar em ações.

“A longo prazo, a tendência é que a Bolsa renda muito mais que a renda fixa”, disse.

Fonte: jornal A Tribuna


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Crédito da casa própria dispara em 1 ano

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário

O volume de operações contratadas em janeiro pelos agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que operam com recursos das cadernetas de poupança, atingiu R$ 1,63 bilhão, com crescimento de 131,31% em relação ao mesmo período de 2007, informou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Este foi o maior percentual de crescimento dos últimos anos, segundo a entidade. O volume de empréstimos habitacionais feitos nos 12 meses terminados em janeiro de 2008 superou R$ 19,2 bilhões, com crescimento de 100,7% em relação aos 12 meses de 2007.

Fonte: A Gazeta


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Perguntas respondidas: tire todas suas dúvidas sobre financiamentos

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário


A Imóvel OK, consultoria imobiliária especializada em imóveis no litoral capixaba, esclarece a todos os interessados em financiamento divulgando as perguntas sobre financiamentos respondidas pela Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH-ES) e a Associação Nacional dos Mutuários (ANM), veja abaixo:

Quais são as vantagens de comprar à vista?

A vantagem é que você não fica devendo nada a ninguém, ou seja, o valor que pagaria num financiamento ou consórcio você poupa. Por outro lado, se a pessoa tiver qualquer problema durante o prazo da poupança programada, ela pode simplesmente parar de poupar e nada perderá, o dinheiro continuará lá. A desvantagem é que você só terá acesso à compra de um imóvel com 4 ou 5 anos de poupança.

E as vantagens da compra direto com a construtora?

Nessa modalidade, a vantagem que se tem é poder comprar o imóvel com deságio, ou seja, como o pagamento do preço é feito durante a construção, o preço final do imóvel sai mais barato e, em geral, quando o imóvel fica pronto, ele vale mais do que o preço pago pelo comprador. A desvantagem é a demora de 2 a 3 anos para entrar no imóvel.

Quais as dicas para quem vai financiar um imóvel pelo SFH?

Procure um imóvel que atenda suas necessidades atuais. Use todo o saldo que você tiver no FGTS como entrada, diminuindo o valor financiado. Se possível, poupe por um ano o valor equivalente ao que pagaria no financiamento. Usando este valor poupado como entrada, você reduz dois anos de financiamento ou diminui em muito o valor das prestações mensais.

E com relação à correção?

Opte por um plano de correção com índices que acompanhem a evolução de seu salário, normalmente com reajuste anual. O IPC é o índice oficial utilizado na correção da data-base dos empregados da iniciativa privada. Buscar financiamentos atrelados ao IPC ou INPC é a melhor alternativa existente hoje. Não comprometa mais do que 15% de sua renda com a primeira prestação.

É vantagem fazer amortizações durante o financiamento? Como se preparar para isso?

O mutuário pode se organizar para conseguir amortizar o financiamento. Por exemplo, a cada dois anos, pode sacar o FGTS e amortizar parte do saldo devedor para se livrar mais rápido da dívida. Resumindo, a dica é: sempre que tiver dinheiro sobrando, decorrente de férias vencidas, 13º salário ou outros, use para amortizar o saldo devedor.

Como escolher o melhor banco?

Há um limite na taxa de juros para o máximo, mas não para o mínimo. Assim, de um banco para outro há bastante diferença na taxa de juros, bem como no prazo e no comprometimento máximo da renda familiar. Vale a pena pesquisar, pois se o mutuário conseguir uma economia de 1% na taxa de juros ao ano, isto fará com que a pessoa reduza mais de 20% do preço total de seu financiamento ao longo de 15 anos.

Quais os cuidados que o comprador de um imóvel na planta deve tomar antes de assinar o contrato?

É importante pesquisar o registro de imóveis para certificar-se de que aquele imóvel pertence à construtora ou incorporadora ou se existe algum tipo de alienação, hipoteca ou penhora sobre ele. Deve-se verificar também o registro da incorporação do empreendimento na matrícula.

O que o comprador deve observar nesse documento?

Nele devem estar claros a quantidade de unidades de moradias a ser construída, suas medidas, tipos, as benfeitorias de uso comum que farão parte do empreendimento. O comprador também deve procurar conhecer outras obras já realizadas pela construtora, verificando a qualidade, satisfação de quem já comprou e se foram entregues no prazo combinado.

Como escolher o imóvel?

O comprador nunca deve comprar um imóvel se baseando apenas em uma fotografia. O ideal é ir até o local e observar as reais condições da casa ou do apartamento, mesmo que sejam novos. Outra dica é sempre conversar com os vizinhos, eles vão passar informações preciosas. Nunca se deve comprar um imóvel maior do que a família. Isso só deve acontecer quando a situação financeira já estiver estabelecida.

Fonte: adaptação de ABMH e ANM


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Acesso à casa própria está mais fácil com as muitas modalidades de financiamento

Financiamento Imobiliário Nenhum comentário

   
Comprar a casa própria está mais fácil. As modalidades de financiamento são muitas; algumas permitem o pagamento em até 30 anos. Os juros também estão mais baixos: Caixa Econômica Federal reduziu juros para financiamento com recursos da poupança. A menor taxa efetiva caiu de 9% ao ano para 8,4% ao ano.

Em meio a entulhos e paredes quebradas, o administrador Leandro Ferreira concretiza um sonho: quando casar, em abril, já deverá se mudar com a mulher para o apartamento novo. E o melhor de tudo: o casal será proprietário do imóvel.

Leandro fez um financiamento usando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como parte do pagamento. Serão 240 meses de prestações a juros de 9% ao ano mais a TR, a taxa mensal que corrige as prestações. “Você está construindo uma coisa sua, a sensação é muito boa. É diferente do aluguel, que você está sempre pagando e nunca vai ter nada seu”.


Além de poder usar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o financiamento de imóveis também pode ser feito com o dinheiro das cadernetas de poupança. A economia pode chegar a 1,5% no valor da taxa. Em 2007, esse tipo de financiamento dobrou e chegou a R$ 18,3 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Na terça-feira (12), a Caixa Econômica Federal anunciou uma redução nos juros para a compra da casa própria com esses recursos. A economia pode chegar a 1,5 ponto percentual ao ano em relação aos menores valores cobrados em 2007, considerando-se a taxa de juros efetiva. No caso da taxa nominal, a queda máxima é de 1,35 ponto porcentual ao ano ante 2007.

Para imóveis avaliados em até R$ 130 mil, a taxa cai para 8,4%; entre R$ 130 mil e R$ 200 mil, 9,5%; para valores de R$ 200 a R$ 350 mil, 10,5%; acima de R$ 350 mil, os juros são de 11%. Em bancos particulares, a taxa anual pode chegar a 12,75%.

Fonte: adaptação de Jornal Hoje


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





« Anteriores