Dicas para os compradores

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CONDOMÍNIO
Especialistas dizem que a área de lazer
do prédio, com piscina e salão de festas,
influencia na hora de fechar o negócio.
FINANCIAMENTO
Os bancos chamam a atenção para a necessidade
de comprovação do salário como
renda familiar e deixam clara a preferência
por “agregar” valores do casal.
As instituições, no entanto, ainda não
dispõem de uma linha de crédito específica
para o comprador jovem e sozinho.
ESPAÇOS
A maior parte dos solteiros gosta da
cozinha integrada à sala.
PISOS
Normalmente, a casa ou o apartamento
é pequeno e o revestimento adequado
deve ter cor clara, para que o ambiente pareça
maior do que realmente é.
Fontes: construtoras e corretores


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Veja onde investir com segurança na crise

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Veja onde investir com segurança na crise

16/11/2008 -
Em plena crise financeira internacional, assistindo
a um sobe-e-desce incessante nas bolsas de valores
de todo o mundo e vendo instituições financeiras,
que até poucos dias gozavam de grande prestígio em
todo o mercado, quebrarem, muitos investidores
devem estar com uma mesma pergunta martelando suas
cabeças: o que faço com o meu dinheiro?

Investimentos em renda fixa atrelados a índices
pós-fixados (CDI), tesouro direto e na boa e velha
caderneta de poupança estão entre os mais indicados.
O mercado imobiliário também aparecem como boas
opções de investimentos em meio a crise mundial.

“Procure sempre dar preferência aos investimentos
indexados à taxa Selic, que deve continuar alta e
até subir um pouco mais. Eu recomendo os fundos DI,
que são pós-fixados, ou seja, a taxa subindo eles
sobem também. Outras boas opções são o tesouro direto
e a poupança. O tesouro exige um pouco mais de
conhecimento e tem a parte burocrática, já que para
comprar é preciso estar credenciado a uma corretora,
mas o retorno é garantido. A poupança rende menos,
mas tem a vantagem de ser bem líquida, a pessoa tem
o dinheiro na mão na hora que quiser, e o principal,
não paga Imposto de Renda, ” orienta o economista e
consultor em Negócios Internacionais Pedro Raffy
Vartanian.

O especialista destaca ainda o bom momento para
comprar ações. “Não há como prever se vai e quanto
vai subir ou cair, mas no longo prazo é um bom
negócio, sobretudo porque nesse momento os preços
estão lá embaixo. Mas, justamente por conta de toda a
volatilidade que faz parte desse tipo de investimento,
não se pode investir um dinheiro necessário no curto
prazo. Além disso é importante destacar que não se
pode assumir perdas, não é para vender logo depois
de um dia ruim, quem está na bolsa precisa ter o
sangue frio”, explicou o economista.

Os especialistas também apontam o mercado imobiliário
como uma boa opção nesse momento de crise. A maior
atratividade está na pouca alternância dos preços,
tanto para cima como para baixo. Além disso, o risco
do investimento é muito baixo, afinal, se bem cuidado,
não há depreciação e no médio e longo prazo, a demanda
deve se sustentar.

Salas
Os mais atraentes para investimento, segundo consultores,
são os comerciais, cujo aluguel pode alcançar rentabilidade
de 1% ao mês. A perspectiva é que essa remuneração seja conseguida pelo menos nos próximos dois anos. Se o
imóvel for residencial, a melhor opção é o apartamento
pequeno, de até dois dormitórios.

Além do aluguel, os imóveis também são uma boa opção
para quem quer comprar para depois vender. Na Grande
Vitória apartamentos de dois quartos chegaram a ter
uma valorização de 86,7% de maio de 2007 a maio de
2008, de acordo com os dados do último censo imobiliário.

Imóveis são porto seguro
Diante da maior crise financeira dos últimos 80 anos e assistindo o dinheiro de muitos ‘derreter’ em
investimentos mais arriscados, como a Bolsa de Valores,
o investidor capixaba começa a procurar abrigo na
segurança do mercado imobiliário. O baixo risco em
um momento de alta volatilidade, a expansão do setor
no Espírito Santo e um déficit habitacional ainda
muito grande são os principais atrativos.

O Salão do Imóvel, que terminou no último domingo
estabelecendo um novo recorde de negócios - 101
milhões em cinco dias - mostrou que o capixaba está
mesmo procurando colocar o dinheiro em um
investimento menos exposto ao humor do mercado.

“Não há um número que comprove isso, mas, conversando
com corretores, empresários e clientes, é visível
que aumentou o número de pessoas que passou a comprar
não para morar, mas para investir. Esse foi um dos
destaques do salão 2008″, salientou o presidente da
Associação das Empresas do Mercado Imobiliário
(Ademi) do Estado, Rodrigo Almeida.

Segundo ele, os investidores estão com um pé atrás
diante de toda essa turbulência. “As pessoas estão
procurando deixar o dinheiro em um bem de raiz, ou
seja que não é só papel. É uma forma de se protegerem
de tudo isso que está acontecendo”. A preferência é
por salas comerciais e por imóveis de padrão econômico.

“Esse mercado com certeza é mais estável do que o
de ações, por exemplo, mas não podemos esquecer
que estamos vivendo uma crise de crédito e grande
parte dos imóveis são financiados, portanto, a
demanda por imóveis pode cair nos próximos meses
e os preços também. É claro que não será como a
Bolsa de Valores, mas é bom o investidor ficar
de olho”, alertou.
Fonte: Jornal A Gazeta


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Consumidores entre imóvel novo e usado

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A estudante Kênia  acaba de comprar um apartamento em Jardim da Penha, Vitória.
Em meio a tantos lançamentos e oportunidades de imóveis novos, ela optou por um de dois quartos,
usado, com cerca de 70 metros quadrados.

“Preferi usado porque estava mais dentro do orçamento do que eu teria agora para pagar”, justifica.
A decisão de Kênia reflete uma das razões que levam compradores a preferir apartamentos usados aos
novos: o preço menor. Mas há outros motivos, como o espaço, que costuma ser maior nas unidades
mais antigas.

“O usado tem uma depreciação pela idade. O valor é menor e a pessoa se sente atraída. Pode até
precisar de uma pequena reforma, mas normalmente fica numa condição mais em conta”,

explica um Consultor Imobiliario.

Já a área mais ampla, que resulta em cômodos maiores e apartamentos mais espaçosos, é outro
atrativo porque os imóveis estão cada vez menores, como resultado do esforço das construtoras
para reduzir o custo dos empreendimentos.

“A tendência é de se colocar cada vez mais o imóvel compacto no mercado. Antigamente, um de
três quartos tinha de 110 a 130 m². Hoje, está com 85 a 96 m². Um apartamento de quatro quartos,
que tinha até 180 m², hoje é feito com 130 ou 140 m²”.

Segundo a opinião de um consultor,  a decisão entre o novo ou usado deve
levar em conta a capacidade e a necessidade do comprador.

“Se o interessado precisa de um imóvel para morar logo e não tem condições de esperar até que
uma obra seja concluída, é obrigado a entrar no mercado do apartamento pronto”, explica.

Além disso, é necessário avaliar a capacidade de pagamento. O consultor  destaca, porém, que para as
pessoas que não têm necessidade imediata de moradia, o imóvel novo, na planta, acaba sendo
uma forma de poupança.

“É o caso de casais iniciantes, começando a vida. Da classe média, que não tem poupança”, diz.
Ele lembra outra característica do Espírito Santo, desde 2007, quando começaram a ser ofertados
empreendimentos grandes, com formato de condomínios-clubes.

“O cliente fica encantado, olha o produto, mas ainda não tem um pronto para morar. Aí, fica
aguardando, porque é um imóvel que reúne conforto, qualidade, segurança e lazer, com baixo
custo”, afirma.

Usados x novos

Usado

Geralmente é mais barato do que unidades semelhantes, novas, na mesma região.

Os apartamentos mais antigos costumam ter cômodos maiores e ser mais espaçosos, devido à
tendência do mercado de lançar imóveis mais compactos.Pode ser ocupado imediatamente.

Se for um imóvel mais simples, pode ficar mais em conta para quem não precisa de itens de lazer,
salão de festas e outros atrativos dos lançamentos que seguem a atual tendência do mercado.

Coberturas usadas, com piscina, churrasqueira e outros atrativos, podem ser mais baratas do que
apartamentos novos.

Novo

Imóveis na planta podem servir como uma poupança, com prestações baixas durante a obra.

Tendência de valorização do imóvel, ao contrário dos usados, que já sofrem depreciação devido ao
envelhecimento.

Ainda não têm desgaste e nem precisam de reformas imediatas, comuns em apartamentos mais antigos.

Áreas de lazer, mais segurança e conforto, principalmente nos empreendimentos que seguem a
tendência de condomínios-clube.

Os imóveis são construídos de acordo com pesquisas feitas pelas construtoras e incorporadoras,
atendendo a necessidades e sugestões de clientes.

Tendência de apartamentos mais compactos, que reduzem a necessidade de trabalho para manter
o imóvel limpo e bem cuidado.
Fonte: A Tribuna


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Servidor público tem crédito até 30% mais barato nos bancos

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27/08/2008 -A Gazeta

Em tempo de crédito fácil, os bancos buscam clientes com perfil de bom devedor. Com os salários em dia e a garantia de emprego fixo por muitos anos, os servidores públicos são um dos alvos prediletos das instituições financeiras.

A maioria dos grandes bancos que atuam no Brasil, público ou privados, possui linhas de crédito exclusivas para esse nicho de mercado, com juros bem mais em conta ? até 30% menores que as taxas aplicadas para outros clientes.

Na Caixa Econômica Federal, o servidor público pode tomar um empréstimo consignado com juro de 0,9% ao mês. O Banco do Brasil, por exemplo, além de oferecer linhas de crédito para funcionários públicos federais e estaduais, possui convênios com quase todas as prefeituras capixabas.

O presidente da Associação dos Representantes de Bancos do Espírito Santo (Arbes), Jorge Eloy, afirma que o principal atrativo do funcionalismo público são as pequenas chances de demissão. ?O servidor tem potencial para ser cliente por muito tempo, afinal, o risco de demissão é mínimo. É dessa maneira que o banco pensa. O crédito pode ser apenas o primeiro contato, mas as perspectivas de outros negócios é grande?, salientou Eloy.

Baixe o ouça o podcastJorge Eloy, presidente da Associação dos Bancos do Espírito Santo, fala sobre as vantagens e desvantagens das linhas de crédito para servidores.

Ele destacou ainda o fato de os juros estarem abaixo da média do mercado. ?Há alguns anos, ninguém queria dar crédito aos servidores públicos do Espírito Santo. Hoje a situação se inverteu. Os bancos consideram os funcionários do Estado como classe A. Salários em dia e mais estabilidade de emprego fazem com que os juros cobrados dos servidores públicos sejam até 30% menores do que os que são cobrados normalmente pelo mercado?, disse.

Olhar atento

?Nesses últimos anos, o funcionalismo público foi alvo de um olhar mais atento por parte do Banco do Brasil no Espírito Santo. Trata-se de um público estratégico para nossos negócios?, revelou o superintendente do Banco do Brasil no Estado, Tercio Pascoal.

Antes de fechar negócio, os especialistas recomendam consultar todas as instituições financeiras e negociar, afinal, atualmente o poder de barganha do funcionário público é grande.

Veja as opções do mercado

Banestes

Os servidores públicos estaduais e municipais, efetivos ou em designação temporária, com conta no banco estadual, possuem uma linha de crédito exclusiva. O crédito é liberado em até 24 horas. O limite é de até R$ 20 mil para pagar em até 36 meses, com os débitos agendados na conta. A taxa mínima cobrada é de 3,41% ao mês, e a máxima é de 4%.

O servidor também pode optar pela consignação em folha de pagamento. Nessa linha, não é preciso ter conta no Banestes. Veja as condições abaixo:

Valor máximo: R$ 100 mil de empréstimo
Prazo: até 72 meses
Juros: entre 1,35% e 3,6% ao mês

Banco do Brasil

Tem convênios com o governo federal, estadual e com 90% das prefeituras do Estado. O convênio permite o pagamento da operação de crédito com desconto em folha, o que reduz o risco da operação e os juros.

Juros: entre 1,45% e 2,85% ao mês

Banco Real

Os funcionários públicos federais, estaduais e municipais tem taxas reduzidas no financiamento imobiliário do Banco Real. As condições são válidas para aquisição do primeiro ou segundo imóvel e abrangem unidades com valores a partir de R$ 46 mil.

Juros: de 8% a 11% ao ano mais a Taxa Referenciada (TR)
Prazo: até 30 anos

Unibanco

Oferece crédito descontado em folha para órgãos públicos de todas as esferas que possuam convênio com a instituição. A taxa de juro é negociada caso a caso, mas o banco garante que para os servidores públicos a cobrança é diferenciada.

Caixa

Oferece crédito consignado e imobiliário, com desconto, para servidores públicos federais, estaduais e municipais. O empréstimo consignado tem um juro que varia de 0,9% até 2,3% ao mês. No crédito imobiliário o desconto é de 0,5 ponto percentual.


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Como um estrangeiro pode comprar um imóvel no Brasil

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Qualquer cidadão estrangeiro que decida comprar um imóvel no Brasil
deverá solicitar ao Ministério da Fazenda, Secretaria da Receita Federal, a
sua inscrição no Cadastro de Pessoa Física - CPF. Este documento poderá
ser solicitado em repartições da Secretaria da Receita Federal de qualquer
cidade brasileira, em qualquer representação consular do Brasil no exterior
ou através da Internet – www.receita.fazenda.gov.br
Quando o Comprador(a) for casado(a) também deverá providenciar a
inscrição do seu cônjuge no CPF. Este documento é imprescindível para acompra de qualquer imóvel. No entanto, a sua apresentação não é
necessária para a reserva de imóveis ou para a assinatura de contratos de
promessa de compra e venda, sendo obrigatória apenas no momento da
lavratura da escritura.


Visto permanente para estrangeiros

Qualquer cidadão estrangeiro que fizer um investimento igual ou superior a US$50 mil ou ainda qualquer cidadão estrangeiro que fizer um investimento
inferior aos US$50 mil, mas que apresente um projeto que contemple no
mínimo dez novos empregos, mediante a apresentação de um plano de
absorção de mão-de-obra brasileira para o período mínimo de cinco anos,
poderá solicitar a concessão de visto permanente no Brasil.
Também poderão solicitar o visto permanente o estrangeiro aposentado que
transfira o equivalente a US$2 mil ou mais a cada mês e em caso de
casamento com cidadão(ã) brasileiro(a), entre outras situações.

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ORIENTAÇÕES PARA O INVESTIDOR

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Cuidados na aquisição de um imóvel

• A primeira coisa a ser feita é requerer uma Certidão Vintenária com ônus,
que é uma espécie de documento de identidade do bem, que conta toda a
sua história. É através desse documento, expedido pelo Cartório de Registro
de Imóveis competente, que será possível saber o nome do verdadeiro
proprietário e se o imóvel está livre e desembaraçado de todo e qualquer
ônus, a exemplo de hipoteca, penhora ou outros gravames;
• Requerer Certidões de Feitos Cíveis, Criminais e de execuções, inclusive
fiscais, no setor de distribuição da Justiça Estadual, Federal e Trabalhista de todos os Vendedores;
• Pagar o ITBI na Prefeitura do Município onde se localiza o imóvel,
geralmente equivalente ao percentual de 2% do valor do imóvel. Depois
disso é necessário efetuar a lavratura da Escritura de Compra e Venda do
imóvel, o que pode ser feito em qualquer Cartório de Notas (Tabelião). Para
a lavratura da escritura são necessárias todas as certidões acima referidas,
o comprovante do pagamento do ITBI à Prefeitura e as certidões de
quitação do IPTU e, no caso de apartamento, uma declaração de que a
unidade imobiliária está quites com a taxa de condomínio;
• Em seguida, o passo mais importante para concretizar a transferência da
propriedade que é levar a escritura lavrada ao Cartório de Registro de
Imóveis da circunscrição do imóvel para que seja efetuado o registro;
• É importante que o comprador do imóvel tenha o assessoramento de um
profissional capacitado a dar uma correta orientação em relação à compra e
venda do imóvel, bem como para proceder a análise da situação jurídica do
mesmo.

Lançamentos na planta

A compra de imóveis na planta é uma opção muito comum no Brasil. Nela,
o comprador do imóvel adquire a unidade ainda a ser construída ou durante
a construção. Em contrapartida, os preços são bem menores do que o
imóvel já pronto. É importante que o comprador procure obter informações
sobre o histórico, a capacidade técnica e a solidez da empresa construtora,
bem como se o empreendimento possui memorial de incorporação
devidamente registrado no Cartório de Registro de Imóveis da
circunscrição.
Principais vantagens:
• Os imóveis brasileiros têm uma valorização média de até 50% durante seu
período de construção, que gira em torno de dois anos;
• Preço baixo gerando um bom retorno do capital investido;
• Maior flexibilidade na escolha do apartamento;
• Possibilidade de alterações na planta e nas especificações do apartamento.


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INVISTA EM IMÓVEL

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2008: O ano para investir em imóveis

10/01/08 - Investir em imóveis tem suas vantagens em relação a outros tipos de investimento, como a ausência de riscos e solidez contra confiscos. A facilidade na obtenção de crédito, prazos mais longos e juros menores têm impulsionado o crescimento do setor imobiliário no país. “O setor imobiliário pode ser uma boa opção de investimento, seja de forma combinada com outros investimentos mais ousados, seja como um projeto de vida, de construção passo a passo. De qualquer forma, também exige algum tipo de conhecimento e atualização permanente, já que sempre existirão bons e maus negócios, como em qualquer setor”, alerta o consultor empresarial e autor do livro O Espírito do Dinheiro, Julio Sampaio.

O investidor precisa analisar se tem como objetivo viver de renda ou ganhar com a valorização da propriedade. Dependendo da opção, a escolha do imóvel vai ser diferente. “Um imóvel pode gerar ganhos de algumas maneiras, dentre elas quando ocorre, por exemplo, uma valorização acima de mercado de uma determinada região ou cidade; pelo aumento de valor agregado, quando, por exemplo, você faz melhorias num imóvel e o mercado está disposto a pagar por elas; pela simples locação, abatendo-se aí possíveis despesas de manutenção, custos de administração ou período não locado”, explica Sampaio.

Segundo o diretor de vendas da Apolar Imóveis, Daniel Galiano, para quem quer viver de renda, a melhor opção é optar pela diversificação de imóveis, ou seja, vários imóveis possibilitando garantir um retorno mesmo que algum deles estiver desocupado. Além disso, imóveis menores, de até dois cômodos, são os mais procurados para locação. “Como o valor do aluguel desses imóveis é menor, o prazo médio de espera para locação é de 30 dias, sendo maior entre os apartamentos que entre as casas, fazendo com que o proprietário não tenha que arcar com os custos da propriedade, como taxas e impostos, por muito tempo”, esclarece.

“Imóveis mais baratos, em geral, possibilitam maiores retornos, como é o caso de imóveis populares e usados. Fazendo ressalva quanto à lei de oferta e procura e todas as suas variáveis, pode-se dizer que é uma regra geral”, explica Julio Sampaio. Esse mercado está em ascensão, alimentado pelo déficit habitacional brasileiro, que, segundo pesquisa realizada em 2006 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), está em 7,9 milhões de moradias no país.

Antes de decidir o tipo de imóvel no qual se pretende investir, é importante que o comprador analise todos os riscos e possibilidades de retorno, principalmente em termos de aluguel, que esse imóvel pode ter. Quem prefere investir em imóveis de alto padrão precisa estar ciente que o retorno do investimento virá com a valorização do imóvel. É possível também alugar o imóvel para empresas que estejam interessadas em oferecer residência a funcionários de outras regiões, conseguindo assim um valor mais elevado do aluguel. Quanto ao potencial de valorização do imóvel, esse tipo de análise é mais difícil, mas o que se constata é que os imóveis mais novos têm se valorizado mais rapidamente que os usados.


Investidores imobiliários devem apostar no mercado de parques industriais, diz consultoria

25/04/08 - Para a consultoria Jones Lang LaSalle, além do segmento de imóveis residenciais, outro mercado merece a atenção dos investidores: o de parques industriais.

De acordo com o diretor de gerenciamento de propriedades da empresa, Fábio Martins, mantidos o desempenho positivo contínuo da produção industrial e o consumo das famílias, o mercado de parques industriais demandará investimentos emergenciais. Segundo o executivo, já há regiões do Brasil com indicadores de demanda reprimida por esses espaços.

Os parques industriais são imóveis que, em geral, concentram várias empresas e cuja gestão de áreas comuns, como restaurante, administração e serviços, é compartilhada por todos os ocupantes, em consórcio. Funcionam também como centros de distribuição e condomínios logísticos.

“Este ano certamente será o de maior crescimento de mercado para esse modelo de empreendimento”, afirma Martins. “As empresas estão demandando espaços para armazenar, escoar e repor estoques numa velocidade poucas vezes vista”, completa.

Ele ressalta que as últimas taxas de crescimento da produção industrial e do consumo, respectivamente de 6% e 4,7%, mantidas, resultarão em breve em escassez por espaços do gênero.

Martins adianta que uma ótima opção para investidores é empreender parques industriais segundo o modelo build-to-suit, no qual o investidor viabiliza a expansão imobiliária em troca de um contrato de locação.

“Novos parques industriais, bem estruturados, dotados de uma eficiente gestão de serviços básicos, certamente atrairão rapidamente ocupantes e contratos diferenciados”, prevê o diretor. Ele salienta também que o momento favorece até mesmo investimentos especulativos no segmento.


Entrada de capital estrangeiro e regionalização dos investimentos “aquecem” setor imobiliário brasileiro

Estudo mostra que a perspectiva de o Brasil atingir a classificação de “investment grade”, tornando-se um ambiente seguro para o capital estrangeiro, pode gerar um boom imobiliário no País.

Com um ambiente macroeconômico estável, o mercado imobiliário brasileiro vem se tornando alvo dos investidores estrangeiros. Neste momento em particular, em que o setor é sacudido mundialmente por uma crise de proporções gigantescas, desencadeada pela inadimplência no mercado de hipotecas subprime nos Estados Unidos, nosso País aparece como uma alternativa segura para o capital internacional. E as perspectivas são ainda mais promissoras já que o Brasil está perto de atingir a classificação de “investment grade”, que o inclui na lista dos países seguros para os investidores internacionais.

Quando isso acontecer, o que é esperado já para 2008, o montante de investimentos estrangeiros diretos que entrará no Brasil – hoje em torno de U$ 30 bilhões – deverá mais do que dobrar. A boa notícia é que uma fatia considerável desse total – algo como U$ 5 bilhões – será aplicada no setor imobiliário.

Essas conclusões estão no estudo “Estabilidade Macroeconômica, Novos Investimentos e o Mercado Imobiliário Brasileiro”, que foi apresentado hoje (25/10) durante o VII Seminário da Sociedade Latino Americana de Estudos Imobiliários (LARES, na sigla em inglês de Latin American Real Estate Society).

Diante desse cenário otimista, o autor do trabalho, Cláudio César Paiva, doutor em Economia pela Unicamp e professor de mestrado em Planejamento Regional e Gestão de Cidades da Universidade Cândido Mendes (RJ), aposta em uma mudança de estratégia das principais empresas do mercado imobiliário brasileiro, entre elas Cyrela, Gafisa e Rossi. “Essas empresas vão aumentar cada vez mais o número de joint-ventures internacionais e buscar parcerias com construtoras e incorporadoras regionais para alavancar projetos em cidades do interior”, prevê. As parcerias dos grandes players do setor com empresas regionais é necessária porque, para investir em mercados locais, as companhias de atuação nacional precisam do conhecimento em termos de localização de terrenos e demanda dos compradores que as pequenas possuem.

Os chamados mercados cativos regionais – como Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Presidente Prudente, no Estado de São Paulo, e Campos e Macaé, no Rio de Janeiro, além de Vitória (ES) e Recife (PE) - tendem a sofrer modificações significativas, dependendo do grau de atratividade. “Esse processo, longe de ser um condutor de crise regional é, na verdade, um potencializador de oportunidades, onde os dois lados ganham: as empresas locais se capitalizam e as nacionais ganham novos mercados”, diz Paiva.

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Obra sem dor de cabeça

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Quem vai construir ou está com parte das obras em andamento já deve ter em mente uma série de cuidados antes,durante e depois da construção para evitar que o sonho da casa própria não se transforme em pesadelo.

Para evitar aborrecimentos futuros, com relação à execução de seu projeto ou da aprovação e emissão do Habite-se na prefeitura, o ideal é ter a consultoria de um profissional da área de engenheiro civil, arquiteto ou técnico em edificações.

“O profissional da área vai elaborar o projeto de acordo como código de edificações vigente em cada município, dentro das regras estabelecidas pelo Plano de Desenvolvimento Urbano (PDU) de cada região”, diz o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-ES), Luis Fiorotti.

Além de evitar problemas com a prefeitura, um projeto bem elaborado garante economia para o proprietário. No caso de um terreno com topografia acidentada, o ideal é distribuir a obra para evitar movimentação de terra.


ADEQUAÇÃO

“Fazer tudo em um nível só encarece a obra. O ideal é adequar a casa ao tipo de terreno. Oposicionamento da construção também vai interferir no bem-estar dos moradores e na economia. Uma casa que saiba aproveitar o sol e os ventos terá menos gastos com ar condicionado e energia elétrica por causa da boa iluminação”, ressalta a arquiteta Julia Cruz.

O cuidado na hora de planejar deve se estender para os materiais usados e também os procedimentos durante aconstrução. O uso de telhas de amianto em uma região quente não é recomendado, já que o material acumula muito mais calor do que se utilizar telhas cerâmicas.

Impermeabilizar o contato com o solo e a obra é importante para evitar futuros problemas com infiltrações e mofo nas paredes. Segundo a diretora técnica da Morar Construtora, Bartira Gomes de Almeida, o ideal é fazer a impermeabilização 50 centímetros a partir da altura do solo.

Impermeabilização é um dos procedimentos mais importantes durante a obra

Durante a construção, é preciso estar atento a certos procedimentos para que mais tarde estes não se transformem em problemas que dificilmente serão corrigidos ou irão significar gastos extras depois que aobra estiver pronta.

Segundo a diretora técnica da Morar Construtora, Bartira Gomes de Almeida, a impermeabilização é um dos procedimentos mais importantes durante uma obra e deve ser feita no contato entre a casa eo solo. O procedimento correto impede que a água entre em contato com as paredes da casa e causando problemas como mofo na pintura, que terá de ser retocada com uma freqüência muito maior e até mesmo infiltrações,fazendo com que o reboco se solte.

Outra preocupação é com trincas na alvenaria, que obriga o proprietário estar sempre retocando com massa e tinta para esconder o problema,mas que dificilmente terá alguma solução que não saia muito cara.

“Isso acontece geralmente em encontros de materiais diferentes, que possuem dilatações diferentes, como uma viga ou pilar e a alvenaria. Com o calor e o frio, eles se retraem e expandem, o que pode gerar essas trincas”, avalia.

Uma forma de evitá-las, é utilizar uma tela defibra de vidro, encontrada em lojas de material deconstrução civil, que deverá ser colocada onde o pilar ou viga encontra com a alvenaria.

O cuidado com as instalações elétricase hidrossanitárias também é importante. Isso evita problemas como gasto excessivo de energia e queima constante de lâmpadas por fios mal dimensionados e também de vazamentos por causa de uma tubulação mal feita .Acontratação de um profissional de confiança reduz as dores de cabeça futuras.

Uma dica para quem está construindo é utilizar bastante tomadas. Hoje em dia a maior parte dos equipamentos é ligada na energia e uma boa distribuição dos pontos elétricos vai evitar o uso das extensões e sempre terá uma tomada disponível e de fácil acesso para ligar um celular ou outro aparelho eletrônico que precise ser carregado, por exemplo”, ressalta Bartira.


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Como definir o valor correto do imóvel?

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- A GAZETA- 12/06/2008

Medida, idade e localização do imóvel estão entre os itens que determinam o preço.

A definição do valor de um imóvel leva em conta fatores como localização, área privativa e idade do empreendimento. E o preço é calculado por meio de comparação com outros imóveis na mesma região e com características semelhantes.

Os parâmetros usados devem ser muito bem definidos para evitar que o proprietário leve prejuízo com uma avaliação abaixo do que o imóvel realmente vale, ou que o imóvel fique anos à espera de um comprador por ter um valor mais alto do que o de mercado.

“Há o senso comum de pensar que é fácil dar o preço a um imóvel, comparando com outros no mercado. Mas isso não dá certo, pois existe todo um embasamento técnico e de conhecimento das normas da ABNT para se avaliar corretamente o preço”, explica o presidente em exercício do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-ES), Aurélio Cápua Dallapícula.

PROFISSIONAL

O ideal é contratar os serviços de um profissional avaliador, que também está apto a emitir um laudo técnico com o valor real do imóvel, que poderá ser usado como um documento.

Dallapícula também aconselha cautela na hora de procurar pelos serviços de um profissional registrado, buscando informações no site do Creci-ES www.creci-es.gov.br ou no do Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícias do Espírito Santo - Ibape-ES www.ibape-es.com.br.

“Do contrário, o proprietário pode dar um chute, certeiro ou não. A avaliação não é algo estático. Pode mudar com o tempo, já que a valorização imobiliária é um processo dinâmico, em decorrência dos empreendimentos ou das melhorias em torno do imóvel avaliado”, explica.

O que deve ser levado em conta na avaliação de um imóvel?

.Localização: o endereço e a posição do apartamento no edifício (sol da manhã, andares mais altos, etc.) influenciam no valor.

.Frente para o mar: a valorização é diferenciada neste tipo de imóvel, por ser um terreno único e mais raro.

.Idade: com pelo menos 20 anos, um imóvel usado começa a valorizar em velocidade menor do que um usado com 5 anos, por exemplo.

.Custo de manutenção: veja se o empreendimento está em bom estado, ou seja, se o prédio está conservado ou tem feito reformas periódicas.

.Acabamento: um custo de reforma elevado pode depreciar o valor do imóvel.

.Lazer: itens disponíveis, conservação e utilização da àrea são fundamentais.

Dicas para valorizar o imóvel usado

.1. Fechamento de varanda ajuda a valorizar, por criar um outro espaço interno para o apartametpo, mas com a mobilidade de uma àrea exerna, que desde que sigam a convenção do condominio, para não criar diferenças na fachada do edifício.

.2. Prefira móveis mais claros e com aspecto moderno. Móveis velhos e caindo aos pedaços estão fora de questão. Piso e revestimento também não podem parecer antigos.

.3. Deixe sempre o imóvel bem iluminado durante a visita de um possivel comprador. Ajuda a causar boa impressão.

.4. Reformas grandes e caras são apenas para beneficio e conforto do proprietário. O valor do investimento não deve ser incorporado no preço final do imóvel.

.5. Acabe com as infiltrações e mantenha o imóvel conservado e pintado com cores claras.

Unidade usada pode custar de 30% a 50% menos.

Maior oferta está em Praia do Canto, Jardim da penha, Jardim Camburi, Itapoã e Praia da Costa

Os imóveis usados passam por um momento interessante no mercado imoviliario.Com preço menores do que de os de um empreendimento novo, facilidades de pagamento e linhas de financiamentoexclusivas, são uma boa opção.

Em Vitória bairros com Jardim da Penha, Barro Vermelho e Jardim Camburi, estão entre os que mais oferecem unidades usadas. Em Vila Velha, a maior parte das ofertas se concentra em Itapõa e Praia da Costa.

Uma das vantagens pode começar nos preços mais atrativos, que varia de 30% a 50% a menos em relação a um novo.

Cuidados:

Mas na hora de vender, o proprietário deve tomar certos cuidados, para ecitar que seu bem ceprecie diante do mercado ou o peçonão esteja muito acima da média.

“O dono tende a achar que seu imóvel é único e especial. Por isso, o valor vai estar sempre acima do mercado, na maioria das vezes. Principalmente depois de uma grande reforma. Ele pode condeguir, até 30% do valor investido, mas nunca o total”, diz o diretor da Assossiação de Empresas do Mercado Imobiliario do Espirito Santo(ADEMI-ES), Moacyr Brotas Netto.

O proprietario também deve estar atento para mudanças muito radicais na estrutura do imóvel, com alto custo. Porém,

mudanças como uma cozinha americana em apartamentos compactos, ajudam a valorizar.

 


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“O CONSUMIDOR DEVE TOMAR ALGUNS CUIDADOS”

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AO COMPRAR O IMÓVEL
“A promoção em si é vista com bons olhos. É sinal de que a concorrência tem surtido efeito e as empresas
estão brigando pelo cliente. Ainda assim, o consumidor deve tomar alguns cuidados. Primeiro, verificando
a idoneidade da construtora. Consultar o Procon para saber se há reclamações contra a empresa e qual o tratamento
dado por ela para essas demandas. Também é importante verificar se a empresa está registrada junto ao Conselho
Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) e se não há contra ela qualquer procedimento administrativo.
Além disso, o consumidor deve ficar atento à questão do contrato propriamente dito e observar se existe alguma
armadilha ou um linguajar jurídico que dificulte o entendimento para realizar o sonho de comprar o imóvel próprio.
Por isso, antes de assinar o contrato, o consumidor deve mostrá-lo a um advogado ou até mesmo levá-lo para
análise no Procon. Já pegamos várias situações como essa para checar se não existe alguma cláusula abusiva Normalmente está tudo certo, mas é fundamental verificar. Esses cuidados são necessários para que não se repita uma situação como a da Encol, que capitalizou, capitalizou, mas, na hora de construir, acabou deixando consumidores no prejuízo.
Existem outros procedimentos que também podem ser feitos, como verificar se a construtora está em dia
com a Receita Federal e se não está devendo a ninguém. Essas são informações públicas e o Procon pode fazer
a intermediação. O consumidor, por sua vez, deve se informar se a planta do imóvel foi aprovada junto à prefeitura do município onde vai ser realizada a obra. Por fim, é fundamental acompanhar o cronograma da construção do imóvel.”
Lorena Tamanini, gerente de atendimento do Procon estadual

A Tribuna 31/05/08


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