9 dAmerica/Sao_Paulo Abril dAmerica/Sao_Paulo 2010
Desenvolvimento ES, Dicas e Orientações
Nenhum comentário
Objetivo
Contribuir para a expansão, modernização e diversificação dos setores pro
dutivos do Espirito Santo, estimulando a realização de investimentos, a
renovação tecnológica e oaumento da competitividade estadual, com
ênfase na geração de emprego e renda e na redução das
desigualdades sociais e regionais.
Beneficiários
Empresas que venham a realizar projeto econômico considerado de
interesse para o desenvolvimentosócio-econômico do Estado,
conforme condições pré-estabelecidas previstas no Decreto
Nº 1152-R, de 16/05/03, alterado pelos Decretos Nºs. 1210-R,
de 12/09/03 e 1335-R, de 1º/06/04.
Enquadramento
Projetos de implantação; Projetos de ampliação, expansão ou
diversificação da capacidade produtiva que prevejam aumento
mínimo, prévio à fruição do benefício, de 40% da capacidade
instalada; Projetos de revitalização de estabelecimento paralisado
há, no mínimo, 12 meses ininterruptos, imediatamente
anteriores à data de protocolização do pedido de concessão do benefício.
Condições operacionais
1.Diferimento do pagamento do ICMS, inclusive do diferencial
de alíquotas, devido na aquisição de máquinas e equipamentos
destinados à integração no ativo permanente imobilizado do
estabelecimento para o momento que ocorrer a sua desincorporação,
e diferimento do pagamento do ICMS nas importações
do exterior de insumos e matérias-primas, destinados exclusivamente
ao estabelecimento industrial importador, para o momento
em que ocorrer a saída dos produtos resultantes de sua industrialização;
2.Crédito presumido, nas operações interestaduais, até o limite de 70%
do valor do imposto devido mensalmente;
3.Redução da base de cálculo, nas operações internas, até o limite de
70% do seu respectivo valor.
Observação: Esses benefícios podem ser cumulativos e são concedidos pelo prazo de até 12 anos.
Utilização do crédito
Aprovado o pedido pelo “Comitê de Avaliação”, a empresa celebrará
com a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) “Termo de Acordo”
no qual ficarão estabelecidas as condições para fruição dos benefícios.
Solicitação do benefício fiscal
Encaminhar à Secretaria de Estado de Desenvolvimento
Econômico e Turismo - Sedetur:
- Carta explicitando quais os benefícios que se requer;
- Formulário - Roteiro de Projeto para Solicitação do Benefício Fiscal
- Certidões negativas perante as Fazendas Federal, Estadual e Municipal;
- Licenciamento Ambiental, para projeto industrial.
Observação
1.Concluído o projeto, a empresa comprovará, junto ao Bandes,
os investimentos realizados.
2.O Bandes comunicará à Sefaz o cumprimento do Termo de
Acordo para que a beneficiária comece a usufruir dos incentivos fiscais;
3.Semestralmente, a empresa encaminhará, ao Bandes, a comprovação
dos recolhimentos efetuados do ICMS.
Contato
Bandes/Gerência de Desenvolvimento e Planejamento -
Tel: (27) 3331-4371;
Sedetur - Tel: (27) 3380-2182/2183
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
15 dAmerica/Sao_Paulo Abril dAmerica/Sao_Paulo 2009
Desenvolvimento ES
Nenhum comentário
O Estado registrou um aumento de 8,3% em sua produção industrial
de fevereiro, perdendo apenas para a Bahia, com 13,7%
OEspírito Santo teve o segundo maior crescimento
industrial em fevereiro, com relação a janeiro deste ano, segundo o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Estado registrou um aumento de 8,3% em sua produção industrial,
perdendo apenas para a Bahia que teve um crescimento de 13,7%.
De acordo com o superintendente do Instituto Euvaldo Lodi
(IEL-ES) e economista da Federação das Indústrias do Espírito
Santo (Findes), Benildo Denadai, o Estado apresentou uma queda
de 33,2% em fevereiro deste ano, comparando com o mesmo mês
do ano anterior.
“Já em fevereiro, a queda foi de 29,5%, a menor das registradas
desde setembro, quando a crise financeira mundial foi anunciada”,explicou.
De acordo com o IBGE,dos cincosetores apurados, quatroregistraram
retração: as indústrias extrativas
(-60,8%), metalurgia básica
(-32,7%) e alimentos e bebidas
(-5,2%).
O único dado positivo ocorreu na produção de celulose e papel,
que registrou aumento de 2,7% em fevereiro com relação a janeiro
deste ano. Segundo o superintendente do IEL, o crescimento não representa
um início de recuperação dos impactos causados pela crise.
“Isso é algo que não está consolidado. Primeiro precisamos ter
dados concretos de faturamento das indústrias do Estado, e devemos
levantá-los até o final desta semana”, disse. Ele acrescentou que a recuperação
da atividade industrial depende também do mercado internacional.
“Cerca de 49% do que produzimos vai para o exterior, e como teve
uma queda grande na economia mundial, nós sofremos esse
impacto também”. Em nível nacional, o crescimento
de produção industrial registrou um aumento de 1,8% em
fevereiro. De 27 ramos pesquisados, 16 apresentaram alta. O IBGE
apontou o setor de veículos, com alta de 8,7%, como grande responsável
pelo crescimento.
Na comparação com fevereiro de 2008, no entanto,o País teve queda de 17%.
Jornal A Tribuna 08/04/2009
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
15 dAmerica/Sao_Paulo Outubro dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES
Nenhum comentário
O Espírito Santo ficou em quinto no ranking nacional dos terrenos rurais mais valorizados
– As terras rurais do Espírito Santo estão entre as mais caras do Brasil. É o que comprova o Anuário da Agricultura
Brasileira (Agrianual), que lista o Estado entre os cinco com a maior média de preço por hectare de terra no País.
A publicação é feita anualmente, desde 1995, pelo Instituto FNP Agrofolha, uma empresa especializada em consultoria
técnica e econômica voltada para o agronegócio. O valor médio dos terrenos capixabas divulgado pelo instituto
chega a ser 55% maior do que média brasileira, que é de R$ 3.082. O valor médio pago por hectare de terra nua no
Espírito Santo é de R$ 4.770,00. Em São Paulo, que tem o preço mais alto do País, a média foi de R$ 9.496,00.
Essa é a primeira vez que o Estado entra no ranking. Isso foi possível graças a uma pesquisa (inédita em terras
capixabas) feita pelo Centro de Desenvolvimento do Agronegócio (Cedagro) – uma ONG de promoção do agronegócio
– e pela empresa Ruralter, com o apoio do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes). O valor comercial
foi levantado em mais de 200 propriedades rurais, de 66 municípios de diferentes regiões do Espírito Santo. A pesquisa
fez um levantamento de terrenos rurais comercializados entre janeiro de 2006 e março de 2007. De acordo com os dados,
Marechal Floriano é o município que tem o valor médio de terras nuas mais alto do Estado, seguido de Jaguaré, segundo colocado, e de
Sooretama, em terceiro.
Tribuna -24/08/2008
RANKING NACIONAL DAS TERRAS
(Valor médio por hectare de terra nua)
1° - São Paulo
R$ 9.496,00
2° - Paraná
R$ 6.339,00
3° - Santa Catarina
R$ 6.042,00
4°- Rio Grande do Sul
R$ 5.087,00
5° - Espírito Santo
R$ 4.770,00
Fonte: Instituto FNP Agrofolha (Agrianual)
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
17 dAmerica/Sao_Paulo Agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES
Nenhum comentário
03/08/2008 - A Gazeta
Com o mercado mundial aquecido, principalmente pela grande demanda de países como China e Índia, a indústria de minério, pelotas e aço do país busca tecnologias mais modernas para melhorar a produtividade, reduzir custos e ampliar mercado. O Espírito Santo se encaixa bem nesta nova proposta e caminha para ser, nos próximos dez anos, o maior pólo produtor de pelotas do mundo associado a uma indústria siderúrgica moderna e competitiva.
Exatamente por reunir o que é considerado hoje como o mais importante para a produção de aço é que o Estado é uma das apostas também no setor siderúrgico. Que condições são estas? Logística portuária, energia (gás natural), ferrovias e o mais importante, minério e pelotas trazidos de Minas via ferrovia ou minerodutos. Além, claro, de uma siderúrgica moderna (ArcelorMittal Tubarão) e projeto de mais uma em Anchieta, além da possibilidade de outra em Presidente Kennedy.
A indústria do aço quer chegar à condição considerada praticamente perfeita para a produção de placas e aços longos: ter, bem ao lado dos altos-fornos as usinas de pelotização. O que se ganha com isso? Tempo, dinheiro e competitividade.
Para transformar pó de minério em pelota, é preciso grande quantidade de energia – hoje, no Estado, usa-se óleo combustível que será trocado por gás natural – para aquecer o minério e depois resfriá-lo. Quando chega à aciaria e depois ao alto-forno da siderúrgica, mais uma quantidade grande de energia para aquecer novamente as matérias-primas que resultam no aço. Depois, novamente aquece-se a placa para transformá-la em bobina a quente que poderá se transformar em aço galvanizado (produto final) ou aquece-se novamente para que as placas se transformem em aços longos ou trefilados.
Otimismo
Para o presidente da Federação das Indústrias (findes), Lucas Izoton, poderemos chegar a produzir 120 milhões de toneladas de pelotas por ano em pouco tempo contando com as três pelotizadoras que a empresa Ferrous pretende implantar em Presidente Kennedy até 2014.
Já o governador Paulo hartung, que também vê com otimismo a descentralização industrial do Estado, o litoral do Espírito Santo, mais o Norte do Rio de Janeiro e o Sul da Bahia se transformarão numa das maiores regiões produtoras de pelotas (conhecidas como pellets) e aço do mundo.
“Claro que isso tudo precisa ser feito observando os critérios da legislação ambiental”, afirmou Hartung. A preocupação com a formação de mão-de-obra local é outra preocupação “porque é preciso evitar trazer de fora os trabalhadores especializados”, argumenta o governador.
Ele concorda que a preocupação com a redução no consumo de energia e na emissão de gases poderá levar a uma otimização entre pelotizadoras e siderúrgicas. “Este é um ponto que ainda precisa ser aprimorado. O que sabemos é que a Grande Vitória não comporta mais uma siderúrgica nem mais pelotizadoras, então, os projetos precisam ir para o Sul ou para o Norte”.
Indústria quer agregar valor
É mais barato e mais competitivo trazer carvão da Ásia ou Europa, e produzir aço aqui.
A necessidade de agregar valor aos produtos é reconhecida pelos empresários e classe política. O Brasil exporta cerca de 300 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (pouco mais de 100 milhões via Espírito Santo) e produz apenas 32 milhões de toneladas de aço.
Observando os preços do ferro (em torno de US$ 80 por tonelada) e do aço (pode chegar a US$ 1,2 mil a tonelada), é fácil compreender porque aumentar a capacidade siderúrgica do país é vital.
“Mesmo o Brasil não produzindo quase nada de carvão mineral, que entra na composição do aço, nós temos o melhor minério do mundo, logística para exportar, tecnologia avançada e as minas perto das siderúrgicas. Podemos aproveitar melhor esta situação”, destaca o governador Paulo Hartung.
É mais barato e torna o produto final mais competitivo trazer carvão da Ásia ou Europa e produzir aço no Brasil. AS minas de minério estão próximas às siderúrgicas aqui no país. É o que pensam os investidores da Ferrous, empresa constituída há um ano por fundos de investimentos estrangeiros e que planeja construir três pelotizadoras, um porto e, talvez, uma siderúrgica em Presidente Kennedy, Sul do Estado.
Neste sentido, o Espírito Santo está em situação privilegiada por ter litoral para novos terminais portuários, ferrovia e áreas para investimentos deste tipo. “Podemos nos transformar num Estado exportador de conhecimento, tecnologia e gente especializada”, aposta o governador.
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
17 dAmerica/Sao_Paulo Agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES
Nenhum comentário
16/08/2008 - A Gazeta
Nesta segunda-feira, o grupo Jurong oficializa seu interesse em construir um estaleiro no Litoral Norte do Espírito Santo. O grupo, que tem sede e estaleiro em Cingapura, e é uma das maiores empresas mundiais do setor, assina protocolo de intenções com a Aracruz Celulose, com a Prefeitura de Aracruz e com o governo do Estado.
A partir da assinatura do documento, o grupo Jurong inicia os estudos voltados para a construção do estaleiro, em Barra do Riacho. O empreendimento será implantado em uma área que fica próxima ao porto abrigado de Barra do Riacho, gerido pela Codesa. A área que abrigará o estaleiro foi adquirida pela Aracruz Celulose.
No início de maio, antes da viagem que o governador Paulo Hartung fez à China, dirigentes da Jurong o procuraram e falaram do interesse da companhia em construir um estaleiro no litoral capixaba. Durante a viagem, Hartung programou uma visita ao estaleiro da Jurong, em Cingapura, quando foi reafirmado o interesse na implantação do projeto.
A Jurong, que já atuou no Brasil como parceira do estaleiro Mauá, no Rio de Janeiro, é uma grande fornecedora de bens e serviços para a Petrobras. Grande parte da produção do novo estaleiro será para atender à demanda da estatal, que precisa de novos navios para as suas atividades.
No final do primeiro semestre, a Petrobras anunciou um pacote gigante de encomendas junto à indústria naval brasileira. O pacote da Petrobras terá 44 navios para transporte de petróleo e derivados, 40 sondas de perfuração de poços exploratórios e 146 embarcações de apoio às atividades petrolíferas em alto-mar.
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
17 dAmerica/Sao_Paulo Agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES
Nenhum comentário
16/08/2008 - A Gazeta
Projeto em Linhares integra conjunto de obras que vão ajudar o Brasil a reduzir sua dependência do gás importado da Bolívia
Com o término das obras do gasoduto Vitória-Cabiúnas (Macaé), no primeiro semestre deste ano, o Espírito Santo já tem capacidade para fornecer 20 milhões de m3 por dia de gás natural. Para chegar a esta produção, a Petrobras está investindo US$ 4 bilhões na Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTCG), em Linhares, que, até o final de 2009, estará pronta para processar este volume diário de gás.
Considerado prioridade pelo governo federal, o investimento em novos campos de gás foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo é reduzir a dependência do Brasil em relação ao gás comprado da Bolívia, hoje cerca de 27 milhões de m3 por dia.
A necessidade de mais gás já está fazendo com que a Petrobras reveja seu projeto de instalação da UTG Sul, em Ubu, Anchieta, inicialmente planejada para processar 2,5 milhões de m3. A produção deve saltar para 15 milhões de m3.
A companhia prevê investir R$ 400 milhões na primeira fase, mas poderá destinar mais recursos, já que a unidade processará o gás dos campos do Litoral Sul e do pré-sal.
Hoje, no Espírito Santo, cerca de 500 mil m3 são produzidos nos campos em terra e o restante nos campos de Golfinho, Peroá e Cangoá, no Litoral Norte. Até o final do ano, entrarão em produção o campo de Canapu (2 milhões de m3 por dia) e Camarupim (entre 5 e 6 milhões de m3 por dia).
A produção em Camarupim começará com a chegada do navio-plataforma Cidade de Vitória, em novembro. O FPSO está sendo adaptado em Cingapura e tem capacidade para produzir 10 milhões de m3 de gás e 35 mil barris de petróleo por dia.
Visita
A UTG de Cacimbas, onde hoje 3,5 mil pessoas trabalham nos módulos três e quatro, recebeu ontem a visita do governador Paulo Hartung e de empresários. O governador destacou que “aceitou o convite da Petrobras porque é importante para o Estado conhecer os investimentos que a estatal está fazendo no Estado”.
O gerente-geral da Petrobras no Estado, Márcio Félix, disse que as obras de Cacimbas têm grande participação de empresas capixabas. “Compramos bens e serviços de 1.948 fornecedores do Estado, num valor que, este ano, chegará a R$ 2,8 bilhões. Três anos atrás, em 2005, esse valor foi de R$ 1,2 bilhão, o que mostra como a área de petróleo está movimentando a economia do Espírito Santo”, destacou ele.
Gabrielli: Debate não afeta ações
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, atribuiu a queda de valor de mercado da empresa à redução do preço do petróleo no mercado internacional nas últimas semanas. O executivo considerou que a desvalorização das ações da estatal é um movimento normal do ponto de vista do mercado de petróleo, lembrando que outras empresas do setor, como Esso e Shell, também se desvalorizaram nos últimos dias.
Segundo a consultoria Economática, o valor de mercado da petrolífera brasileira recuou em US$ 97,535 bilhões desde 20 de maio ? data do último recorde de pontuação do Ibovespa (principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo) ?, de US$ 303,676 bilhões em 20 de maio para US$ 206,141 bilhões.
Gabrielli descartou a hipótese de que as discussões sobre um novo marco regulatório para o setor de petróleo no Brasil estejam influindo o movimento de valor das ações da companhia. Para ele, esse debate olha para um futuro mais distante, e as variações de mercado consideram o cenário de curto prazo.
“Até agora não houve definição nenhuma sobre o futuro, e o futuro é que define o comportamento de muitos investidores. E eles estão olhando muito o curto prazo”, afirmou.
Gabrielli disse ainda que é provável que haja uma tendência de queda do preço do petróleo, mas ressaltou que esse movimento não é definitivo. “Vai chegar a um patamar e vai voltar a crescer”.
Maior parte dos projetos está no Norte do Estado
Hoje a Petrobras tem 32 projetos em andamento no Estado, 28 deles localizados no Norte, em terra e no mar. Essa situação deverá mudar daqui pra frente com o início da produção do primeiro poço da camada do pré-sal, em Jubarte, no Parque das Baleias, que fica em frente a Presidente Kennedy. Além disso, os outros quatro campos do Parque das Baleias também entrarão em produção nos próximos anos e o Parque das Conchas, parceria da Shell com a Petrobras e com a estatal do petróleo indiana, começará a produzir em 2009. Para dar suporte às atividades no mar, no Sul, a Petrobras construirá um terminal portuário em Ubu, Anchieta, e uma Unidade de Tratamento de Gás no mesmo local. Segundo o gerente-geral da companhia no Espírito Santo, Márcio Félix, 1.453 pessoas trabalham, diretamente, na Petrobras no Estado, fora os número de vagas indiretas. Estes números devem aumentar em função do crescimento da atividade petrolífera nos próximos anos.
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
17 dAmerica/Sao_Paulo Agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES, Geral
Nenhum comentário
17/08/2008 - A Gazeta
Na mesa, arroz de primeira, bacalhau, azeite e um bom vinho. Na garagem do novo apartamento, um carro zero, com ar-condicionado e direção hidráulica. Nos planos, viagem para o Chile. Esses hábitos são revelados após um olhar mais atento à classe média capixaba: mais consumidores pagam por produtos de grife e buscam qualidade de vida ? ainda que ela custe um pouco mais.
Esse já é um reflexo do aumento no número de brasileiros que saíram das classes D/E e hoje são apontados como integrantes da nova classe média, hoje chamada de classe C. Essa fatia da sociedade tem renda entre R$ 1.064,00 a R$ 4.591,00. A análise foi elaborada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Segundo o estudo, a população dessa faixa cresceu de 42,26% para 51,89%, entre 2004 e 2008. O aumento no poder aquisitivo é confirmado por uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que mostra que o percentual de famílias pobres caiu de 35% para 24,1% da população nas seis maiores regiões metropolitanas do país entre 2003 e 2008. Isso representa uma redução de cerca de 4 milhões de pessoas.
Menos pobres, mais sonhos. No caso dos namorados Rafaela Salvador Athayde, 23, e Anderson Gomes, 31, primeiro virá o apartamento e depois viagens. Os jovens decidiram financiar a primeira casa após perceberem que as parcelas não pesariam no orçamento.
“Desde o final do ano passado, procurávamos um imóvel, mas não queríamos planos de pagamento que exigissem parcelas intermediárias. Conseguimos um financiamento e, há um mês, negociamos um apartamento na planta”, disse Rafaela.
Levantamento feito pelo Ministério do Trabalho reforça a tese de que o capixaba está com mais dinheiro. Em relação ao rendimento médio do trabalhador, o Estado obteve o 3º melhor desempenho do país, com alta de 31,76%, passando de R$ 488,52 em 2003 para R$ 643,69 em 2008.
No 1º semestre deste ano, comparado ao 1º semestre de 2007, o Estado registrou a 2ª maior taxa do país, com aumento real de 5,8% nos salários médios, acima do índice nacional (3,9%) e da média da Região Sudeste (4,2%).
De acordo com o professor de Economia Mário Vasconcelos, do Centro Universitário de Vila Velha (UVV), há diversos indicadores de que o poder aquisitivo do capixaba aumentou. Há ainda o aumento no volume de negócios na construção civil. Em toda a Região Metropolitana, é possível notar novos prédios e condomínios, a maior parte voltada para a classe média”.
Está mais fácil subir na vida
De acordo com o chefe do Centro de Políticas Sociais do IBRE/FGV e fomentador do estudo “A nova classe média”, Marcelo Côrtes Neri, o aumento nos ganhos financeiros provenientes do trabalho gerou sustentabilidade nas relações de consumo, principalmente a partir de 2007. Ele afirma ainda que, desde 2002, a possibilidade de a classe C ascender para as classes A ou B está aumentando, ao passo que a de descer para as classes D e E está decaindo.
.
Nos estudos, foi considerada classe média a parcela da população economicamente ativa cuja renda mensal domiciliar varia de R$ 1.064,00 a R$ 4.591,00. Já a classe A/B é aquela cuja faixa de renda mensal domiciliar começa em R$ 4.591,00. Os mais pobres, ou seja, a classe E, têm renda que varia de zero a R$ 758,00. Já a classe D, mostrada na pesquisa como os remediados, está na faixa de renda domiciliar mensal de R$768 a R$ 1.064,00. As informações se referem à situação das pessoas na faixa dos 15 aos 60 anos.
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
9 dAmerica/Sao_Paulo Agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES
2 Comentários
O Estado do Espírito Santo oferece grandes motivos para receber os mais diversos investimentos.
O Espírito Santo é o segundo Estado em capacidade de investimentos do País. A previsão para o período de 2007 – 2011 é da ordem de R$ 43 bilhões, somando-se recursos públicos e privados, com geração de mais de 60 mil empregos diretos.
As belezas naturais, a hospitalidade e a facilidade de áreas para implantação de complexos hoteleiros têm levado os investidores a buscar novas oportunidades para expansão de seus negócios, principalmente no setor turístico.
O Espírito Santo é o segundo maior produtor de petróleo do Brasil.

PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS REGIONAIS
Microrregiões do Estado
1 - Metropolitana
” Pólo metalmecânico
” Comércio Exterior
” Turismo de Negócios e de Lazer
” Petróleo e Gás
” Portuária Logística
” Pólo Siderúrgico
” Pólo de Confecções
” Construção Civil
Municípios que compõem: Cariacica, Fundão, Guarapari, Vila Velha, Vitória, Serra e Viana
2 - Pólo Linhares
” Turismo de lazer
” Petróleo e gás
” Pecuária de corte e de leite
” Heveicultura
” Silvicultura - plantio de eucalipto
” Fruticultura - mamão, citros, maracujá, coco-da-baía, graviola, goiaba, manga e acerola),
” Cultivo de arroz, feijão, milho e mandioca, banana e pimenta-do-reino
” Cafeicultura - Café Conilon
” Pólo Moveleiro
Municípios que compõem: Linhares, Aracruz, Rio Bananal, Sooretama, João Neiva e Ibiraçu
3 - Metropolitana Expandida Sul
” Turismo de lazer e histórico
” Fruticultura - banana
” Sucroalcoleiro
” Pesca artesanal
” Pecuária Leiteira
” Pelotas de minério de ferro aglomerado
” Petróleo e Gás
” Cafeicultura
” Aqüicultura
Municípios que compõem: Alfredo Chaves, Anchieta, Iconha, Itapemirim, Marataízes e Piúma
4:Sudoeste Serrana:
” Cafeicultura - Café Arábica
” Agroturismo
” Olericultura
” Avicultura
” Áreas de preservação Permanente
” Agroturismo
” Turismo de Montanha
5 - Central Serrana:
” Cafeicultura - Cafés Arábica e Conillon
” Olericultura
” Agroturismo
” Avicultura
” Pecuária mista
” Silvicultura
” Fruticultura
” Turismo de montanha
” Agroturismo
Municípios que compõem: Itaguaçu, Itarana, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e São Roque do Canaã
6 - Litoral Norte:
” Heveicultura
” Silvicultura
” Fruticultura -mamão, melancia, coco-da-baía, coco-anão, maracujá, laranja e limão
” Turismo de lazer
” Petróleo e Gás
” Cafeicultura
” Pecuária de corte e de leite
” Piscicultura
” Pólo sucroalcooleiro
” Carcinicultura
” suinicoultura
” Cultivo de cana-de-açúcar; de palmito; culturas alimentares (feijão, milho, arroz e mandioca);
” cultivo de abóbora; de pupunha; de macadâmia
” Cultivo de pimenta-do-reino
” Agroindústrias: produção de álcool e açúcar, palmito em conserva, leite e derivados, amidos especiais, processamento da macadâmia, torrefação do café e fábricas de aguardente
” Turismo
Municípios que compõem: São Mateus, Conceição da Barra, Pedro Canário e Jaguaré
7 - Extremo Norte:
” Pecuária de corte e de leite
” Silvicultura
” Fruticultura -mamão, abacaxi, banana, coco-da-baía, maracujá, laranja e limão
” Cafeicultura
” agroindústrias (fábricas de aguardente, de farinha de mandioca e de laticínios).
” Cultivo de abóbora; de feijão; de macadâmia; de mandioca; de milho
Municípios que compõem: Montanha, Mucurici, Pinheiros e Ponto Belo
8 - Pólo de Colatina:
” Confecções
” Cafeicultura - café conilon
” Pecuária
” Cerâmica Vermelha
” Rochas ornamentais
” Fruticultura
” aqüicultura e piscicultura
” ovinocaprinocultura
” agroindústrias - processadoras de polpa de frutas tropicais, indústria de alimentos em geral
Municípios que compõem: Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Colatina, Governador Lindemberg, Marilândia e Pancas
9 - Noroeste 1
” Rochas Ornamentais
” Silvicultura
” Pecuária de corte e de leite
” Fruticultura - goiaba, limão, coco-anão. banana
” Cultivo de arroz
” Cafeicultura
” Cultivo de arroz, cana-de-açúcar, feijão, mandioca, milho
Municípios que compõem: Barra de São Francisco, Ecoporanga, Água Doce do Norte, Mantenópolis e Vila Pavão
10 - Noroeste 2
” Fruticultura - abacaxi, acerola, citros, banana, coco-anão, coco-da-baía, goiaba, graviola, manga e maracujá
” Heveicultura
” Cafeicultura - Café Conillon
” Rochas Ornamentais
” Suinocultura
” Pecuária de corte e leite
” Agroindústria: laticínios e derivados; beneficiamento de carne e couro; e torrefação de café
” Cultivo de arroz, cana-de-açúcar, feijão, macadâmia, mandioca, milho, urucum e pimenta-do-reino.
” Agroindústria no processamento de polpa de frutas, de condimentos (urucum e pimenta-do-reino)
” Sucroalcooleiro
Municípios que compõem: Nova Venécia, São Gabriel da Palha, Boa Esperança, Vila Valério, Águia Branca e São Domingos do Norte
11 - Pólo de Cachoeiro
” Rochas Ornamentais
” Confecções
” Pecuária leiteira
” Expansão de Fruticultura
” Suinocultura
” Petróleo e Gás
” Cafeicultura - Cafés Arábica e conilon
” Olericultura
” Agroturismo
” Sucroalcooleiro
” Fruticultura
” culturas de subsistência, como arroz, milho e feijão
” Agroindústrias: beneficiamento do leite, a carne bovina e a carne de frango.
Municípios que compõem: Apiacá, Atílio Vivacqua, Bom Jesus do Norte, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muqui, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul e Vargem Alta
12 - Caparaó
” Ecoturismo
” Cafeicultura - Café Arábica
” Pecuária leiteira
” Olericultura
” Silvicultura
” Culturas de subsistência: milho, arroz e feijão
” Agroturismo
Municípios que compõem: Alegre, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz freire e São José do Calçado
Programa de Incentivo ao Investimento no Estado do Espírito Santo – Invest-ES
Objetivo
Contribuir para a expansão, modernização e diversificação dos setores produtivos do Espírito Santo, estimulando a realização de investimentos, a renovação tecnológica das estruturas produtivas e o aumento da competitividade estadual, com ênfase na geração de emprego e renda e na redução das desigualdades sociais e regionais.
Requisitos
Empresas que venham a realizar projeto econômico considerado de interesse para o desenvolvimento sócio-econômico do Estado, conforme condições estabelecidas no Decreto Nº 1951-R, de 25/10/07, publicado do DOES em 26 de outubro de 2007.
Enquadramento
Projetos de implantação; Projetos de ampliação, expansão ou diversificação da capacidade produtiva que prevejam aumento mínimo, prévio à fruição do benefício, de 40% da capacidade de produção; Projetos de revitalização de estabelecimento paralisado.
Benefícios
I – Diferimento do pagamento do ICMS: a) incidente nas operações de importação do exterior de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente imobilizado do estabelecimento; b) devido a título de diferencial de alíquotas, incidente nas operações interestaduais da aquisição de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente imobilizado do estabelecimento; c) incidente nas operações de importação do exterior de insumos e matérias-primas destinados, exclusivamente, ao estabelecimento industrial importador, para o momento em que ocorrer a saída dos produtos resultantes de sua industrialização, ressalvado o disposto na alínea “d”; d) incidente nas operações de saídas internas de máquinas e equipamentos destinados a empresas vinculadas ao INVEST-ES, para integração no ativo permanente imobilizado
II – crédito presumido, nas operações interestaduais, até o limite de setenta por cento do valor do imposto devido mensalmente;
III – redução de base de cálculo, nas operações internas, até o limite de setenta por cento do seu respectivo valor;
IV – outras modalidades de benefício fiscais desde que respeitados os limites e condições previstos nos itens anteriores.
Benefícios diferenciados
Poderão ser concedidos beneficiados diferenciados em função da natureza da atividade; não similaridade com a produção local; localização geográfica e competitividade com outras unidades federadas.
Utilização
Publicada a Resolução INVEST, a empresa celebrará com a Secretaria de Estado da Fazenda - SEFAZ “Termo de Acordo” no qual ficarão estabelecidas as condições para fruição dos benefícios.
Solicitação do benefício
Encaminhar à Secretaria de Estado de Desenvolvimento – SEDES:
Requerimento explicitando quais os benefícios que se requer; FORMULÁRIO - Roteiro de Projeto para Solicitação do Benefício Fiscal; Certidão negativa perante a Fazenda Estadual.
Da fruição
Realizado o projeto, a empresa comprovará, junto ao BANDES e SEDES, os investimentos realizados; o BANDES e a SEDES emitirão Laudo Conclusivo – Investimento Implantado para que a empresa comece a usufruir dos benefícios, e será entregue a empresa o Certificado de Realização do Investimento – CRI.
fonte:www.sedes.es.gov.br
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
9 dAmerica/Sao_Paulo Agosto dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES
Nenhum comentário
06/08/2008 - ( -A Gazeta)
A produção da indústria cresceu de forma generalizada no primeiro semestre deste ano. A alta foi verificada em todos os 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo dados divulgados nesta quarta-feira (06). O resultado registrado pelo Espírito Santo foi destaque no período. O setor cresceu 16,1% no estado, ante a média nacional de 6,3%. Também acima da média foram as taxas verificadas em São Paulo (9,8%), Pernambuco (7,9%), Amazonas (7,5%) e Minas Gerais (6,6%).
Na maioria desses locais, segundo o IBGE, “confirma-se o padrão de crescimento observado para o total da indústria brasileira ao longo de 2008″, uma vez que suas estruturas industriais têm forte presença de setores produtores de bens de capital e de bens de consumo duráveis, além da elevada produção de commodities exportadoras.
Abaixo da média, mas também em expansão, foram os resultados registrados por Pará (6,1%), Nordeste e Bahia (ambos com 4,6%), Rio Grande do Sul (4,4%), Ceará (2,6%), Rio de Janeiro (2,3%) e Santa Catarina (1,3%).
Trimestre
Na análise trimestral, repetiu-se a expansão generalizada, mas nove regiões reduziram o ritmo produtivo. Entre maio e junho, na série com ajuste sazonal, dez locais assinalaram crescimento.
Na análise trimestral, todos os locais assinalaram taxas positivas no confronto do segundo trimestre de 2008 com igual período de 2007. São Paulo, com a estrutura industrial mais diversificada entre os locais investigados, ganhou ritmo entre o primeiro e segundo trimestre: 9,1% no primeiro e 10,4% no segundo.
Por outro lado, nove das quatorze áreas investigadas mostraram redução de ritmo entre esses dois períodos. Pernambuco, de 13,9% para 1,0%, e Amazonas (de 11,7% para 3,6%) assinalaram as perdas mais acentuadas, enquanto Espírito Santo (de 14,4% para 17,8%), Goiás (de 9,9% para 12,3%), Paraná (de 10,2% para 12,3%) e Ceará (de 4,4% para 0,9%) registraram os maiores ganhos.
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
10 dAmerica/Sao_Paulo Janeiro dAmerica/Sao_Paulo 2008
Desenvolvimento ES, Desenvolvimento Local
1 Comentário
A Imóvel OK, consultoria especializada em imóveis no litoral capixaba, que também atua em Anchieta divulga o motivo de investir nessa próspera região, veja abaixo:
Enquanto Guarapari deve concentrar a maior parte dos empreendimentos voltados para a classe média e média alta, a expectativa é que Anchieta concentre empreendimentos maiores, principalmente voltados para o segmento econômico.
“Algumas incorporadores grandes de São Paulo já estão na região, prospectando terrenos. Estão procurando por grandes áreas para abrigar condomínios de casas, com mil unidades”, adianta o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Guarapari (Sindicig), Marcos Macedo.
Recentemente, uma empresa de fora do Estado adquiriu um terreno de 300 mil metros quadrados para a criação de um novo bairro, voltado para a classe média e média alta, na saída de Anchieta para Iriri, segundo revelou o superintendente da Prefeitura Municipal de Anchieta, Amarildo Calenzani.
Terrenos
“O preço dos terrenos também tem valorizado, em virtude da especulação imobiliária. Em quatro meses, os valores sofreram um aumento de 100%. Hoje não se encontra terrenos por menos de R$ 100 mil às margens da Rodovia do Sol. Lotes mais distantes do Centro ainda são encontrados por R$ 25 mil a R$ 30 mil em média”, conta Calenzani.
Com o Centro com cerca de 90% de ocupação, a prefeitura já elaborou um PDM que define as áreas a serem ocupadas com empreendimentos residenciais: ao Sul, em direção a Iriri e no sentido Centro-Castelhanos, que também deve ter empreendimentos comerciais.
100% de alta: esse foi o percentual de reajuste nos preços de terrenos em Anchieta, nos últimos quatro meses.
Município vive expectativa de crescimento
Anchieta vive a expectativa de crescimento econômico com a implantação de um pólo siderúrgico na região. Entre os investimentos já anunciados estão uma siderúrgica chinesa; um braço da ferrovia litorânea, que vai ligar Vitória a Cachoeiro de Itapemirim; um novo terminal marítimo; expansão da Samarco Mineração; Usina de Tratamento de Gás e construção de novas usinas da Vale.
Frases
“Pessoas que vão trabalhar na Petrobras já estão procurando casas para morar em Anchieta. Além disso, a especulação imobiliária também tem crescido. Além das construtoras da Grande Vitória e de fora do Espírito Santo, também temos visto a procura de novas áreas por imobiliárias tanto capixabas quanto de outros Estados.”
Fonte: adaptação de A Gazeta
Adicione aos favoritos ou compartilhe:
« Anteriores