DESCONTO PARA A CASA PROPRIA

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Quem ganha até seis salários terá mais chances de encontrar imóveis
com descontos de até R$ 17 mil em todos os municípios capixabas

O governo federal ampliou o incentivo para quem ganha até seis salários
mínimos (R$2.790) comprar a casa própria. Agora, os mutuários poderão
encontrar mais oferta de imóveis no mercado e ainda ter um desconto de até R$ 17 mil.
Isso porque o governo decidiu estender o subsídio (desconto) concedido para quem não se enquadrava
no Programa Minha Casa, Minha Vida. Inicialmente, só os imóveis com habite-se (documento que
comprova construção com as exigências estabelecidas pela prefeitura) a partir de 26 de março, data
do lançamento do programa, e na faixa de até R$ 100 mil, poderiam
ser comercializados com as facilidades oferecidas pelo governo.
No Estado, a limitação também era geográfica: apenas os moradores
da Grande Vitória, mais Linhares, Colatina e Cachoeiro de Itapemirim
eram beneficiados. A novidade é que todas as cidades
capixabas agora podem participar do programa. Além disso, os
mutuários terão chance de obter desconto no valor do financiamento
também ao comprar imóveis que no dia 26 de março tinham
até 180 dias de habite-se. “Com a medida, a pessoa vai
poder comprar imóvel pronto, mesmo com habite-se anterior”,
observou Antonio Carlos Ferreira, superintendente regional da
Caixa Econômica Federal. A diferença em relação a quem
se enquadra no Minha Casa, Minha Vida é que o comprador não
vai ter direito ao Fundo Garantidor, benefício que atende por até
36 meses o mutuário que perder o emprego, possibilitando que as
prestações sejam lançadas para o final do financiamento.
“Mas o desconto é o aspecto mais significativo. Com a ampliação
do prazo e dos municípios, mais pessoas poderão ser contempladas”,
frisou Antonio Carlos. O superintendente da Caixa ressaltou, ainda, que quanto menor
a renda, maior o desconto que o mutuário poderá receber. As contas para oferecer o subsídio
também levam em consideração o número de habitantes do município.
Nos mais populosos, os moradores têm um benefício maior.

SIMULAÇÕES - para entender melhor

SERRA
 Na simulação vai representar os municípios
da Grande Vitória, além de
Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e
Linhares.
 Renda: R$ 1.395
 Valor do imóvel: R$ 50 mil
 Prazo: 240 meses
 Subsídio (desconto): R$ 17 mil
SÃO MATEUS
 Está representando os municípios
com população entre 100 e 50 mil habitantes.
 Renda: R$ 1.395
 Valor do imóvel: R$ 50 mil
 Prazo: 240 meses
 Subsídio (desconto): R$ 13 mil
SÃO JOSÉ DO CALÇADO
 Está representando os municípios
com população de até 50 mil habitantes
 Renda: R$ 1.395
 Valor Imóvel: R$ 50 mil
 Prazo: 240 meses
 Subsídio: R$ 7 mil

——————————————————————————–

IMÓVEL DE R$ 85 MIL
 Renda bruta: R$ 1.600
 Entrada: R$ 3.320,29
 Valor financiado: R$ 67. 764,71
 Subsídio: R$ 13.915
 Prazo: Até 300 meses
 1ª prestação: R$ 480
 Juros: 4,5% ao ano + TR
IMÓVEL DE R$ 65 MIL
 Renda bruta: R$ 1.500
 Entrada: Sem pagamento
 Valor financiado: R$ 49.580
 Subsídio: R$ 15.420
 Prazo: Até 300 meses
 1ª prestação: R$ 351,19
 Juros: 4,5% ao ano + TR
IMÓVEL DE R$ 58 MIL
 Renda bruta: R$ 1.900
 Entrada: Sem pagamento
 Valor financiado: R$ 48.602
 Subsídio: R$ 9.398
 Prazo: Até 300 meses
 1ª prestação: R$ 344,27
 Juros: 4,5% ao ano + TR
IMÓVEL DE R$ 52 MIL
 Renda bruta: R$ 1.400
 Entrada: Sem pagamento
 Valor financiado: R$ 35.075
 Subsídio: R$ 19.925
 Prazo: Até 300 meses
 1ª prestação: R$ 248,45
 Juros: 4,5% ao ano + TR
IMÓVEL DE R$ 50 MIL
 Renda bruta: R$ 2.790
 Entrada: R$ 2.999
 Valor financiado: R$ 45 mil
 Subsídio: R$ 2.001
 Prazo: Até 300 meses
 1ª prestação: R$ 356,25
 Juros: 5,5% ao ano + TR
IMÓVEL DE R$ 45 MIL
 Renda bruta: R$ 1.450
 Entrada: Sem pagamento
 Valor financiado: R$ 28.827
 Subsídio: R$ 16.173
 Prazo: Até 300 meses
 1ª prestação:R$ 204,19
 Juros: 4,5% ao ano + TR
Obs.: As indicações por município foram elaboradas pela assessoria da Caixa
Econômica Federal. Já as simulações foram feitas diretamente no site da
instituição, tendo como referência uma pessoa de 35 anos de idade .

Jornal a Tribuna- 21/05/09


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CAIXA LANÇA LINHA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO PARA EMIGRANTES

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Brasilia, 25 de Novembro de 2008

Podem ser financiados imóveis residenciais novos ou usados, limitados à quota de

financiamento de 60% do valor da avaliação do imóvel ou inferior.

A Caixa Econômica Federal lançou esta semana o Crédito Imobiliário para Emigrantes.

A nova linha irá oferecer aos brasileiros que residem temporariamente fora do país a

oportunidade de adquirir sua casa própria no Brasil.

O lançamento visa atender os anseios dos brasileiros que migram para o exterior e desejam

poupar recursos financeiros para aquisição de casa própria, reafirmando a identidade da CAIXA

como banco da habitação para todos os brasileiros. O projeto para emigrantes foi desenvolvido

com o intuito de viabilizar o financiamento imobiliário, inclusive para quem não possui comprovante de rendimento.

O emigrante que não possui comprovante de rendimento poderá, por meio da abertura de uma

Conta Poupança Emigrante, efetuar depósitos durante um prazo mínimo de 12 meses ininterruptos.

Ao final deste prazo, poderá solicitar uma avaliação para obter um financiamento imobiliário.

No site da CAIXA, www.caixa.gov.br, em Áreas Especiais Para Você, CAIXA Internacional, o emigrante

encontrará um simulador da habitação para ajudar a determinar qual o melhor valor de seus depósitos

mensais, que devem ser sempre de valor igual ou superior ao primeiro depósito efetuado.

A conta poderá ser aberta em qualquer agência da CAIXA, pessoalmente ou por procuração. Para abrir

a conta é necessário ter no mínimo 18 anos completos, CPF ativo e regular, ser emigrante brasileiro

nato ou naturalizado. No site CAIXA Internacional estão relacionados todos os documentos e

procedimentos necessários para a abertura da conta e financiamento da casa própria no Brasil.

Para realizar os depósitos no exterior, o emigrante poderá efetuar ordem de pagamento por meio

dos bancos correspondentes, que utilizam a rede SWIFT, ou dos bancos parceiros da CAIXA, cuja

relação está disponível no site CAIXA.

FINANCIAMENTO – Após o período mínimo de 12 meses de depósitos ininterruptos na Conta Poupança

Emigrante, o poupador terá até 60 dias para solicitar, em qualquer agência da CAIXA, a realização de

uma avaliação para obter o financiamento imobiliário.

Podem ser financiados imóveis residenciais novos ou usados, limitados à quota de financiamento de

60% do valor da avaliação do imóvel ou inferior. O prazo de amortização é de até 180 meses.

As demais condições do financiamento serão as mesmas estabelecidas pelos programas habitacionais

vigentes e operacionalizadas pela CAIXA, dependendo da existência de recursos financeiros no

momento da concessão do crédito imobiliário.

O emigrante que possui comprovante de renda proveniente de trabalho realizado no exterior pode,

imediatamente, seguir as regras existentes na CAIXA para clientes com renda comprovada. O cliente

pode optar, ainda, pela comprovação da capacidade financeira por meio de depósitos na Conta Poupança Emigrante.

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal

Telefones: (61) 3206.9298 / 8022 / 8775 / 8543


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Financiamento de até 100%

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Financiamento de até 100% .Famílias que ganham até
R$ 4.900 vão poder financiar 100% de um imóvel usado em até
30 anos, com os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço
(FGTS).
A proposta faz parte de uma série de medidas que o governo vem
estudando para o pacote habitacional, que deve ser anunciado
depois do Carnaval. Até então, a medida vale para
um prazo de 20 anos. Com o pacote, o governo pretende facilitar
a aquisição da casa própria para pessoas de baixa renda.
Hoje, a Caixa Econômica Federal disponibiliza uma linha de
crédito imobiliário com taxa de juros a partir de 4,5% ao ano.
Segundo o superintendente regional da Caixa, Antônio Carlos
Ferreira, essa taxa de juros é válida para aquelas pessoas que ganham
de R$ 415 até R$ 1.875, e a origem dos recursos vem do
FGTS.
Ele contou que a expectativa para 2009 é de que a Caixa contrate
R$ 600 milhões para financiamento de imóveis. “Essa é a nossa
meta, mas com o pacote de habitação acreditamos que vamos superar
esse valor.”
Já o Banco do Brasil tem a perspectiva de fechar o ano com R$ 1
bilhão em créditos imobiliários, segundo o gerente de mercado do
BB do Estado, André Ricardo Nahas.“Acreditamos que essas linhas

vão beneficiar a população de baixa renda e também aquecer o mercado.

A tribuna- fev.02/2009.


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Quer adquirir um Imovel da Caixa Economica Federal?

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 IMÓVEIS ADJUDICADOS

Os imóveis da Caixa tem preço menor que o valor de mercado e portanto são uma ótima aquisição, 

além de serem  100% regularizados.

A CEF possui uma lista de venda direta ao cliente, através do assessoramento de  corretores credenciados, para as devidas orientações.

Os clientes interessados podem adquirir esta listagem em qualquer agencia da CEF ou através do site da CEF.

Podem ser usados recursos do FGTS ou serem financiados pela CEF, para isso é necessário preencher os requisitos das regras do Sistema Financeiro da habitação e do Fundo de garantia.


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Conselho libera mais FGTS para casa própria

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28/08/2008 - A Gazeta


O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a ampliação em mais R$ 2,05 bilhões no orçamento deste ano para créditos habitacionais. Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões.

Desses mais de R$ 2 bilhões, R$ 500 milhões vão para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e municípios que tenham projetos na área habitacional destinados à população de baixa renda.

De acordo com a Caixa, não há mais riscos de faltar recursos para o financiamento imobiliário em 2008. Até a liberação desse dinheiro, o risco da verba acabar era iminente. No Espírito Santo, por exemplo, o orçamento do FGTS previsto para todo o ano era de R$ 108 milhões, só que, até o dia 15 de agosto, R$ 90 milhões já haviam sido aplicados.

Esses novos recursos do FGTS não serão destinados ao Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O recursos do Pró-Cotista, que possui juros nominais menores - 8,66% ao ano -, acabaram em maio no Estado.

Mais emprego

O aumento do volume de recursos para os financiamentos habitacionais decorre da elevação da arrecadação do FGTS. A previsão atualizada para todo o ano de 2008 é de que a arrecadação líquida chegue a, pelo menos, R$ 6,7 bilhões, e não mais R$ 2,7 bilhões, como foi previsto em dezembro do ano passado. “Mas acho que vai ser até mais, algo como R$ 8 bilhões”, afirmou Lupi.

O otimismo do ministro se baseia no fato de que o crescimento da arrecadação do FGTS decorre do ritmo aquecido de contratações de novos empregados com carteira assinada pelas empresas. De janeiro a julho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registra a abertura de 1,54 milhão de novos postos de trabalho, o que elevou em 5,4% o número de empregados formais no País para 30,5 milhões.

Além da elevação da arrecadação, também os saques ao FGTS diminuíram este ano em relação ao ano passado.



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Servidor público tem crédito até 30% mais barato nos bancos

Dicas e Orientações, Financiamento Imobiliário 2 Comentários

27/08/2008 -A Gazeta

Em tempo de crédito fácil, os bancos buscam clientes com perfil de bom devedor. Com os salários em dia e a garantia de emprego fixo por muitos anos, os servidores públicos são um dos alvos prediletos das instituições financeiras.

A maioria dos grandes bancos que atuam no Brasil, público ou privados, possui linhas de crédito exclusivas para esse nicho de mercado, com juros bem mais em conta ? até 30% menores que as taxas aplicadas para outros clientes.

Na Caixa Econômica Federal, o servidor público pode tomar um empréstimo consignado com juro de 0,9% ao mês. O Banco do Brasil, por exemplo, além de oferecer linhas de crédito para funcionários públicos federais e estaduais, possui convênios com quase todas as prefeituras capixabas.

O presidente da Associação dos Representantes de Bancos do Espírito Santo (Arbes), Jorge Eloy, afirma que o principal atrativo do funcionalismo público são as pequenas chances de demissão. ?O servidor tem potencial para ser cliente por muito tempo, afinal, o risco de demissão é mínimo. É dessa maneira que o banco pensa. O crédito pode ser apenas o primeiro contato, mas as perspectivas de outros negócios é grande?, salientou Eloy.

Baixe o ouça o podcastJorge Eloy, presidente da Associação dos Bancos do Espírito Santo, fala sobre as vantagens e desvantagens das linhas de crédito para servidores.

Ele destacou ainda o fato de os juros estarem abaixo da média do mercado. ?Há alguns anos, ninguém queria dar crédito aos servidores públicos do Espírito Santo. Hoje a situação se inverteu. Os bancos consideram os funcionários do Estado como classe A. Salários em dia e mais estabilidade de emprego fazem com que os juros cobrados dos servidores públicos sejam até 30% menores do que os que são cobrados normalmente pelo mercado?, disse.

Olhar atento

?Nesses últimos anos, o funcionalismo público foi alvo de um olhar mais atento por parte do Banco do Brasil no Espírito Santo. Trata-se de um público estratégico para nossos negócios?, revelou o superintendente do Banco do Brasil no Estado, Tercio Pascoal.

Antes de fechar negócio, os especialistas recomendam consultar todas as instituições financeiras e negociar, afinal, atualmente o poder de barganha do funcionário público é grande.

Veja as opções do mercado

Banestes

Os servidores públicos estaduais e municipais, efetivos ou em designação temporária, com conta no banco estadual, possuem uma linha de crédito exclusiva. O crédito é liberado em até 24 horas. O limite é de até R$ 20 mil para pagar em até 36 meses, com os débitos agendados na conta. A taxa mínima cobrada é de 3,41% ao mês, e a máxima é de 4%.

O servidor também pode optar pela consignação em folha de pagamento. Nessa linha, não é preciso ter conta no Banestes. Veja as condições abaixo:

Valor máximo: R$ 100 mil de empréstimo
Prazo: até 72 meses
Juros: entre 1,35% e 3,6% ao mês

Banco do Brasil

Tem convênios com o governo federal, estadual e com 90% das prefeituras do Estado. O convênio permite o pagamento da operação de crédito com desconto em folha, o que reduz o risco da operação e os juros.

Juros: entre 1,45% e 2,85% ao mês

Banco Real

Os funcionários públicos federais, estaduais e municipais tem taxas reduzidas no financiamento imobiliário do Banco Real. As condições são válidas para aquisição do primeiro ou segundo imóvel e abrangem unidades com valores a partir de R$ 46 mil.

Juros: de 8% a 11% ao ano mais a Taxa Referenciada (TR)
Prazo: até 30 anos

Unibanco

Oferece crédito descontado em folha para órgãos públicos de todas as esferas que possuam convênio com a instituição. A taxa de juro é negociada caso a caso, mas o banco garante que para os servidores públicos a cobrança é diferenciada.

Caixa

Oferece crédito consignado e imobiliário, com desconto, para servidores públicos federais, estaduais e municipais. O empréstimo consignado tem um juro que varia de 0,9% até 2,3% ao mês. No crédito imobiliário o desconto é de 0,5 ponto percentual.


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Caixa Econômica vai financiar 100% do valor de imóveis usados

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A Imóvel OK disponibiliza informação sobre a nova forma de financiamento da Caixa, leia a seguir:

A Caixa Econômica Federal passará a financiar 100% do valor de imóveis usados, benefício que até ontem era dispensado apenas às operações de unidades novas. O crédito será concedido a partir da linha que usa recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo a Caixa, além da ampliação da cota de financiamento, haverá extensão do prazo de amortização, que, em alguns casos pode chegar a 30 anos. O valor máximo do imóvel a ser financiado é de R$ 100 mil no caso da Região Metropolitana da Grande Vitória e de R$ 80 mil no interior do Estado.

Para o pagamento em até 240 meses, o cliente pode financiar até 100% do valor do imóvel. Até 300 meses é possível financiar até 90%. De 301 a 360 meses, o mutuário financia até 80% da quantia total.

No páreo

O Banco do Brasil começará a operar com crédito imobiliário através do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) entre junho e julho, informou ontem o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes.

“A previsão é chegar a uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano”, disse Mendes durante a teleconferência de resultados do banco estatal. O BB obteve lucro líquido de R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre, alta de quase 67% sobre o mesmo período do ano passado.

Os recursos, segundo o banco, virão das captações da poupança. O banco foi autorizado a fazer isso na semana passada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Com isso, também poderá liberar o uso do dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor e também acessar os recursos do Fundo para este fim, mais baratos do que captar no mercado.

Até agora, o Banco do Brasil tem uma participação irrisória no setor. Se limita a um acordo com a Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo), através do qual faz empréstimos imobiliários a clientes no Distrito Federal e para os seus próprios funcionários.

Disputa

A “briga” entre a Caixa e o Banco do Brasil pelo setor imobiliário, que tem esquentado os bastidores da equipe econômica do governo federal, é mais precisamente pelos financiamentos feitos sob as regras do SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

O BB, que já oferece financiamentos habitacionais em parceria com a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex), quer ampliar sua atuação. Para isso, a instituição precisa de autorização do Banco Central para integrar o SFH e oferecer aos clientes a vantagem de utilizar o dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor.

Líder absoluta nesse segmento do SFH, a Caixa Econômica Federal se ressentiu, e o clima esquentou entre os executivos das duas instituições financeiras. Para a cúpula da Caixa, “não é razoável uma competição entre os bancos públicos” e propõe a “especialização”: a Caixa segue com financiamentos habitacionais, e o BB, com crédito rural.

Para o BB, essa competição não ocorrerá. A disputa dele será com grandes instituições privadas, como é o caso de Itaú e Bradesco.

Financiamento para veículos deve dobrar

Outro setor que atrai bastante a atenção do Banco do Brasil é o de financiamento de veículos. A carteira cresceu 175,3% entre o primeiro trimestre de 2007 e o de 2008, passando para R$ 3,5 bilhões. “Queremos dobrar a carteira até o final do ano”, disse o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes. “Temos uma base baixa, o que facilita (a cumprir a meta)”. Até março, o BB tinha participação de mercado de 4%, e pretende chegar a 10% em 2012. As metas de crédito do banco foram mantidas para 2008 na casa dos 25%. São esperadas altas de 30% a 35% no crédito para Pessoa Física; entre 25% e 30% para Pessoa Jurídica; e de 20% para crédito rural.

Serviço

CARTA DE CRÉDITO DO FGTS PARA IMÓVEL USADO
JUROS: de 6% a 8,6%, dependendo das características do imóvel e do proponente.

LIMITE DE VALOR

DO IMÓVEL: R$ 100 mil na Região Metropolitana e R$ 80 mil nas demais cidades
COTA FINANCIADA: até 100% do valor do imóvel

PRAZO: até 30 anos

Informar-se sobre o produto

Ir a uma agência da CAIXA e conversar com o gerente. Além de tirar as dúvidas, ele informará toda a documentação necessária para solicitar o financiamento.

Entregar a documentação pessoal


Com base na documentação, a CAIXA efetuará a Pesquisa Cadastral e a Análise da Capacidade de Pagamento. Se tudo correr bem, receberá a Carta de Crédito FGTS, válida por 15 dias.

Entregar a documentação do imóvel

Com a Carta de Crédito, providenciar a documentação referente ao imóvel para que sejam providenciadas as avaliações do imóvel e de risco da operação.

Assinatura do contrato

Se as avaliações forem bem sucedidas, basta comparecer à agência para assinar o contrato e recolher as taxas. Os recursos serão liberados quando for apresentado, na agência, o contrato registrado em cartório.

Fonte: Jornal A Gazeta


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100 mil saques do FGTS no início de 2008

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Os trabalhadores estão cada vez mais recorrendo ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar imóveis. Prova disso é que, somente no primeiro trimestre deste ano, foram feitos 100 mil pedidos de saque em todo o País.

Segundo dados da Caixa Econômica Federal, somente em março, foram registradas 36.212 solicitações de utilização do dinheiro, totalizando mais de R$ 323 milhões – em fevereiro, foram feitos 33.428 pedidos e em janeiro, 26.212.

Além disso, recursos do FGTS também são usados em linhas de financiamento da casa própria. Em geral, o saldo da conta vinculada do FGTS pode ser usado na entrada, na amortização do débito, na quitação e no pagamento de até 80% das prestações da casa própria.

Neste caso, o contrato tem que ser assinado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o trabalhador precisa se enquadrar nas regras do conselho curador do Fundo de Garantia — entre elas, não ter imóvel próprio; mas, se tiver apenas 40% da propriedade, o uso é permitido.

No Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a utilização do recursosomente é liberadana entrada.
O orçamento do Fundo de Garantia para habitação este ano chega a R$8,3 bilhões. Os juros são mais baixos: de 6% a 8,66% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Se o mutuário for cotista, ainda tem desconto de 0,5% na taxa. O imóvel deve custar até R$ 350 mil e o financiamento máximo chega a R$ 245 mil.

Para o trabalhador que possui renda bruta de até R$4.900, as taxas de juros são divididas em duas modalidades: rendimentos de R$415 a R$1.875 tem percentual de 5,64% ao ano mais TR;
acima desse valor até R$4.900, os juros são de 7,94% ao ano mais TR.

Para trabalhadores que recebem acima de R$4.900, a taxa é de 8,66% ao ano mais TR — linha pró-cotista, modalidade criada exclusivamente para atender à classe média. Não há o desconto de 0,5% porque o percentual já é menor que o de mercado.

Fonte: jornal A Tribuna


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STJ: Financiamento de imóvel pronto diferente de imóvel em construção

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O financiamento de um imóvel pronto deve ser diferente do financiamento de imóvel ainda em construção. Essa foi a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o entendimento do STJ, a obras concluídas não se aplica o índice setorial previsto no contrato, mas, sim, o índice oficial. O Tribunal não acolheu o recurso de uma imobiliária – que moveu processo contra um comprador, requerendo o pagamento do Custo Unitário Básico (CUB) de um imóvel pronto – e manteve decisão de que o índice setorial é aplicável somente aos contratos de comercialização de imóveis ainda em construção. Isso porque a taxa do CUB deve refletir a variação do preço dos materiais utilizados na construção, situação que não ocorre quando o comprador adquire o imóvel pronto e acabado.

De acordo com informações do processo, o comprador alegou a aplicação de encargos abusivos na escritura pública de compra e venda de imóvel e confissão de dívida com contrato acessório de hipoteca firmado entre eles.

Em primeira instância, o pedido foi julgado procedente para determinar que a correção monetária incida anualmente com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e os juros sejam calculados sob a forma simples, excluída sua capitalização.

A imobiliária recorreu ao STJ alegando a possibilidade do CUB como fator de correção monetária no contrato estabelecido entre as partes e a capitalização mensal dos juros. Ao analisar a questão, o relator ministro Sidnei Beneti destacou que, quando a construtora comercializa o imóvel com a obra finalizada, não é razoável a utilização do CUB, já que não há influência do preço dos insumos da construção civil e todo o custo da obra já está contabilizado no valor de venda do imóvel.

Fonte: jornal A Tribuna


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Financiar imóvel é melhor: rende até 54% a mais do que à vista

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Estudo indica que quem opta por financiamento pode obter retorno de até 54% a mais do que aqueles que pagam à vista

Com o aquecimento do mercadoimobiliário,as aplicações em imóveis voltaram a ser apontadas pelos especialistas como uma boa opção para a carteira de investimentos. Segundo um estudo, os investidores que optarem por financiamento podem obter um retorno até 54% maior do que aqueles que compram o imóvel à vista.

O levantamento feito pela empresa de consultoria Mercer, publicado em revista de circulação nacional, aponta que o financiamento é amelhor opção não só pelas perspectivas de valorizaçãodos imóveis, mas também devido à retomada do mercado de locação, que em 2007 rendeu aos locadores retornos superiores a 10% ao ano.

Um fator que torna o investimento ainda mais atraente é a possibilidade de potencializar os ganhos utilizando o crédito mobiliário como parte da estratégia de investimento.

A empresa de consultoria simulou possibilidades para um investidor que dispunha de R$120.000 para aplicar em imóveis.

No primeiro caso, ele compraria o imóvel à vista e o alugaria, obtendo ao final de 12 anos R$501.401,80, incluindo o valor o imóvel já valorizado e a renda obtida coma locação durante o período.

Se, ao invés de comprar o imóvel à vista, o investidor desse uma entrada de R$30.000, financiasse R$90.000 – pagando juros de 9% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR) – e investisse o dinheiro que manteve em mãos em renda fixa e ações, ao término de 12 anos teria um patrimônio de R$771.168,59.

Segundo o levantamento, a princípio, as prestações do financiamento seriam pagas com o rendimento das aplicações e o retorno do aluguel.

Porém, a partir do 95º mês de financiamento, apenas a renda obtida com a locação já seria suficiente para pagar a prestação.

Já o investidor mais conservador teria a opção de investir o dinheiro somente em renda fixa – o que já lhe garantiria um rendimento superior ao que seria obtido caso comprasse o imóvel à vista.

No entanto, na avaliação do matemático e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Dutra Vieira Sobrinho, só vale a pena elevar o risco da carteira tomando um empréstimo se o investidor decidir aplicar em ações.

“A longo prazo, a tendência é que a Bolsa renda muito mais que a renda fixa”, disse.

Fonte: jornal A Tribuna


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