22 de Maio de 2008
Mercado Imobiliário
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A Praia da Costa ocupa uma posição privilegiada dentro do mercado imobiliário da Grande Vitória. O bairro é hoje um dos mais valorizados, com um total acumulado de 130% nos último cinco anos.
Boa parte dos empreendimentos do bairro hoje são de alto padrão, com preços variando de R$ 200 mil a R$ 450 mil para apartamentos de três quartos e podendo chegar a mais de R$ 3 milhões para unidades de quatro quartos.
Mas é possível também encontrar imóveis mais antigos, com preços começando em R$ 70 mil para apartamentos de dois quartos com mais de 15 anos de construção.
A oferta de unidades de dois quartos no bairro, principalmente fora da orla, tem crescido, apesar da predominância de empreendimentos de três e quatro quartos. E os preços de imóveis novos nesse padrão começam em R$ 90 mil.
Imóveis na Praia da Costa são muito procurados para aluguel, além de um grande número de pessoas procurando apartamentos para comprar, avaliam profissionais da área.
De acordo com os dados do último censo imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sindicon-ES), Praia da Costa e Itapoã somam 4.741 unidades em construção – 23% dos empreendimentos lançados na Grande Vitória.
Melhorias no trânsito do bairro
Está em estudo projeto pra a inversão da mão de trânsito na Avenida Gil Veloso, que contorna a orla da Praia da Costa. Segundo o secretário de Serviços Urbanos e Trânsito de Vila Velha, Romário de Castro, essas melhorias se completarão com o projeto de revitalização das orlas de Itapoã e Itaparica. Outro projeto na área de trânsito é o Construa Legal, que prevê a construção de rampas de acessibilidade na orla. Também será realizado projeto de reurbanização da orla de Vila Velha.
Lançamentos :
Veja os lançamentos na Praia da Costa aqui
Raios-X do bairro
População: 25.678 mil
Residências: 994
Apartamentos: 10.942
Lojas: 301
Salas comerciais: 440
Lojas térreas: 29
Fonte: Prefeitura de Vila Velha. Dados de 2007
Endereços mais caros (m2)
Av. Antônio Gil Veloso: R$ 4,5 mil
Rua Gastão Rolbach: R$ 4,5 mil
Rua Hugo Musso: R$ 3,5 mil (residencial) e R$ 6 mil (comercial)
Rua Desembargador Augusto Botelho: R$ 3 mil
Preço é até 15% menor que na Praia do Canto
Uma das vantagens de morar na Praia da Costa, bairro nobre de Vila Velha, é o preço dos imóveis, que chegam a ser de 10% e 15% menores que na Praia do Canto, similar em Vitória.
Apesar da grande quantidade de empreendimentos do bairro, ainda há espaço para o surgimento de novas áreas, avalia outro profissional do mercado imobiliário.
Localizado próxima ao Morro do Moreno, numa região tranqüila da Praia da Costa, o Parque das Castanheiras tem sido considerado a “bola da vez” do mercado imobiliário, com empreendimentos de alto padrão.
“Outros endereços também estão na lista dos mais novos e nobres do bairro, como as ruas Afonso Pena, Humberto Serrano e Curitiba. Já a Hugo Musso surge como um dos endereços mais valorizados comercialmente, com o metro quadrado valendo R$ 6 mil, em média”, conta um profissional do mercado imobiliário.
Aluguel
1 quarto: R$ 350,00 a R$ 500,00
2 quartos: R$ 480,00 a R$ 1.500,00
3 quartos: R$ 800,00 a R$ 1.800,00
4 quartos: R$ 1.400,00 a R$ 4.500,00
Casa: R$ 1.500,00 a R$ 5 mil
Salas: (25m2): R$ 400,00 a R$ 2,5 mil
Lojas: (30m2): R$ 700,00 a R$ 2.200,00
Andar comercial (300m2): R$ 15 mil a R$ 25 mil
Casa Comercial (200m2): R$ 2.000,00 a R$ 9.000,00
Venda
1 quarto: R$ 65 mil a R$ 170 mil
2 quartos: R$ 90 mil a R$ 300 mil
3 quartos: R$ 130 mil a R$ 450 mil
4 quartos: R$ 300 mil a R$ 3 milhões
Casa: R$ 300 mil a R$ 700 mil
Salas (m2): R$ 2 mil a R$ 3 mil
Lojas (m2): R$ 3 mil a R$ 6 mil
Andar comercial (m2): R$ 3 mil a R$ 5,5 mil
Casa Comercial (m2): R$ 3,5 mil a R$ 5 mil
Serviço
Há poucas opções para aluguel de lojas
A Praia da Costa é um bairro completo em serviços e comércio, com grande oferta de lojas e centros comerciais, padarias, bares e restaurantes.
Creches, escolas, faculdades, clínicas e um hospital também complementam a estrutura do bairro, além do Shopping Praia da Costa, com sete salas de cinema, praça de alimentação, 192 lojas e possui anexo um edifício com salas comerciais de alto padrão.
Com um comércio movimentado, o aluguel na Praia da Costa tem hoje uma taxa de vacância bem reduzida, abaixo de 10%, que considerado o mínimo. Isso influi nos preços, que giram em torno de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00 para lojas de 30 m2 e podem chegar a R$ 9.000,00 no caso de casas comerciais.
A procura para aluguel de imóveis residenciais também registra uma alta. “As pessoas procuram principalmente apartamentos de dois quartos e com boa estrutura de lazer, que são mais difíceis de encontrar devido a demanda. Já os de três e quatro quartos, a procura é menor”, conta outra profissional da área.
Análise: Valorização em dez anos
Um fator de valorização é o fato de o bairro já estar urbanisticamente definido, sem possibilidade de ter uma periferia. Cerca de 90% dos terrenos já estão vendidos, o que gera maior demanda e conseqüente aumento de preços. Além disso, a praia também ajuda a impulsionar a valorização, que deve girar em torno de 18% a 25% nos próximos 10 anos. O Shopping Praia da Costa ajudou a impulsionar ainda mais essa valorização. Nos últimos cinco anos, os imóveis na Praia da Costa valorizaram cerca de 130%. Antes da construção do shopping, um apartamento de três quartos tinha o teto máximo de R$ 200 mil e hoje esse já é o valor mínimo.
Fonte: adaptação de A Gazeta
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22 de Maio de 2008
Lançamentos Imobiliários
1 Comentário
Conheça as novidades de empreendimentos na planta para a Praia da Costa, Vila Velha. E lembre-se: a Imóvel OK trabalha com a mesma tabela de preços das construtoras dos imóveis abaixo, além de prestar uma excelente consultoria personalizada:
- Unidades de 4 quartos e 2 suítes com área privativa variando de 134 a 150m2. Três vagas de garagem. Lazer com churrasqueira com forno de pizza, playgroud, fitness, sauna, sala de repouso, deck, espaço kids, piscinas adulto e infantil, salão de festas e espaço gourmet.
- Duas torres, uma de frente para o mar e outra com vista para o Morro do Moreno. Unidades de 3 com área privativa de 111 m2 e de 4 quartos, com 4 suítes e 171m2 de área privativa. Lazer com piscina com nado contra corrente, piscina com parede de vidro, beach point, bar lounge e spa com sauna úmida.Preço:mensais a partir de R$ 950,00
- Unidades de 4 quartos com suíte e dependência de empregada na terceira quadra do mar. Área privativa de 120m2 e duas vagas de garagem. Lazer com piscina, sauna, jogos, ginástica, salão de festas, churrasqueiras e jardins. Preço: a partir de R$ 330 mil
- Apartamentos com 4 quartos e duas suítes. Três vagas de garagem e área privativa média de 150m2. Lazer com salão de festas e de jogos, churrasqueiras, play-ground, epaço fitness, cozinha gourmet, sauna, duchas, sala de repouso e piscina. Preço: a partir de R$ 409 mil
- Unidades de dois quartos com suíte e área privativa de 56,57 a 75,08m2. A uma quadra do mar, com direito a uma ou duas vagas de garagem. Área de lazer na cobertura, com piscina adulto e infantil, deck, sauna, espaço gourmet com churrasqueira, salão de festas, fitness e solarium. Preço: a partir de R$ 165.240,00
- Unidades de três quartos com suíte. Área privativa de 101m2. Próximo ao Shopping Praia da Costa. Duas vagas de garagem, ponto de internet, hidrômetro e gás individual. Lazer com salão de festas e de jogos, sauna e churrasqueira. Preço: a partir de R$ 245 mil
Fonte: construtoras parceiras da Imóvel OK
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16 de Maio de 2008
Mercado Imobiliário
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Começou hoje o 4º Feirão da Casa Própria do Espírito Santo. O evento está dividido em duas partes: a primeira sendo realizada neste final de semana em Vila Velha (Shopping Praia da Costa); a segunda será promovida na Serra – nos dias 6, 7 e 8 de junho. Nos dois salões, serão ofertadas 12 mil unidades.
A expectativa é de que sejam fechados R$ 55 milhões em negócios. Mais de 30 empresas, entre construtoras e corretoras, participam do evento.
Em Vila Velha são oferecidos 2 mil imóveis entre novos e usados, com valores entre R$ 50 mil e R$ 350 mil. Valor médio das unidades é de R$ 100 mil.
O feirão da Serra, município que pela primeira vez recebe o evento, será responsável pela oferta dos outros 10 mil imóveis. Os preços variam de R$ 50 a R$ 350 mil.
A Caixa espera que o feirão deste ano supere os realizados nos anos anteriores. São R$ 20,3 bilhões em financiamentos em todo o território nacional. O evento também acontece em outras dez grandes cidades do Brasil.
A última edição do salão no Estado recebeu mais de 20 mil visitantes e o volume de negócios chegou a R$ 40 milhões.
Fonte: Jornal A Gazeta
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16 de Maio de 2008
Financiamento Imobiliário
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A Imóvel OK disponibiliza informação sobre a nova forma de financiamento da Caixa, leia a seguir:
A Caixa Econômica Federal passará a financiar 100% do valor de imóveis usados, benefício que até ontem era dispensado apenas às operações de unidades novas. O crédito será concedido a partir da linha que usa recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
Segundo a Caixa, além da ampliação da cota de financiamento, haverá extensão do prazo de amortização, que, em alguns casos pode chegar a 30 anos. O valor máximo do imóvel a ser financiado é de R$ 100 mil no caso da Região Metropolitana da Grande Vitória e de R$ 80 mil no interior do Estado.
Para o pagamento em até 240 meses, o cliente pode financiar até 100% do valor do imóvel. Até 300 meses é possível financiar até 90%. De 301 a 360 meses, o mutuário financia até 80% da quantia total.
No páreo
O Banco do Brasil começará a operar com crédito imobiliário através do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) entre junho e julho, informou ontem o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes.
“A previsão é chegar a uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano”, disse Mendes durante a teleconferência de resultados do banco estatal. O BB obteve lucro líquido de R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre, alta de quase 67% sobre o mesmo período do ano passado.
Os recursos, segundo o banco, virão das captações da poupança. O banco foi autorizado a fazer isso na semana passada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).
Com isso, também poderá liberar o uso do dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor e também acessar os recursos do Fundo para este fim, mais baratos do que captar no mercado.
Até agora, o Banco do Brasil tem uma participação irrisória no setor. Se limita a um acordo com a Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo), através do qual faz empréstimos imobiliários a clientes no Distrito Federal e para os seus próprios funcionários.
Disputa
A “briga” entre a Caixa e o Banco do Brasil pelo setor imobiliário, que tem esquentado os bastidores da equipe econômica do governo federal, é mais precisamente pelos financiamentos feitos sob as regras do SFH (Sistema Financeiro de Habitação).
O BB, que já oferece financiamentos habitacionais em parceria com a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex), quer ampliar sua atuação. Para isso, a instituição precisa de autorização do Banco Central para integrar o SFH e oferecer aos clientes a vantagem de utilizar o dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor.
Líder absoluta nesse segmento do SFH, a Caixa Econômica Federal se ressentiu, e o clima esquentou entre os executivos das duas instituições financeiras. Para a cúpula da Caixa, “não é razoável uma competição entre os bancos públicos” e propõe a “especialização”: a Caixa segue com financiamentos habitacionais, e o BB, com crédito rural.
Para o BB, essa competição não ocorrerá. A disputa dele será com grandes instituições privadas, como é o caso de Itaú e Bradesco.
Financiamento para veículos deve dobrar
Outro setor que atrai bastante a atenção do Banco do Brasil é o de financiamento de veículos. A carteira cresceu 175,3% entre o primeiro trimestre de 2007 e o de 2008, passando para R$ 3,5 bilhões. “Queremos dobrar a carteira até o final do ano”, disse o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes. “Temos uma base baixa, o que facilita (a cumprir a meta)”. Até março, o BB tinha participação de mercado de 4%, e pretende chegar a 10% em 2012. As metas de crédito do banco foram mantidas para 2008 na casa dos 25%. São esperadas altas de 30% a 35% no crédito para Pessoa Física; entre 25% e 30% para Pessoa Jurídica; e de 20% para crédito rural.
Serviço
CARTA DE CRÉDITO DO FGTS PARA IMÓVEL USADO
JUROS: de 6% a 8,6%, dependendo das características do imóvel e do proponente.
LIMITE DE VALOR
DO IMÓVEL: R$ 100 mil na Região Metropolitana e R$ 80 mil nas demais cidades
COTA FINANCIADA: até 100% do valor do imóvel
PRAZO: até 30 anos
Informar-se sobre o produto
Ir a uma agência da CAIXA e conversar com o gerente. Além de tirar as dúvidas, ele informará toda a documentação necessária para solicitar o financiamento.
Entregar a documentação pessoal
Com base na documentação, a CAIXA efetuará a Pesquisa Cadastral e a Análise da Capacidade de Pagamento. Se tudo correr bem, receberá a Carta de Crédito FGTS, válida por 15 dias.
Entregar a documentação do imóvel
Com a Carta de Crédito, providenciar a documentação referente ao imóvel para que sejam providenciadas as avaliações do imóvel e de risco da operação.
Assinatura do contrato
Se as avaliações forem bem sucedidas, basta comparecer à agência para assinar o contrato e recolher as taxas. Os recursos serão liberados quando for apresentado, na agência, o contrato registrado em cartório.
Fonte: Jornal A Gazeta
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6 de Maio de 2008
Financiamento Imobiliário
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Os trabalhadores estão cada vez mais recorrendo ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar imóveis. Prova disso é que, somente no primeiro trimestre deste ano, foram feitos 100 mil pedidos de saque em todo o País.
Segundo dados da Caixa Econômica Federal, somente em março, foram registradas 36.212 solicitações de utilização do dinheiro, totalizando mais de R$ 323 milhões – em fevereiro, foram feitos 33.428 pedidos e em janeiro, 26.212.
Além disso, recursos do FGTS também são usados em linhas de financiamento da casa própria. Em geral, o saldo da conta vinculada do FGTS pode ser usado na entrada, na amortização do débito, na quitação e no pagamento de até 80% das prestações da casa própria.
Neste caso, o contrato tem que ser assinado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o trabalhador precisa se enquadrar nas regras do conselho curador do Fundo de Garantia — entre elas, não ter imóvel próprio; mas, se tiver apenas 40% da propriedade, o uso é permitido.
No Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a utilização do recursosomente é liberadana entrada.
O orçamento do Fundo de Garantia para habitação este ano chega a R$8,3 bilhões. Os juros são mais baixos: de 6% a 8,66% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Se o mutuário for cotista, ainda tem desconto de 0,5% na taxa. O imóvel deve custar até R$ 350 mil e o financiamento máximo chega a R$ 245 mil.
Para o trabalhador que possui renda bruta de até R$4.900, as taxas de juros são divididas em duas modalidades: rendimentos de R$415 a R$1.875 tem percentual de 5,64% ao ano mais TR;
acima desse valor até R$4.900, os juros são de 7,94% ao ano mais TR.
Para trabalhadores que recebem acima de R$4.900, a taxa é de 8,66% ao ano mais TR — linha pró-cotista, modalidade criada exclusivamente para atender à classe média. Não há o desconto de 0,5% porque o percentual já é menor que o de mercado.
Fonte: jornal A Tribuna
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6 de Maio de 2008
Financiamento Imobiliário
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O financiamento de um imóvel pronto deve ser diferente do financiamento de imóvel ainda em construção. Essa foi a decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo o entendimento do STJ, a obras concluídas não se aplica o índice setorial previsto no contrato, mas, sim, o índice oficial. O Tribunal não acolheu o recurso de uma imobiliária – que moveu processo contra um comprador, requerendo o pagamento do Custo Unitário Básico (CUB) de um imóvel pronto – e manteve decisão de que o índice setorial é aplicável somente aos contratos de comercialização de imóveis ainda em construção. Isso porque a taxa do CUB deve refletir a variação do preço dos materiais utilizados na construção, situação que não ocorre quando o comprador adquire o imóvel pronto e acabado.
De acordo com informações do processo, o comprador alegou a aplicação de encargos abusivos na escritura pública de compra e venda de imóvel e confissão de dívida com contrato acessório de hipoteca firmado entre eles.
Em primeira instância, o pedido foi julgado procedente para determinar que a correção monetária incida anualmente com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e os juros sejam calculados sob a forma simples, excluída sua capitalização.
A imobiliária recorreu ao STJ alegando a possibilidade do CUB como fator de correção monetária no contrato estabelecido entre as partes e a capitalização mensal dos juros. Ao analisar a questão, o relator ministro Sidnei Beneti destacou que, quando a construtora comercializa o imóvel com a obra finalizada, não é razoável a utilização do CUB, já que não há influência do preço dos insumos da construção civil e todo o custo da obra já está contabilizado no valor de venda do imóvel.
Fonte: jornal A Tribuna
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6 de Maio de 2008
Financiamento Imobiliário
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Estudo indica que quem opta por financiamento pode obter retorno de até 54% a mais do que aqueles que pagam à vista
Com o aquecimento do mercadoimobiliário,as aplicações em imóveis voltaram a ser apontadas pelos especialistas como uma boa opção para a carteira de investimentos. Segundo um estudo, os investidores que optarem por financiamento podem obter um retorno até 54% maior do que aqueles que compram o imóvel à vista.
O levantamento feito pela empresa de consultoria Mercer, publicado em revista de circulação nacional, aponta que o financiamento é amelhor opção não só pelas perspectivas de valorizaçãodos imóveis, mas também devido à retomada do mercado de locação, que em 2007 rendeu aos locadores retornos superiores a 10% ao ano.
Um fator que torna o investimento ainda mais atraente é a possibilidade de potencializar os ganhos utilizando o crédito mobiliário como parte da estratégia de investimento.
A empresa de consultoria simulou possibilidades para um investidor que dispunha de R$120.000 para aplicar em imóveis.
No primeiro caso, ele compraria o imóvel à vista e o alugaria, obtendo ao final de 12 anos R$501.401,80, incluindo o valor o imóvel já valorizado e a renda obtida coma locação durante o período.
Se, ao invés de comprar o imóvel à vista, o investidor desse uma entrada de R$30.000, financiasse R$90.000 – pagando juros de 9% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR) – e investisse o dinheiro que manteve em mãos em renda fixa e ações, ao término de 12 anos teria um patrimônio de R$771.168,59.
Segundo o levantamento, a princípio, as prestações do financiamento seriam pagas com o rendimento das aplicações e o retorno do aluguel.
Porém, a partir do 95º mês de financiamento, apenas a renda obtida com a locação já seria suficiente para pagar a prestação.
Já o investidor mais conservador teria a opção de investir o dinheiro somente em renda fixa – o que já lhe garantiria um rendimento superior ao que seria obtido caso comprasse o imóvel à vista.
No entanto, na avaliação do matemático e professor da Universidade de São Paulo (USP), José Dutra Vieira Sobrinho, só vale a pena elevar o risco da carteira tomando um empréstimo se o investidor decidir aplicar em ações.
“A longo prazo, a tendência é que a Bolsa renda muito mais que a renda fixa”, disse.
Fonte: jornal A Tribuna
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