Lar doce lar. Os imóveis são a base de nossas vidas. Seja uma casa ou apartamento, na cidade grande ou pequena. É o nosso refúgio, que nos oferece proteção e conforto. Além de funcionar como moradia, os imóveis residenciais são um excelente investimento financeiro. Cresce cada vez mais o número de pessoas que adquirem imóveis com razão única de colocá-los para aluguel e posteriormente, uma venda por valor acima. Geralmente, dependendo da localidade, imóveis têm sempre boa tendência de valorização, e uma ótima fonte de renda a curto prazo.
Quais os tipos de imóveis?
Você pode optar pela tradicional casa - que também pode estar
dentro de um condomínio
fechado ou ser de veraneio, na praia ou no campo, para finais
de semana -, apartamento ou flat.
O que é melhor: casa ou apartamento?
Ambos têm suas vantagens e desvantagens. Compensa parar para pensar e decidir qual se adapta mais
às suas expectativas. Também depende se você é solteiro e pretende morar sozinho, ou se tem filhos e
uma família grande. A tendência entre solteiros são os apartamentos, menores. Para quem tem filhos,
casas ou apartamentos maiores são mais indicados. Mas de um modo geral, as vantagens da casa em r
elação ao apartamento são: ter um espaço maior, poder criar animais, ter piscina e área de lazer maior,
contar mais privacidade e não pagar taxas de condomínio e rateios extras. Já as vantagens de morar
em apartamento são: ter uma vista panorâmica da cidade, ter segurança através da portaria, maior i
luminação, ter tranqüilidade através das regras de condomínio (por exemplo, proibir barulho após certo
horário) e, a partir de certo altura, não ter mosquitos ou insetos.
O que preciso saber na hora de comprar um imóvel?
É necessário que primeiramente você saiba de que empresa está comprando o imóvel e seu histórico,
ou a pessoa que está vendendo. O Corretor ou A imobiliária deve sempre estar credenciada ao
CRECI. Você também precisa conhecer a situação jurídica do terreno, para evitar possíveis dores
de cabeça no futuro.
Conheça também a fundo a localização e o terreno, como é a vizinhança e a infra-estrutura do bairro.
Se for um condomínio, saiba todas as estimativas de taxas e os serviços que estarão disponíveis, bem
como número de vagas na garagem.
O que é o CRECI?
É o Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Sempre, ao efetuar a compra ou venda de um
imóvel, é recomendável que as partes consultem um advogado ou corretor devidamente credenciado
ao CRECI. Conforme Lei Federal nº6.530/78, artigo 3º, compete ao Corretor de Imóveis devidamente
inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis exercer a intermediação na compra,
venda permuta e locação de imóveis.
Obs.Qualquer dúvida ligue CRECI (27)33140066
Compensa contratar uma administradora de imóveis?
Sim. Apesar de você ter autonomia na administração de seu próprio imóvel, é recomendável
procurar apoio de profissionais credenciados e com vasto conhecimento de legislação. Eles facilitam o
seu trabalho e fazem com que você não perca tempo em tarefas burocráticas e específicas.
Geralmente as administradoras cuidam da elaboração do contrato, vistoria, cobranças, fiscalização
da quitação de encargos e taxas, manutenção do imóvel, etc.
Quais as vantagens de morar em um flat?
Flats em lugares valorizados (como centros financeiros de grandes cidades) geralmente têm
um valor de venda menor que o de apartamentos padrão. São extremamente práticos. No flat
você pode contar com serviços como arrumadeira diária, piscinas, Internet, café da manhã, quarto
já mobiliado e equipados. No entanto, têm um valor de condomínio mais alto.
Quais as vantagens de morar em um condomínio fechado?
A principal vantagem é a segurança, onde muros cercam o condomínio, geralmente com guardas
rondando as ruas 24 por dia. As casas, geralmente, não possuem muros na frente, os terrenos
são mais espaçosos e há uma maior área verde. E as taxas de condomínio e impostos municipais
são menores, pois há maior número de moradores do que num apartamento, por exemplo.
Alugar um imóvel é um bom negócio?
Sim. É uma tendência de investimento que está cada vez mais em alta. Grande parte das
famílias vivem exclusivamente do aluguel. O imóvel é um investimento seguro, muito mais que
aplicar seu dinheiro numa bolsa de valores, por exemplo. Além da rentabilidade da locação, ele
se valoriza ao longo dos anos. E, embora sua rentabilidade seja relativamente baixa, algumas
locações hoje são mais rentáveis que a poupança.
O que preciso saber na hora de comprar um terreno?
Fique atento às características do terreno, como sua extensão, seu formato, sua topografia
(que pode demandar movimentos bruscos de terra, como aterros ou escavações; existem
terrenos planos ou com aclive e declive), seu solo e sua iluminação natural, que pode influenciar no dia-a-dia.
-Para dar segurança a sua família e ao seu patrimônio, um corretor se encarrega de fazer uma
prévia seleção de quem deve ou não conhecer seu patrimônio e sua intimidade, levar qualquer
um para sua casa pode sair muito mais caro do que a comissão do corretor, um seqüestrador ou
ladrão pode muito bem desistir de rouba-lo quando percebe que o negócio é feito por um corretor
de Imóveis.
-Para evitar especulações e perda de tempo, muita gente usa seu imóvel para servir de referência,
o proprietário sem corretor de imóveis não sabe quando isto acontece e acaba fazendo papel de bobo,
pois em muitos casos, oferece um imóvel que esta acima do preço, e acaba recebendo apenas pessoas
que querem mostrar que outros negócios estão mais baratos e vantajosos do que o seu, o proprietário
não saberá administrar os pontos fortes de seu patrimônio nem contornar os pontos fracos, ao passo que
um profissional saberá lidar com estas dificuldades.
-Para saber lidar com a parte burocrática, a legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de
compra e venda são documentos legais, um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize,
ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções. Um corretor de
imóveis sabe quais atos precisam ser feitos e pagos por você, sabe qual documentação você deve ter em
ordem para poder vender e como as restrições contratuais e de zoneamento locais podem afetar a transação,
Se houver erros em sua documentação ou sua propriedade, o corretor saberá corrigi-las.
-Segurança legal, caso o profissional se comporte de má fé, existe uma entidade profissional que se
encarrega de fiscalizar regulamentar e penalizar os corretores de imóveis, denominada CRECI
(Conselho Regional de Corretores de Imóveis ). Corretor que não tem CRECI não é corretor é
contraventor, é crime, chame o CRECI de sua região ou a policia. Denuncie!
-Conforme Lei Federal nº6.530/78, artigo 3º, compete ao Corretor de Imóveis devidamente
inscrito no Conselho Regional de Corretores de Imóveis exercer a intermediação na compra,
venda permuta e locação de imóveis.
Obs.Qualquer dúvida ligue CRECI (27)33140066
Confira as unidades com maior rentabilidade em Vitória. Em Jardim Camburi e em Jardim da Penha, ganho mensal pode chegar a 1,2% do valor do imóvel.
Comprar um imóvel para investimento pode parecer fácil à primeira vista, mas grande parte dos negócios não traz tanta lucratividade como se pensa. Um dos motivos é a falta de uma análise detalhada antes da aplicação.
Para facilitar a vida desses investidores, o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Confeci) acaba de apresentar uma pesquisa que mostra quais são os investimentos imobiliários mais promissores em Vitória.
De acordo com os dados, levantados em conjunto com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), em alguns bairros de Vitória foram registrados altos índices de valorização nos últimos anos. Entre eles, estão Praia do Canto, Jardim da Penha, Jardim Camburi, Enseada do Suá, Ilha do Boi e Ilha do Frade.
Por meio da pesquisa, é possível ter uma noção do ganho médio com a venda do imóvel. Em Vitória, nos bairros mais valorizados, o valor médio do metro quadrado para apartamentos vai de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil. As casas, de R$ 3,5 mil a R$ 5 mil. E, os terrenos, de R$ 3 mil a R$ 4,5 mil.
“Ainda há ótimos lugares para quem pensa em comprar um imóvel como forma de investimento”, disse um dos conselheiros do Confeci, Daniel Alves.
RETORNO.
Na pesquisa também ficou claro que a cidade oferece boa média de retorno para quem pensa em alugar um imóvel. A média calculada sobre o valor do imóvel varia entre 0,5% a 0,9% para imóveis residenciais e de 0,6% a 1,2 % para imóveis comerciais, como as lojas, por mês.
Ou seja, se o apartamento for comprado no valor de R$ 100 mil, o investidor poderá ganhar mensalmente de R$ 500,00 a R$ 900,00.
“Para quem tem dinheiro para investir, uma das melhores opções é comprar e, posteriormente, alugar um imóvel”, opinou o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-ES), Rodrigo Gomes de Almeida.
OPÇÃO EM FAMÍLIA.
A família P., há quatro anos, decidiu comprar um apartamento em Jardim da Penha, em Vitória, para alugar. “Sabíamos que o bairro iria valorizar e, por isso, resolvemos investir as nossas economias no setor imobiliário”, disse a servidora pública Cláudia . Na época, ela e o marido, José , pagaram cerca de R$ 60 mil pelo imóvel. “Hoje, com certeza, o apartamento custa mais de R$ 130 mil”, explicou. Embora a valorização tenha aumentado e, aparentemente, seja uma boa hora para vender o imóvel, Ana não pensa nisso. “Prefiro alugar o apartamento. Com o dinheiro, pago a escola da minha filha e outras contas do dia a dia. É um dinheiro garantido.” Em média, Ana ganha R$ 600,00 por mês com o aluguel.
R$ 5 mil
Esse é o preço médio do metro quadrado de terrenos localiados na Praia do Canto, um dos bairros mais valorizados de Vitória, segundo levantamento do Conselho Federal de
Corretores de Imóveis (Confeci).
DADOS DA PESQUISA Bairros mais valorizados de Vitória: Praia do Canto, Jardim da Penha, Jardim Camburi, Enseada do Suá, Ilha do Boi e Ilha do
Frade. Valor do metro quadrado dos imóveis nas regiões valorizadas: Apartamentos. de R$ 2,5mil a R$ 4 mil Casas. de R$ 3,5 mil a R$4 mil Terrenos. de R$ 3 mil a R$4,5 mil Média de retorno para quem pensa em alugar: Imóveis residenciais. de 0,5% a 0,9% Imóveis comerciais. de 0,6% a 1,2%
Fonte: Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci)
em parceria com os Conselhos Regionais (Creci)
Objetivo
Contribuir para a expansão, modernização e diversificação dos setores produtivos do
Espírito Santo, estimulando a realização de investimentos, a renovação tecnológica das
estruturas produtivas e o aumento da competitividade estadual, com ênfase na geração
de emprego e renda e na redução das desigualdades sociais e regionais.
Requisitos
Empresas que venham a realizar projeto econômico considerado de interesse para o desenvolvimento sócio-econômico do Estado, conforme condições estabelecidas no
Decreto Nº 1951-R, de 25/10/07, publicado do DOES em 26 de outubro de 2007.
Enquadramento
Projetos de implantação; Projetos de ampliação, expansão ou diversificação da capacidade
produtiva que prevejam aumento mínimo, prévio à fruição do benefício, de 40% da
capacidade de produção; Projetos de revitalização de estabelecimento paralisado.
Benefícios
I – Diferimento do pagamento do ICMS: a) incidente nas operações de importação do
exterior de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente
imobilizado do estabelecimento; b) devido a título de diferencial de alíquotas, incidente
nas operações interestaduais da aquisição de máquinas e equipamentos destinados à
integração no ativo permanente imobilizado do estabelecimento; c) incidente nas
operações de importação do exterior de insumos e matérias-primas destinados,
exclusivamente, ao estabelecimento industrial importador, para o momento em
que ocorrer a saída dos produtos resultantes de sua industrialização, ressalvado o
disposto na alínea “d”; d) incidente nas operações de saídas internas de máquinas
e equipamentos destinados a empresas vinculadas ao INVEST-ES, para integração
no ativo permanente imobilizado
II – crédito presumido, nas operações interestaduais, até o limite de setenta por cento
do valor do imposto devido mensalmente;
III – redução de base de cálculo, nas operações internas, até o limite de setenta por
cento do seu respectivo valor;
IV – outras modalidades de benefício fiscais desde que respeitados os limites e condições
previstos nos itens anteriores. Benefícios diferenciados
Poderão ser concedidos beneficiados diferenciados em função da natureza da atividade; não similaridade com a produção local; localização geográfica e competitividade com outras
unidades federadas. Utilização
Publicada a Resolução INVEST, a empresa celebrará com a Secretaria de Estado da Fazenda -SEFAZ “Termo de Acordo” no qual ficarão estabelecidas as condições para fruição dos benefícios.
Solicitação do benefício
Encaminhar à Secretaria de Estado de Desenvolvimento – SEDES:
Requerimento explicitando quais os benefícios que se requer; FORMULÁRIO - Roteiro
de Projeto para Solicitação do Benefício Fiscal; Certidão negativa perante a Fazenda Estadual.
Da fruição
Realizado o projeto, a empresa comprovará, junto ao BANDES e SEDES, os investimentos
realizados; o BANDES e a SEDES emitirão Laudo Conclusivo – Investimento Implantado
para que a empresa comece a usufruir dos benefícios, e será entregue a empresa o
CONDOMÍNIO
Especialistas dizem que a área de lazer
do prédio, com piscina e salão de festas,
influencia na hora de fechar o negócio.
FINANCIAMENTO
Os bancos chamam a atenção para a necessidade
de comprovação do salário como
renda familiar e deixam clara a preferência
por “agregar” valores do casal.
As instituições, no entanto, ainda não
dispõem de uma linha de crédito específica
para o comprador jovem e sozinho.
ESPAÇOS
A maior parte dos solteiros gosta da
cozinha integrada à sala.
PISOS
Normalmente, a casa ou o apartamento
é pequeno e o revestimento adequado
deve ter cor clara, para que o ambiente pareça
maior do que realmente é.
Fontes: construtoras e corretores
16/11/2008 -
Em plena crise financeira internacional, assistindo
a um sobe-e-desce incessante nas bolsas de valores
de todo o mundo e vendo instituições financeiras,
que até poucos dias gozavam de grande prestígio em
todo o mercado, quebrarem, muitos investidores
devem estar com uma mesma pergunta martelando suas
cabeças: o que faço com o meu dinheiro?
Investimentos em renda fixa atrelados a índices
pós-fixados (CDI), tesouro direto e na boa e velha
caderneta de poupança estão entre os mais indicados.
O mercado imobiliário também aparecem como boas
opções de investimentos em meio a crise mundial.
“Procure sempre dar preferência aos investimentos
indexados à taxa Selic, que deve continuar alta e
até subir um pouco mais. Eu recomendo os fundos DI,
que são pós-fixados, ou seja, a taxa subindo eles
sobem também. Outras boas opções são o tesouro direto
e a poupança. O tesouro exige um pouco mais de
conhecimento e tem a parte burocrática, já que para
comprar é preciso estar credenciado a uma corretora,
mas o retorno é garantido. A poupança rende menos,
mas tem a vantagem de ser bem líquida, a pessoa tem
o dinheiro na mão na hora que quiser, e o principal,
não paga Imposto de Renda, ” orienta o economista e
consultor em Negócios Internacionais Pedro Raffy
Vartanian.
O especialista destaca ainda o bom momento para
comprar ações. “Não há como prever se vai e quanto
vai subir ou cair, mas no longo prazo é um bom
negócio, sobretudo porque nesse momento os preços
estão lá embaixo. Mas, justamente por conta de toda a
volatilidade que faz parte desse tipo de investimento,
não se pode investir um dinheiro necessário no curto
prazo. Além disso é importante destacar que não se
pode assumir perdas, não é para vender logo depois
de um dia ruim, quem está na bolsa precisa ter o
sangue frio”, explicou o economista.
Os especialistas também apontam o mercado imobiliário
como uma boa opção nesse momento de crise. A maior
atratividade está na pouca alternância dos preços,
tanto para cima como para baixo. Além disso, o risco
do investimento é muito baixo, afinal, se bem cuidado,
não há depreciação e no médio e longo prazo, a demanda
deve se sustentar.
Salas
Os mais atraentes para investimento, segundo consultores,
são os comerciais, cujo aluguel pode alcançar rentabilidade
de 1% ao mês. A perspectiva é que essa remuneração seja conseguida pelo menos nos próximos dois anos. Se o
imóvel for residencial, a melhor opção é o apartamento
pequeno, de até dois dormitórios.
Além do aluguel, os imóveis também são uma boa opção
para quem quer comprar para depois vender. Na Grande
Vitória apartamentos de dois quartos chegaram a ter
uma valorização de 86,7% de maio de 2007 a maio de
2008, de acordo com os dados do último censo imobiliário.
Imóveis são porto seguro
Diante da maior crise financeira dos últimos 80 anos e assistindo o dinheiro de muitos ‘derreter’ em
investimentos mais arriscados, como a Bolsa de Valores,
o investidor capixaba começa a procurar abrigo na
segurança do mercado imobiliário. O baixo risco em
um momento de alta volatilidade, a expansão do setor
no Espírito Santo e um déficit habitacional ainda
muito grande são os principais atrativos.
O Salão do Imóvel, que terminou no último domingo
estabelecendo um novo recorde de negócios - 101
milhões em cinco dias - mostrou que o capixaba está
mesmo procurando colocar o dinheiro em um
investimento menos exposto ao humor do mercado.
“Não há um número que comprove isso, mas, conversando
com corretores, empresários e clientes, é visível
que aumentou o número de pessoas que passou a comprar
não para morar, mas para investir. Esse foi um dos
destaques do salão 2008″, salientou o presidente da
Associação das Empresas do Mercado Imobiliário
(Ademi) do Estado, Rodrigo Almeida.
Segundo ele, os investidores estão com um pé atrás
diante de toda essa turbulência. “As pessoas estão
procurando deixar o dinheiro em um bem de raiz, ou
seja que não é só papel. É uma forma de se protegerem
de tudo isso que está acontecendo”. A preferência é
por salas comerciais e por imóveis de padrão econômico.
“Esse mercado com certeza é mais estável do que o
de ações, por exemplo, mas não podemos esquecer
que estamos vivendo uma crise de crédito e grande
parte dos imóveis são financiados, portanto, a
demanda por imóveis pode cair nos próximos meses
e os preços também. É claro que não será como a
Bolsa de Valores, mas é bom o investidor ficar
de olho”, alertou.
Fonte: Jornal A Gazeta
A estudante Kênia acaba de comprar um apartamento em Jardim da Penha, Vitória.
Em meio a tantos lançamentos e oportunidades de imóveis novos, ela optou por um de dois quartos,
usado, com cerca de 70 metros quadrados.
“Preferi usado porque estava mais dentro do orçamento do que eu teria agora para pagar”, justifica.
A decisão de Kênia reflete uma das razões que levam compradores a preferir apartamentos usados aos
novos: o preço menor. Mas há outros motivos, como o espaço, que costuma ser maior nas unidades
mais antigas.
“O usado tem uma depreciação pela idade. O valor é menor e a pessoa se sente atraída. Pode até
precisar de uma pequena reforma, mas normalmente fica numa condição mais em conta”,
explica um Consultor Imobiliario.
Já a área mais ampla, que resulta em cômodos maiores e apartamentos mais espaçosos, é outro
atrativo porque os imóveis estão cada vez menores, como resultado do esforço das construtoras
para reduzir o custo dos empreendimentos.
“A tendência é de se colocar cada vez mais o imóvel compacto no mercado. Antigamente, um de
três quartos tinha de 110 a 130 m². Hoje, está com 85 a 96 m². Um apartamento de quatro quartos,
que tinha até 180 m², hoje é feito com 130 ou 140 m²”.
Segundo a opinião de um consultor, a decisão entre o novo ou usado deve
levar em conta a capacidade e a necessidade do comprador.
“Se o interessado precisa de um imóvel para morar logo e não tem condições de esperar até que
uma obra seja concluída, é obrigado a entrar no mercado do apartamento pronto”, explica.
Além disso, é necessário avaliar a capacidade de pagamento. O consultor destaca, porém, que para as
pessoas que não têm necessidade imediata de moradia, o imóvel novo, na planta, acaba sendo
uma forma de poupança.
“É o caso de casais iniciantes, começando a vida. Da classe média, que não tem poupança”, diz.
Ele lembra outra característica do Espírito Santo, desde 2007, quando começaram a ser ofertados
empreendimentos grandes, com formato de condomínios-clubes.
“O cliente fica encantado, olha o produto, mas ainda não tem um pronto para morar. Aí, fica
aguardando, porque é um imóvel que reúne conforto, qualidade, segurança e lazer, com baixo
custo”, afirma.
Usados x novos
Usado
Geralmente é mais barato do que unidades semelhantes, novas, na mesma região.
Os apartamentos mais antigos costumam ter cômodos maiores e ser mais espaçosos, devido à
tendência do mercado de lançar imóveis mais compactos.Pode ser ocupado imediatamente.
Se for um imóvel mais simples, pode ficar mais em conta para quem não precisa de itens de lazer,
salão de festas e outros atrativos dos lançamentos que seguem a atual tendência do mercado.
Coberturas usadas, com piscina, churrasqueira e outros atrativos, podem ser mais baratas do que
apartamentos novos.
Novo
Imóveis na planta podem servir como uma poupança, com prestações baixas durante a obra.
Tendência de valorização do imóvel, ao contrário dos usados, que já sofrem depreciação devido ao
envelhecimento.
Ainda não têm desgaste e nem precisam de reformas imediatas, comuns em apartamentos mais antigos.
Áreas de lazer, mais segurança e conforto, principalmente nos empreendimentos que seguem a
tendência de condomínios-clube.
Os imóveis são construídos de acordo com pesquisas feitas pelas construtoras e incorporadoras,
atendendo a necessidades e sugestões de clientes.
Tendência de apartamentos mais compactos, que reduzem a necessidade de trabalho para manter
o imóvel limpo e bem cuidado.
Fonte: A Tribuna
Em tempo de crédito fácil, os bancos buscam clientes com perfil de bom devedor. Com os salários em dia e a garantia de emprego fixo por muitos anos, os servidores públicos são um dos alvos prediletos das instituições financeiras.
A maioria dos grandes bancos que atuam no Brasil, público ou privados, possui linhas de crédito exclusivas para esse nicho de mercado, com juros bem mais em conta ? até 30% menores que as taxas aplicadas para outros clientes.
Na Caixa Econômica Federal, o servidor público pode tomar um empréstimo consignado com juro de 0,9% ao mês. O Banco do Brasil, por exemplo, além de oferecer linhas de crédito para funcionários públicos federais e estaduais, possui convênios com quase todas as prefeituras capixabas.
O presidente da Associação dos Representantes de Bancos do Espírito Santo (Arbes), Jorge Eloy, afirma que o principal atrativo do funcionalismo público são as pequenas chances de demissão. ?O servidor tem potencial para ser cliente por muito tempo, afinal, o risco de demissão é mínimo. É dessa maneira que o banco pensa. O crédito pode ser apenas o primeiro contato, mas as perspectivas de outros negócios é grande?, salientou Eloy.
Ele destacou ainda o fato de os juros estarem abaixo da média do mercado. ?Há alguns anos, ninguém queria dar crédito aos servidores públicos do Espírito Santo. Hoje a situação se inverteu. Os bancos consideram os funcionários do Estado como classe A. Salários em dia e mais estabilidade de emprego fazem com que os juros cobrados dos servidores públicos sejam até 30% menores do que os que são cobrados normalmente pelo mercado?, disse.
Olhar atento
?Nesses últimos anos, o funcionalismo público foi alvo de um olhar mais atento por parte do Banco do Brasil no Espírito Santo. Trata-se de um público estratégico para nossos negócios?, revelou o superintendente do Banco do Brasil no Estado, Tercio Pascoal.
Antes de fechar negócio, os especialistas recomendam consultar todas as instituições financeiras e negociar, afinal, atualmente o poder de barganha do funcionário público é grande.
Veja as opções do mercado
Banestes
Os servidores públicos estaduais e municipais, efetivos ou em designação temporária, com conta no banco estadual, possuem uma linha de crédito exclusiva. O crédito é liberado em até 24 horas. O limite é de até R$ 20 mil para pagar em até 36 meses, com os débitos agendados na conta. A taxa mínima cobrada é de 3,41% ao mês, e a máxima é de 4%.
O servidor também pode optar pela consignação em folha de pagamento. Nessa linha, não é preciso ter conta no Banestes. Veja as condições abaixo:
Valor máximo: R$ 100 mil de empréstimo
Prazo: até 72 meses
Juros: entre 1,35% e 3,6% ao mês
Banco do Brasil
Tem convênios com o governo federal, estadual e com 90% das prefeituras do Estado. O convênio permite o pagamento da operação de crédito com desconto em folha, o que reduz o risco da operação e os juros.
Juros: entre 1,45% e 2,85% ao mês
Banco Real
Os funcionários públicos federais, estaduais e municipais tem taxas reduzidas no financiamento imobiliário do Banco Real. As condições são válidas para aquisição do primeiro ou segundo imóvel e abrangem unidades com valores a partir de R$ 46 mil.
Juros: de 8% a 11% ao ano mais a Taxa Referenciada (TR)
Prazo: até 30 anos
Unibanco
Oferece crédito descontado em folha para órgãos públicos de todas as esferas que possuam convênio com a instituição. A taxa de juro é negociada caso a caso, mas o banco garante que para os servidores públicos a cobrança é diferenciada.
Caixa
Oferece crédito consignado e imobiliário, com desconto, para servidores públicos federais, estaduais e municipais. O empréstimo consignado tem um juro que varia de 0,9% até 2,3% ao mês. No crédito imobiliário o desconto é de 0,5 ponto percentual.