16 de Maio de 2008
Mercado Imobiliário
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Começou hoje o 4º Feirão da Casa Própria do Espírito Santo. O evento está dividido em duas partes: a primeira sendo realizada neste final de semana em Vila Velha (Shopping Praia da Costa); a segunda será promovida na Serra – nos dias 6, 7 e 8 de junho. Nos dois salões, serão ofertadas 12 mil unidades.
A expectativa é de que sejam fechados R$ 55 milhões em negócios. Mais de 30 empresas, entre construtoras e corretoras, participam do evento.
Em Vila Velha são oferecidos 2 mil imóveis entre novos e usados, com valores entre R$ 50 mil e R$ 350 mil. Valor médio das unidades é de R$ 100 mil.
O feirão da Serra, município que pela primeira vez recebe o evento, será responsável pela oferta dos outros 10 mil imóveis. Os preços variam de R$ 50 a R$ 350 mil.
A Caixa espera que o feirão deste ano supere os realizados nos anos anteriores. São R$ 20,3 bilhões em financiamentos em todo o território nacional. O evento também acontece em outras dez grandes cidades do Brasil.
A última edição do salão no Estado recebeu mais de 20 mil visitantes e o volume de negócios chegou a R$ 40 milhões.
Fonte: Jornal A Gazeta
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16 de Maio de 2008
Financiamento Imobiliário
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A Imóvel OK disponibiliza informação sobre a nova forma de financiamento da Caixa, leia a seguir:
A Caixa Econômica Federal passará a financiar 100% do valor de imóveis usados, benefício que até ontem era dispensado apenas às operações de unidades novas. O crédito será concedido a partir da linha que usa recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
Segundo a Caixa, além da ampliação da cota de financiamento, haverá extensão do prazo de amortização, que, em alguns casos pode chegar a 30 anos. O valor máximo do imóvel a ser financiado é de R$ 100 mil no caso da Região Metropolitana da Grande Vitória e de R$ 80 mil no interior do Estado.
Para o pagamento em até 240 meses, o cliente pode financiar até 100% do valor do imóvel. Até 300 meses é possível financiar até 90%. De 301 a 360 meses, o mutuário financia até 80% da quantia total.
No páreo
O Banco do Brasil começará a operar com crédito imobiliário através do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) entre junho e julho, informou ontem o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes.
“A previsão é chegar a uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano”, disse Mendes durante a teleconferência de resultados do banco estatal. O BB obteve lucro líquido de R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre, alta de quase 67% sobre o mesmo período do ano passado.
Os recursos, segundo o banco, virão das captações da poupança. O banco foi autorizado a fazer isso na semana passada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).
Com isso, também poderá liberar o uso do dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor e também acessar os recursos do Fundo para este fim, mais baratos do que captar no mercado.
Até agora, o Banco do Brasil tem uma participação irrisória no setor. Se limita a um acordo com a Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo), através do qual faz empréstimos imobiliários a clientes no Distrito Federal e para os seus próprios funcionários.
Disputa
A “briga” entre a Caixa e o Banco do Brasil pelo setor imobiliário, que tem esquentado os bastidores da equipe econômica do governo federal, é mais precisamente pelos financiamentos feitos sob as regras do SFH (Sistema Financeiro de Habitação).
O BB, que já oferece financiamentos habitacionais em parceria com a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex), quer ampliar sua atuação. Para isso, a instituição precisa de autorização do Banco Central para integrar o SFH e oferecer aos clientes a vantagem de utilizar o dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor.
Líder absoluta nesse segmento do SFH, a Caixa Econômica Federal se ressentiu, e o clima esquentou entre os executivos das duas instituições financeiras. Para a cúpula da Caixa, “não é razoável uma competição entre os bancos públicos” e propõe a “especialização”: a Caixa segue com financiamentos habitacionais, e o BB, com crédito rural.
Para o BB, essa competição não ocorrerá. A disputa dele será com grandes instituições privadas, como é o caso de Itaú e Bradesco.
Financiamento para veículos deve dobrar
Outro setor que atrai bastante a atenção do Banco do Brasil é o de financiamento de veículos. A carteira cresceu 175,3% entre o primeiro trimestre de 2007 e o de 2008, passando para R$ 3,5 bilhões. “Queremos dobrar a carteira até o final do ano”, disse o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes. “Temos uma base baixa, o que facilita (a cumprir a meta)”. Até março, o BB tinha participação de mercado de 4%, e pretende chegar a 10% em 2012. As metas de crédito do banco foram mantidas para 2008 na casa dos 25%. São esperadas altas de 30% a 35% no crédito para Pessoa Física; entre 25% e 30% para Pessoa Jurídica; e de 20% para crédito rural.
Serviço
CARTA DE CRÉDITO DO FGTS PARA IMÓVEL USADO
JUROS: de 6% a 8,6%, dependendo das características do imóvel e do proponente.
LIMITE DE VALOR
DO IMÓVEL: R$ 100 mil na Região Metropolitana e R$ 80 mil nas demais cidades
COTA FINANCIADA: até 100% do valor do imóvel
PRAZO: até 30 anos
Informar-se sobre o produto
Ir a uma agência da CAIXA e conversar com o gerente. Além de tirar as dúvidas, ele informará toda a documentação necessária para solicitar o financiamento.
Entregar a documentação pessoal
Com base na documentação, a CAIXA efetuará a Pesquisa Cadastral e a Análise da Capacidade de Pagamento. Se tudo correr bem, receberá a Carta de Crédito FGTS, válida por 15 dias.
Entregar a documentação do imóvel
Com a Carta de Crédito, providenciar a documentação referente ao imóvel para que sejam providenciadas as avaliações do imóvel e de risco da operação.
Assinatura do contrato
Se as avaliações forem bem sucedidas, basta comparecer à agência para assinar o contrato e recolher as taxas. Os recursos serão liberados quando for apresentado, na agência, o contrato registrado em cartório.
Fonte: Jornal A Gazeta
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