Financiamento imobiliário é o maior dos últimos 15 anos

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De janeiro a novembro deste ano, os recursos das caderneta de poupança financiaram 177 mil imóveis, o maior número dos últimos 15 anos. Neste período, os bancos emprestaram mais de R$ 16 bilhões - quase 100% a mais que no ano passado, mostram os números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip).

Um exemplo mostra como o crédito imobiliário ficou mais acessível: para pegar R$ 80 mil de financiamento em 2002, o prazo de quitação era de dez anos, com juros de 12% ao ano; a prestação ficava em R$ 1.120. Hoje, dá para financiar o mesmo valor em 25 anos com taxa de 10%, pagando R$ 703.

As condições de financiamento estão melhorando principalmente porque está mais seguro para os bancos emprestarem dinheiro. A estabilidade da economia e a legislação que inibe o calote reduziram o risco. Prazos maiores e juros menores são resultado disso, segundo a Abecip.

Só em novembro, os bancos liberaram quase R$ 2,5 bilhões para financiamentos habitacionais. Isso significa que, em um mês, foi emprestado mais dinheiro do que em todo o ano de 2002 ou 2003, por exemplo. Só no mês de novembro, foram financiados quase 22 mil imóveis.

Fonte: Adaptação do Jornal Hoje 


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Maioria dos brasileiros não sabe calcular prestações imobiliárias

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A Imóvel OK sabe da necessidade da transparência e assessoria no momento de comprar um imóvel pois deseja a todos os clientes a satisfação em todos os aspectos. Na Imóvel OK não existe dúvidas e todos os procedimentos são plenamente esclarecidos aos clientes, além disso fazemos simulações de financiamento gratuitamente. Veja abaixo como é importante saber como funciona o financiamento:

A maioria dos brasileiros não sabe como são calculadas as prestações do financiamento imobiliário.

Em levantamento, 78,3% dos entrevistados declararam não compreender o mecanismo utilizado no cálculo. Mesmo com o desconhecimento, 66,6% afirmaram ter encontrado informações completas quando procuraram este tipo de crédito em instituições financeiras ou construtoras.

O estudo feito apontou que 52,3% dos consumidores acreditam que financiar a compra de um imóvel está mais acessível atualmente. Dentro desse grupo, 40,5% apontaram a facilidade de obter crédito como o motivo principal e 26,45% a possibilidade de pagar parcelas menores. No entanto, quando questionados se o alongamento nos prazos de pagamento traz alguma desvantagem ao consumidor, 51,52% afirmaram que sim.

Entre os 47,7% que não acham que está mais fácil financiar um imóvel, o principal motivo apontado foram as altas taxas de juros cobradas no negócio (33,33% dos entrevistados no grupo). Em segundo lugar ficou o excesso de burocracia (25,6%) e, em terceiro, as limitações no valor do financiamento (24,3%).

A pesquisa mostra que, de uma maneira geral, quem procura o financiamento imobiliário está mais disposto a obter informações sobre o negócio que está fechando. Na questão dos juros, o órgão realizador da pesquisa ressalta que, apesar da queda recente das taxas, elas ainda são elevadas.

O levantamento foi feito pelo Procon-SP e foi realizado via internet com a aplicação de 231 questionários entre os dias 22 de outubro e 11 de novembro de 2007.

Fonte: Procon-SP e adaptação da Redação Terra


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A partir de 2008 o crédito imobiliário vai crescer 25% ao ano

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A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) projeta crescimento de 25% ao ano para o financiamento habitacional com recursos da poupança de 2008 a 2010.

Segundo as estimativas da entidade, o volume de novas contratações deve atingir R$ 23,3 bilhões no próximo ano, R$ 29,1 bilhões em 2009 e R$ 36,4 bilhões em 2010.

A liberação de novos financiamentos imobiliários deve atingir a marca de R$ 36,4 bilhões anuais em 2010, o que corresponderia a 387 mil unidades financiadas, 120 mil a mais do que o pico atingido em 1981. A previsão foi feita ontem por Luiz Antonio França, novo presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a entidade que reúne as empresas ligadas ao setor de empréstimos com recursos da poupança.


O cálculo se baseia numa taxa de crescimento de 25% ao ano nos próximos três anos. Neste ano, até novembro, a evolução é de nada menos do que 96,6%. “Ainda assim será pouco, perto do tamanho que é nossa economia hoje”, disse. Para este ano, que já acumula R$ 16,4 bilhões até 30 de novembro (equivalente a 177 mil unidades financiadas), a expectativa é fechar com R$ 18,6 bilhões em novos contratos.

França explica que, como a captação líquida da poupança no mesmo período também cresceu muito, atingindo no final do mês passado um saldo de R$ 178,8 bilhões, ainda há espaço para emprestar mais. Segundo o executivo, os bancos hoje estão com cerca de 80% dos recursos da poupança comprometidos com crédito imobiliário, que somam cerca de R$ 100 bilhões - o mínimo exigido é de 65%.

Para ele, porém, a caderneta de poupança como principal fonte de recursos dos empréstimos imobiliários está com os dias contados. “Ao longo de 2007, os bancos já começaram a recorrer a outras formas de captação”, lembrou. Os bancos reclamam do descasamento de prazos (a poupança têm liquidez mensal e os empréstimos já chegam a até 30 anos) e também da limitação imposta pela TR, que impede uma queda maior dos juros. Por enquanto, a Abecip não acompanha a evolução dessas outras fontes, mas prometeu começar no ano que vem. “Precisamos desenvolver instrumentos no mercado de capitais para financiar imóveis residenciais”, disse.

A Abecip também vai passar a calcular a inadimplência dos contratos fechados após o novo marco regulatório, que permitiu a alienação fiduciária e facilitou a retomada dos bens. Hoje, a série desde 1998 mostra que cerca de 4% dos mutuários têm mais de três prestações em atraso.

Fonte: adaptação Jornal A Tarde e Terra


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Dezembro a março: excelente época para pechinchar e comprar imóveis

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A imobiliária Imóvel OK, com toda sua transparência e dedicação aos seus clientes, fornece mais dicas e lembra a todos os interessados em comprar ou investir em imóveis:

De dezembro a março, fica mais fácil negociar a compra do imóvel

A hora é boa. Quem está pensando em comprar um apartamento na planta, pode tentar um bom negócio ainda em dezembro. No caso dos imóveis usados, até março pode ser mais fácil negociar preços e condições, já que a demanda cai daqui até lá. Com o recebimento do décimo terceiro salário, com tantos lançamentos e tanto crédito na praça, quem está de olho na casa própria, assim como quem está decidido a investir no ramo imobiliário, deve prestar atenção no calendário de compra e venda do setor.

O presidente do Conselho Federal de Corretores Imobiliários (Cofeci), João Teodoro da Silva, ressalta que, se dinheiro não é problema, a melhor ocasião para se comprar imóveis é quando o mercado está oferecendo mais unidades — em geral, de abril a novembro. O problema é que, como naquela época a procura também é maior, conseguir uma boa negociação fica mais difícil.

No mercado de lançamentos, ressalta um diretor de imobiliária, a temporada de caça aos compradores vai até o próximo dia 20 — a partir daí, o setor fica praticamente parado por, pelo menos, um mês. Se o público já foi bastante assediado ao longo do ano pelas construtoras, diz ele, nos próximos dez dias deve acontecer um duelo de titãs, onde ganha quem vende mais:

— Hoje, o mercado imobiliário é formado por companhias abertas, que têm metas anuais a atingir. Portanto, para quem quer comprar imóvel na planta pode ser mais fácil negociar nesta reta final de ano. Ninguém quer ter encalhe.

No caso de empreendimentos em que a entrega das chaves já foi feita, os encalhes podem ser atraentes para o comprador. Afinal, é prejuízo para a construtora gastar com taxa de condomínio e publicidade das unidades não vendidas. É como no varejo: se a empresa faz liquidação, cria um atrativo e, conseqüentemente, ganha clientela. Aproveita para chamar a atenção para seus lançamentos.

Preço melhor em áreas de muitos lançamentos

O diretor de uma empresa de engenharia, admite que está correndo contra o tempo na venda de dois lançamentos, justamente devido à menor procura dos clientes nesta época do ano.

— Depois das festas de fim de ano, logo chegará fevereiro, que só tem 28 dias e, ainda por cima, carnaval no meio — afirma o diretora da empresa de engenharia, no entanto, não acredita que necessariamente o consumidor fará um bom negócio, se comprar agora. — O que vai resultar numa boa compra é a grande quantidade de empreendimentos numa mesma região, pois, nesse caso, sim: as construtoras vão oferecer melhores condições.

Fonte: adaptação de O Globo


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Financiamento da casa própria fica mais barato sem a CPMF

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O fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a partir de janeiro do ano que vem, vai gerar economia no financiamento da casa própria. Para mutuários com crédito de 20 anos, o valor poupado fica acima dos R$ 1 mil.

É o que mostra duas simulações feitas, pelo economista Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Em um financiamento de R$ 130 mil, em 20 anos, pela Carta Crédito do FGTS, da Caixa Econômica Federal, com juros de 8,16% ao ano mais TR (2% ao ano), a economia é de R$ 1.018,53 com o fim do imposto do cheque. O valor corresponde a 0,38% (alíquota do tributo) do total pago pelo imóvel, R$ 268 mil. O cálculo não inclui as tarifas bancárias.

Já em um financiamento de uma casa de R$ 150 mil, com recursos da poupança, juros de 10,5% mais TR e prazo de 20 anos, o valor economizado salta para R$ 1.318,52, ou 0,38% de R$ 347 mil, total pago no financiamento.

Para Miguel de Oliveira, a economia será real, e não compensada por outros encargos.

- O Governo já disse que não vai aumentar outros tributos para compensar a perda da CPMF. A arrecadação não sofrerá grandes perdas por causa do aquecimento da economia.

Recorde no financiamento

Os financiamentos de imóveis com recursos da poupança cresceram 72,55% entre janeiro e novembro em relação ao mesmo período do ano passado. Até novembro, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No período, foram financiados 177 mil novos imóveis, no total de R$ 16,4 bilhões, o que representa um aumento de 96,68% sobre 2006.

A poupança também teve captação líquida (dinheiro investido menos valores sacados) recorde. Foram R$ 18,3 bilhões até novembro, contra R$ 4,9 bilhões no ano inteiro de 2006. Isso representa uma alta de 273% só nos 11 primeiros meses.

Fonte: adaptação do Jornal O Globo


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Investimento em imóveis: rendimento com aluguel volta a ser atraente

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Na Imóvel OK você tem a assessoria com transparência e dedicação para investir em imóveis para alugar e ter um renda mensal, além de comprar um patrimônio em constante valorização. Leia abaixo:

A compra de um imóvel com o objetivo de diversificação de patrimônio pode ser uma boa opção de investimento, mas é preciso tomar bastante cuidado, avisam os especialistas.

Renda mensal obtida com locação está hoje em 1% do valor do imóvel, ante 0,5% algum tempo atrás.

Em salas comerciais, por sua vez, o retorno pode ser um pouco maior. Considerando que as aplicações financeiras mais conservadoras têm rendimento abaixo de 1%, a incursão no mercado imobiliário acena com possibilidades interessantes de ganho.

Mas, da mesma forma que os investimentos com perspectivas de ganho mais atraente envolvem risco, a aquisição de um imóvel com o objetivo de obter uma renda mensal também pode levar o investidor a perder algum dinheiro no curto prazo.

Isso ocorre mais freqüentemente nos casos em que se demora para encontrar um interessado na locação. Além de não receber nada enquanto o imóvel estiver desocupado, o proprietário terá de arcar com despesas como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e a taxa de condomínio - ou outras que possam surgir no decorrer do tempo.

No caso de imóveis residenciais, essas despesas tendem a ser ainda maiores se o prédio de apartamento possuir, por exemplo, piscina, academia ou sauna, pois os custos para manter esses serviços são rateados e lançados na taxa condominial. Além dos desembolsos, outro efeito da demora em alugar o imóvel é que o proprietário perde a oportunidade de ganhos com aplicações tradicionais.

No entanto, tomada a decisão de adquirir um imóvel para renda, a melhor opção dependerá se a escolha recair sobre uma sala comercial, uma casa ou um apartamento. No caso de uma sala comercial, o mais indicado é procurar imóveis novos, em lançamento ou fase de construção.

Em relação aos novos empreendimentos: “Embora o preço seja mais alto do que um usado, a vantagem é que esses prédios incorporam conceitos atuais, como, por exemplo, o compartilhamento do espaço com shoppings centers ou hotéis, aumentando sua atratividade para locação”, observa profissional de empresa especializada em marketing imobiliário.

Mas, se a escolha for por uma casa ou apartamento, em alguns casos, o preço do usado chega a ser 50% mais baixo (do que um novo) e que seja dada preferência para prédios mais simples, sem piscina e áreas para lazer sofisticadas, que elevam o valor da taxa condominial e acabam por afastar quem está interessado em alugar.

Há ainda a opção por comprar um imóvel residencial na planta para revender depois de pronto. “A rentabilidade aí oscila entre 15% e 20%”, calcula o profissional da empresa de marketing imobiliário. Ele observa, porém, que esse tipo de ganho é mais comum nos casos de apartamentos com preços mais elevados, com área entre 140 e 200 metros quadrados. “O investidor percebe que haverá uma demanda por aquele tipo de empreendimento e sai na frente”, aconselha o especialista.

Para imóveis residenciais com preço mais baixo, o caminho mais indicado para quem quer ganhar dinheiro continua sendo o mercado de usados, pois as condições de negociação geralmente são bem melhores do que no caso de empreendimentos recém-lançados.

A propaganda e o preço dos novos empreendimentos

Até mesmo a publicidade feita pelas empresas acaba entrando na formação do preço de um imóvel novo, salienta um profissional do marketing imobiliário. No caso de um usado, quem está vendendo pode ter tomado a decisão por diversas razões e, de acordo com a urgência que tem para fechar o negócio, o preço deixa de ser a principal preocupação. Tanto pode ser um inventário quanto a necessidade de fazer caixa.

Independentemente se o interessado está comprando para renda ou venda futura, o principal cuidado que deve ser tomado quando a aquisição é feita de outra pessoa física diz respeito à documentação. Para tanto, antes de dar qualquer valor em parte de pagamento ou mesmo assinar um documento, é importante buscar assessoria de um profissional de confiança da área. No caso dos imóveis novos, como geralmente são comercializados por empresas, a dica de Eugênio é avaliar a tradição e o histórico da companhia no mercado.

Frases dos profissionais do mercado:

“Os imóveis novos são vendidos por empresas, que tabelam o preço de acordo com seus custos e perspectiva de retorno.”

“No mercado de usados, as chances de encontrar um bom negócio são maiores.”

“Em alguns casos, o preço de um usado chega a ser 50% mais baixo do que um novo”

Fonte: adaptação do O Estado de S. Paulo


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Financiamento ágil: casa própria mais rápida

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Em dez meses, bancos conseguiram reduzir em até 50% o tempo de espera pela análise dos documentos necessários para liberação do financiamento.

A Caixa foi o banco que mais reduziu o tempo para liberação do crédito imobiliário.

O dinheiro do financiamento imobiliário está chegando cada vez mais rápido às mãos dos consumidores.O motivo é que, nos últimos dez meses, as instituições financeiras conseguiram reduzir em até 50% o tempo de espera pela análise da documentação necessária para comprar a casa própria. Assim, o processo de aprovação da compra do imóvel e confecção do contrato está mais ágil.

Em fevereiro deste ano, o Jornal da Tarde telefonou para o serviço de atendimento de alguns bancos para checar quanto tempo levava para o consumidor receber o crédito – do momento em que entregava os papéis à empresa até a liberação dos recursos. Na época, o prazo variava entre 30 e 60 dias. Nesta semana, o JT voltou a entrar em contato com as centrais de atendimento e constatou que houve redução dos
prazos.

No início do ano, a informação dada pela Caixa Econômica Federal é que o banco entregava o dinheiro em até 30 dias. Agora, já é possível conseguir o financiamento após 15 dias, para alguns casos – o que dá uma redução de 50% no prazo. Esse tempo, contudo, pode se estender mais. Depende, por exemplo, da demanda da agência onde o financiamento é solicitado.

No Santander, o tempo de espera caiu de 40 dias, em fevereiro, para uma média de 30 a 35 dias.

Em outros casos, como na Nossa Caixa e no Banco Real, funcionários afirmaram que os prazos continuam os mesmos de fevereiro.

O diretor setorial de crédito imobiliário da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Osmar Roncolato, afirma que as instituições financeiras têm investido no treinamento dos empregados para tornar mais dinâmico o processo de análise de documentação de crédito. Além disso, algumas empresas reforçaram o quadro de funcionários dos setores responsáveis pela papelada, para aumentar a agilidade de avaliação do departamento.

Alémdisso, Roncolato diz que há outro fator importante para essa redução considerável nos prazos: “O próprio crescimento do volume de operações de financiamento imobiliário acaba melhorando o processo de concessão de crédito”, afirma o diretor da Febraban.

Por fim, alguns bancos possuem um serviço para facilitar a emissão de certidões: há despachantes à disposição dos candidatos a mutuário, que ficam responsáveis por acelerar o pedido dos documentos.

Segundo o presidente de um Sindicato da indústria da construção civil, a redução no tempo de liberação do financiamento é positiva para todo o mercado imobiliário.

De acordo com presidente do sindicato, o principal motivo para a maior rapidez na análise de documentos é a concorrência entre as instituições financeiras – que estão se empenhando para melhorar os detalhes do processo de análise de crédito e documentos para ganhar mais espaço no mercado. “Além de criar novos produtos para atender um número maior de consumidores, os bancos precisam diminuir a burocracia para facilitar a liberação do dinheiro e agilizar a concessão do crédito.”

Fonte: adaptação de Jornal da Tarde
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Imobiliárias como a Imóvel OK devem dar suporte ao cliente desde a escolha do imóvel até o fechamento do contrato

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A notícia abaixo mostra a razão da Imóvel OK estar constantemente se atualizando e atendendo sempre com excelência e transparência seus clientes e amigos desde o momento que somos contactados até o fechamento do negócio.

Investimentos estrangeiros, facilidades de financiamento e a chegada de grandes construtoras e incorporadoras impulsionam o crescimento do mercado imobiliário em todo o Brasil. Com esse avanço no setor, os consumidores estão cada vez mais exigentes na hora de escolher um imóvel, seja na compra ou locação.

Diariamente, as imobiliárias têm que se atualizar para atender os consumidores que procuram uma empresa para intermediar seus negócios e que ofereça, também, todo o apoio necessário para realizar a negociação, desde a orientação para escolha do imóvel até o fechamento do contrato. E, para isso, as imobiliárias precisam estar informadas não apenas sobre o setor, mas também sobre todas as tendências e facilidades disponíveis para oferecer um serviço completo para seus clientes.

Segundo o presidente da ABMI (Associação Brasileira do Mercado Imobiliário), Ronald Schneider, “as imobiliárias precisam se colocar na posição de um consultor, direcionando a necessidade dos seus clientes e buscando sua satisfação plena. Cada vez mais, as imobiliárias precisam ter um foco no atendimento e tratamento diferenciado do cliente, tanto para os que buscam a compra e venda quanto para os que procuram imóveis para locação”, afirma.

De acordo com o superintendente de uma imobiliária, o grande desafio hoje é conseguir atrair o consumidor. “Diante de tantos lançamentos, as imobiliárias precisam mostrar sua credibilidade e seus diferenciais. É importante oferecer o melhor atendimento, encontrar o melhor imóvel e acompanhar todo o processo: desde a escolha do imóvel até a finalização da compra, venda ou locação do mesmo, fazendo com que o cliente sinta-se seguro ao realizar a negociação”, afirma o profissional.

Fonte: adaptação ImovelWeb


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