20 dAmerica/Sao_Paulo Dezembro dAmerica/Sao_Paulo 2007
Mercado Imobiliário
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Um dos maiores empreendimentos econômicos do Estado está em fase de pré-lançamento, um projeto de 11 torres, com 142 unidades cada uma totalizando 1.562 apartamentos.
São apartamentos de 3 quartos, sendo uma suíte, com medidas variando de 61,66m2, com uma vaga de garagem, e também dois quartos, com tamanho entre 48,33m2 e 48,02m2, também com uma vaga de garagem.
O empreendimento ficará na rodovia que liga Vitória a Jacaraípe, nas proximidades de Manguinhos. Os preços variam de R$ 85 mil a R$ 115 mil, e as prestações serão a partir de R$ 140 durante a obra.
Lazer
Chamado de clube, a área de lazer conta com bosque, mirante com espaço zen, piscina adulto com raia, piscina infantil, deck molhado, playground, churrasqueiras com forno de pizza, trilha, quadras poliesportivas, brinquedoteca, salões de festas adulto e infantil, fitness center e estações de ginástica. As primeiras torres serão entregues em 18 meses.
Fonte: Construtora
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Mercado Imobiliário
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As facilidades de financiamento e a queda dos juros foram os fatores apontados como os principais responsáveis pelo aquecimento das vendas em 2007. E a tendência para 2008, segundo as construtoras, é que os juros continuem baixando e mais pessoas tenham a oportunidade de dar entrada no financiamento da sua casa própria.
75% de vendas: Esse é o percentual de unidades em construção que foram comercializadas em 2007, segundo dados do 12º Censo Imobiliário do Sindicon.
“Com o fim da cobrança da CPMF, também veremos a redução do valor dos imóveis em 0,38%. Este será um excelente ano para quem quer adquirir a casa própria. Há uma demanda reprimida de 120 mil unidades, que só deve se equilibrar em 10 ou 12 anos”, avalia o diretor-presidente de uma construtora.
O aumento do crédito também contribuiu para que o Espírito Santo se tornasse a próxima parada de muitas empresas que atuam nacionalmente, trazendo novos conceitos e novos produtos.
Crescimento
“2007 foi o melhor ano do mercado imobiliário do Espírito Santo. Em Vitória, o Valor Geral de Vendas (VGV) dos lançamentos cresceu no mínimo 30%, e no ano que vem esse número deve ultrapassar os 50%”, reforça um diretor de construtora.
Fonte: Jornal A Gazeta
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Mercado Imobiliário
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Além da Serra, o município de Vila Velha também apareceu com duas regiões campeãs de novos investimentos. Praia da Costa, Itapoã e Itaparica somaram no ano passado, cerca de 39% das unidades em construção e 30% dos novos lançamentos.
De acordo com o diretor-presidente de uma construtora, a tendência é que Itaparica ultrapasse Laranjeiras, na Serra, em crescimento na oferta de unidades em construção.
“Se no ano de 2007 ele foi o segundo, tudo indica que ele vai para a primeira posição no ano que vem. Isso também vai depender da velocidade das obras em Anchieta”, conta.
Alto padrão
Já outra construtora aposta no mercado voltado para os empreendimentos de alto padrão. Terá um projeto lançado em Santa Terezinha, Vitória, no ano que vem, explorando o conceito de condomínio clube.
“Não há empreendimento desse porte na região. Também temos a intenção de atuar em Vila Velha e também na Serra, onde vamos investir em um produto voltado para a classe média, com padrão mais elevado que a classe econômica”, adianta o diretor executivo da empresa.
Fonte: Jornal A Gazeta
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Mercado Imobiliário
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A Imóvel OK antecipa para seus clientes os novos empreendimentos de Vila Velha e Vitória. São lançamentos de imóveis na planta de construtoras conceituadas no mercado capixaba parceiras da Imóvel OK. E lembre-se que a Imóvel OK trabalha com a mesma tabela de preços das construtoras com a vantagem do atendimento personalizado e da experiência na negociação da forma de pagamento.
Confira os novos lançamentos de imóveis na planta:
VILA VELHA
Em Itapoã:
- Empreendimento de dois quartos com suíte. Total de 125 unidades, com área privativa média de 70m2.
- Empreendimento com amplos apartamentos de quatro suítes, com área de 280m2. Duas unidades por andar, em 19 pavimentos, duas vagas de garagem. O valor do imóvel vai girar em torno de R$ 900 mil.
- Empreendimento de duas torres, com 15 pavimentos cada uma e 105 unidades no total. Três quartos com suíte e áreas de 104,91 a 110,42m2, e duas vagas de garagem.
Em Itaparica:
- Empreendimento com duas torres, com 14 pavimentos cada, totalizando 56 unidades. Apartamentos de quatro quartos e duas suítes, com área de 213,24m2 e três vagas de garagem.
- Empreendimento de 14 pavimentos com 56 unidades no total. Unidades de quatro quartos com duas suítes, com áreas de 184 e 141m2, e três vagas de garagem.
- Empreendimento com 230 unidades de dois quatros com área de 70m2.
Na Praia da Costa:
- Residencial com 320 apartamentos de três quartos com suíte, duas garagens e área privativa de 104m2.
- Empreendimento residencial contará com 240 apartamentos de três quartos e área privativa de 85m2.
- Dois empreendimentos comerciais próximos ao Shopping Praia da Costa, em Vila Velha. Um terá 130 salas de 30 a 50m2 e o outro comportará 250 salas de 25 a 40m2.
VITÓRIA
Em Santa Lúcia:
- Empreendimento onde serão construídos 80 apartamentos de três quartos com suíte, medindo 100m2, com lazer e duas vagas de garagem.
Em Bairro de Fátima:
- Condomínio de 50 casas de três quartos com suíte, com área privativa medindo 120m2. Também está prevista a construção de 250 apartamentos no bairro, de dois quartos, medindo 60m2.
Na Praia do Canto
- Empreendimento com 83 apartamentos de dois quartos e 70m2 de área privativa.
Em Jardim Camburi
- Empreendimento totalizando 67 apartamentos de dois e três quartos.
- Empreendimento residencial de duas torres de apartamentos: 180 unidades de dois quartos com suíte e 58m2; e unidades de três quartos com suíte, medindo 74 e 88m2.
Fonte: Construtoras parceiras da Imóvel OK
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Financiamento Imobiliário
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De janeiro a novembro deste ano, os recursos das caderneta de poupança financiaram 177 mil imóveis, o maior número dos últimos 15 anos. Neste período, os bancos emprestaram mais de R$ 16 bilhões - quase 100% a mais que no ano passado, mostram os números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip).
Um exemplo mostra como o crédito imobiliário ficou mais acessível: para pegar R$ 80 mil de financiamento em 2002, o prazo de quitação era de dez anos, com juros de 12% ao ano; a prestação ficava em R$ 1.120. Hoje, dá para financiar o mesmo valor em 25 anos com taxa de 10%, pagando R$ 703.
As condições de financiamento estão melhorando principalmente porque está mais seguro para os bancos emprestarem dinheiro. A estabilidade da economia e a legislação que inibe o calote reduziram o risco. Prazos maiores e juros menores são resultado disso, segundo a Abecip.
Só em novembro, os bancos liberaram quase R$ 2,5 bilhões para financiamentos habitacionais. Isso significa que, em um mês, foi emprestado mais dinheiro do que em todo o ano de 2002 ou 2003, por exemplo. Só no mês de novembro, foram financiados quase 22 mil imóveis.
Fonte: Adaptação do Jornal Hoje
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Financiamento Imobiliário
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A Imóvel OK sabe da necessidade da transparência e assessoria no momento de comprar um imóvel pois deseja a todos os clientes a satisfação em todos os aspectos. Na Imóvel OK não existe dúvidas e todos os procedimentos são plenamente esclarecidos aos clientes, além disso fazemos simulações de financiamento gratuitamente. Veja abaixo como é importante saber como funciona o financiamento:
A maioria dos brasileiros não sabe como são calculadas as prestações do financiamento imobiliário.
Em levantamento, 78,3% dos entrevistados declararam não compreender o mecanismo utilizado no cálculo. Mesmo com o desconhecimento, 66,6% afirmaram ter encontrado informações completas quando procuraram este tipo de crédito em instituições financeiras ou construtoras.
O estudo feito apontou que 52,3% dos consumidores acreditam que financiar a compra de um imóvel está mais acessível atualmente. Dentro desse grupo, 40,5% apontaram a facilidade de obter crédito como o motivo principal e 26,45% a possibilidade de pagar parcelas menores. No entanto, quando questionados se o alongamento nos prazos de pagamento traz alguma desvantagem ao consumidor, 51,52% afirmaram que sim.
Entre os 47,7% que não acham que está mais fácil financiar um imóvel, o principal motivo apontado foram as altas taxas de juros cobradas no negócio (33,33% dos entrevistados no grupo). Em segundo lugar ficou o excesso de burocracia (25,6%) e, em terceiro, as limitações no valor do financiamento (24,3%).
A pesquisa mostra que, de uma maneira geral, quem procura o financiamento imobiliário está mais disposto a obter informações sobre o negócio que está fechando. Na questão dos juros, o órgão realizador da pesquisa ressalta que, apesar da queda recente das taxas, elas ainda são elevadas.
O levantamento foi feito pelo Procon-SP e foi realizado via internet com a aplicação de 231 questionários entre os dias 22 de outubro e 11 de novembro de 2007.
Fonte: Procon-SP e adaptação da Redação Terra
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Financiamento Imobiliário
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A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) projeta crescimento de 25% ao ano para o financiamento habitacional com recursos da poupança de 2008 a 2010.
Segundo as estimativas da entidade, o volume de novas contratações deve atingir R$ 23,3 bilhões no próximo ano, R$ 29,1 bilhões em 2009 e R$ 36,4 bilhões em 2010.
A liberação de novos financiamentos imobiliários deve atingir a marca de R$ 36,4 bilhões anuais em 2010, o que corresponderia a 387 mil unidades financiadas, 120 mil a mais do que o pico atingido em 1981. A previsão foi feita ontem por Luiz Antonio França, novo presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a entidade que reúne as empresas ligadas ao setor de empréstimos com recursos da poupança.
O cálculo se baseia numa taxa de crescimento de 25% ao ano nos próximos três anos. Neste ano, até novembro, a evolução é de nada menos do que 96,6%. “Ainda assim será pouco, perto do tamanho que é nossa economia hoje”, disse. Para este ano, que já acumula R$ 16,4 bilhões até 30 de novembro (equivalente a 177 mil unidades financiadas), a expectativa é fechar com R$ 18,6 bilhões em novos contratos.
França explica que, como a captação líquida da poupança no mesmo período também cresceu muito, atingindo no final do mês passado um saldo de R$ 178,8 bilhões, ainda há espaço para emprestar mais. Segundo o executivo, os bancos hoje estão com cerca de 80% dos recursos da poupança comprometidos com crédito imobiliário, que somam cerca de R$ 100 bilhões - o mínimo exigido é de 65%.
Para ele, porém, a caderneta de poupança como principal fonte de recursos dos empréstimos imobiliários está com os dias contados. “Ao longo de 2007, os bancos já começaram a recorrer a outras formas de captação”, lembrou. Os bancos reclamam do descasamento de prazos (a poupança têm liquidez mensal e os empréstimos já chegam a até 30 anos) e também da limitação imposta pela TR, que impede uma queda maior dos juros. Por enquanto, a Abecip não acompanha a evolução dessas outras fontes, mas prometeu começar no ano que vem. “Precisamos desenvolver instrumentos no mercado de capitais para financiar imóveis residenciais”, disse.
A Abecip também vai passar a calcular a inadimplência dos contratos fechados após o novo marco regulatório, que permitiu a alienação fiduciária e facilitou a retomada dos bens. Hoje, a série desde 1998 mostra que cerca de 4% dos mutuários têm mais de três prestações em atraso.
Fonte: adaptação Jornal A Tarde e Terra
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