18 de Junho de 2008
Mercado Imobiliário
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A GAZETA
O perfil do profissional do ramo imobiliário mudou. O crescimento do mercado, a difusão da informática e o aumento do nível de exigência dos clientes foram os principais fatores de transformação da profissão. O corretor imobiliário passou a assumir mais do que a função de intermediador numa negociação. Hoje, o profissional precisa conhecer vários aspectos, principalmente sobre o mercado imobiliário e economia e até mesmo ter noções de matemática financeira, em especial as tabelas de financiamento.
“O profissional assume uma posição de consultoria. Com a crescente complexidade dos negócios, o mercado passou a exigir mais do profissional, que precisa ter um conhecimento muito maior e tem sua capacidade ainda mais exigida. A profissão de corretor hoje não é mais encarada como uma ocupação provisória, é uma profissão com objetivos de longo e médio prazo”,avalia o diretor financeiro de uma Imobiliarária de Vitória.
“O corretor deve ter muita responsabilidade, porque a compra de um imóvel não é como uma bolsa ou sapato. Você está vendendo o sonho de uma pessoa. O conhecimento, aqui, é a característica mais marcante do profissional. Ele tem de saber tudo sobre o imóvel e ter a resposta na ponta da língua, para passar segurança aos clientes”, conta uma corretora de imóveis.
Número
5% de comissão, Esse é o percentual mínimo do valor da venda do imóvel cobrado por profissionais autônomos e exigido pelo Creci e pelo Sindicato.
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18 de Junho de 2008
Dicas e Orientações
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- A GAZETA- 12/06/2008
Medida, idade e localização do imóvel estão entre os itens que determinam o preço.
A definição do valor de um imóvel leva em conta fatores como localização, área privativa e idade do empreendimento. E o preço é calculado por meio de comparação com outros imóveis na mesma região e com características semelhantes.
Os parâmetros usados devem ser muito bem definidos para evitar que o proprietário leve prejuízo com uma avaliação abaixo do que o imóvel realmente vale, ou que o imóvel fique anos à espera de um comprador por ter um valor mais alto do que o de mercado.
“Há o senso comum de pensar que é fácil dar o preço a um imóvel, comparando com outros no mercado. Mas isso não dá certo, pois existe todo um embasamento técnico e de conhecimento das normas da ABNT para se avaliar corretamente o preço”, explica o presidente em exercício do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-ES), Aurélio Cápua Dallapícula.
PROFISSIONAL
O ideal é contratar os serviços de um profissional avaliador, que também está apto a emitir um laudo técnico com o valor real do imóvel, que poderá ser usado como um documento.
Dallapícula também aconselha cautela na hora de procurar pelos serviços de um profissional registrado, buscando informações no site do Creci-ES www.creci-es.gov.br ou no do Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícias do Espírito Santo - Ibape-ES www.ibape-es.com.br.
“Do contrário, o proprietário pode dar um chute, certeiro ou não. A avaliação não é algo estático. Pode mudar com o tempo, já que a valorização imobiliária é um processo dinâmico, em decorrência dos empreendimentos ou das melhorias em torno do imóvel avaliado”, explica.
O que deve ser levado em conta na avaliação de um imóvel?
.Localização: o endereço e a posição do apartamento no edifício (sol da manhã, andares mais altos, etc.) influenciam no valor.
.Frente para o mar: a valorização é diferenciada neste tipo de imóvel, por ser um terreno único e mais raro.
.Idade: com pelo menos 20 anos, um imóvel usado começa a valorizar em velocidade menor do que um usado com 5 anos, por exemplo.
.Custo de manutenção: veja se o empreendimento está em bom estado, ou seja, se o prédio está conservado ou tem feito reformas periódicas.
.Acabamento: um custo de reforma elevado pode depreciar o valor do imóvel.
.Lazer: itens disponíveis, conservação e utilização da àrea são fundamentais.
Dicas para valorizar o imóvel usado
.1. Fechamento de varanda ajuda a valorizar, por criar um outro espaço interno para o apartametpo, mas com a mobilidade de uma àrea exerna, que desde que sigam a convenção do condominio, para não criar diferenças na fachada do edifício.
.2. Prefira móveis mais claros e com aspecto moderno. Móveis velhos e caindo aos pedaços estão fora de questão. Piso e revestimento também não podem parecer antigos.
.3. Deixe sempre o imóvel bem iluminado durante a visita de um possivel comprador. Ajuda a causar boa impressão.
.4. Reformas grandes e caras são apenas para beneficio e conforto do proprietário. O valor do investimento não deve ser incorporado no preço final do imóvel.
.5. Acabe com as infiltrações e mantenha o imóvel conservado e pintado com cores claras.
Unidade usada pode custar de 30% a 50% menos.
Maior oferta está em Praia do Canto, Jardim da penha, Jardim Camburi, Itapoã e Praia da Costa
Os imóveis usados passam por um momento interessante no mercado imoviliario.Com preço menores do que de os de um empreendimento novo, facilidades de pagamento e linhas de financiamentoexclusivas, são uma boa opção.
Em Vitória bairros com Jardim da Penha, Barro Vermelho e Jardim Camburi, estão entre os que mais oferecem unidades usadas. Em Vila Velha, a maior parte das ofertas se concentra em Itapõa e Praia da Costa.
Uma das vantagens pode começar nos preços mais atrativos, que varia de 30% a 50% a menos em relação a um novo.
Cuidados:
Mas na hora de vender, o proprietário deve tomar certos cuidados, para ecitar que seu bem ceprecie diante do mercado ou o peçonão esteja muito acima da média.
“O dono tende a achar que seu imóvel é único e especial. Por isso, o valor vai estar sempre acima do mercado, na maioria das vezes. Principalmente depois de uma grande reforma. Ele pode condeguir, até 30% do valor investido, mas nunca o total”, diz o diretor da Assossiação de Empresas do Mercado Imobiliario do Espirito Santo(ADEMI-ES), Moacyr Brotas Netto.
O proprietario também deve estar atento para mudanças muito radicais na estrutura do imóvel, com alto custo. Porém,
mudanças como uma cozinha americana em apartamentos compactos, ajudam a valorizar.
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18 de Junho de 2008
Mercado Imobiliário
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28/01/2008 14:47:33 - Redação Gazeta
Moradores de conjuntos habitacionais da Companhia de Habitação (Cohab) vão ter mais facilidade em conseguir a escritura dos imóveis. As taxas de escrituras e o registro vão custar 90% menos ao morador da Serra. Além disso, os beneficiados vão ter direito à isenção do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), para residências que permanecem com o primeiro dono.
Pela lei sancionada em 26 de dezembro, os Cartórios de Escritura e Registro vão cobrar taxas bem inferiores para expedir a escritura. Só para comparar, a escritura de um imóvel no valor de R$ 30 mil vai sair por apenas R$ 63; o mesmo valor será pago também pelo registro, além da isenção de ITBI, para imóveis com um único proprietário. Sem o benefício, uma escritura não sairia por menos de R$ 350.
Imóveis que já têm segundo dono vão pagar o dobro desses valores para registro e escritura, além de não ter direito à isenção do ITBI. A explicação para esse tratamento diferenciado é simples: quando o imóvel é vendido, o primeiro proprietário já recebeu todos os benefícios mencionados, por isso, o segundo não tem mais direito e terá que arcar com as despesas.
Aproximadamente 30 mil famílias vão ser beneficiadas por esse sistema. Quando o proprietário acaba de pagar todas as prestações do imóvel, precisa transferir para o nome dele, pois a Cohab apenas elimina a hipoteca. A escritura não é fornecida. De acordo com dados levantados pela Secretaria de Habitação da Prefeitura da Serra, mais de 90% dos imóveis adquiridos pela Cohab não têm escritura. São imóveis, no geral, com mais de 25 anos de uso.
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3 de Junho de 2008
Dicas e Orientações
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AO COMPRAR O IMÓVEL
“A promoção em si é vista com bons olhos. É sinal de que a concorrência tem surtido efeito e as empresas
estão brigando pelo cliente. Ainda assim, o consumidor deve tomar alguns cuidados. Primeiro, verificando
a idoneidade da construtora. Consultar o Procon para saber se há reclamações contra a empresa e qual o tratamento
dado por ela para essas demandas. Também é importante verificar se a empresa está registrada junto ao Conselho
Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) e se não há contra ela qualquer procedimento administrativo.
Além disso, o consumidor deve ficar atento à questão do contrato propriamente dito e observar se existe alguma
armadilha ou um linguajar jurídico que dificulte o entendimento para realizar o sonho de comprar o imóvel próprio.
Por isso, antes de assinar o contrato, o consumidor deve mostrá-lo a um advogado ou até mesmo levá-lo para
análise no Procon. Já pegamos várias situações como essa para checar se não existe alguma cláusula abusiva Normalmente está tudo certo, mas é fundamental verificar. Esses cuidados são necessários para que não se repita uma situação como a da Encol, que capitalizou, capitalizou, mas, na hora de construir, acabou deixando consumidores no prejuízo.
Existem outros procedimentos que também podem ser feitos, como verificar se a construtora está em dia
com a Receita Federal e se não está devendo a ninguém. Essas são informações públicas e o Procon pode fazer
a intermediação. O consumidor, por sua vez, deve se informar se a planta do imóvel foi aprovada junto à prefeitura do município onde vai ser realizada a obra. Por fim, é fundamental acompanhar o cronograma da construção do imóvel.”
Lorena Tamanini, gerente de atendimento do Procon estadual
A Tribuna 31/05/08
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3 de Junho de 2008
Lançamentos Imobiliários
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ALINE NUNES
ELIANE PROSCHOLDT
Aproveitando que o mercado imobiliário está aquecido, com vários lançamentos, as construtoras estão oferecendo
descontos, prêmios e entrada menor para quem pensa em comprar um imóvel na Grande Vitória.
No pacote dos atrativos estão desconto de até R$ 18 mil no valor do imóvel, televisão de LCD ,32 polegadas (avaliada em R$ 3 mil), fechamento de varanda comvidro, churrasqueiras e até apartamentos decorados. Se o cliente, por exemplo, fosse decorar a unidade teria que desembolsar R$ 30 mil, além de R$ 6.500 pelo vidro na varanda. Mas os prêmios não param por aí. Muitas construtoras confessaram ontem à reportagem de A Tribuna que preparam mais novidades nos próximos lançamentos. Serão empreendimentos com alguns cômodos mobiliados e decorados, brinde de ar condicionado na sala e quartos e televisão de plasma. O nome da empresa por enquanto deve ser
mantido em sigilo a pedido dos empresários.
Todas as construtoras consultadas afirmam que esses atrativos não influenciam no custo final do imóvel. A justificativa é atrair novos clientes, já que a concorrência é grande, e incentivar as vendas especialmente dos lançamentos,
para fazer capital de giro. O vicepresidente da Associação de Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi), Celso Siqueira Júnior, disse que as construtoras também costumam oferecer descontos ou outros atrativos para as unidades que demoram mais a serem vendidas. “As empresas dão mais facilidade durante a obra e nas campanhas de venda, oferecendo varanda
fechada em vidro, armários de cozinha, de quarto, terceira vaga de garagem e até escritura”, disse o vice-presidente da Ademi. O sinal na hora de fechar o negócio também está bem menor, se comparado há dois anos. É possível encontrar empresas cobrando até 2,5% do valor do imóvel, o que antes era em média 30%. A justificativa para a queda são
os financiamentos bancários. Mesmo com tantos lançamentos, os empresários afirmam que há demanda. “São vários fatores, como prestações acessíveis, a chegada de grandes empresas no Estado, aumento da faixa salarial do capixaba, que se depara com a vontade de mudar para um apartamento melhor”, disse o gerente de uma incorporadora.
A Tribuna - 31/05/08
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22 de Maio de 2008
Mercado Imobiliário
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A Praia da Costa ocupa uma posição privilegiada dentro do mercado imobiliário da Grande Vitória. O bairro é hoje um dos mais valorizados, com um total acumulado de 130% nos último cinco anos.
Boa parte dos empreendimentos do bairro hoje são de alto padrão, com preços variando de R$ 200 mil a R$ 450 mil para apartamentos de três quartos e podendo chegar a mais de R$ 3 milhões para unidades de quatro quartos.
Mas é possível também encontrar imóveis mais antigos, com preços começando em R$ 70 mil para apartamentos de dois quartos com mais de 15 anos de construção.
A oferta de unidades de dois quartos no bairro, principalmente fora da orla, tem crescido, apesar da predominância de empreendimentos de três e quatro quartos. E os preços de imóveis novos nesse padrão começam em R$ 90 mil.
Imóveis na Praia da Costa são muito procurados para aluguel, além de um grande número de pessoas procurando apartamentos para comprar, avaliam profissionais da área.
De acordo com os dados do último censo imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sindicon-ES), Praia da Costa e Itapoã somam 4.741 unidades em construção – 23% dos empreendimentos lançados na Grande Vitória.
Melhorias no trânsito do bairro
Está em estudo projeto pra a inversão da mão de trânsito na Avenida Gil Veloso, que contorna a orla da Praia da Costa. Segundo o secretário de Serviços Urbanos e Trânsito de Vila Velha, Romário de Castro, essas melhorias se completarão com o projeto de revitalização das orlas de Itapoã e Itaparica. Outro projeto na área de trânsito é o Construa Legal, que prevê a construção de rampas de acessibilidade na orla. Também será realizado projeto de reurbanização da orla de Vila Velha.
Lançamentos :
Veja os lançamentos na Praia da Costa aqui
Raios-X do bairro
População: 25.678 mil
Residências: 994
Apartamentos: 10.942
Lojas: 301
Salas comerciais: 440
Lojas térreas: 29
Fonte: Prefeitura de Vila Velha. Dados de 2007
Endereços mais caros (m2)
Av. Antônio Gil Veloso: R$ 4,5 mil
Rua Gastão Rolbach: R$ 4,5 mil
Rua Hugo Musso: R$ 3,5 mil (residencial) e R$ 6 mil (comercial)
Rua Desembargador Augusto Botelho: R$ 3 mil
Preço é até 15% menor que na Praia do Canto
Uma das vantagens de morar na Praia da Costa, bairro nobre de Vila Velha, é o preço dos imóveis, que chegam a ser de 10% e 15% menores que na Praia do Canto, similar em Vitória.
Apesar da grande quantidade de empreendimentos do bairro, ainda há espaço para o surgimento de novas áreas, avalia outro profissional do mercado imobiliário.
Localizado próxima ao Morro do Moreno, numa região tranqüila da Praia da Costa, o Parque das Castanheiras tem sido considerado a “bola da vez” do mercado imobiliário, com empreendimentos de alto padrão.
“Outros endereços também estão na lista dos mais novos e nobres do bairro, como as ruas Afonso Pena, Humberto Serrano e Curitiba. Já a Hugo Musso surge como um dos endereços mais valorizados comercialmente, com o metro quadrado valendo R$ 6 mil, em média”, conta um profissional do mercado imobiliário.
Aluguel
1 quarto: R$ 350,00 a R$ 500,00
2 quartos: R$ 480,00 a R$ 1.500,00
3 quartos: R$ 800,00 a R$ 1.800,00
4 quartos: R$ 1.400,00 a R$ 4.500,00
Casa: R$ 1.500,00 a R$ 5 mil
Salas: (25m2): R$ 400,00 a R$ 2,5 mil
Lojas: (30m2): R$ 700,00 a R$ 2.200,00
Andar comercial (300m2): R$ 15 mil a R$ 25 mil
Casa Comercial (200m2): R$ 2.000,00 a R$ 9.000,00
Venda
1 quarto: R$ 65 mil a R$ 170 mil
2 quartos: R$ 90 mil a R$ 300 mil
3 quartos: R$ 130 mil a R$ 450 mil
4 quartos: R$ 300 mil a R$ 3 milhões
Casa: R$ 300 mil a R$ 700 mil
Salas (m2): R$ 2 mil a R$ 3 mil
Lojas (m2): R$ 3 mil a R$ 6 mil
Andar comercial (m2): R$ 3 mil a R$ 5,5 mil
Casa Comercial (m2): R$ 3,5 mil a R$ 5 mil
Serviço
Há poucas opções para aluguel de lojas
A Praia da Costa é um bairro completo em serviços e comércio, com grande oferta de lojas e centros comerciais, padarias, bares e restaurantes.
Creches, escolas, faculdades, clínicas e um hospital também complementam a estrutura do bairro, além do Shopping Praia da Costa, com sete salas de cinema, praça de alimentação, 192 lojas e possui anexo um edifício com salas comerciais de alto padrão.
Com um comércio movimentado, o aluguel na Praia da Costa tem hoje uma taxa de vacância bem reduzida, abaixo de 10%, que considerado o mínimo. Isso influi nos preços, que giram em torno de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00 para lojas de 30 m2 e podem chegar a R$ 9.000,00 no caso de casas comerciais.
A procura para aluguel de imóveis residenciais também registra uma alta. “As pessoas procuram principalmente apartamentos de dois quartos e com boa estrutura de lazer, que são mais difíceis de encontrar devido a demanda. Já os de três e quatro quartos, a procura é menor”, conta outra profissional da área.
Análise: Valorização em dez anos
Um fator de valorização é o fato de o bairro já estar urbanisticamente definido, sem possibilidade de ter uma periferia. Cerca de 90% dos terrenos já estão vendidos, o que gera maior demanda e conseqüente aumento de preços. Além disso, a praia também ajuda a impulsionar a valorização, que deve girar em torno de 18% a 25% nos próximos 10 anos. O Shopping Praia da Costa ajudou a impulsionar ainda mais essa valorização. Nos últimos cinco anos, os imóveis na Praia da Costa valorizaram cerca de 130%. Antes da construção do shopping, um apartamento de três quartos tinha o teto máximo de R$ 200 mil e hoje esse já é o valor mínimo.
Fonte: adaptação de A Gazeta
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22 de Maio de 2008
Lançamentos Imobiliários
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Conheça as novidades de empreendimentos na planta para a Praia da Costa, Vila Velha. E lembre-se: a Imóvel OK trabalha com a mesma tabela de preços das construtoras dos imóveis abaixo, além de prestar uma excelente consultoria personalizada:
- Unidades de 4 quartos e 2 suítes com área privativa variando de 134 a 150m2. Três vagas de garagem. Lazer com churrasqueira com forno de pizza, playgroud, fitness, sauna, sala de repouso, deck, espaço kids, piscinas adulto e infantil, salão de festas e espaço gourmet.
- Duas torres, uma de frente para o mar e outra com vista para o Morro do Moreno. Unidades de 3 com área privativa de 111 m2 e de 4 quartos, com 4 suítes e 171m2 de área privativa. Lazer com piscina com nado contra corrente, piscina com parede de vidro, beach point, bar lounge e spa com sauna úmida.Preço:mensais a partir de R$ 950,00
- Unidades de 4 quartos com suíte e dependência de empregada na terceira quadra do mar. Área privativa de 120m2 e duas vagas de garagem. Lazer com piscina, sauna, jogos, ginástica, salão de festas, churrasqueiras e jardins. Preço: a partir de R$ 330 mil
- Apartamentos com 4 quartos e duas suítes. Três vagas de garagem e área privativa média de 150m2. Lazer com salão de festas e de jogos, churrasqueiras, play-ground, epaço fitness, cozinha gourmet, sauna, duchas, sala de repouso e piscina. Preço: a partir de R$ 409 mil
- Unidades de dois quartos com suíte e área privativa de 56,57 a 75,08m2. A uma quadra do mar, com direito a uma ou duas vagas de garagem. Área de lazer na cobertura, com piscina adulto e infantil, deck, sauna, espaço gourmet com churrasqueira, salão de festas, fitness e solarium. Preço: a partir de R$ 165.240,00
- Unidades de três quartos com suíte. Área privativa de 101m2. Próximo ao Shopping Praia da Costa. Duas vagas de garagem, ponto de internet, hidrômetro e gás individual. Lazer com salão de festas e de jogos, sauna e churrasqueira. Preço: a partir de R$ 245 mil
Fonte: construtoras parceiras da Imóvel OK
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16 de Maio de 2008
Mercado Imobiliário
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Começou hoje o 4º Feirão da Casa Própria do Espírito Santo. O evento está dividido em duas partes: a primeira sendo realizada neste final de semana em Vila Velha (Shopping Praia da Costa); a segunda será promovida na Serra – nos dias 6, 7 e 8 de junho. Nos dois salões, serão ofertadas 12 mil unidades.
A expectativa é de que sejam fechados R$ 55 milhões em negócios. Mais de 30 empresas, entre construtoras e corretoras, participam do evento.
Em Vila Velha são oferecidos 2 mil imóveis entre novos e usados, com valores entre R$ 50 mil e R$ 350 mil. Valor médio das unidades é de R$ 100 mil.
O feirão da Serra, município que pela primeira vez recebe o evento, será responsável pela oferta dos outros 10 mil imóveis. Os preços variam de R$ 50 a R$ 350 mil.
A Caixa espera que o feirão deste ano supere os realizados nos anos anteriores. São R$ 20,3 bilhões em financiamentos em todo o território nacional. O evento também acontece em outras dez grandes cidades do Brasil.
A última edição do salão no Estado recebeu mais de 20 mil visitantes e o volume de negócios chegou a R$ 40 milhões.
Fonte: Jornal A Gazeta
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16 de Maio de 2008
Financiamento Imobiliário
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A Imóvel OK disponibiliza informação sobre a nova forma de financiamento da Caixa, leia a seguir:
A Caixa Econômica Federal passará a financiar 100% do valor de imóveis usados, benefício que até ontem era dispensado apenas às operações de unidades novas. O crédito será concedido a partir da linha que usa recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
Segundo a Caixa, além da ampliação da cota de financiamento, haverá extensão do prazo de amortização, que, em alguns casos pode chegar a 30 anos. O valor máximo do imóvel a ser financiado é de R$ 100 mil no caso da Região Metropolitana da Grande Vitória e de R$ 80 mil no interior do Estado.
Para o pagamento em até 240 meses, o cliente pode financiar até 100% do valor do imóvel. Até 300 meses é possível financiar até 90%. De 301 a 360 meses, o mutuário financia até 80% da quantia total.
No páreo
O Banco do Brasil começará a operar com crédito imobiliário através do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) entre junho e julho, informou ontem o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes.
“A previsão é chegar a uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano”, disse Mendes durante a teleconferência de resultados do banco estatal. O BB obteve lucro líquido de R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre, alta de quase 67% sobre o mesmo período do ano passado.
Os recursos, segundo o banco, virão das captações da poupança. O banco foi autorizado a fazer isso na semana passada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).
Com isso, também poderá liberar o uso do dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor e também acessar os recursos do Fundo para este fim, mais baratos do que captar no mercado.
Até agora, o Banco do Brasil tem uma participação irrisória no setor. Se limita a um acordo com a Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo), através do qual faz empréstimos imobiliários a clientes no Distrito Federal e para os seus próprios funcionários.
Disputa
A “briga” entre a Caixa e o Banco do Brasil pelo setor imobiliário, que tem esquentado os bastidores da equipe econômica do governo federal, é mais precisamente pelos financiamentos feitos sob as regras do SFH (Sistema Financeiro de Habitação).
O BB, que já oferece financiamentos habitacionais em parceria com a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex), quer ampliar sua atuação. Para isso, a instituição precisa de autorização do Banco Central para integrar o SFH e oferecer aos clientes a vantagem de utilizar o dinheiro depositado nas contas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para abater no saldo devedor.
Líder absoluta nesse segmento do SFH, a Caixa Econômica Federal se ressentiu, e o clima esquentou entre os executivos das duas instituições financeiras. Para a cúpula da Caixa, “não é razoável uma competição entre os bancos públicos” e propõe a “especialização”: a Caixa segue com financiamentos habitacionais, e o BB, com crédito rural.
Para o BB, essa competição não ocorrerá. A disputa dele será com grandes instituições privadas, como é o caso de Itaú e Bradesco.
Financiamento para veículos deve dobrar
Outro setor que atrai bastante a atenção do Banco do Brasil é o de financiamento de veículos. A carteira cresceu 175,3% entre o primeiro trimestre de 2007 e o de 2008, passando para R$ 3,5 bilhões. “Queremos dobrar a carteira até o final do ano”, disse o vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações de Investidores, Aldo Mendes. “Temos uma base baixa, o que facilita (a cumprir a meta)”. Até março, o BB tinha participação de mercado de 4%, e pretende chegar a 10% em 2012. As metas de crédito do banco foram mantidas para 2008 na casa dos 25%. São esperadas altas de 30% a 35% no crédito para Pessoa Física; entre 25% e 30% para Pessoa Jurídica; e de 20% para crédito rural.
Serviço
CARTA DE CRÉDITO DO FGTS PARA IMÓVEL USADO
JUROS: de 6% a 8,6%, dependendo das características do imóvel e do proponente.
LIMITE DE VALOR
DO IMÓVEL: R$ 100 mil na Região Metropolitana e R$ 80 mil nas demais cidades
COTA FINANCIADA: até 100% do valor do imóvel
PRAZO: até 30 anos
Informar-se sobre o produto
Ir a uma agência da CAIXA e conversar com o gerente. Além de tirar as dúvidas, ele informará toda a documentação necessária para solicitar o financiamento.
Entregar a documentação pessoal
Com base na documentação, a CAIXA efetuará a Pesquisa Cadastral e a Análise da Capacidade de Pagamento. Se tudo correr bem, receberá a Carta de Crédito FGTS, válida por 15 dias.
Entregar a documentação do imóvel
Com a Carta de Crédito, providenciar a documentação referente ao imóvel para que sejam providenciadas as avaliações do imóvel e de risco da operação.
Assinatura do contrato
Se as avaliações forem bem sucedidas, basta comparecer à agência para assinar o contrato e recolher as taxas. Os recursos serão liberados quando for apresentado, na agência, o contrato registrado em cartório.
Fonte: Jornal A Gazeta
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6 de Maio de 2008
Financiamento Imobiliário
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Os trabalhadores estão cada vez mais recorrendo ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar imóveis. Prova disso é que, somente no primeiro trimestre deste ano, foram feitos 100 mil pedidos de saque em todo o País.
Segundo dados da Caixa Econômica Federal, somente em março, foram registradas 36.212 solicitações de utilização do dinheiro, totalizando mais de R$ 323 milhões – em fevereiro, foram feitos 33.428 pedidos e em janeiro, 26.212.
Além disso, recursos do FGTS também são usados em linhas de financiamento da casa própria. Em geral, o saldo da conta vinculada do FGTS pode ser usado na entrada, na amortização do débito, na quitação e no pagamento de até 80% das prestações da casa própria.
Neste caso, o contrato tem que ser assinado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o trabalhador precisa se enquadrar nas regras do conselho curador do Fundo de Garantia — entre elas, não ter imóvel próprio; mas, se tiver apenas 40% da propriedade, o uso é permitido.
No Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a utilização do recursosomente é liberadana entrada.
O orçamento do Fundo de Garantia para habitação este ano chega a R$8,3 bilhões. Os juros são mais baixos: de 6% a 8,66% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Se o mutuário for cotista, ainda tem desconto de 0,5% na taxa. O imóvel deve custar até R$ 350 mil e o financiamento máximo chega a R$ 245 mil.
Para o trabalhador que possui renda bruta de até R$4.900, as taxas de juros são divididas em duas modalidades: rendimentos de R$415 a R$1.875 tem percentual de 5,64% ao ano mais TR;
acima desse valor até R$4.900, os juros são de 7,94% ao ano mais TR.
Para trabalhadores que recebem acima de R$4.900, a taxa é de 8,66% ao ano mais TR — linha pró-cotista, modalidade criada exclusivamente para atender à classe média. Não há o desconto de 0,5% porque o percentual já é menor que o de mercado.
Fonte: jornal A Tribuna
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