31 de Agosto de 2008
Financiamento Imobiliário
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IMÓVEIS ADJUDICADOS
Os imóveis da Caixa tem preço menor que o valor de mercado e portanto são uma ótima aquisição,
além de serem 100% regularizados.
A CEF possui uma lista de venda direta ao cliente, através do assessoramento de corretores credenciados, para as devidas orientações.
Os clientes interessados podem adquirir esta listagem em qualquer agencia da CEF ou através do site da CEF.
Podem ser usados recursos do FGTS ou serem financiados pela CEF, para isso é necessário preencher os requisitos das regras do Sistema Financeiro da habitação e do Fundo de garantia.
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28 de Agosto de 2008
Dicas e Orientações
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A estudante Kênia acaba de comprar um apartamento em Jardim da Penha, Vitória.
Em meio a tantos lançamentos e oportunidades de imóveis novos, ela optou por um de dois quartos,
usado, com cerca de 70 metros quadrados.
“Preferi usado porque estava mais dentro do orçamento do que eu teria agora para pagar”, justifica.
A decisão de Kênia reflete uma das razões que levam compradores a preferir apartamentos usados aos
novos: o preço menor. Mas há outros motivos, como o espaço, que costuma ser maior nas unidades
mais antigas.
“O usado tem uma depreciação pela idade. O valor é menor e a pessoa se sente atraída. Pode até
precisar de uma pequena reforma, mas normalmente fica numa condição mais em conta”,
explica um Consultor Imobiliario.
Já a área mais ampla, que resulta em cômodos maiores e apartamentos mais espaçosos, é outro
atrativo porque os imóveis estão cada vez menores, como resultado do esforço das construtoras
para reduzir o custo dos empreendimentos.
“A tendência é de se colocar cada vez mais o imóvel compacto no mercado. Antigamente, um de
três quartos tinha de 110 a 130 m². Hoje, está com 85 a 96 m². Um apartamento de quatro quartos,
que tinha até 180 m², hoje é feito com 130 ou 140 m²”.
Segundo a opinião de um consultor, a decisão entre o novo ou usado deve
levar em conta a capacidade e a necessidade do comprador.
“Se o interessado precisa de um imóvel para morar logo e não tem condições de esperar até que
uma obra seja concluída, é obrigado a entrar no mercado do apartamento pronto”, explica.
Além disso, é necessário avaliar a capacidade de pagamento. O consultor destaca, porém, que para as
pessoas que não têm necessidade imediata de moradia, o imóvel novo, na planta, acaba sendo
uma forma de poupança.
“É o caso de casais iniciantes, começando a vida. Da classe média, que não tem poupança”, diz.
Ele lembra outra característica do Espírito Santo, desde 2007, quando começaram a ser ofertados
empreendimentos grandes, com formato de condomínios-clubes.
“O cliente fica encantado, olha o produto, mas ainda não tem um pronto para morar. Aí, fica
aguardando, porque é um imóvel que reúne conforto, qualidade, segurança e lazer, com baixo
custo”, afirma.
Usados x novos
Usado
Geralmente é mais barato do que unidades semelhantes, novas, na mesma região.
Os apartamentos mais antigos costumam ter cômodos maiores e ser mais espaçosos, devido à
tendência do mercado de lançar imóveis mais compactos.Pode ser ocupado imediatamente.
Se for um imóvel mais simples, pode ficar mais em conta para quem não precisa de itens de lazer,
salão de festas e outros atrativos dos lançamentos que seguem a atual tendência do mercado.
Coberturas usadas, com piscina, churrasqueira e outros atrativos, podem ser mais baratas do que
apartamentos novos.
Novo
Imóveis na planta podem servir como uma poupança, com prestações baixas durante a obra.
Tendência de valorização do imóvel, ao contrário dos usados, que já sofrem depreciação devido ao
envelhecimento.
Ainda não têm desgaste e nem precisam de reformas imediatas, comuns em apartamentos mais antigos.
Áreas de lazer, mais segurança e conforto, principalmente nos empreendimentos que seguem a
tendência de condomínios-clube.
Os imóveis são construídos de acordo com pesquisas feitas pelas construtoras e incorporadoras,
atendendo a necessidades e sugestões de clientes.
Tendência de apartamentos mais compactos, que reduzem a necessidade de trabalho para manter
o imóvel limpo e bem cuidado.
Fonte: A Tribuna
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28 de Agosto de 2008
Financiamento Imobiliário
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28/08/2008 - A Gazeta
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a ampliação em mais R$ 2,05 bilhões no orçamento deste ano para créditos habitacionais. Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões.
Desses mais de R$ 2 bilhões, R$ 500 milhões vão para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e municípios que tenham projetos na área habitacional destinados à população de baixa renda.
De acordo com a Caixa, não há mais riscos de faltar recursos para o financiamento imobiliário em 2008. Até a liberação desse dinheiro, o risco da verba acabar era iminente. No Espírito Santo, por exemplo, o orçamento do FGTS previsto para todo o ano era de R$ 108 milhões, só que, até o dia 15 de agosto, R$ 90 milhões já haviam sido aplicados.
Esses novos recursos do FGTS não serão destinados ao Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O recursos do Pró-Cotista, que possui juros nominais menores - 8,66% ao ano -, acabaram em maio no Estado.
Mais emprego
O aumento do volume de recursos para os financiamentos habitacionais decorre da elevação da arrecadação do FGTS. A previsão atualizada para todo o ano de 2008 é de que a arrecadação líquida chegue a, pelo menos, R$ 6,7 bilhões, e não mais R$ 2,7 bilhões, como foi previsto em dezembro do ano passado. “Mas acho que vai ser até mais, algo como R$ 8 bilhões”, afirmou Lupi.
O otimismo do ministro se baseia no fato de que o crescimento da arrecadação do FGTS decorre do ritmo aquecido de contratações de novos empregados com carteira assinada pelas empresas. De janeiro a julho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registra a abertura de 1,54 milhão de novos postos de trabalho, o que elevou em 5,4% o número de empregados formais no País para 30,5 milhões.
Além da elevação da arrecadação, também os saques ao FGTS diminuíram este ano em relação ao ano passado.
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27 de Agosto de 2008
Desenvolvimento Local
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27/08/2008 - ( - A Gazeta)
foto: Google Earth
Imagem mostra a extensão do Canal de Camburi, que vai ganhar mais ponte
Mais uma ponte ligando Jardim da Penha à Praia do Canto. A existência desse projeto, que já está em fase de estudos, foi revelada ontem pelo secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de Vitória, Kléber Frizzera, durante um encontro promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sindicon) do Espírito Santo.
Segundo Frizzera, a nova via ficaria entre as pontes da Passagem e Ayrton Senna. “Esse projeto de uma nova ponte ligando a ilha ao continente está dentro de um projeto ainda maior que é a urbanização do Canal de Camburi. A idéia é dragar, melhorar o entorno e construir a quarta ponte sobre o canal. O projeto já está em fase de estudos e a intenção é concluir as obras nos próximos quatro, cinco anos”, destacou.
Para o especialista em transporte e trânsito Fábio Muniz, a quarta ponte é uma necessidade. “Já existe uma saturação das outras três pontes existentes. Com a melhoria da Ponte da Passagem e da Fernando Ferrari, isso tende a melhorar, mas dentro de poucos anos o trânsito voltará a se complicar se nada for feito”.
Mais projetos
Durante a palestra para os empresários da construção civil, Kléber Frizzera disse ainda que o projeto de duplicação dos 13 quilômetros da Avenida Serafim Derenzi, que corta vários bairros de Vitória, já está praticamente pronto - a duplicação deve ficar em R$ 150 milhões -, e que a galeria da Avenida Leitão da Silva será fechada. “Assim como a construção dessa nova ponte, a melhoria desses dois corredores viários são essenciais para que a mobilidade urbana de Vitória melhore”, salientou o secretário.
Frizzera também citou as melhorias que estão sendo pensadas para a entrada Sul de Vitória. “Estamos estudando a ampliação de algumas vias e a revitalização do comércio da região da Ilha do Príncipe e da Vila Rubim”, finalizou.
Mais dos projetos
Canal de Camburi. A prefeitura planeja dragar o canal, urbanizar às margens e construir mais uma ponte. A intenção é melhorar a mobilidade urbana e possibilitar a navegação pelo canal
Serafim Derenzi. Com um investimento de R$ 150 milhões a prefeitura pretende duplicar a via e melhorar o acesso a dezenas de bairros e valorizar a região de São Pedro
Entrada Sul. Além de melhorar o trânsito a intenção e revitalizar a Vila Rubim e a Ilha do Príncipe
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27 de Agosto de 2008
Dicas e Orientações, Financiamento Imobiliário
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27/08/2008 -A Gazeta
Em tempo de crédito fácil, os bancos buscam clientes com perfil de bom devedor. Com os salários em dia e a garantia de emprego fixo por muitos anos, os servidores públicos são um dos alvos prediletos das instituições financeiras.
A maioria dos grandes bancos que atuam no Brasil, público ou privados, possui linhas de crédito exclusivas para esse nicho de mercado, com juros bem mais em conta ? até 30% menores que as taxas aplicadas para outros clientes.
Na Caixa Econômica Federal, o servidor público pode tomar um empréstimo consignado com juro de 0,9% ao mês. O Banco do Brasil, por exemplo, além de oferecer linhas de crédito para funcionários públicos federais e estaduais, possui convênios com quase todas as prefeituras capixabas.
O presidente da Associação dos Representantes de Bancos do Espírito Santo (Arbes), Jorge Eloy, afirma que o principal atrativo do funcionalismo público são as pequenas chances de demissão. ?O servidor tem potencial para ser cliente por muito tempo, afinal, o risco de demissão é mínimo. É dessa maneira que o banco pensa. O crédito pode ser apenas o primeiro contato, mas as perspectivas de outros negócios é grande?, salientou Eloy.
Baixe o ouça o podcast: Jorge Eloy, presidente da Associação dos Bancos do Espírito Santo, fala sobre as vantagens e desvantagens das linhas de crédito para servidores.
Ele destacou ainda o fato de os juros estarem abaixo da média do mercado. ?Há alguns anos, ninguém queria dar crédito aos servidores públicos do Espírito Santo. Hoje a situação se inverteu. Os bancos consideram os funcionários do Estado como classe A. Salários em dia e mais estabilidade de emprego fazem com que os juros cobrados dos servidores públicos sejam até 30% menores do que os que são cobrados normalmente pelo mercado?, disse.
Olhar atento
?Nesses últimos anos, o funcionalismo público foi alvo de um olhar mais atento por parte do Banco do Brasil no Espírito Santo. Trata-se de um público estratégico para nossos negócios?, revelou o superintendente do Banco do Brasil no Estado, Tercio Pascoal.
Antes de fechar negócio, os especialistas recomendam consultar todas as instituições financeiras e negociar, afinal, atualmente o poder de barganha do funcionário público é grande.
Veja as opções do mercado
Banestes
Os servidores públicos estaduais e municipais, efetivos ou em designação temporária, com conta no banco estadual, possuem uma linha de crédito exclusiva. O crédito é liberado em até 24 horas. O limite é de até R$ 20 mil para pagar em até 36 meses, com os débitos agendados na conta. A taxa mínima cobrada é de 3,41% ao mês, e a máxima é de 4%.
O servidor também pode optar pela consignação em folha de pagamento. Nessa linha, não é preciso ter conta no Banestes. Veja as condições abaixo:
Valor máximo: R$ 100 mil de empréstimo
Prazo: até 72 meses
Juros: entre 1,35% e 3,6% ao mês
Banco do Brasil
Tem convênios com o governo federal, estadual e com 90% das prefeituras do Estado. O convênio permite o pagamento da operação de crédito com desconto em folha, o que reduz o risco da operação e os juros.
Juros: entre 1,45% e 2,85% ao mês
Banco Real
Os funcionários públicos federais, estaduais e municipais tem taxas reduzidas no financiamento imobiliário do Banco Real. As condições são válidas para aquisição do primeiro ou segundo imóvel e abrangem unidades com valores a partir de R$ 46 mil.
Juros: de 8% a 11% ao ano mais a Taxa Referenciada (TR)
Prazo: até 30 anos
Unibanco
Oferece crédito descontado em folha para órgãos públicos de todas as esferas que possuam convênio com a instituição. A taxa de juro é negociada caso a caso, mas o banco garante que para os servidores públicos a cobrança é diferenciada.
Caixa
Oferece crédito consignado e imobiliário, com desconto, para servidores públicos federais, estaduais e municipais. O empréstimo consignado tem um juro que varia de 0,9% até 2,3% ao mês. No crédito imobiliário o desconto é de 0,5 ponto percentual.
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23 de Agosto de 2008
Geral
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A descoberta de reservas de pré-sal em território nacional tem feito com que a Petrobras reveja o seu planejamento para o futuro. Diante de tamanho desafio, a estatal está revendo conceitos e ampliando seu quadro de funcionários. Para esta nova fase, cerca de 40 mil novos profissionais devem ser contratados.
Desde janeiro, mais de 40 funcionários da empresa, todos com cerca de 20 anos de casa, trabalham numa ampla revisão do planejamento da companhia para 2020. Até setembro, eles devem apresentar à cúpula da estatal um plano para torná-la mais ágil e equipada para explorar reservas descobertas nas áreas do pré-sal.
Especialista em retirar petróleo de grandes profundidades, a Petrobras está diante de um desafio inédito, capaz de elevá-la a um novo patamar na economia mundial.
O ritmo de tomada de decisões terá de ser simplificado e acelerado. Mais de 40 mil novos funcionários serão contratados e treinados. As políticas de manutenção dos melhores profissionais deverão se tornar mais eficazes e toda a logística da exploração de petróleo deverá ser revista.
Os investimentos previstos, que já eram de US$ 112 bilhões (R$ 180,32 bilhões) até 2012, serão redimensionados. A maneira de captar recursos também.
“Estamos prestes a passar por uma transformação intensa e rápida”, disse à revista Exame, em julho, o presidente da empresa, José Sergio Gabrielli.
O pré-sal trouxe para a estatal uma boa visão de futuro, colocando-a num lugar de destaque entre as maiores companhias mundiais de reservas e produção de petróleo e gás.
Nem mesmo a notícia do governo de criar uma nova estatal para cuidar das reservas de pré-sal devem minar as expectativas da Petrobras.
Isso porque todo o planejamento da empresa leva em conta apenas os 11 blocos do pré-sal já arrematados pela empresa, em parceria com outras petrolíferas estrangeiras.
Apesar da preocupação demonstrada pelos acionistas das empresa, a Petrobras, de acordo com especialistas, continua tendo ótimas perspectivas de lucros com o pré-sal.
Serviços
Contratar 42 navios, 146 barcos de apoio e 40 sondas, respeitando a determinação de utilizar mais de 50% de conteúdo nacional. Esses equipamentos estão escassos no mundo todo e os estaleiros brasileiros não têm condições de produzi-los.
Fonte A Tribuna
Pessoal
Contratar 14 mil funcionários só para trabalhar no pré-sal. Hoje, são 22 mil funcionários na exploração e produção de petróleo e gás.
Redesenhar a política de retenção de talentos. Hoje, as ofertas de salário dos concorrentes para técnicos experientes chegam a R$ 45 mil por mês, o triplo do que paga a estatal.
Logística
Rever o esquema de transporte dos funcionários. Os helicópteros em uso não têm autonomia para voar, lotados, todo o percurso de ida e volta até os novos campos, a 300 quilômetros da costa.
Encontrar uma forma eficiente de trazer o óleo e o gás até a costa. Os gasodutos disponíveis hoje têm capacidade para transportar 10 milhões de metros cúbicos de gás. Só no campo de Júpiter a produção diária deve ser de 50 milhões de metros cúbicos.
Processo decisório
Reformular a tomada de decisões. Hoje qualquer contrato com valor acima de R$ 20 milhões tem de ser aprovado em diretoria, o que faz com que ocorram atrasos operacionais.
Novos produtos
Ampliar de dois para seis o número de refinarias novas a ser construídas até 2017.
Vender mais produtos de maior valor, como diesel e gasolina.
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17 de Agosto de 2008
Geral
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Com uma área de 46.184 Km2 e 78 municípios, o Espírito Santo possui localização estratégica, próximo às principais metrópoles do país. Essa proximidade atrai turistas de lazer, negócios e eventos. Do mar às montanhas, o estado se desenvolve, cresce sua economia acima da média nacional e oferece qualidade de vida aos seus cidadãos tendo se transformado numa excelente alternativa para negócios e turismo .
Com investimentos previstos de R$ 35,8 bilhões para os próximos cinco anos, o Espírito Santo vive o limiar de um novo ciclo econômico, apoiado em três pilares principais: energia, comércio exterior e agronegócio.
Energia
Graças às descobertas de megajazidas de petróleo e gás no mar territorial capixaba o Espírito Santo se torna, em 2006, o segundo maior produtor de petróleo do Brasil passando de 40 para 200 mil barris diários. Entre os investimentos previstos está também o que amplia a produção e oferta de gás passando de 1,3 milhão para 2,7 milhões de m3 ainda neste ano.
Comércio Exterior
Para os próximos cinco anos estão previstos investimentos de R$ 12,2 bilhões para a indústria voltada para a exportação especialmente a rede de atividades de logistica e serviços. Dentre esses investimentos está a construção da 8ª usina de pelotização da Companhia Vale do Rio Doce - CVRD, as expansões da Companhia Siderúrgica de Tubarão – CST, Aracruz Celulose e Samarco Mineração, além da ampliação da atividade de rochas ornamentais, investimentos em rodovias, portos e a construção do novo aeroporto internacional de Vitória, já iniciada.
Agronegócio
Os investimentos previstos de R$ 6,6 bilhões em meio ambiente, saúde, educação, comércio e serviços impactam diretamente na interiorização do desenvolvimento e na redução das desigualdades sociais. Esses números podem ser ainda maiores com a recuperação da capacidade de investimento dos poderes públicos, notadamente o governo estadual.
Assim é o Espírito Santo: praias badaladas e paradisíacas com culinária a base de peixes e frutos do mar. Clima ameno das montanhas onde se degusta vinhos, licores e massas caseiras em propriedades de agroturismo.
Por todos esses motivos há razões de sobra para o capixaba estar otimista em relação ao seu futuro.
POTENCIALIDADES DO MERCADO CAPIXABA
- O Espírito Santo é o terceiro Estado do País em produtividade industrial;
- O Espírito Santo tem o maior complexo de pelotização de minério de ferro do mundo;
- É o maior produtor nacional de placas de aço;
- É o maior exportador de mármore e granito da América Latina;
- É o primeiro produtor e exportador mundial de celulose branqueada de fibra curta;
- É o segundo produtor nacional de mamão;
- O segundo maior produtor nacional de café;
- O segundo maior produtor nacional de chocolates…
- Sétima economia mais competitiva do País, com crescimento maior que a média brasileira.
- Novos investimentos estão voltados para a indústria, energia, infra-estrutura portuária e serviços de comércio exterior
- Perspectivas para a instalação de um pólo siderúrgico e outro pólo metal-mecânico e implantação de um pólo petroquímico
- A região de influência do Espírito Santo detém cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
- ampliação do Aeroporto de Vitória, com investimento previsto na ordem de R$ 29 milhões.
- O segundo maior produtor de petróleo do Brasil passando de 40 para 200 mil barris diários
fonte: Gazeta On-Line
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17 de Agosto de 2008
Desenvolvimento ES
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03/08/2008 - A Gazeta
Com o mercado mundial aquecido, principalmente pela grande demanda de países como China e Índia, a indústria de minério, pelotas e aço do país busca tecnologias mais modernas para melhorar a produtividade, reduzir custos e ampliar mercado. O Espírito Santo se encaixa bem nesta nova proposta e caminha para ser, nos próximos dez anos, o maior pólo produtor de pelotas do mundo associado a uma indústria siderúrgica moderna e competitiva.
Exatamente por reunir o que é considerado hoje como o mais importante para a produção de aço é que o Estado é uma das apostas também no setor siderúrgico. Que condições são estas? Logística portuária, energia (gás natural), ferrovias e o mais importante, minério e pelotas trazidos de Minas via ferrovia ou minerodutos. Além, claro, de uma siderúrgica moderna (ArcelorMittal Tubarão) e projeto de mais uma em Anchieta, além da possibilidade de outra em Presidente Kennedy.
A indústria do aço quer chegar à condição considerada praticamente perfeita para a produção de placas e aços longos: ter, bem ao lado dos altos-fornos as usinas de pelotização. O que se ganha com isso? Tempo, dinheiro e competitividade.
Para transformar pó de minério em pelota, é preciso grande quantidade de energia – hoje, no Estado, usa-se óleo combustível que será trocado por gás natural – para aquecer o minério e depois resfriá-lo. Quando chega à aciaria e depois ao alto-forno da siderúrgica, mais uma quantidade grande de energia para aquecer novamente as matérias-primas que resultam no aço. Depois, novamente aquece-se a placa para transformá-la em bobina a quente que poderá se transformar em aço galvanizado (produto final) ou aquece-se novamente para que as placas se transformem em aços longos ou trefilados.
Otimismo
Para o presidente da Federação das Indústrias (findes), Lucas Izoton, poderemos chegar a produzir 120 milhões de toneladas de pelotas por ano em pouco tempo contando com as três pelotizadoras que a empresa Ferrous pretende implantar em Presidente Kennedy até 2014.
Já o governador Paulo hartung, que também vê com otimismo a descentralização industrial do Estado, o litoral do Espírito Santo, mais o Norte do Rio de Janeiro e o Sul da Bahia se transformarão numa das maiores regiões produtoras de pelotas (conhecidas como pellets) e aço do mundo.
“Claro que isso tudo precisa ser feito observando os critérios da legislação ambiental”, afirmou Hartung. A preocupação com a formação de mão-de-obra local é outra preocupação “porque é preciso evitar trazer de fora os trabalhadores especializados”, argumenta o governador.
Ele concorda que a preocupação com a redução no consumo de energia e na emissão de gases poderá levar a uma otimização entre pelotizadoras e siderúrgicas. “Este é um ponto que ainda precisa ser aprimorado. O que sabemos é que a Grande Vitória não comporta mais uma siderúrgica nem mais pelotizadoras, então, os projetos precisam ir para o Sul ou para o Norte”.
Indústria quer agregar valor
É mais barato e mais competitivo trazer carvão da Ásia ou Europa, e produzir aço aqui.
A necessidade de agregar valor aos produtos é reconhecida pelos empresários e classe política. O Brasil exporta cerca de 300 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (pouco mais de 100 milhões via Espírito Santo) e produz apenas 32 milhões de toneladas de aço.
Observando os preços do ferro (em torno de US$ 80 por tonelada) e do aço (pode chegar a US$ 1,2 mil a tonelada), é fácil compreender porque aumentar a capacidade siderúrgica do país é vital.
“Mesmo o Brasil não produzindo quase nada de carvão mineral, que entra na composição do aço, nós temos o melhor minério do mundo, logística para exportar, tecnologia avançada e as minas perto das siderúrgicas. Podemos aproveitar melhor esta situação”, destaca o governador Paulo Hartung.
É mais barato e torna o produto final mais competitivo trazer carvão da Ásia ou Europa e produzir aço no Brasil. AS minas de minério estão próximas às siderúrgicas aqui no país. É o que pensam os investidores da Ferrous, empresa constituída há um ano por fundos de investimentos estrangeiros e que planeja construir três pelotizadoras, um porto e, talvez, uma siderúrgica em Presidente Kennedy, Sul do Estado.
Neste sentido, o Espírito Santo está em situação privilegiada por ter litoral para novos terminais portuários, ferrovia e áreas para investimentos deste tipo. “Podemos nos transformar num Estado exportador de conhecimento, tecnologia e gente especializada”, aposta o governador.
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17 de Agosto de 2008
Desenvolvimento ES
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16/08/2008 - A Gazeta
Nesta segunda-feira, o grupo Jurong oficializa seu interesse em construir um estaleiro no Litoral Norte do Espírito Santo. O grupo, que tem sede e estaleiro em Cingapura, e é uma das maiores empresas mundiais do setor, assina protocolo de intenções com a Aracruz Celulose, com a Prefeitura de Aracruz e com o governo do Estado.
A partir da assinatura do documento, o grupo Jurong inicia os estudos voltados para a construção do estaleiro, em Barra do Riacho. O empreendimento será implantado em uma área que fica próxima ao porto abrigado de Barra do Riacho, gerido pela Codesa. A área que abrigará o estaleiro foi adquirida pela Aracruz Celulose.
No início de maio, antes da viagem que o governador Paulo Hartung fez à China, dirigentes da Jurong o procuraram e falaram do interesse da companhia em construir um estaleiro no litoral capixaba. Durante a viagem, Hartung programou uma visita ao estaleiro da Jurong, em Cingapura, quando foi reafirmado o interesse na implantação do projeto.
A Jurong, que já atuou no Brasil como parceira do estaleiro Mauá, no Rio de Janeiro, é uma grande fornecedora de bens e serviços para a Petrobras. Grande parte da produção do novo estaleiro será para atender à demanda da estatal, que precisa de novos navios para as suas atividades.
No final do primeiro semestre, a Petrobras anunciou um pacote gigante de encomendas junto à indústria naval brasileira. O pacote da Petrobras terá 44 navios para transporte de petróleo e derivados, 40 sondas de perfuração de poços exploratórios e 146 embarcações de apoio às atividades petrolíferas em alto-mar.
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17 de Agosto de 2008
Desenvolvimento ES
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16/08/2008 - A Gazeta
Projeto em Linhares integra conjunto de obras que vão ajudar o Brasil a reduzir sua dependência do gás importado da Bolívia
Com o término das obras do gasoduto Vitória-Cabiúnas (Macaé), no primeiro semestre deste ano, o Espírito Santo já tem capacidade para fornecer 20 milhões de m3 por dia de gás natural. Para chegar a esta produção, a Petrobras está investindo US$ 4 bilhões na Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTCG), em Linhares, que, até o final de 2009, estará pronta para processar este volume diário de gás.
Considerado prioridade pelo governo federal, o investimento em novos campos de gás foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo é reduzir a dependência do Brasil em relação ao gás comprado da Bolívia, hoje cerca de 27 milhões de m3 por dia.
A necessidade de mais gás já está fazendo com que a Petrobras reveja seu projeto de instalação da UTG Sul, em Ubu, Anchieta, inicialmente planejada para processar 2,5 milhões de m3. A produção deve saltar para 15 milhões de m3.
A companhia prevê investir R$ 400 milhões na primeira fase, mas poderá destinar mais recursos, já que a unidade processará o gás dos campos do Litoral Sul e do pré-sal.
Hoje, no Espírito Santo, cerca de 500 mil m3 são produzidos nos campos em terra e o restante nos campos de Golfinho, Peroá e Cangoá, no Litoral Norte. Até o final do ano, entrarão em produção o campo de Canapu (2 milhões de m3 por dia) e Camarupim (entre 5 e 6 milhões de m3 por dia).
A produção em Camarupim começará com a chegada do navio-plataforma Cidade de Vitória, em novembro. O FPSO está sendo adaptado em Cingapura e tem capacidade para produzir 10 milhões de m3 de gás e 35 mil barris de petróleo por dia.
Visita
A UTG de Cacimbas, onde hoje 3,5 mil pessoas trabalham nos módulos três e quatro, recebeu ontem a visita do governador Paulo Hartung e de empresários. O governador destacou que “aceitou o convite da Petrobras porque é importante para o Estado conhecer os investimentos que a estatal está fazendo no Estado”.
O gerente-geral da Petrobras no Estado, Márcio Félix, disse que as obras de Cacimbas têm grande participação de empresas capixabas. “Compramos bens e serviços de 1.948 fornecedores do Estado, num valor que, este ano, chegará a R$ 2,8 bilhões. Três anos atrás, em 2005, esse valor foi de R$ 1,2 bilhão, o que mostra como a área de petróleo está movimentando a economia do Espírito Santo”, destacou ele.
Gabrielli: Debate não afeta ações
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, atribuiu a queda de valor de mercado da empresa à redução do preço do petróleo no mercado internacional nas últimas semanas. O executivo considerou que a desvalorização das ações da estatal é um movimento normal do ponto de vista do mercado de petróleo, lembrando que outras empresas do setor, como Esso e Shell, também se desvalorizaram nos últimos dias.
Segundo a consultoria Economática, o valor de mercado da petrolífera brasileira recuou em US$ 97,535 bilhões desde 20 de maio ? data do último recorde de pontuação do Ibovespa (principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo) ?, de US$ 303,676 bilhões em 20 de maio para US$ 206,141 bilhões.
Gabrielli descartou a hipótese de que as discussões sobre um novo marco regulatório para o setor de petróleo no Brasil estejam influindo o movimento de valor das ações da companhia. Para ele, esse debate olha para um futuro mais distante, e as variações de mercado consideram o cenário de curto prazo.
“Até agora não houve definição nenhuma sobre o futuro, e o futuro é que define o comportamento de muitos investidores. E eles estão olhando muito o curto prazo”, afirmou.
Gabrielli disse ainda que é provável que haja uma tendência de queda do preço do petróleo, mas ressaltou que esse movimento não é definitivo. “Vai chegar a um patamar e vai voltar a crescer”.
Maior parte dos projetos está no Norte do Estado
Hoje a Petrobras tem 32 projetos em andamento no Estado, 28 deles localizados no Norte, em terra e no mar. Essa situação deverá mudar daqui pra frente com o início da produção do primeiro poço da camada do pré-sal, em Jubarte, no Parque das Baleias, que fica em frente a Presidente Kennedy. Além disso, os outros quatro campos do Parque das Baleias também entrarão em produção nos próximos anos e o Parque das Conchas, parceria da Shell com a Petrobras e com a estatal do petróleo indiana, começará a produzir em 2009. Para dar suporte às atividades no mar, no Sul, a Petrobras construirá um terminal portuário em Ubu, Anchieta, e uma Unidade de Tratamento de Gás no mesmo local. Segundo o gerente-geral da companhia no Espírito Santo, Márcio Félix, 1.453 pessoas trabalham, diretamente, na Petrobras no Estado, fora os número de vagas indiretas. Estes números devem aumentar em função do crescimento da atividade petrolífera nos próximos anos.
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