POR QUE INVESTIR NO ESPÍRITO SANTO

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Com uma área de 46.184 Km2 e 78 municípios, o Espírito Santo possui localização estratégica, próximo às principais metrópoles do país. Essa proximidade atrai turistas de lazer, negócios e eventos.  Do mar às montanhas, o estado se desenvolve, cresce sua economia acima da média nacional e oferece qualidade de vida aos seus cidadãos tendo se transformado numa excelente alternativa para negócios e turismo .

Com investimentos previstos de R$ 35,8 bilhões para os próximos cinco anos, o Espírito Santo vive o limiar de um novo ciclo econômico, apoiado em três pilares principais: energia, comércio exterior e agronegócio.

Energia
Graças às descobertas de megajazidas de petróleo e gás no mar territorial capixaba o Espírito Santo se torna, em 2006, o segundo maior produtor de petróleo do Brasil passando de 40 para 200 mil barris diários. Entre os investimentos previstos está também o que amplia a produção e oferta de gás passando de 1,3 milhão para 2,7 milhões de m3 ainda neste ano.

Comércio Exterior
Para os próximos cinco anos estão previstos investimentos de R$ 12,2 bilhões para a indústria voltada para a exportação especialmente a rede de atividades de logistica e serviços. Dentre esses investimentos está a construção da 8ª usina de pelotização da Companhia Vale do Rio Doce - CVRD, as expansões da Companhia Siderúrgica de Tubarão – CST, Aracruz Celulose e Samarco Mineração, além da ampliação da atividade de rochas ornamentais, investimentos em rodovias, portos e a construção do novo aeroporto internacional de Vitória, já iniciada.

Agronegócio
Os investimentos previstos de R$ 6,6 bilhões em meio ambiente, saúde, educação, comércio e serviços impactam diretamente na interiorização do desenvolvimento e na redução das desigualdades sociais. Esses números podem ser ainda maiores com a recuperação da capacidade de investimento dos poderes públicos, notadamente o governo estadual.

Assim é o Espírito Santo: praias badaladas e paradisíacas com culinária a base de peixes e frutos do mar. Clima ameno das montanhas onde se degusta vinhos, licores e massas caseiras em propriedades de agroturismo.

Por todos esses motivos há razões de sobra para o capixaba estar otimista em relação ao seu futuro.


POTENCIALIDADES DO MERCADO CAPIXABA

- O Espírito Santo é o terceiro Estado do País em produtividade industrial;
- O Espírito Santo tem o maior complexo de pelotização de minério de ferro do mundo;
- É o maior produtor nacional de placas de aço;
- É o maior exportador de mármore e granito da América Latina;
- É o primeiro produtor e exportador mundial de celulose branqueada de fibra curta;
- É o segundo produtor nacional de mamão;
- O segundo maior produtor nacional de café;
- O segundo maior produtor nacional de chocolates…
- Sétima economia mais competitiva do País, com crescimento maior que a média brasileira.
- Novos investimentos estão voltados para a indústria, energia, infra-estrutura portuária e serviços de comércio exterior
- Perspectivas para a instalação de um pólo siderúrgico e outro pólo metal-mecânico  e implantação de um pólo petroquímico
- A região de influência do Espírito Santo detém cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
- ampliação  do Aeroporto de Vitória, com investimento previsto na ordem de R$ 29 milhões.
-  O segundo maior produtor de petróleo do Brasil passando de 40 para 200 mil barris diários

fonte: Gazeta On-Line


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Estado se tornará pólo mundial de minério e aço em 10 anos

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03/08/2008 - A Gazeta

Com o mercado mundial aquecido, principalmente pela grande demanda de países como China e Índia, a indústria de minério, pelotas e aço do país busca tecnologias mais modernas para melhorar a produtividade, reduzir custos e ampliar mercado. O Espírito Santo se encaixa bem nesta nova proposta e caminha para ser, nos próximos dez anos, o maior pólo produtor de pelotas do mundo associado a uma indústria siderúrgica moderna e competitiva.

Exatamente por reunir o que é considerado hoje como o mais importante para a produção de aço é que o Estado é uma das apostas também no setor siderúrgico. Que condições são estas? Logística portuária, energia (gás natural), ferrovias e o mais importante, minério e pelotas trazidos de Minas via ferrovia ou minerodutos. Além, claro, de uma siderúrgica moderna (ArcelorMittal Tubarão) e projeto de mais uma em Anchieta, além da possibilidade de outra em Presidente Kennedy.

A indústria do aço quer chegar à condição considerada praticamente perfeita para a produção de placas e aços longos: ter, bem ao lado dos altos-fornos as usinas de pelotização. O que se ganha com isso? Tempo, dinheiro e competitividade.

Para transformar pó de minério em pelota, é preciso grande quantidade de energia – hoje, no Estado, usa-se óleo combustível que será trocado por gás natural – para aquecer o minério e depois resfriá-lo. Quando chega à aciaria e depois ao alto-forno da siderúrgica, mais uma quantidade grande de energia para aquecer novamente as matérias-primas que resultam no aço. Depois, novamente aquece-se a placa para transformá-la em bobina a quente que poderá se transformar em aço galvanizado (produto final) ou aquece-se novamente para que as placas se transformem em aços longos ou trefilados.

Otimismo

Para o presidente da Federação das Indústrias (findes), Lucas Izoton, poderemos chegar a produzir 120 milhões de toneladas de pelotas por ano em pouco tempo contando com as três pelotizadoras que a empresa Ferrous pretende implantar em Presidente Kennedy até 2014.

Já o governador Paulo hartung, que também vê com otimismo a descentralização industrial do Estado, o litoral do Espírito Santo, mais o Norte do Rio de Janeiro e o Sul da Bahia se transformarão numa das maiores regiões produtoras de pelotas (conhecidas como pellets) e aço do mundo.

“Claro que isso tudo precisa ser feito observando os critérios da legislação ambiental”, afirmou Hartung. A preocupação com a formação de mão-de-obra local é outra preocupação “porque é preciso evitar trazer de fora os trabalhadores especializados”, argumenta o governador.

Ele concorda que a preocupação com a redução no consumo de energia e na emissão de gases poderá levar a uma otimização entre pelotizadoras e siderúrgicas. “Este é um ponto que ainda precisa ser aprimorado. O que sabemos é que a Grande Vitória não comporta mais uma siderúrgica nem mais pelotizadoras, então, os projetos precisam ir para o Sul ou para o Norte”.

Indústria quer agregar valor

É mais barato e mais competitivo trazer carvão da Ásia ou Europa, e produzir aço aqui.
A necessidade de agregar valor aos produtos é reconhecida pelos empresários e classe política. O Brasil exporta cerca de 300 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (pouco mais de 100 milhões via Espírito Santo) e produz apenas 32 milhões de toneladas de aço.

Observando os preços do ferro (em torno de US$ 80 por tonelada) e do aço (pode chegar a US$ 1,2 mil a tonelada), é fácil compreender porque aumentar a capacidade siderúrgica do país é vital.

“Mesmo o Brasil não produzindo quase nada de carvão mineral, que entra na composição do aço, nós temos o melhor minério do mundo, logística para exportar, tecnologia avançada e as minas perto das siderúrgicas. Podemos aproveitar melhor esta situação”, destaca o governador Paulo Hartung.

É mais barato e torna o produto final mais competitivo trazer carvão da Ásia ou Europa e produzir aço no Brasil. AS minas de minério estão próximas às siderúrgicas aqui no país. É o que pensam os investidores da Ferrous, empresa constituída há um ano por fundos de investimentos estrangeiros e que planeja construir três pelotizadoras, um porto e, talvez, uma siderúrgica em Presidente Kennedy, Sul do Estado.

Neste sentido, o Espírito Santo está em situação privilegiada por ter litoral para novos terminais portuários, ferrovia e áreas para investimentos deste tipo. “Podemos nos transformar num Estado exportador de conhecimento, tecnologia e gente especializada”, aposta o governador.
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Jurong vai assinar acordo para construir estaleiro no Estado

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16/08/2008 - A Gazeta



Nesta segunda-feira, o grupo Jurong oficializa seu interesse em construir um estaleiro no Litoral Norte do Espírito Santo. O grupo, que tem sede e estaleiro em Cingapura, e é uma das maiores empresas mundiais do setor, assina protocolo de intenções com a Aracruz Celulose, com a Prefeitura de Aracruz e com o governo do Estado.

A partir da assinatura do documento, o grupo Jurong inicia os estudos voltados para a construção do estaleiro, em Barra do Riacho. O empreendimento será implantado em uma área que fica próxima ao porto abrigado de Barra do Riacho, gerido pela Codesa. A área que abrigará o estaleiro foi adquirida pela Aracruz Celulose.

No início de maio, antes da viagem que o governador Paulo Hartung fez à China, dirigentes da Jurong o procuraram e falaram do interesse da companhia em construir um estaleiro no litoral capixaba. Durante a viagem, Hartung programou uma visita ao estaleiro da Jurong, em Cingapura, quando foi reafirmado o interesse na implantação do projeto.

A Jurong, que já atuou no Brasil como parceira do estaleiro Mauá, no Rio de Janeiro, é uma grande fornecedora de bens e serviços para a Petrobras. Grande parte da produção do novo estaleiro será para atender à demanda da estatal, que precisa de novos navios para as suas atividades.

No final do primeiro semestre, a Petrobras anunciou um pacote gigante de encomendas junto à indústria naval brasileira. O pacote da Petrobras terá 44 navios para transporte de petróleo e derivados, 40 sondas de perfuração de poços exploratórios e 146 embarcações de apoio às atividades petrolíferas em alto-mar.
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Investimento para exportar gás

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16/08/2008 - A Gazeta




Gildo Loyola/A Gazeta
Projeto em Linhares integra conjunto de obras que vão ajudar o Brasil a reduzir sua dependência do gás importado da Bolívia

Com o término das obras do gasoduto Vitória-Cabiúnas (Macaé), no primeiro semestre deste ano, o Espírito Santo já tem capacidade para fornecer 20 milhões de m3 por dia de gás natural. Para chegar a esta produção, a Petrobras está investindo US$ 4 bilhões na Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTCG), em Linhares, que, até o final de 2009, estará pronta para processar este volume diário de gás.

Considerado prioridade pelo governo federal, o investimento em novos campos de gás foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo é reduzir a dependência do Brasil em relação ao gás comprado da Bolívia, hoje cerca de 27 milhões de m3 por dia.

A necessidade de mais gás já está fazendo com que a Petrobras reveja seu projeto de instalação da UTG Sul, em Ubu, Anchieta, inicialmente planejada para processar 2,5 milhões de m3. A produção deve saltar para 15 milhões de m3.

A companhia prevê investir R$ 400 milhões na primeira fase, mas poderá destinar mais recursos, já que a unidade processará o gás dos campos do Litoral Sul e do pré-sal.

Hoje, no Espírito Santo, cerca de 500 mil m3 são produzidos nos campos em terra e o restante nos campos de Golfinho, Peroá e Cangoá, no Litoral Norte. Até o final do ano, entrarão em produção o campo de Canapu (2 milhões de m3 por dia) e Camarupim (entre 5 e 6 milhões de m3 por dia).

A produção em Camarupim começará com a chegada do navio-plataforma Cidade de Vitória, em novembro. O FPSO está sendo adaptado em Cingapura e tem capacidade para produzir 10 milhões de m3 de gás e 35 mil barris de petróleo por dia.

Visita

A UTG de Cacimbas, onde hoje 3,5 mil pessoas trabalham nos módulos três e quatro, recebeu ontem a visita do governador Paulo Hartung e de empresários. O governador destacou que “aceitou o convite da Petrobras porque é importante para o Estado conhecer os investimentos que a estatal está fazendo no Estado”.

O gerente-geral da Petrobras no Estado, Márcio Félix, disse que as obras de Cacimbas têm grande participação de empresas capixabas. “Compramos bens e serviços de 1.948 fornecedores do Estado, num valor que, este ano, chegará a R$ 2,8 bilhões. Três anos atrás, em 2005, esse valor foi de R$ 1,2 bilhão, o que mostra como a área de petróleo está movimentando a economia do Espírito Santo”, destacou ele.

Gabrielli: Debate não afeta ações

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, atribuiu a queda de valor de mercado da empresa à redução do preço do petróleo no mercado internacional nas últimas semanas. O executivo considerou que a desvalorização das ações da estatal é um movimento normal do ponto de vista do mercado de petróleo, lembrando que outras empresas do setor, como Esso e Shell, também se desvalorizaram nos últimos dias.

Segundo a consultoria Economática, o valor de mercado da petrolífera brasileira recuou em US$ 97,535 bilhões desde 20 de maio ? data do último recorde de pontuação do Ibovespa (principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo) ?, de US$ 303,676 bilhões em 20 de maio para US$ 206,141 bilhões.

Gabrielli descartou a hipótese de que as discussões sobre um novo marco regulatório para o setor de petróleo no Brasil estejam influindo o movimento de valor das ações da companhia. Para ele, esse debate olha para um futuro mais distante, e as variações de mercado consideram o cenário de curto prazo.

“Até agora não houve definição nenhuma sobre o futuro, e o futuro é que define o comportamento de muitos investidores. E eles estão olhando muito o curto prazo”, afirmou.

Gabrielli disse ainda que é provável que haja uma tendência de queda do preço do petróleo, mas ressaltou que esse movimento não é definitivo. “Vai chegar a um patamar e vai voltar a crescer”.

Maior parte dos projetos está no Norte do Estado

Hoje a Petrobras tem 32 projetos em andamento no Estado, 28 deles localizados no Norte, em terra e no mar. Essa situação deverá mudar daqui pra frente com o início da produção do primeiro poço da camada do pré-sal, em Jubarte, no Parque das Baleias, que fica em frente a Presidente Kennedy. Além disso, os outros quatro campos do Parque das Baleias também entrarão em produção nos próximos anos e o Parque das Conchas, parceria da Shell com a Petrobras e com a estatal do petróleo indiana, começará a produzir em 2009. Para dar suporte às atividades no mar, no Sul, a Petrobras construirá um terminal portuário em Ubu, Anchieta, e uma Unidade de Tratamento de Gás no mesmo local. Segundo o gerente-geral da companhia no Espírito Santo, Márcio Félix, 1.453 pessoas trabalham, diretamente, na Petrobras no Estado, fora os número de vagas indiretas. Estes números devem aumentar em função do crescimento da atividade petrolífera nos próximos anos.



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Nova classe média: Emergentes querem casa, carro e boa vida

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17/08/2008 - A Gazeta

Na mesa, arroz de primeira, bacalhau, azeite e um bom vinho. Na garagem do novo apartamento, um carro zero, com ar-condicionado e direção hidráulica. Nos planos, viagem para o Chile. Esses hábitos são revelados após um olhar mais atento à classe média capixaba: mais consumidores pagam por produtos de grife e buscam qualidade de vida ? ainda que ela custe um pouco mais.

Esse já é um reflexo do aumento no número de brasileiros que saíram das classes D/E e hoje são apontados como integrantes da nova classe média, hoje chamada de classe C. Essa fatia da sociedade tem renda entre R$ 1.064,00 a R$ 4.591,00. A análise foi elaborada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Segundo o estudo, a população dessa faixa cresceu de 42,26% para 51,89%, entre 2004 e 2008. O aumento no poder aquisitivo é confirmado por uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que mostra que o percentual de famílias pobres caiu de 35% para 24,1% da população nas seis maiores regiões metropolitanas do país entre 2003 e 2008. Isso representa uma redução de cerca de 4 milhões de pessoas.

Menos pobres, mais sonhos. No caso dos namorados Rafaela Salvador Athayde, 23, e Anderson Gomes, 31, primeiro virá o apartamento e depois viagens. Os jovens decidiram financiar a primeira casa após perceberem que as parcelas não pesariam no orçamento.

“Desde o final do ano passado, procurávamos um imóvel, mas não queríamos planos de pagamento que exigissem parcelas intermediárias. Conseguimos um financiamento e, há um mês, negociamos um apartamento na planta”, disse Rafaela.

Levantamento feito pelo Ministério do Trabalho reforça a tese de que o capixaba está com mais dinheiro. Em relação ao rendimento médio do trabalhador, o Estado obteve o 3º melhor desempenho do país, com alta de 31,76%, passando de R$ 488,52 em 2003 para R$ 643,69 em 2008.

No 1º semestre deste ano, comparado ao 1º semestre de 2007, o Estado registrou a 2ª maior taxa do país, com aumento real de 5,8% nos salários médios, acima do índice nacional (3,9%) e da média da Região Sudeste (4,2%).

De acordo com o professor de Economia Mário Vasconcelos, do Centro Universitário de Vila Velha (UVV), há diversos indicadores de que o poder aquisitivo do capixaba aumentou.  Há ainda o aumento no volume de negócios na construção civil. Em toda a Região Metropolitana, é possível notar novos prédios e condomínios, a maior parte voltada para a classe média”.

Está mais fácil subir na vida

De acordo com o chefe do Centro de Políticas Sociais do IBRE/FGV e fomentador do estudo “A nova classe média”, Marcelo Côrtes Neri, o aumento nos ganhos financeiros provenientes do trabalho gerou sustentabilidade nas relações de consumo, principalmente a partir de 2007. Ele afirma ainda que, desde 2002, a possibilidade de a classe C ascender para as classes A ou B está aumentando, ao passo que a de descer para as classes D e E está decaindo.
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Nos estudos, foi considerada classe média a parcela da população economicamente ativa cuja renda mensal domiciliar varia de R$ 1.064,00 a R$ 4.591,00. Já a classe A/B é aquela cuja faixa de renda mensal domiciliar começa em R$ 4.591,00. Os mais pobres, ou seja, a classe E, têm renda que varia de zero a R$ 758,00. Já a classe D, mostrada na pesquisa como os remediados, está na faixa de renda domiciliar mensal de R$768 a R$ 1.064,00. As informações se referem à situação das pessoas na faixa dos 15 aos 60 anos.


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