27 de Agosto de 2008
Desenvolvimento Local
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27/08/2008 - ( - A Gazeta)
foto: Google Earth
Imagem mostra a extensão do Canal de Camburi, que vai ganhar mais ponte
Mais uma ponte ligando Jardim da Penha à Praia do Canto. A existência desse projeto, que já está em fase de estudos, foi revelada ontem pelo secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de Vitória, Kléber Frizzera, durante um encontro promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sindicon) do Espírito Santo.
Segundo Frizzera, a nova via ficaria entre as pontes da Passagem e Ayrton Senna. “Esse projeto de uma nova ponte ligando a ilha ao continente está dentro de um projeto ainda maior que é a urbanização do Canal de Camburi. A idéia é dragar, melhorar o entorno e construir a quarta ponte sobre o canal. O projeto já está em fase de estudos e a intenção é concluir as obras nos próximos quatro, cinco anos”, destacou.
Para o especialista em transporte e trânsito Fábio Muniz, a quarta ponte é uma necessidade. “Já existe uma saturação das outras três pontes existentes. Com a melhoria da Ponte da Passagem e da Fernando Ferrari, isso tende a melhorar, mas dentro de poucos anos o trânsito voltará a se complicar se nada for feito”.
Mais projetos
Durante a palestra para os empresários da construção civil, Kléber Frizzera disse ainda que o projeto de duplicação dos 13 quilômetros da Avenida Serafim Derenzi, que corta vários bairros de Vitória, já está praticamente pronto - a duplicação deve ficar em R$ 150 milhões -, e que a galeria da Avenida Leitão da Silva será fechada. “Assim como a construção dessa nova ponte, a melhoria desses dois corredores viários são essenciais para que a mobilidade urbana de Vitória melhore”, salientou o secretário.
Frizzera também citou as melhorias que estão sendo pensadas para a entrada Sul de Vitória. “Estamos estudando a ampliação de algumas vias e a revitalização do comércio da região da Ilha do Príncipe e da Vila Rubim”, finalizou.
Mais dos projetos
Canal de Camburi. A prefeitura planeja dragar o canal, urbanizar às margens e construir mais uma ponte. A intenção é melhorar a mobilidade urbana e possibilitar a navegação pelo canal
Serafim Derenzi. Com um investimento de R$ 150 milhões a prefeitura pretende duplicar a via e melhorar o acesso a dezenas de bairros e valorizar a região de São Pedro
Entrada Sul. Além de melhorar o trânsito a intenção e revitalizar a Vila Rubim e a Ilha do Príncipe
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9 de Agosto de 2008
Desenvolvimento Local, Mercado Imobiliário
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17/07/2008 - A Gazeta
A Barra do Jucu ainda está para ser descoberta pelo mercado imobiliário: imóveis na região valorizaram, em uma média, de 15% a 20% nos últimos 12 meses, enquanto em Interlagos, bairro vizinho, esse índice foi de 25% a 45% em um ano.
Para os compradores, essa é uma boa notícia, porque terrenos na região ainda têm preços mais baixos do que os praticados em bairros da orla de Vila Velha. É possível comprar um terreno com 360m2 por cerca de R$ 40 mil, nas áreas mais afastadas, e por R$ 120 mil na orla.
Como o Plano Diretor Urbano (PDU) do bairro ainda não permite a construção de prédios com mais de três pavimentos, a predominância é de casas, em sua maioria de três e quatro quartos.
“Com a orla de Vila Velha toda verticalizada, a Barra do Jucu é uma das poucas regiões que ainda permitem a construção de futuros empreendimentos horizontais. Quem quer ter o prazer de morar em uma casa em Vila Velha, o bairro é uma das opções, juntamente com Ponta da Fruta e Interlagos”.
Residencial
Já existem projetos em andamento para a construção de condomínios horizontais e verticais. A previsão é que ainda este ano sejam anunciados os novos empreendimentos que devem mudar a cara do bairro.
“A Barra do Jucu está se mostrando uma grande opção para investir a curto e médio prazo. Dentro de pouco tempo, o bairro sofrerá uma grande valorização com os novos empreendimentos que estão chegando”.
Empreendimento residencial de alto padrão deve ser lançado em setembro
A previsão é que em setembro seja lançado um condomínio de loteamentos da construtora de Belo Horizonte. “Será um condomínio de alto padrão, totalmente urbanizado, com ruas calçadas e uma área de lazer privilegiada. O projeto já está em fase final de aprovação”, revela o diretor de Planejamento e Empreendimento da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Enrico Rocha Barbosa.
Além de condomínios horizontais de alto padrão, o bairro também terá espaço para empreendimentos voltados para o padrão econômico e supereconômico. Os primeiros lançamentos dessa categoria devem ser anunciados no início do próximo ano, em virtude da aprovação dos projetos em andamentos.
“A Barra do Jucu possui várias áreas a serem empreendidas, pois possui uma grande quantidade de terrenos. Os empreendimentos da classe econômica serão prédios de até 10 andares, com elevador e preço girando em torno de R$ 80 mil a R$ 90 mil. Já os supereconômicos terão prédios de quatro pavimentos, sem elevador e valor entre R$ 65 mil a R$ 80 mil”, adianta Barbosa.
Praias e reserva ambiental são os principais destinos turísticos do bairro
A Barra do Jucu surgiu de uma vila de pescadores e mantém até hoje como principais características o bucolismo de uma cidade calma, mas a apenas 10 quilômetros do Centro de Vila Velha.
O principal atrativo da região são as praias famosas, freqüentadas principalmente por praticantes de surfe, bodyboard e de pesca. A região também é endereço da Reserva Ecológica de Jacarenema, área de preservação de restinga e manguezal.
Outro atrativo são os bares e restaurantes da Barra do Jucu, cuja fama é reconhecida por todo os Estado, o que garante uma vida noturna agitada. O comércio atende às necessidades básicas de um bairro residencial, como padarias, farmácias e papelarias.
Por causa da proximidade com bairros como Itaparica, que já possuem comércio intenso, os moradores da Barra do Jucu optam por usufruir da estrutura de outros bairros. Mas já há planos para a expansão do comércio do bairro, com base nos empreendimentos futuros.
Comércio
“Uma rede de supermercados já adquiriu uma área no bairro, visando atender à região Sul de Vila Velha, já de olho no crescimento dos próximos anos. Há também o Shopping Barra Sol, cujas obras estão previstas para terminar em dois anos e que devem mudar o perfil da região”, adianta diretor de Planejamento e Empreendimento da Ademi-ES, Enrico Rocha Barbosa.
Além disso, o bairro deve passar por melhorias estruturais, como a previsão de construção de mais três novas escolas pela prefeitura e a urbanização da orla, ligando com a orla de Itaparica.
Procura por imóveis para aluguel é grande na Barra do Jucu
A procura por imóveis para aluguel é grande na Barra do Jucu. A valorização tem acompanhado as taxas de reajuste do mercado, o que garante que os valores permaneçam em um patamar mais acessível.
“A procura maior é de casas de três e quatro quartos. O valor varia de R$ 300,00 para casas de dois quartos a R$ 700,00 para quatro quartos. O bairro não tem muita opção de imóveis comerciais, mas uma loja de 35m2 tem um aluguel que gira em torno de R$ 500,00 a R$ 550,00.
Já os galpões tem o aluguel em torno de R$ 2,5 mil”.
Industrial
Mesmo sendo um bairro basicamente residencial, a Barra do Jucu oferece construções voltadas para o mercado industrial.
A duplicação da Rodovia do Sol favoreceu a construção de empresas e galpões para abrigar centros de distribuição, principalmente pela facilidade de escoamento para outras regiões da Grande Vitória e do interior do Estado.
Dependendo da localização, o metro quadrado de um terreno pode custar até R$ 111,00, muito mais em conta quando comparado ao valor do metro quadrado de um terreno no Centro de Vila Velha ou na Praia da Costa, onde há poucos espaços para se construir.
Áreas mais valorizadas estão no Centro
Para aquisição de casas, as áreas mais valorizadas da Barra do Jucu estão no Centro e na Barra II. O valor dos imóveis nessas áreas, mais próximas às praias e também à rede de comércio e serviços do bairro, pode chegar a R$ 300 mil, uma casa de quatro quartos. Já a procura por terrenos é maior nas regiões de Riviera da Barra, São Conrado, Maria Ortiz e Morada da Barra. Em algumas áreas, é possível encontrar terrenos a partir de R$ 25 mil.
Raio-X
617 terrenos
646 residências
3 imóveis industriais
57 imóveis de comércio e serviço
2 espaços para prática de esportes e lazer
1 instituição de ensino
Fonte: Prefeitura de Vila Velha
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9 de Agosto de 2008
Desenvolvimento Local, Mercado Imobiliário
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10/07/2008 - A Gazeta
Preço médio do metro quadrado para venda de loja na Enseada é de R$ 10 mil
A região de Laranjeiras, na Serra, é a campeã no ranking da construção de imóveis residenciais na Grande Vitória. É o que provam os números do mais recente Censo Imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sindicon-ES), apresentado na semana passada.
Parque Residencial Laranjeiras, Laranjeiras II, Morada de Laranjeiras e Colina de Laranjeiras são responsáveis por 40% das mais de 5,6 mil unidades lançadas na Grande Vitória, nos últimos seis meses.
Para se ter uma idéia da proporção desse percentual, a região que fica em segundo lugar no ranking dos lançamentos – Praia da Costa e Itapoã – registrou apenas 14% das unidades lançadas.
Outro dado importante: 24% das unidades residenciais em construção na Grande Vitória estão em Laranjeiras.
Um dos motivos para o boom residencial em Laranjeiras tem como explicação a grande oferta de terrenos que comportam a construção de condomínios de casas, as vedetes da região.
Preço
O outro fator é o preço do metro quadrado dos terrenos, que ainda é bem menor do que em outros bairros muito procurados para moradia na Grande Vitória. Exemplo: em Laranjeiras, o metro quadrado dos terrenos custa em torno de R$ 1 mil, enquanto em Jardim Camburi, pode chegar a R$ 2 mil.
O preço do metro quadrado dos imóveis prontos também é mais em conta: para dois quartos, gira em torno de R$ 2.146,00; três quartos, em média R$ 2.317,00; e casas, por volta de R$ 2.684,00.
Isso também contribui para tornar o valor de venda das unidades mais acessível, com apartamentos custando na faixa de R$ 100 mil a R$ 130 mil – valor que é acessível para a parcela da população que recebe de cinco a sete salários mínimos e está em busca de imóveis compactos – o perfil do bairro.
“Essa é a base da pirâmide e o grande mercado, que está aquecido, principalmente pelas linhas de crédito facilitadas”, diz o presidente do Sindicon, Aristóteles Passos Costa Neto.
Perfil
2.214 lançamentos imobiliários
5.556 unidades em construção
40% dos lançamentos
74% de unidades comercializadas
24% das unidades em construção
Condomínios com grandes áreas de lazer
Primeiro vieram os condomínios de casas, agora Laranjeiras começa a sua verticalização. Por ainda ter muitas áreas disponíveis, o valor do metro quadrado do terreno ainda é mais acessível às construtoras, permitindo consolidar grandes empreendimentos com áreas de lazer com estrutura de clube. “Isso reduz os custos de construção e oferece um preço final mais atrativo. Além disso, a proximidade com Vitória e às grandes empresas proporciona uma qualidade de vida ainda maior, já que torna possível morar próximo ao local de trabalho”, diz a diretora da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Rachel Menezes.
Lugar para investir
Se Laranjeiras é o bairro residencial que mais cresce na Grande Vitória, a Enseada do Suá é o que teve a maior valorização comercial nos últimos 12 meses. O 13º Censo Imobiliário do Sindicon-ES registrou um aumento de 120% no valor do metro quadrado de lojas e de 42,7% em salas.
“A evolução dos preços na Enseada do Suá foi acima da expectativa. O que é justificado pela escassez de unidades comerciais, a partir da mudança do PDU do bairro. O maior investimento passou a ser em empreendimentos residenciais, o que ajudou a elevar os preços”, analisa o diretor de Economia e Estatística do Sindicon-ES, Renato Menezes.
O preço médio do metro quadrado para venda de uma loja na região fica em torno de R$ 10,1 mil, enquanto que uma sala é vendida a R$ 5,4 mil o metro quadrado.
Esses valores colocam o bairro no topo do ranking dos metros quadrados comerciais mais caros da Grande Vitória, ao lado da Mata da Praia, também em Vitória: de R$ 7 mil a R$ 10 mil o metro quadrado, superando Campo Grande, Cariacica, com valores de metro quadrado que variam de R$ 4 mil a R$ 7,5 mil.
Alta nos preços
O lançamento de quantidade reduzida de lojas, concentradas em um único empreendimento, contribuiu para a alta nos preços, já que boa parte dos compradores são investidores. O aluguel futuro deve girar em torno de 1,2%. Significa que uma loja, comprada por R$ 200 mil pode render ao seu dono um aluguel de até R$ 2,4 mil.
Essa tendência tem como principal responsável a mudança do PDU do bairro, que era estritamente comercial. Com a transformação da Enseada em um bairro misto, cria-se a necessidade do comércio de lojas de rua.
“Até começarem a chegar os grandes empreendimentos residenciais, o comércio do bairro era voltado para quem trabalha na região. Com a transformação da Enseada em um bairro misto, outro tipo de oportunidade foi identificada pelo mercado, o que fez com que as lojas disponíveis tivessem essa alta de preços”, avalia o consultor imobiliário José Luiz Kfuri.
Perfil
120% de valorização para lojas
42,7% de valorização em salas
R$ 10.185 é o preço médio do m2 de lojas
R$ 5.483 é o valor médio do m2 de salas
86% das unidades comercializadas
Investir em salas é retorno garantido
Quem pensa em investir em salas ainda pode ter um bom retorno, já que a Enseada do Suá possui empreendimentos com salas comerciais modernas, que já possuem uma alta demanda, devido à escassez desse tipo de empreendimento na Grande Vitória. A possibilidade de morar próximo ao local de trabalho também vai funcionar como um atrativo futuro de valorização. “A Enseada do Suá é uma alternativa à Praia do Canto, só que mais moderno e nasce como um bairro completo, com fortes atrativos de lazer como a Praça do Papa, o Hortomercado. A verticalização possibilitou uma ocupação de terrenos menor, com grandes espaçamentos entre um prédio e outro, contribuindo para a qualidade de vida do bairro”, avalia Kfuri.
Análise
Os campeões em lançamentos
Renato Menezes
Diretor de Economia e Estatística do Sindicon-ES
Há dois anos, Laranjeiras era a quarta região em lançamentos, mas pela velocidade dos novos empreendimentos, era esperado que o bairro atingisse o primeiro lugar em pouco tempo. Houve momentos em que oferta não acompanhou a demanda, principalmente por causa da facilidade de financiamento dos imóveis. Dificilmente outra região vai superar Laranjeiras em quantidade de unidades e como esses empreendimentos devem ficar prontos em até quatro anos, a região vai ficar por um bom tempo na liderança. Já a Enseada do Suá foi uma surpresa a valorização, principalmente de lojas, mesmo que estivéssemos aguardando uma alta. Os últimos lançamentos comerciais, principalmente de lojas, venderam com uma velocidade maior do que a de unidades residenciais. Por outro lado, nos próximos meses, o resultado pode não se repetir nessas proporções, mas as salas e as unidades residenciais, principalmente, ainda têm grande potencial para se valorizarem. Com a escassez dos terrenos de frente para o mar, os imóveis concentrados nessas áreas terão os preços ainda mais valorizados do que em outras regiões da Enseada do Suá.
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15 de Julho de 2008
Desenvolvimento Local
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6 de Julho de 2008
Desenvolvimento Local
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A procura é grande e não há oferta Tem construtora com lista de interessados para prédios que ainda não foram lançados
Trabalhar perto de casa ou morar perto do casa ou morar perto do trabalho. Essa tendência estará em lançamentos comerciais de Vila Velha.-
As construtoras já perceberam que Vila Velha é um local estratégico. O município está a alguns minutos de Vitória e a poucos quilômetros de Anchieta, que está se transformando em um grande pólo industrial. O local ainda é estratégico para exportação e importação, e tem recebido muitos imóveis residenciais, do segmento econômico ao alto padrão. Com tudo isso, faltam imóveis comerciais para receber novas empresas no município. De olho nesse grande filão, o setor imobiliário já está com lançamentos no forno, com projetos em aprovação.
A Tribuna -02/07/2008
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10 de Janeiro de 2008
Desenvolvimento ES, Desenvolvimento Local
1 Comentário
A Imóvel OK, consultoria especializada em imóveis no litoral capixaba, que também atua em Anchieta divulga o motivo de investir nessa próspera região, veja abaixo:
Enquanto Guarapari deve concentrar a maior parte dos empreendimentos voltados para a classe média e média alta, a expectativa é que Anchieta concentre empreendimentos maiores, principalmente voltados para o segmento econômico.
“Algumas incorporadores grandes de São Paulo já estão na região, prospectando terrenos. Estão procurando por grandes áreas para abrigar condomínios de casas, com mil unidades”, adianta o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Guarapari (Sindicig), Marcos Macedo.
Recentemente, uma empresa de fora do Estado adquiriu um terreno de 300 mil metros quadrados para a criação de um novo bairro, voltado para a classe média e média alta, na saída de Anchieta para Iriri, segundo revelou o superintendente da Prefeitura Municipal de Anchieta, Amarildo Calenzani.
Terrenos
“O preço dos terrenos também tem valorizado, em virtude da especulação imobiliária. Em quatro meses, os valores sofreram um aumento de 100%. Hoje não se encontra terrenos por menos de R$ 100 mil às margens da Rodovia do Sol. Lotes mais distantes do Centro ainda são encontrados por R$ 25 mil a R$ 30 mil em média”, conta Calenzani.
Com o Centro com cerca de 90% de ocupação, a prefeitura já elaborou um PDM que define as áreas a serem ocupadas com empreendimentos residenciais: ao Sul, em direção a Iriri e no sentido Centro-Castelhanos, que também deve ter empreendimentos comerciais.
100% de alta: esse foi o percentual de reajuste nos preços de terrenos em Anchieta, nos últimos quatro meses.
Município vive expectativa de crescimento
Anchieta vive a expectativa de crescimento econômico com a implantação de um pólo siderúrgico na região. Entre os investimentos já anunciados estão uma siderúrgica chinesa; um braço da ferrovia litorânea, que vai ligar Vitória a Cachoeiro de Itapemirim; um novo terminal marítimo; expansão da Samarco Mineração; Usina de Tratamento de Gás e construção de novas usinas da Vale.
Frases
“Pessoas que vão trabalhar na Petrobras já estão procurando casas para morar em Anchieta. Além disso, a especulação imobiliária também tem crescido. Além das construtoras da Grande Vitória e de fora do Espírito Santo, também temos visto a procura de novas áreas por imobiliárias tanto capixabas quanto de outros Estados.”
Fonte: adaptação de A Gazeta
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12 de Outubro de 2007
Desenvolvimento Local, Geral
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Karine Nobre - A GAZETA
A Barra do Jucu está entre os bairros que mais têm chamado a atenção de construtoras e incorporadoras em Vila Velha, por ter grandes áreas disponíveis, com preços competitivos.
LOCAIS. Ponta da Fruta, Barra do Jucu, Jóquei Clube e Santa Inês são novos bairros nos planos de investimento das construtoras. Até o final de 2008, serão construídas mais de 7 mil unidades.
VilaVelha começa a ganhar novo contorno no setor imobiliário Estão previstos para o município novos empreen dimentos, que vão desde empreendimentos para a classe econômica, com apartamentos compactos e grandes áreas de lazer, até condomínios clubes de casas de alto luxo.
Com as principais áreas nobres do município, como Praia da Costa, Itapoã e o começo de Itaparica bastante ocupadas, a solução encontrada pelas construtoras é investir no interior do município.
“A tendência de crescimento é para o Sul e Oeste, em direção a Guarapari. A topografia plana de Vila Velha e as grandes áreas depois de Itaparica devem contribuir para o investimento no segmento de condomínio de casas”, avalia o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Espírito Santo, Aristóteles Passos Costa Neto.
“O novo Plano Diretor Municipal (PDM) de Vila Velha vai definir a vocação das novas áreas do município. Há muita área para ser expandida no interior do município. Outra tendência é a maior ocupação do entorno da Rodovia Darly Santos, que possui perfil ideal para ser explorada na área de serviços e logística, voltada para a instalação de indústrias, a exemplo do que acontece com a Serra”, diz.
TENDÊNCIA. Ponta da Fruta e Barra do Jucu são as duas regiões que mais têm chamado a atenção de construtoras e incorporadoras. Por possuírem grandes áreas e com preços competitivos, tornaramse alvo de prospecção para condomínios de casas.
Voltadas para a classe média, as casas devem ficar na faixa de R$ 180 mil a R$ 250 mil. Já para a classe média alta, o preço deve ficar em torno de R$ 350 mil a R$ 500 mil e para a classe alta, com valores a partir de R$ 600 mil, em áreas completamente urbanizadas com estrutura de clube.
A construtora Teixeira Holzmann, fechou uma intermediação para a construção de um condomínio de alto luxo na região da Ponta da Fruta, já em processo de aprovação pela Prefeitura de Vila Velha.
“Serão mais de 350 mil m² área, próximo à reserva de Jacarenema. Todos os terrenos serão urbanizados e o empreendimento terá a estrutura de um clube”, adianta Barbosa.
Imóveis para a classe média
A margem direita da Rodovia do Sol, em direção à Guarapari é outra região apontada como grande potencial para novos empreendimentos. Ao contrário dos prédios localizados nas primeiras quadras do mar, essa região vai concentrar empreendimentos voltados para as classes econômica e média, na faixa de R$ 2,5 mil o metro kern - 0.4quadrado, com apartamentos compactos, medindo cerca de 60 m² para os de dois quartos e 85 m2 para os de três quartos. Todos com grandes áreas de lazer.
O NÚMERO
R$ 180 mil Esse deve ser o preço mais baixo de casas voltadas para a classe média nos novos pontos de lançamentos imobiliários em Vila Velha. Os preços mais altos devem chegar à faixa dos R$ 250 mil.
Valorização de 100% em cinco anos, na orla
Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário de Vila Velha se valorizou cerca de 100%, acompanhando a tendência de crescimento acelerada do município. Praia da Costa, Itapoã e Itaparica são as regiões mais procuradas e valorizadas.
A maior parte dos lançamentos ainda se concentra nos três bairros e, até a metade do próximo ano, estão reservadas uma série de novidades que devem mudar a cara do mercado na cidade. Uma delas é a chegada da
Rossi, em parceria com a Città. Está previsto para o início de janeiro o lançamento de um empreendimento de luxo no terreno onde ficava o antigo hotel do Sesi, na Praia da Costa “Será um empreendimento com todas as características de um clube de praia” adianta o diretor regional da Rossi, Marco Adnet.
COMÉRCIO. Outra empresa que prepara uma série de lançamentos para o primeiro semestre de 2008 é a Sá Cavalcante. Além de empreendimentos residenciais, também planeja o lançamento de salas comerciais, de olho na demanda desse mercado, ainda carente no município.
“A maior parte dos nossos lançamentos deve ficar no entorno do Shopping Praia da Costa. Mas também estamos em fase de pesquisa para o lançamento de um empreendimento voltado para a classe econômica na Rodovia do Sol”, revela o diretor-superintendente da Construtora Sá Cavalcante, Victor Sá Cavalcante.
Itaparica Praia da Costa e Itapoã predominam na procura de imóveis, seja de apartamentos compactos de três e quatro quartos para a classe média ou os de quatro quartos para a classe alta.
Ocupação ao longo da Rodovia Darly Santos
O novo Plano Diretor Municipal (PDM) de Vila Velha vai interiorizar os lançamentos de empreendimentos nos vazios urbanos fora da orla. Onde já existe infra-estrutura deverá ser ocupado com novos empreendimentos. A expansão urbana após a ocupação desses vazios será ao longo da Rodovia Darly Santos, prioritária para atividades portuárias. Já o final de Itaparica, em direção a Guarapari, tem áreas destinadas a condomínios residenciais de alta classe, obedecido o limite da Reserva de Jacarenema e a faixa de amortecimento.
” Magno Pires Secretário de Desenvolvimento Urbano de Vila Velha.”
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11 de Outubro de 2007
Desenvolvimento Local
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Projeto prevê instalação de empresas às margens da rua Rosa de Prata, em um terreno de 300 mil metros quadrados
Transformar o bairro Guaranhuns, em Vila Velha, em um pólo industrial é um dos objetivos que a associação de moradores local está bem perto de se tornar possível.
A área para a instalação das indústrias já existe e está localizada às margens da rua Rosa de Prata. A previsão é de que o projeto saia do papel nos próximos quatro anos.
Para viabilizar a iniciativa, a associação de moradores conta com o apoio da Superintendência dos Projetos de Polarização Industrial (Suppin).
“Estamos com o governo do Estado nessa luta. A idéia é de que o terreno se transforme em um pólo industrial, como o Civit, na Serra”, disse o presidente da Associação de Moradores do Bairro ConjuntoHabitacional Guaranhuns, Gilson Pimentel, mais conhecido como Gilsinho. Segundo o diretor-geral da Suppin, William Galvão Lopes, o órgão ganhou, na Justiça, o direito de utilizar a área, que possui 300 mil metros quadrados.
“Recentemente, a Justiça nos concedeu a área. Agora, o órgão precisa retomar o terreno para que seja desenvolvido um projeto para o fortalecimento de indústrias na região”, explicou. De acordo com Lopes, a idéia é de que seja a complementação do pólo empresarial de Vila Velha, situado às margens da rodovia Darly Santos. “Agora, vamos fazer estudos e projetos, para saber que tipo de empresas vamos colocar lá e para implementação de infraestrutura, sistema viário, água, esgoto, luz, telefonia, para que a empresa se instale com condições de operar”, disse.
Ele disse que a partir do segundo semestrede 2008 deve ser realizada a infra-estrutura. E a partir do primeiro semestre de 2009, a venda dos lotes e a instalação das empresas.
Fonte: A Tribuna - 09/10/2007
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