VANTAGENS DE INVESTIR NO BRASIL

Geral Nenhum comentário

Capital: Brasília
População: 189.081.748 milhões
Área: 8.51 milhão km² (Quinto maior País do Mundo, sendo maior que a Europa e um pouco menor que os EUA)
Língua oficial: Português (Inglês, Espanhol e Francês podem ser falados também)
Principais Indústrias: Vestuário, alimentos, bebidas, grãos, açúcar, máquinas, equipamentos e serviços associados à extração de petróleo e gás, e manutenção de aeronaves.
Principais investidores no Brasil: Europa, EUA, América Central e do Sul

Se você é empresário, ou deseja ser, e está procurando um bom lugar onde investir, o Brasil é a melhor opção! Se você tem alguma dúvida disso, podemos lhe dar diversos motivos para escolhê-lo:

• É a oitava maior economia mundial de acordo com o PIB
• É o quinto maior País do Mundo.
• Está entre os 20 maiores exportadores do mundo, com US$ 142 bilhões vendidos entre produtos e serviços a outros países. (dados de abril/2007).
• É um País democrático.
• É um País pacífico e multirracial.
• Respeita os imigrantes e suas crenças.
• Possui uma política consolidada (sem grandes conflitos partidários).
• Tem moeda estável.
• Possui um clima agradável.
• Os fenômenos naturais são previsíveis (sem catástrofes).
• Tem a maior biodiversidade do planeta, sendo exemplo desta riqueza a Floresta Tropical Amazônica, com 3,6 milhões km² .
• Abriga a maior rede hidrográfica do mundo.
• Responde por três quintos da produção industrial da economia Sul-Americana e participa de diversos blocos econômicos.
• O desenvolvimento científico e tecnológico, aliado a um parque industrial diversificado e dinâmico, atrai empreendimentos de todo o mundo.
• Comercializa regularmente com mais de uma centena de países
• É visto pelo mundo como um país com muito potencial assim como a Rússia, Índia e China
• Desenvolve desde submarinos a aeronaves.
• Está presente na pesquisa aeroespacial.
• Pioneiro na pesquisa de petróleo em águas profundas.
• Alcançou a auto-suficiência em petróleo. As exportações são, agora, maiores que as importações.
• Primeira economia capitalista a reunir as 10 maiores empresas montadoras de automóvel em seu território.
• O sistema de câmbio não gera pressão sobre a indústria ou a inflação.
• É destino de mais de 6 milhões de estrangeiros, anualmente.
• Tem uma excelente malha rodoviária, ferroviária e portuária.
• É um dos maiores produtores mundiais de gênero alimentício.
• É um dos maiores produtores mundiais de energia elétrica.
• É o quarto maior produtor mundial de aeronaves comerciais.
• É grande produtor de bens de consumo.
• Oferece excelente infra-estrutura para o turismo.
A economia brasileira é uma das que mais cresce na América do Sul e a que mais recebe investimentos diretos. A cada dia, é maior o número de negócios com o Brasil. Segundo o IFC - International Finance Corporation , o País será uma das três maiores plataformas exportadoras do mundo nos primeiros 15 anos do século 21.


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Como um estrangeiro pode comprar um imóvel no Brasil

Dicas e Orientações Nenhum comentário

Qualquer cidadão estrangeiro que decida comprar um imóvel no Brasil
deverá solicitar ao Ministério da Fazenda, Secretaria da Receita Federal, a
sua inscrição no Cadastro de Pessoa Física - CPF. Este documento poderá
ser solicitado em repartições da Secretaria da Receita Federal de qualquer
cidade brasileira, em qualquer representação consular do Brasil no exterior
ou através da Internet – www.receita.fazenda.gov.br
Quando o Comprador(a) for casado(a) também deverá providenciar a
inscrição do seu cônjuge no CPF. Este documento é imprescindível para acompra de qualquer imóvel. No entanto, a sua apresentação não é
necessária para a reserva de imóveis.

Visto permanente para estrangeiros

Qualquer cidadão estrangeiro que fizer um investimento igual ou superior a US$50 mil ou ainda qualquer cidadão estrangeiro que fizer um investimento
inferior aos US$50 mil, mas que apresente um projeto que contemple no
mínimo dez novos empregos, mediante a apresentação de um plano de
absorção de mão-de-obra brasileira para o período mínimo de cinco anos,
poderá solicitar a concessão de visto permanente no Brasil.
Também poderão solicitar o visto permanente o estrangeiro aposentado que
transfira o equivalente a US$2 mil ou mais a cada mês e em caso de
casamento com cidadão(ã) brasileiro(a), entre outras situações.


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





ORIENTAÇÕES PARA O INVESTIDOR

Dicas e Orientações Nenhum comentário

Cuidados na aquisição de um imóvel

• A primeira coisa a ser feita é requerer uma Certidão Vintenária com ônus,
que é uma espécie de documento de identidade do bem, que conta toda a
sua história. É através desse documento, expedido pelo Cartório de Registro
de Imóveis competente, que será possível saber o nome do verdadeiro
proprietário e se o imóvel está livre e desembaraçado de todo e qualquer
ônus, a exemplo de hipoteca, penhora ou outros gravames;
• Requerer Certidões de Feitos Cíveis, Criminais e de execuções, inclusive
fiscais, no setor de distribuição da Justiça Estadual, Federal e Trabalhista de todos os Vendedores;
• Pagar o ITBI na Prefeitura do Município onde se localiza o imóvel,
geralmente equivalente ao percentual de 2% do valor do imóvel. Depois
disso é necessário efetuar a lavratura da Escritura de Compra e Venda do
imóvel, o que pode ser feito em qualquer Cartório de Notas (Tabelião). Para
a lavratura da escritura são necessárias todas as certidões acima referidas,
o comprovante do pagamento do ITBI à Prefeitura e as certidões de
quitação do IPTU e, no caso de apartamento, uma declaração de que a
unidade imobiliária está quites com a taxa de condomínio;
• Em seguida, o passo mais importante para concretizar a transferência da
propriedade que é levar a escritura lavrada ao Cartório de Registro de
Imóveis da circunscrição do imóvel para que seja efetuado o registro;
• É importante que o comprador do imóvel tenha o assessoramento de um
profissional capacitado a dar uma correta orientação em relação à compra e
venda do imóvel, bem como para proceder a análise da situação jurídica do
mesmo.

Lançamentos na planta

A compra de imóveis na planta é uma opção muito comum no Brasil. Nela,
o comprador do imóvel adquire a unidade ainda a ser construída ou durante
a construção. Em contrapartida, os preços são bem menores do que o
imóvel já pronto. É importante que o comprador procure obter informações
sobre o histórico, a capacidade técnica e a solidez da empresa construtora,
bem como se o empreendimento possui memorial de incorporação
devidamente registrado no Cartório de Registro de Imóveis da
circunscrição.
Principais vantagens:
• Os imóveis brasileiros têm uma valorização média de até 50% durante seu
período de construção, que gira em torno de dois anos;
• Preço baixo gerando um bom retorno do capital investido;
• Maior flexibilidade na escolha do apartamento;
• Possibilidade de alterações na planta e nas especificações do apartamento.


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





INVISTA EM IMÓVEL

Dicas e Orientações Nenhum comentário

2008: O ano para investir em imóveis

10/01/08 - Investir em imóveis tem suas vantagens em relação a outros tipos de investimento, como a ausência de riscos e solidez contra confiscos. A facilidade na obtenção de crédito, prazos mais longos e juros menores têm impulsionado o crescimento do setor imobiliário no país. “O setor imobiliário pode ser uma boa opção de investimento, seja de forma combinada com outros investimentos mais ousados, seja como um projeto de vida, de construção passo a passo. De qualquer forma, também exige algum tipo de conhecimento e atualização permanente, já que sempre existirão bons e maus negócios, como em qualquer setor”, alerta o consultor empresarial e autor do livro O Espírito do Dinheiro, Julio Sampaio.

O investidor precisa analisar se tem como objetivo viver de renda ou ganhar com a valorização da propriedade. Dependendo da opção, a escolha do imóvel vai ser diferente. “Um imóvel pode gerar ganhos de algumas maneiras, dentre elas quando ocorre, por exemplo, uma valorização acima de mercado de uma determinada região ou cidade; pelo aumento de valor agregado, quando, por exemplo, você faz melhorias num imóvel e o mercado está disposto a pagar por elas; pela simples locação, abatendo-se aí possíveis despesas de manutenção, custos de administração ou período não locado”, explica Sampaio.

Segundo o diretor de vendas da Apolar Imóveis, Daniel Galiano, para quem quer viver de renda, a melhor opção é optar pela diversificação de imóveis, ou seja, vários imóveis possibilitando garantir um retorno mesmo que algum deles estiver desocupado. Além disso, imóveis menores, de até dois cômodos, são os mais procurados para locação. “Como o valor do aluguel desses imóveis é menor, o prazo médio de espera para locação é de 30 dias, sendo maior entre os apartamentos que entre as casas, fazendo com que o proprietário não tenha que arcar com os custos da propriedade, como taxas e impostos, por muito tempo”, esclarece.

“Imóveis mais baratos, em geral, possibilitam maiores retornos, como é o caso de imóveis populares e usados. Fazendo ressalva quanto à lei de oferta e procura e todas as suas variáveis, pode-se dizer que é uma regra geral”, explica Julio Sampaio. Esse mercado está em ascensão, alimentado pelo déficit habitacional brasileiro, que, segundo pesquisa realizada em 2006 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), está em 7,9 milhões de moradias no país.

Antes de decidir o tipo de imóvel no qual se pretende investir, é importante que o comprador analise todos os riscos e possibilidades de retorno, principalmente em termos de aluguel, que esse imóvel pode ter. Quem prefere investir em imóveis de alto padrão precisa estar ciente que o retorno do investimento virá com a valorização do imóvel. É possível também alugar o imóvel para empresas que estejam interessadas em oferecer residência a funcionários de outras regiões, conseguindo assim um valor mais elevado do aluguel. Quanto ao potencial de valorização do imóvel, esse tipo de análise é mais difícil, mas o que se constata é que os imóveis mais novos têm se valorizado mais rapidamente que os usados.


Investidores imobiliários devem apostar no mercado de parques industriais, diz consultoria

25/04/08 - Para a consultoria Jones Lang LaSalle, além do segmento de imóveis residenciais, outro mercado merece a atenção dos investidores: o de parques industriais.

De acordo com o diretor de gerenciamento de propriedades da empresa, Fábio Martins, mantidos o desempenho positivo contínuo da produção industrial e o consumo das famílias, o mercado de parques industriais demandará investimentos emergenciais. Segundo o executivo, já há regiões do Brasil com indicadores de demanda reprimida por esses espaços.

Os parques industriais são imóveis que, em geral, concentram várias empresas e cuja gestão de áreas comuns, como restaurante, administração e serviços, é compartilhada por todos os ocupantes, em consórcio. Funcionam também como centros de distribuição e condomínios logísticos.

“Este ano certamente será o de maior crescimento de mercado para esse modelo de empreendimento”, afirma Martins. “As empresas estão demandando espaços para armazenar, escoar e repor estoques numa velocidade poucas vezes vista”, completa.

Ele ressalta que as últimas taxas de crescimento da produção industrial e do consumo, respectivamente de 6% e 4,7%, mantidas, resultarão em breve em escassez por espaços do gênero.

Martins adianta que uma ótima opção para investidores é empreender parques industriais segundo o modelo build-to-suit, no qual o investidor viabiliza a expansão imobiliária em troca de um contrato de locação.

“Novos parques industriais, bem estruturados, dotados de uma eficiente gestão de serviços básicos, certamente atrairão rapidamente ocupantes e contratos diferenciados”, prevê o diretor. Ele salienta também que o momento favorece até mesmo investimentos especulativos no segmento.


Entrada de capital estrangeiro e regionalização dos investimentos “aquecem” setor imobiliário brasileiro

Estudo mostra que a perspectiva de o Brasil atingir a classificação de “investment grade”, tornando-se um ambiente seguro para o capital estrangeiro, pode gerar um boom imobiliário no País.

Com um ambiente macroeconômico estável, o mercado imobiliário brasileiro vem se tornando alvo dos investidores estrangeiros. Neste momento em particular, em que o setor é sacudido mundialmente por uma crise de proporções gigantescas, desencadeada pela inadimplência no mercado de hipotecas subprime nos Estados Unidos, nosso País aparece como uma alternativa segura para o capital internacional. E as perspectivas são ainda mais promissoras já que o Brasil está perto de atingir a classificação de “investment grade”, que o inclui na lista dos países seguros para os investidores internacionais.

Quando isso acontecer, o que é esperado já para 2008, o montante de investimentos estrangeiros diretos que entrará no Brasil – hoje em torno de U$ 30 bilhões – deverá mais do que dobrar. A boa notícia é que uma fatia considerável desse total – algo como U$ 5 bilhões – será aplicada no setor imobiliário.

Essas conclusões estão no estudo “Estabilidade Macroeconômica, Novos Investimentos e o Mercado Imobiliário Brasileiro”, que foi apresentado hoje (25/10) durante o VII Seminário da Sociedade Latino Americana de Estudos Imobiliários (LARES, na sigla em inglês de Latin American Real Estate Society).

Diante desse cenário otimista, o autor do trabalho, Cláudio César Paiva, doutor em Economia pela Unicamp e professor de mestrado em Planejamento Regional e Gestão de Cidades da Universidade Cândido Mendes (RJ), aposta em uma mudança de estratégia das principais empresas do mercado imobiliário brasileiro, entre elas Cyrela, Gafisa e Rossi. “Essas empresas vão aumentar cada vez mais o número de joint-ventures internacionais e buscar parcerias com construtoras e incorporadoras regionais para alavancar projetos em cidades do interior”, prevê. As parcerias dos grandes players do setor com empresas regionais é necessária porque, para investir em mercados locais, as companhias de atuação nacional precisam do conhecimento em termos de localização de terrenos e demanda dos compradores que as pequenas possuem.

Os chamados mercados cativos regionais – como Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Presidente Prudente, no Estado de São Paulo, e Campos e Macaé, no Rio de Janeiro, além de Vitória (ES) e Recife (PE) - tendem a sofrer modificações significativas, dependendo do grau de atratividade. “Esse processo, longe de ser um condutor de crise regional é, na verdade, um potencializador de oportunidades, onde os dois lados ganham: as empresas locais se capitalizam e as nacionais ganham novos mercados”, diz Paiva.

Adicione aos favoritos ou compartilhe:





INVISTA NO ESPÍRITO SANTO

Desenvolvimento ES 1 Comentário



O Estado do Espírito Santo oferece grandes motivos para receber os mais diversos investimentos.
O Espírito Santo é o segundo Estado em capacidade de investimentos do País. A previsão para o período de 2007 – 2011 é da ordem de R$ 43 bilhões, somando-se recursos públicos e privados, com geração de mais de 60 mil empregos diretos.

As belezas naturais, a hospitalidade e a facilidade de áreas para implantação de complexos hoteleiros têm levado os investidores a buscar novas oportunidades para expansão de seus negócios, principalmente no setor turístico.
O Espírito Santo é o segundo maior produtor de petróleo do Brasil.

PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS REGIONAIS


Microrregiões do Estado

1 - Metropolitana

” Pólo metalmecânico
” Comércio Exterior
” Turismo de Negócios e de Lazer
” Petróleo e Gás
” Portuária Logística
” Pólo Siderúrgico
” Pólo de Confecções
” Construção Civil

Municípios que compõem: Cariacica, Fundão, Guarapari, Vila Velha, Vitória, Serra e Viana

2 - Pólo Linhares

” Turismo de lazer
” Petróleo e gás
” Pecuária de corte e de leite
” Heveicultura
” Silvicultura - plantio de eucalipto
” Fruticultura - mamão, citros, maracujá, coco-da-baía, graviola, goiaba, manga e acerola),
” Cultivo de arroz, feijão, milho e mandioca, banana e pimenta-do-reino
” Cafeicultura - Café Conilon
” Pólo Moveleiro

Municípios que compõem: Linhares, Aracruz, Rio Bananal, Sooretama, João Neiva e Ibiraçu

3 - Metropolitana Expandida Sul

” Turismo de lazer e histórico
” Fruticultura - banana
” Sucroalcoleiro
” Pesca artesanal
” Pecuária Leiteira
” Pelotas de minério de ferro aglomerado
” Petróleo e Gás
” Cafeicultura
” Aqüicultura

Municípios que compõem: Alfredo Chaves, Anchieta, Iconha, Itapemirim, Marataízes e Piúma

4:Sudoeste Serrana:

” Cafeicultura - Café Arábica
” Agroturismo
” Olericultura
” Avicultura
” Áreas de preservação Permanente
” Agroturismo
” Turismo de Montanha

5 - Central Serrana:

” Cafeicultura - Cafés Arábica e Conillon
” Olericultura
” Agroturismo
” Avicultura
” Pecuária mista
” Silvicultura
” Fruticultura
” Turismo de montanha
” Agroturismo

Municípios que compõem: Itaguaçu, Itarana, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa e São Roque do Canaã

6 - Litoral Norte:

” Heveicultura
” Silvicultura
” Fruticultura -mamão, melancia, coco-da-baía, coco-anão, maracujá, laranja e limão
” Turismo de lazer
” Petróleo e Gás
” Cafeicultura
” Pecuária de corte e de leite
” Piscicultura
” Pólo sucroalcooleiro
” Carcinicultura
” suinicoultura
” Cultivo de cana-de-açúcar; de palmito; culturas alimentares (feijão, milho, arroz e mandioca);
” cultivo de abóbora; de pupunha; de macadâmia
” Cultivo de pimenta-do-reino
” Agroindústrias: produção de álcool e açúcar, palmito em conserva, leite e derivados, amidos especiais, processamento da macadâmia, torrefação do café e fábricas de aguardente
” Turismo

Municípios que compõem: São Mateus, Conceição da Barra, Pedro Canário e Jaguaré


7 - Extremo Norte:

” Pecuária de corte e de leite
” Silvicultura
” Fruticultura -mamão, abacaxi, banana, coco-da-baía, maracujá, laranja e limão
” Cafeicultura
” agroindústrias (fábricas de aguardente, de farinha de mandioca e de laticínios).
” Cultivo de abóbora; de feijão; de macadâmia; de mandioca; de milho

Municípios que compõem: Montanha, Mucurici, Pinheiros e Ponto Belo

8 - Pólo de Colatina:
” Confecções
” Cafeicultura - café conilon
” Pecuária
” Cerâmica Vermelha
” Rochas ornamentais
” Fruticultura
” aqüicultura e piscicultura
” ovinocaprinocultura
” agroindústrias - processadoras de polpa de frutas tropicais, indústria de alimentos em geral

Municípios que compõem: Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Colatina, Governador Lindemberg, Marilândia e Pancas

9 - Noroeste 1
” Rochas Ornamentais
” Silvicultura
” Pecuária de corte e de leite
” Fruticultura - goiaba, limão, coco-anão. banana
” Cultivo de arroz
” Cafeicultura
” Cultivo de arroz, cana-de-açúcar, feijão, mandioca, milho

Municípios que compõem: Barra de São Francisco, Ecoporanga, Água Doce do Norte, Mantenópolis e Vila Pavão

10 - Noroeste 2

” Fruticultura - abacaxi, acerola, citros, banana, coco-anão, coco-da-baía, goiaba, graviola, manga e maracujá
” Heveicultura
” Cafeicultura - Café Conillon
” Rochas Ornamentais
” Suinocultura
” Pecuária de corte e leite
” Agroindústria: laticínios e derivados; beneficiamento de carne e couro; e torrefação de café
” Cultivo de arroz, cana-de-açúcar, feijão, macadâmia, mandioca, milho, urucum e pimenta-do-reino.
” Agroindústria no processamento de polpa de frutas, de condimentos (urucum e pimenta-do-reino)
” Sucroalcooleiro

Municípios que compõem: Nova Venécia, São Gabriel da Palha, Boa Esperança, Vila Valério, Águia Branca e São Domingos do Norte

11 - Pólo de Cachoeiro
” Rochas Ornamentais
” Confecções
” Pecuária leiteira
” Expansão de Fruticultura
” Suinocultura
” Petróleo e Gás
” Cafeicultura - Cafés Arábica e conilon
” Olericultura
” Agroturismo
” Sucroalcooleiro
” Fruticultura
” culturas de subsistência, como arroz, milho e feijão
” Agroindústrias: beneficiamento do leite, a carne bovina e a carne de frango.

Municípios que compõem: Apiacá, Atílio Vivacqua, Bom Jesus do Norte, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muqui, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul e Vargem Alta

12 - Caparaó
” Ecoturismo
” Cafeicultura - Café Arábica
” Pecuária leiteira
” Olericultura
” Silvicultura
” Culturas de subsistência: milho, arroz e feijão
” Agroturismo
Municípios que compõem: Alegre, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz freire e São José do Calçado

Programa de Incentivo ao Investimento no Estado do Espírito Santo – Invest-ES

Objetivo
Contribuir para a expansão, modernização e diversificação dos setores produtivos do Espírito Santo, estimulando a realização de investimentos, a renovação tecnológica das estruturas produtivas e o aumento da competitividade estadual, com ênfase na geração de emprego e renda e na redução das desigualdades sociais e regionais.

Requisitos
Empresas que venham a realizar projeto econômico considerado de interesse para o desenvolvimento sócio-econômico do Estado, conforme condições estabelecidas no Decreto Nº 1951-R, de 25/10/07, publicado do DOES em 26 de outubro de 2007.

Enquadramento
Projetos de implantação; Projetos de ampliação, expansão ou diversificação da capacidade produtiva que prevejam aumento mínimo, prévio à fruição do benefício, de 40% da capacidade de produção; Projetos de revitalização de estabelecimento paralisado.

Benefícios
I – Diferimento do pagamento do ICMS: a) incidente nas operações de importação do exterior de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente imobilizado do estabelecimento; b) devido a título de diferencial de alíquotas, incidente nas operações interestaduais da aquisição de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente imobilizado do estabelecimento; c) incidente nas operações de importação do exterior de insumos e matérias-primas destinados, exclusivamente, ao estabelecimento industrial importador, para o momento em que ocorrer a saída dos produtos resultantes de sua industrialização, ressalvado o disposto na alínea “d”; d) incidente nas operações de saídas internas de máquinas e equipamentos destinados a empresas vinculadas ao INVEST-ES, para integração no ativo permanente imobilizado
II – crédito presumido, nas operações interestaduais, até o limite de setenta por cento do valor do imposto devido mensalmente;
III – redução de base de cálculo, nas operações internas, até o limite de setenta por cento do seu respectivo valor;
IV – outras modalidades de benefício fiscais desde que respeitados os limites e condições previstos nos itens anteriores.
Benefícios diferenciados
Poderão ser concedidos beneficiados diferenciados em função da natureza da atividade; não similaridade com a produção local; localização geográfica e competitividade com outras unidades federadas.
Utilização
Publicada a Resolução INVEST, a empresa celebrará com a Secretaria de Estado da Fazenda - SEFAZ “Termo de Acordo” no qual ficarão estabelecidas as condições para fruição dos benefícios.

Solicitação do benefício
Encaminhar à Secretaria de Estado de Desenvolvimento – SEDES:
Requerimento explicitando quais os benefícios que se requer; FORMULÁRIO - Roteiro de Projeto para Solicitação do Benefício Fiscal; Certidão negativa perante a Fazenda Estadual.

Da fruição
Realizado o projeto, a empresa comprovará, junto ao BANDES e SEDES, os investimentos realizados; o BANDES e a SEDES emitirão Laudo Conclusivo – Investimento Implantado para que a empresa comece a usufruir dos benefícios, e será entregue a empresa o Certificado de Realização do Investimento – CRI.

fonte:www.sedes.es.gov.br


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Novo cartão-aluguel dispensa fiador e garante pagamento

Geral 1 Comentário


02/08/2008 - A Gazeta

Alugar um imóvel pode ficar mais fácil para os capixabas que moram em imóveis locados. A Caixa Econômica Federal concluiu a primeira fase de estudos de um cartão que substituirá o fiador, o cheque-caução ou seguro-fiança.

O locatário que optar pelo sistema, receberá um cartão de crédito para pagar o aluguel todos os meses. Se houver atraso no pagamento, o banco paga à imobiliária e cobra do inquilino, com juros. O produto ainda precisa de ajustes, segundo a Caixa.

Em nota, a instituição esclareceu que já concluiu a primeira fase dos estudos sobre o cartão-aluguel e, no momento, realiza a etapa de especificação tecnológica.

Terminada essa fase, acontece a adaptação de sistemas e manuais e, posteriormente, o treinamento dos empregados que vão operar o produto. Até o momento, não há data estipulada para o lançamento. O nome oficial do produto também não foi apresentado.

Vantagem

Para o Estado, esse produto tem uma vantagem extra. De acordo com o diretor da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi), Charles Bitencourt, as empresas estão otimistas com esse novo projeto e isso poderá beneficiar até mesmo os pequenos investidores, que sentirão segurança em comprar um imóvel para aluguel.

Ele afirma ainda que a facilidade de locação vai beneficiar principalmente os trabalhadores que vêm de outros Estados.

“Estamos recebendo muitas pessoas de outras partes do país, e poucas imobiliárias aceitam fiadores de outros Estados. Algumas empresas concordam em fornecer carta-fiança aos funcionários, mas isso não é regra”, completa.

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, afirmou, em entrevista na semana passada, que a criação do cartão-aluguel pode diminuir o preço da locação, já que reduz os riscos de inadimplência, que atualmente fica entre 9% e 10%.

“Com mais segurança, acredito que muitos podem voltar a olhar para os imóveis como uma alternativa de investimento”, afirmou.

Hoje, alugar é um processo recheado de burocracia. Cada imobiliária pede uma lista específica de documentos, e algumas exigem até três fiadores diferentes, na tentativa de garantir o pagamento do aluguel.

Basicamente, os documentos exigidos são: cópia do CPF e RG do locatário e do cônjuge, caso seja casado, comprovante que locatário e fiador não possuem débitos em cartório, escritura de propriedade de imóvel do fiador, entre outros requisitos.

Pechinchar é saída para pagar menos

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGPM) acumula alta de 15,12% em 12 meses, o que significa que os contratos podem sofre um acréscimo significativo. A Associação de Consumidores Pro Teste orienta os inquilinos cujos aluguéis obedecem a essa regra a procurar os proprietários para negociar, de forma que não haja repasse integral do índice.

O interessado deve tentar pela via amigável, informando (por carta registrada com Aviso de Recebimento) sua intenção de rever o valor do aluguel e explicando os motivos. Se não houver acordo, será necessário procurar orientação jurídica para mover uma ação de revisão de aluguel.

A negociação com base no valor da média cobrada pela locação de imóvel semelhante no mercado ajuda na negociação, por isso é importante fazer uma pesquisa antes de falar com o proprietário.

Como o aluguel representa uma receita para o dono do imóvel, é assegurado a ele o direito de ter este valor reajustado, de acordo com o índice fixado em contrato, geralmente o IGP-M ou o IGP-DI.

A lei permite que, após três anos de contrato, o interessado (locatário ou locador) tenha a oportunidade de pleitear o reajuste (para mais ou para menos) desse valor.

Como vai funcionar

A Caixa vai analisar a ficha cadastral dos interessados para conceder a nova garantia de locação. Inquilinos vão pagar o aluguel mensalmente por meio do extrato enviado à residência.

O inquilino será o responsável pelo pagamento da taxa de anuidade do cartão. A cobrança já é conhecida para quem usa o modelo.

De posse do cartão- aluguel, os inquilinos devem procurar a administradora de imóveis e escolher o apartamento. Em seguida, basta passar o cartão exclusivo da Caixa Econômica para fazer a operação a fim de garantir o fechamento do negócio, sem fiador ou outra garantia.



Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Barra do Jucu - Imóveis na região valorizaram entre 15% e 20% em 12 meses

Desenvolvimento Local, Mercado Imobiliário Nenhum comentário

17/07/2008 - A Gazeta


A Barra do Jucu ainda está para ser descoberta pelo mercado imobiliário: imóveis na região valorizaram, em uma média, de 15% a 20% nos últimos 12 meses, enquanto em Interlagos, bairro vizinho, esse índice foi de 25% a 45% em um ano.

Para os compradores, essa é uma boa notícia, porque terrenos na região ainda têm preços mais baixos do que os praticados em bairros da orla de Vila Velha. É possível comprar um terreno com 360m2 por cerca de R$ 40 mil, nas áreas mais afastadas, e por R$ 120 mil na orla.

Como o Plano Diretor Urbano (PDU) do bairro ainda não permite a construção de prédios com mais de três pavimentos, a predominância é de casas, em sua maioria de três e quatro quartos.

“Com a orla de Vila Velha toda verticalizada, a Barra do Jucu é uma das poucas regiões que ainda permitem a construção de futuros empreendimentos horizontais. Quem quer ter o prazer de morar em uma casa em Vila Velha, o bairro é uma das opções, juntamente com Ponta da Fruta e Interlagos”.

Residencial

Já existem projetos em andamento para a construção de condomínios horizontais e verticais. A previsão é que ainda este ano sejam anunciados os novos empreendimentos que devem mudar a cara do bairro.

“A Barra do Jucu está se mostrando uma grande opção para investir a curto e médio prazo. Dentro de pouco tempo, o bairro sofrerá uma grande valorização com os novos empreendimentos que estão chegando”.

Empreendimento residencial de alto padrão deve ser lançado em setembro

A previsão é que em setembro seja lançado um condomínio de loteamentos da construtora  de Belo Horizonte. “Será um condomínio de alto padrão, totalmente urbanizado, com ruas calçadas e uma área de lazer privilegiada. O projeto já está em fase final de aprovação”, revela o diretor de Planejamento e Empreendimento da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Enrico Rocha Barbosa.

Além de condomínios horizontais de alto padrão, o bairro também terá espaço para empreendimentos voltados para o padrão econômico e supereconômico. Os primeiros lançamentos dessa categoria devem ser anunciados no início do próximo ano, em virtude da aprovação dos projetos em andamentos.

“A Barra do Jucu possui várias áreas a serem empreendidas, pois possui uma grande quantidade de terrenos. Os empreendimentos da classe econômica serão prédios de até 10 andares, com elevador e preço girando em torno de R$ 80 mil a R$ 90 mil. Já os supereconômicos terão prédios de quatro pavimentos, sem elevador e valor entre R$ 65 mil a R$ 80 mil”, adianta Barbosa.

Praias e reserva ambiental são os principais destinos turísticos do bairro

A Barra do Jucu surgiu de uma vila de pescadores e mantém até hoje como principais características o bucolismo de uma cidade calma, mas a apenas 10 quilômetros do Centro de Vila Velha.

O principal atrativo da região são as praias famosas, freqüentadas principalmente por praticantes de surfe, bodyboard e de pesca. A região também é endereço da Reserva Ecológica de Jacarenema, área de preservação de restinga e manguezal.

Outro atrativo são os bares e restaurantes da Barra do Jucu, cuja fama é reconhecida por todo os Estado, o que garante uma vida noturna agitada. O comércio atende às necessidades básicas de um bairro residencial, como padarias, farmácias e papelarias.

Por causa da proximidade com bairros como Itaparica, que já possuem comércio intenso, os moradores da Barra do Jucu optam por usufruir da estrutura de outros bairros. Mas já há planos para a expansão do comércio do bairro, com base nos empreendimentos futuros.

Comércio

“Uma rede de supermercados já adquiriu uma área no bairro, visando atender à região Sul de Vila Velha, já de olho no crescimento dos próximos anos. Há também o Shopping Barra Sol, cujas obras estão previstas para terminar em dois anos e que devem mudar o perfil da região”, adianta diretor de Planejamento e Empreendimento da Ademi-ES, Enrico Rocha Barbosa.

Além disso, o bairro deve passar por melhorias estruturais, como a previsão de construção de mais três novas escolas pela prefeitura e a urbanização da orla, ligando com a orla de Itaparica.

Procura por imóveis para aluguel é grande na Barra do Jucu

A procura por imóveis para aluguel é grande na Barra do Jucu. A valorização tem acompanhado as taxas de reajuste do mercado, o que garante que os valores permaneçam em um patamar mais acessível.

“A procura maior é de casas de três e quatro quartos. O valor varia de R$ 300,00 para casas de dois quartos a R$ 700,00 para quatro quartos. O bairro não tem muita opção de imóveis comerciais, mas uma loja de 35m2 tem um aluguel que gira em torno de R$ 500,00 a R$ 550,00.

Já os galpões tem o aluguel em torno de R$ 2,5 mil”.

Industrial

Mesmo sendo um bairro basicamente residencial, a Barra do Jucu oferece construções voltadas para o mercado industrial.

A duplicação da Rodovia do Sol favoreceu a construção de empresas e galpões para abrigar centros de distribuição, principalmente pela facilidade de escoamento para outras regiões da Grande Vitória e do interior do Estado.

Dependendo da localização, o metro quadrado de um terreno pode custar até R$ 111,00, muito mais em conta quando comparado ao valor do metro quadrado de um terreno no Centro de Vila Velha ou na Praia da Costa, onde há poucos espaços para se construir.

Áreas mais valorizadas estão no Centro

Para aquisição de casas, as áreas mais valorizadas da Barra do Jucu estão no Centro e na Barra II. O valor dos imóveis nessas áreas, mais próximas às praias e também à rede de comércio e serviços do bairro, pode chegar a R$ 300 mil, uma casa de quatro quartos. Já a procura por terrenos é maior nas regiões de Riviera da Barra, São Conrado, Maria Ortiz e Morada da Barra. Em algumas áreas, é possível encontrar terrenos a partir de R$ 25 mil.

Raio-X

617 terrenos
646 residências
3 imóveis industriais
57 imóveis de comércio e serviço
2 espaços para prática de esportes e lazer
1 instituição de ensino

Fonte: Prefeitura de Vila Velha


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Lugar para morar…

Desenvolvimento Local, Mercado Imobiliário Nenhum comentário

10/07/2008 - A Gazeta

Preço médio do metro quadrado para venda de loja na Enseada é de R$ 10 mil

A região de Laranjeiras, na Serra, é a campeã no ranking da construção de imóveis residenciais na Grande Vitória. É o que provam os números do mais recente Censo Imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sindicon-ES), apresentado na semana passada.

Parque Residencial Laranjeiras, Laranjeiras II, Morada de Laranjeiras e Colina de Laranjeiras são responsáveis por 40% das mais de 5,6 mil unidades lançadas na Grande Vitória, nos últimos seis meses.

Para se ter uma idéia da proporção desse percentual, a região que fica em segundo lugar no ranking dos lançamentos – Praia da Costa e Itapoã – registrou apenas 14% das unidades lançadas.

Outro dado importante: 24% das unidades residenciais em construção na Grande Vitória estão em Laranjeiras.

Um dos motivos para o boom residencial em Laranjeiras tem como explicação a grande oferta de terrenos que comportam a construção de condomínios de casas, as vedetes da região.

Preço

O outro fator é o preço do metro quadrado dos terrenos, que ainda é bem menor do que em outros bairros muito procurados para moradia na Grande Vitória. Exemplo: em Laranjeiras, o metro quadrado dos terrenos custa em torno de R$ 1 mil, enquanto em Jardim Camburi, pode chegar a R$ 2 mil.

O preço do metro quadrado dos imóveis prontos também é mais em conta: para dois quartos, gira em torno de R$ 2.146,00; três quartos, em média R$ 2.317,00; e casas, por volta de R$ 2.684,00.

Isso também contribui para tornar o valor de venda das unidades mais acessível, com apartamentos custando na faixa de R$ 100 mil a R$ 130 mil – valor que é acessível para a parcela da população que recebe de cinco a sete salários mínimos e está em busca de imóveis compactos – o perfil do bairro.

“Essa é a base da pirâmide e o grande mercado, que está aquecido, principalmente pelas linhas de crédito facilitadas”, diz o presidente do Sindicon, Aristóteles Passos Costa Neto.

Perfil

2.214 lançamentos imobiliários

5.556 unidades em construção

40% dos lançamentos

74% de unidades comercializadas

24% das unidades em construção

Condomínios com grandes áreas de lazer

Primeiro vieram os condomínios de casas, agora Laranjeiras começa a sua verticalização. Por ainda ter muitas áreas disponíveis, o valor do metro quadrado do terreno ainda é mais acessível às construtoras, permitindo consolidar grandes empreendimentos com áreas de lazer com estrutura de clube. “Isso reduz os custos de construção e oferece um preço final mais atrativo. Além disso, a proximidade com Vitória e às grandes empresas proporciona uma qualidade de vida ainda maior, já que torna possível morar próximo ao local de trabalho”, diz a diretora da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Rachel Menezes.

Lugar para investir

Se Laranjeiras é o bairro residencial que mais cresce na Grande Vitória, a Enseada do Suá é o que teve a maior valorização comercial nos últimos 12 meses. O 13º Censo Imobiliário do Sindicon-ES registrou um aumento de 120% no valor do metro quadrado de lojas e de 42,7% em salas.

“A evolução dos preços na Enseada do Suá foi acima da expectativa. O que é justificado pela escassez de unidades comerciais, a partir da mudança do PDU do bairro. O maior investimento passou a ser em empreendimentos residenciais, o que ajudou a elevar os preços”, analisa o diretor de Economia e Estatística do Sindicon-ES, Renato Menezes.

O preço médio do metro quadrado para venda de uma loja na região fica em torno de R$ 10,1 mil, enquanto que uma sala é vendida a R$ 5,4 mil o metro quadrado.

Esses valores colocam o bairro no topo do ranking dos metros quadrados comerciais mais caros da Grande Vitória, ao lado da Mata da Praia, também em Vitória: de R$ 7 mil a R$ 10 mil o metro quadrado, superando Campo Grande, Cariacica, com valores de metro quadrado que variam de R$ 4 mil a R$ 7,5 mil.

Alta nos preços

O lançamento de quantidade reduzida de lojas, concentradas em um único empreendimento, contribuiu para a alta nos preços, já que boa parte dos compradores são investidores. O aluguel futuro deve girar em torno de 1,2%. Significa que uma loja, comprada por R$ 200 mil pode render ao seu dono um aluguel de até R$ 2,4 mil.

Essa tendência tem como principal responsável a mudança do PDU do bairro, que era estritamente comercial. Com a transformação da Enseada em um bairro misto, cria-se a necessidade do comércio de lojas de rua.

“Até começarem a chegar os grandes empreendimentos residenciais, o comércio do bairro era voltado para quem trabalha na região. Com a transformação da Enseada em um bairro misto, outro tipo de oportunidade foi identificada pelo mercado, o que fez com que as lojas disponíveis tivessem essa alta de preços”, avalia o consultor imobiliário José Luiz Kfuri.

Perfil

120% de valorização para lojas

42,7% de valorização em salas

R$ 10.185 é o preço médio do m2 de lojas

R$ 5.483 é o valor médio do m2 de salas

86% das unidades comercializadas

Investir em salas é retorno garantido

Quem pensa em investir em salas ainda pode ter um bom retorno, já que a Enseada do Suá possui empreendimentos com salas comerciais modernas, que já possuem uma alta demanda, devido à escassez desse tipo de empreendimento na Grande Vitória. A possibilidade de morar próximo ao local de trabalho também vai funcionar como um atrativo futuro de valorização. “A Enseada do Suá é uma alternativa à Praia do Canto, só que mais moderno e nasce como um bairro completo, com fortes atrativos de lazer como a Praça do Papa, o Hortomercado. A verticalização possibilitou uma ocupação de terrenos menor, com grandes espaçamentos entre um prédio e outro, contribuindo para a qualidade de vida do bairro”, avalia Kfuri.

Análise

Os campeões em lançamentos

Renato Menezes
Diretor de Economia e Estatística do Sindicon-ES

Há dois anos, Laranjeiras era a quarta região em lançamentos, mas pela velocidade dos novos empreendimentos, era esperado que o bairro atingisse o primeiro lugar em pouco tempo. Houve momentos em que oferta não acompanhou a demanda, principalmente por causa da facilidade de financiamento dos imóveis. Dificilmente outra região vai superar Laranjeiras em quantidade de unidades e como esses empreendimentos devem ficar prontos em até quatro anos, a região vai ficar por um bom tempo na liderança. Já a Enseada do Suá foi uma surpresa a valorização, principalmente de lojas, mesmo que estivéssemos aguardando uma alta. Os últimos lançamentos comerciais, principalmente de lojas, venderam com uma velocidade maior do que a de unidades residenciais. Por outro lado, nos próximos meses, o resultado pode não se repetir nessas proporções, mas as salas e as unidades residenciais, principalmente, ainda têm grande potencial para se valorizarem. Com a escassez dos terrenos de frente para o mar, os imóveis concentrados nessas áreas terão os preços ainda mais valorizados do que em outras regiões da Enseada do Suá.


Adicione aos favoritos ou compartilhe:





Espírito Santo lidera crescimento da indústria brasileira no 1º semestre

Desenvolvimento ES Nenhum comentário

06/08/2008 -  ( -A  Gazeta)

A produção da indústria cresceu de forma generalizada no primeiro semestre deste ano. A alta foi verificada em todos os 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo dados divulgados nesta quarta-feira (06). O resultado registrado pelo Espírito Santo foi destaque no período. O setor cresceu 16,1% no estado, ante a média nacional de 6,3%. Também acima da média foram as taxas verificadas em São Paulo (9,8%), Pernambuco (7,9%), Amazonas (7,5%) e Minas Gerais (6,6%).

Na maioria desses locais, segundo o IBGE, “confirma-se o padrão de crescimento observado para o total da indústria brasileira ao longo de 2008″, uma vez que suas estruturas industriais têm forte presença de setores produtores de bens de capital e de bens de consumo duráveis, além da elevada produção de commodities exportadoras.

Abaixo da média, mas também em expansão, foram os resultados registrados por Pará (6,1%), Nordeste e Bahia (ambos com 4,6%), Rio Grande do Sul (4,4%), Ceará (2,6%), Rio de Janeiro (2,3%) e Santa Catarina (1,3%).

Trimestre

Na análise trimestral, repetiu-se a expansão generalizada, mas nove regiões reduziram o ritmo produtivo. Entre maio e junho, na série com ajuste sazonal, dez locais assinalaram crescimento.

Na análise trimestral, todos os locais assinalaram taxas positivas no confronto do segundo trimestre de 2008 com igual período de 2007. São Paulo, com a estrutura industrial mais diversificada entre os locais investigados, ganhou ritmo entre o primeiro e segundo trimestre: 9,1% no primeiro e 10,4% no segundo.

Por outro lado, nove das quatorze áreas investigadas mostraram redução de ritmo entre esses dois períodos. Pernambuco, de 13,9% para 1,0%, e Amazonas (de 11,7% para 3,6%) assinalaram as perdas mais acentuadas, enquanto Espírito Santo (de 14,4% para 17,8%), Goiás (de 9,9% para 12,3%), Paraná (de 10,2% para 12,3%) e Ceará (de 4,4% para 0,9%) registraram os maiores ganhos.


Adicione aos favoritos ou compartilhe: