24 de Janeiro de 2008
Lançamentos Imobiliários
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Construtora parceira lança, no coração da Praia do Canto, mais um empreendimento com 26 unidades de três quartos com suíte, sendo duas coberturas.
Cada apartamento terá área privativa de 114 m2, com exceção das coberturas, que medirão 220 m2.
Serão duas unidades por andar e a empresa oferecerá duas opções de planta.
Além dos três quartos, haverá também um reversível com opção para home office.
220m2 é o tamanho de cada cobertura do edifício.
O projeto ainda prevê varandas na sala e nos quartos (exceto no reversível). O lobby de entrada terá granito e pé direito duplo.
Cada apartamento contará com duas vagas de garagem. A área de lazer será completa, com piscina, sauna, salão de festas, churrasqueira e área de repouso e recreação.
Preço
A fachada do Edifício Noah é toda em granito, vidro e cerâmica. A previsão da construtora é de que o empreendimento seja entregue em junho do ano que vem.
Os apartamentos custarão a partir de R$ 437 mil. O cliente poderá parcelar em até 50 meses direto com a construtora.
Fonte: construtora parceira da Imóvel OK
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24 de Janeiro de 2008
Mercado Imobiliário
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A Imóvel OK, especializada em venda de imóveis no litoral capixaba, ajuda aos interessados em contratar uma empresa que atua na administração de condomínios, veja:
1. Compare pelo menos três empresas. Uma boa maneira de escolher candidatas é através de indicações de amigos síndicos, preferencialmente de prédios similares ao seu.
2. Peça a lista de serviços oferecidos por cada uma e seus respectivos custos. Entre em contato com alguns condomínios para os quais a empresa presta serviços. Escolha aleatoriamente pelo menos três clientes sugeridos pela administradora e verifique se as cláusulas contratadas têm sido cumpridas com eficiência e se os profissionais propõem soluções para solucionar problemas do condomínio.
3. Examine os custos, analisando se a taxa de administração também incide sobre receitas/despesas extraordinárias. Veja quais serviços são cobertos pela taxa e quais são cobrados à parte (xerox, presença em assembléias condominiais, extratos, cobrança bancária, serviço de motoboy, etc).
4. Peça um modelo de extrato mensal de prestação de contas e veja se há clareza nos lançamentos. Atente para os serviços cobrados à parte.
5. Entenda qual será a taxa de remuneração das sobras de caixa. Caso a administradora cubra alguma despesa do condomínio quando a receita não for suficiente, veja qual será a taxa de juros cobrada.
6. Visite a sede da administradora e observe seu horário de funcionamento, rapidez no atendimento, existência e custo de cobrança bancária das taxas condominiais, informatização, organização e limpeza em geral.
7. Confirme se a empresa é filiada a alguma entidade de classe.
8. Exija da administradora uma apólice de responsabilidade civil, eximindo o condomínio de responsabilidade caso algum funcionário terceirizado cause danos em serviço.
9. Leia atentamente o contrato e o assine por prazo determinado e não muito longo. Observe em que condições ou sob que penalidades ele poderá ser cancelado antes do vencimento. Evite cláusulas que dêem exclusividade à administradora para a prestação de serviços (por exemplo, obrigando-o a usar o serviço jurídico dela).
10. Verifique se têm departamento jurídico e departamento pessoal próprios.
Fonte: adaptação de A Gazeta
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24 de Janeiro de 2008
Dicas e Orientações
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A Imóvel OK divulga uma dica muito importante após comprar qualquer imóvel, veja:
A compra da casa própria representa a realização de um sonho para muitas pessoas. Atualmente, as facilidades de créditos e financiamentos estimulam a compra de um imóvel. Mas os novos proprietários devem ficar atentos e lembrar de regularizar o seu bem.
Segundo o presidente do Sindicato dos Notários e Registradores do Estado (Sinoreg-ES), Orlando José Morandi Junior, após a compra é necessário fazer a escritura e logo depois o registro do imóvel. “Depois deste processo, realizado em um cartório competente, é que o adquirente passa a ser chamado de proprietário”, afirma Morandi Junior.
Fonte: Sinoreg-ES
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11 de Janeiro de 2008
Lançamentos Imobiliários
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Em Jardim Camburi, em fase de pré-lançamento, um novo empreendimento foi projetado para atender às mais diversas necessidades dos seus moradores, em casa e no trabalho.
O empreendimento terá duas torres: uma residencial e outra comercial. Uma delas, oferecerá aos compradores a opção de quatro apartamentos temáticos: Cinéfilo, Homework, Gourmet e Loft, para que seus moradores possam ajustar a planta do imóvel às suas preferências pessoais.
100 meses é o prazo máximo de financiamento das unidades da torre comercial. Para a torre residencial o prazo é de até 30 anos.
A opção Cinéfilo traz planta adaptada com sugestão de decoração e previsão de instalação para equipamentos de um moderno home theather para quem adora filmes.
A Homework tem planta adaptada com sugestão decorativa de um moderno escritório para quem procura um ambiente tranqüilo para ler ou trabalhar com conforto, sem sair de casa.
Já a opção Gourmet conta com planta adaptada com sugestão de ambiente gourmet integrando cozinha e área social, para quem gosta de contemplar os convidados com seus dotes culinários.
E a Loft traz planta adaptada com sugestão para integração de todos os ambientes de residência para quem aprecia espaços mais amplos.
Lazer
O empreendimento terá quatro apartamentos por andar, com dois quartos e vaga de garagem. O lazer será panorâmico, na cobertura, e contará com piscina com raia de 14 metros, salão de festas, sauna com spa, fitness center by Reebok e espaço gourmet.
Para facilitar ainda mais a vida dos clientes do empreendimento, uma torre empresarial permitirá que os moradores possam trabalhar literalmente ao lado de casa.
Com salas que vão de 23 a 368m2 , o empreendimento terá infra-estrutura modelo e tecnologia de ponta, como sistema de triagem do tráfego de pessoas com check-in fotográfico, três elevadores autogerenciáveis, estacionamento com controle de acesso computadorizado, entre outros.
O empreendimento será construído a 500 metros da praia. Os apartamentos serão vendidos a partir de R$ 170 mil e as salas em torno de R$ 70 mil.
Fonte: construtora parceira da Imóvel OK
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10 de Janeiro de 2008
Desenvolvimento ES, Desenvolvimento Local
1 Comentário
A Imóvel OK, consultoria especializada em imóveis no litoral capixaba, que também atua em Anchieta divulga o motivo de investir nessa próspera região, veja abaixo:
Enquanto Guarapari deve concentrar a maior parte dos empreendimentos voltados para a classe média e média alta, a expectativa é que Anchieta concentre empreendimentos maiores, principalmente voltados para o segmento econômico.
“Algumas incorporadores grandes de São Paulo já estão na região, prospectando terrenos. Estão procurando por grandes áreas para abrigar condomínios de casas, com mil unidades”, adianta o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Guarapari (Sindicig), Marcos Macedo.
Recentemente, uma empresa de fora do Estado adquiriu um terreno de 300 mil metros quadrados para a criação de um novo bairro, voltado para a classe média e média alta, na saída de Anchieta para Iriri, segundo revelou o superintendente da Prefeitura Municipal de Anchieta, Amarildo Calenzani.
Terrenos
“O preço dos terrenos também tem valorizado, em virtude da especulação imobiliária. Em quatro meses, os valores sofreram um aumento de 100%. Hoje não se encontra terrenos por menos de R$ 100 mil às margens da Rodovia do Sol. Lotes mais distantes do Centro ainda são encontrados por R$ 25 mil a R$ 30 mil em média”, conta Calenzani.
Com o Centro com cerca de 90% de ocupação, a prefeitura já elaborou um PDM que define as áreas a serem ocupadas com empreendimentos residenciais: ao Sul, em direção a Iriri e no sentido Centro-Castelhanos, que também deve ter empreendimentos comerciais.
100% de alta: esse foi o percentual de reajuste nos preços de terrenos em Anchieta, nos últimos quatro meses.
Município vive expectativa de crescimento
Anchieta vive a expectativa de crescimento econômico com a implantação de um pólo siderúrgico na região. Entre os investimentos já anunciados estão uma siderúrgica chinesa; um braço da ferrovia litorânea, que vai ligar Vitória a Cachoeiro de Itapemirim; um novo terminal marítimo; expansão da Samarco Mineração; Usina de Tratamento de Gás e construção de novas usinas da Vale.
Frases
“Pessoas que vão trabalhar na Petrobras já estão procurando casas para morar em Anchieta. Além disso, a especulação imobiliária também tem crescido. Além das construtoras da Grande Vitória e de fora do Espírito Santo, também temos visto a procura de novas áreas por imobiliárias tanto capixabas quanto de outros Estados.”
Fonte: adaptação de A Gazeta
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8 de Janeiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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A Imóvel OK divulga uma ótima notícia para todos clientes que desejam financiar um imóvel utilizando o FGTS, veja abaixo:
A partir de agora, o trabalhador que possui conta vinculada ao FGTS há mais de três anos passa a ter vantagens maiores na hora de financiar imóveis novos e usados com recursos do FGTS, sem limite de renda e aquisição de até R$ 350 mil. Essas mudanças devem provocar impacto significativo no mercado imobiliário, pois facilitam o acesso à casa própria à classe média.
Este ano deve ser marcado por mudanças importantes nas regras do financiamento habitacional. A partir deste mês, a Caixa Econômica Federal (Caixa) derruba as limitações de renda para concessão de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e reduz em 0,5% a taxa de juros do financiamento à baixa renda. Ainda, ao longo do ano, bancos privados devem começar a operar recursos do fundo para empréstimos habitacionais, a juros mais baixos que os da poupança.
Famílias com rendimento mensal acima de R$ 4,9 mil, que antes não tinham acesso ao recurso do fundo e por isso pagavam juros anuais de 10,16% mais Taxa Referencial (TR), terão uma linha de crédito com juros de 8,66%. Para faixas de renda até R$ 4,9 mil, a taxa cai de 8,16% para 7,66%. Porém, para ter direito às taxas reduzidas, é necessário que o mutuário seja trabalhador com conta vinculada ao FGTS há mais de três anos. Famílias com rendimentos até R$ 1,8 mil continuam pagando juros de 6% e obtêm subsídio do governo. As mudanças ainda flexibilizam os limites para o valor do imóvel financiado. Antes, os recursos do fundo financiavam unidades até R$ 130 mil. Agora, o valor foi atualizado para até R$ 350 mil.
A redução dos juros oferecida pela Caixa vai representar uma economia de 9,17% do valor total a ser pago numa casa ou apartamento de R$ 350 mil, sendo R$ 245 mil financiados em 30 anos, de acordo o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira. O total pago pelo financiamento passa de R$ 666.469,75 para R$ 605.378,71: uma redução de R$ 61.091,04.
Empréstimo com recurso do FGTS agora vale a quem ganha mais de R$ 4,9 mil
Até então, esses financiamentos, concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF) com recursos do FGTS, era limitado a trabalhadores com renda familiar de até R$ 4,9 mil.
A linha de crédito é de R$ 1 bilhão e a taxa de juros é de 8,66% ao ano. O prazo limite de financiamento é de 30 anos.
Pró-Cotista
Entre as medidas, o destaque é a criação do Pró-Cotista, uma linha especial destinada a financiar habitação com valor de até R$ 350 mil. Até então, apenas trabalhadores com renda mensal de até R$ 4,9 mil podiam buscar os recursos. A mudança beneficia 26,5 milhões de pessoas, que podem a partir de agora financiar 70% do valor dos imóveis (até R$ 245 mil) e com prazo de pagamento de 30 anos. A taxa é de 8,66% ao ano mais TR.
Habitação Popular
Para a programas de habitação popular estão reservados R$ 8,4 bilhões, segundo o Conselho Curador do FGTS. Além disso, o Conselho aprovou também a redução em 0,5 ponto percentual para essa linha de Habitação Popular destinada aos cotistas. Assim, os juros passam a ser de 7,66% mais TR para os trabalhadores com conta vinculada - os menores do mercado. Os imóveis devem ter valor de avaliação entre R$ 80 mil e R$ 130 mil (neste caso para regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e para o Distrito Federal) e a renda mensal do trabalhador deve ser de no máximo R$ 4,9 mil. Lembrando que para os não-cotistas a taxa de juros segue em 8,16% ao ano.
Competição
Em dezembro do ano passado, o Itaú tornou-se o primeiro banco privado a operar recursos do fundo para habitação. Até então, apenas a Caixa efetuava o repasse. As linhas de crédito imobiliário oferecidas pelo Itaú são para imóveis de até R$ 120 mil. Os juros anuais, a partir de 7,93% mais TR, anteciparam a redução anunciada pela Caixa e são inferiores aos do crédito com recursos da poupança. Essa taxa é válida exclusivamente para os cotistas do fundo. Os demais, pagam juro de 8,47%. A novidade acirra ainda mais a competição bancária. O Banco Real, por exemplo, já anunciou que vai operar os recursos do FGTSD a partir do primeiro trimestre de 2008. Bradesco e Santander também estudam entrar no segmento.
Essas linhas de crédito concorrem diretamente com as oferecidas por bancos que operam recursos da poupança, cuja média dos financiamentos é de R$ 92 mil, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No entanto, conforme o presidente da entidade, Luiz Antonio França, as mudanças não devem prejudicar as operações das entidades financeiras. “Há bancos que já operam a TR mais 9%”, afirma. “Há quase um ano, o mercado já é criativo dentro deste tema”, conclui.
Fonte: adaptação do jornal A Tarde, MidiaMax, Bom Dia e Estadao
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6 de Janeiro de 2008
Financiamento Imobiliário
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Com o aquecimento do mercado imobiliário, o cenário econômico favorável, a queda dos juros e as exigências do governo - que forçaram os bancos a destinar 65% dos recursos da poupança para a habitação -, as instituições privadas tiveram oportunidade para atrair mais clientes, aumentando a concorrência no segmento. Apesar disso, a possibilidade de a Caixa Econômica Federal perder o posto de maior agente financiador no segmento, posição que lidera absoluta e com folga, é muito remota no curto e médio prazos. A avaliação é do diretor do Comitê de Economia, Banking e Fianças da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Andrew Frank Storfer.
Segundo ele, o segmento de crédito imobiliário ainda tem muito espaço para crescer e ser disputado pelo bancos privados. “O crédito imobiliário no Brasil ainda é baixo se comparamos com outros países”, afirma. Em 2006, esse tipo de empréstimo respondeu por apenas 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2007, a expectativa era de que a taxa chegasse à modesta marca de 2%. Países como México e Espanha apresentaram índices em torno de 11% e 53% do PIB, respectivamente.
Além dos exemplos externos, o mercado aposta na necessidade que o País tem de diminuir - se não acabar - com déficit habitacional de quase 8 milhões de moradias. O volume de unidades demanda um investimento de R$ 115 bilhões por ano nos próximos quatro anos, totalizando investimento total de R$ 461 bilhões, conforme estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas encomendado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O montante poderia fazer o crédito imobiliário responder por 21% do PIB.
Para Storfer, o problema seria resolvido com a ampliação dos prazos de finaciamento. “O déficit está concentrado entre a população de baixa renda ou aquela que ganha até três salários mínimos: R$ 1.140. Esse grupo precisaria de um prazo maior para conseguir pagar uma parcela que comprometesse apenas 20% ou 30% da renda”, avalia.
Esta já é uma realidade na Espanha. O gerente de crédito imobiliário do Santander, Fernando Baumeier, conta que por lá os financiamentos já são feitos em até 50 anos e as operações são realizadas predominantemente por instituições privadas. Ele reforça o coro daqueles que acreditam que o Brasil pode chegar ao mesmo patamar, “mas em longo prazo”. De olho nessa possibilidade, Baumeier aposta em um crescimento acelerado do banco espanhol aqui no País. “Cinqüenta por cento dos ativos do Santander no mundo estão em crédito imobiliário, sendo que o Brasil responde por 10%”, revela.
Fonte: adaptacao de Gazeta Mercantil
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5 de Janeiro de 2008
Mercado Imobiliário
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A Imóvel OK divulga notícia para tranquilizar nossos clientes e todos aqueles que querem financiar um imóvel, e lembre-se que dispomos de toda a assessoria para ajudar você a comprar seu imóvel, e tudo gratuitamente e sem compromisso. Veja abaixo a notícia:
Financiamentos imobiliários estão isentos da incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e, por isso, não sofrerão o impacto do aumento da alíquota do imposto anunciada pelo governo. O benefício é estendido ao seguro habitacional obrigatório nos financiamentos.
As operações de financiamento habitacional continuam isentas da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Mas no caso dos imóveis para fins não residenciais, a cobrança do tributo dobrou de 0,0041% para 0,0082% ao dia, para as pessoas físicas, adicionado da alíquota de 0,38%.
Receita Federal
A Receita Federal divulgou que, dentro do pacote de aumento de taxas decretado pelo governo para compensar o fim da CPMF, o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) não incidirá sobre os financiamentos habitacionais. Estarão isentos da alíquota e do aumento do imposto os imóveis residenciais adquiridos por pessoas físicas.
“O que será tributado é apenas o financiamento imobiliário para a pessoa jurídica, que já sofria incidência do tributo antes”.
Segundo a coordenadora de tributação da Receita, Maria da Consolação Silva, só será tributado o financiamento imobiliário para a pessoa jurídica. “O habitacional não vai ser tributado. Só vai ser tributado o que já era antes.”
Abecip
De acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o decreto que isenta a cobrança para fins habitacionais existe desde 2002. No entanto, em decreto (6.306) para a regulamentação do IOF, publicado no mês passado, o governo reforçou a medida.
Fonte: adaptação do Yahoo Finanças, Veja e Diario do Grande ABC
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3 de Janeiro de 2008
Mercado Imobiliário
2 Comentários
A Imóvel OK divulga uma das novidades do mercado imobiliário capixaba: o prédio verde, que a partir desse ano irá fazer você pensar um pouco mais antes de escolher onde irá morar, e não é só o meio ambiente que ganha com isso, você também economiza, veja mais:
O que o prédio verde tem:
Descarga inteligente . A descarga com dois dispositivos (um de 2 litros e outro de 4 litros) racionaliza os gastos
Torneira de baixo consumo. Dispositivo controla o tempo em que elas ficam abertas
Aquecimento de chuveiro a gás. Cada unidade tem seu aquecedor a gás, o que evita altos gastos de energia com chuveiros elétricos
Energia solar. Uso de energia solar para preaquecer a água e produzir energia elétrica nas áreas comuns do edifício
Água da chuva . Acumulada em uma unidade coletora, é usada para a limpeza das áreas comuns do prédio e para regar os jardins
Lâmpadas de baixo consumo . O uso de lâmpadas fluorescentes reduz o consumo de energia elétrica
Estação de tratamento de água. Instalada no subsolo, reaproveita a água já usada para ser utilizada nas descargas e nos jardins
Coleta seletiva de lixo. Há espaço para separar o lixo. Convênios com cooperativas de catadores criam receita para o condomínio, com a venda dos produtos reciclados
Sensores de presença . As luzes das áreas comuns só acendem quando alguém passa
Consumo de energia fica até 50% menor
Também há redução no gasto com água: o que é usado em torneiras e chuveiros vai para descargas
Segundo o engenheiro Luiz Henrique Ceotto, o custo para se fazer um edifício verde fica entre 1% e 7% do valor total do empreendimento e pode reduzir em até 50% o consumo de água e energia. “Um verdadeiro edifício verde tem propostas de conservação, economia e sustentabilidade desde a concepção de seu projeto”, explica.
Na entrevista a seguir, Ceotto fala um pouco mais sobre o que é necessário para um empreendimento ser considerado verdadeiramente um edifício verde e quais as vantagens que tanto as construtoras quanto a sociedade podem usufruir desse tipo de obra.
O que o morador de um prédio verde ganha em termos de economia?
Economia nos custos operacionais em mais de 20%, podendo chegar a 50%. Além disso, o morador chega a economizar de 40% a 60% de água e entre 25 a 30% de energia elétrica. E a redução com pessoal de condomínio pode chegar a 50%. O valor do condomínio pode chegar a 40% a menos do valor previsto. Mas o cliente precisa perceber essa economia e ser conscientizado para utilizá-la. Do contrário, esses índices podem permanecer no mesmo nível de um prédio comum.
Mas prédios assim não ficariam muito caros?
O custo de construção de um edifício verde fica em torno de 1% a 7% do total da obra e a construtora tem o retorno desse investimento em cerca de dois anos. Hoje temos tecnologia disponível para construir obras verdes que não pesam, tanto no bolso da construtora e nem do comprador.
Quais as preocupações que um projeto de um edifício verde precisa ter?
A arquitetura tem que partir do princípio de conservação de energia, aproveitando a luz natural. Os sistemas devem ser dimensionados sem excessos, evitando a over-engeneering e o prédio deve ser projetado para maior durabilidade e facilidade de manutenção. Além disso, o prédio verdade deve possui um projeto de reutilização da água da chuva e esgoto secundário, ser econômico no consumo de água e fazer tratamento do esgoto cinza. Outros fatores como transporte interno e coleta seletiva de lixo também devem estar presentes em um projeto para um edifício verde.
Luiz Henrique Ceotto é engenheiro civil pela UnB e mestre em engenharia de estruturas pela Universidade de São Paulo, trabalhou nos últimos 35 anos como engenheiro em grandes obras comerciais e residenciais e atualmente atua como diretor de projetos e construção para a empresa Tishman Speyer. Sua experiência profissional está focada no desenvolvimento de sistemas construtivos para o aumento da qualidade e da produtividade das obras e no desenvolvimento e implantação de sistemas gerenciais para a construção.
Fonte: adaptação de A Gazeta
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3 de Janeiro de 2008
Lançamentos Imobiliários, Mercado Imobiliário
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Mais um lançamento de edifício em Jardim Camburi. Com um total de 60 unidades, serão 56 apartamentos de dois quartos com áreas entre 48,37 e 50,35 m2 e quatro coberturas.
As unidades terão opções de uma ou duas vagas de garagem. Os quatro apartamentos de cobertura também vão ter dois quartos, mas com suíte e área total de 102,88m2.
O empreendimento, segundo informações passadas pela construtora, segue o mesmo padrão do sucesso de vendas mais recente da empresa na região, que foi totalmente comercializado pela construtora em apenas 10 dias.
Lazer
O projeto da área de lazer inclui oito espaços diferenciados. Piscina, sauna, pracinha dos namorados, churrasqueira com forno de pizza, espaço gourmet, brinquedoteca, fitness e salão de festas são os espaços vão compor o espaço, que será entregue montado e decorado.
Antecipação
A lista de espera por empreendimentos desse padrão no bairro Jardim Camburi é grande e motivou a antecipação do lançamento desse empreendimento.
A conclusão da obra está prevista para junho de 2009.
Número
1.080 m2 de área é o espaço total que será ocupado pelo edifício, que fica localizado em Jardim Camburi, Vitória.
Fonte: Construtora
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